História Os Melhores - Livro Quatro - Love Kills - Capítulo 17


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Categorias Originais
Tags Biologia, Et´s, Física, Guerra, Heróis, Mutantes, Queen, Química
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Minha semana foi uma merda, tentem não reclamar de nada que eu não reclamo com vocês.

Capítulo 17 - Teo Torriatte (Let Us Cling Together) - Parte 2


 Mansão da Yakuza, 17:30, 13 de Outubro de 2017:

Shirou tinha um olhar penetrante para com Diego, que tentava transparecer intimidado, mas o treinamento no esquadrão anti-choque lhe ensinara a resistir a ameaças, o que dava a aparência de estar desafiando o membro da Yakuza com o pouco medo que demonstrava, vendo isso, o criminoso disse:

Shirou: Mas eu não me importo com a sua nacionalidade ou com vocês trabalharem aqui, exceto se vocês nos atrapalharem, portanto, não jogue no Jogo do Bicho!

Diego estranhou a fala de Shirou, mas entendia um pouco do porquê, a Yakuza tinha esse nome por ser a responsável por um jogo de azar homônimo, logo, o criminoso disse aquilo num sentido de: “Não atrapalhe os nossos lucros”, ainda estranhando, o policial disfarçado respondeu:

Diego: É claro, eu não me envolvo em coisas ilegais.

Ouvindo aquilo, Shirou e Toyota começaram a rir, depois disso, o primeiro debochou:

Shirou: É claro que não, é claro.

Enquanto isso, do lado de Chong e Cheng, Geraldo escutava os sussuros dos membros da Tríade:

Cheng: Mano, eu estou te dizendo, nós estamos “entlando” em “loubada”!

Chong: “Cala”! Eu “velifiquei” tudo e esta união é ótima, economicamente falando.

Cheng: Ah, não, você vai falar tudo aquilo sobre finanças? Droga!

Do outro lado do hall de entrada, um japonês ficava se escondendo num pilar, Geraldo se aproximou dele por desconfiança e perguntou:

Geraldo: O que você está fazendo?

Japonês: Não te contaram quem eu sou?

Geraldo: Não, quem?

Masashi: Eu sou Masashi, o ninja mais rápido do Brasil!

Geraldo: Existem ninjas no Brasil? Não, espera, ainda existem ninjas no mundo?

Masashi: Bem, acho que sou o único daqui, é que ninjas são muito legais!

Geraldo: Entendo, quando eu era criança ganhei um Polystation com uma fita do Ninja Gaiden, fiquei fingindo de ninja por dias, e você?

Masashi: É que eu vejo muito Naruto, pois no começo, eu descobri que o criador tinha um nome igual ao meu, aí me empolguei tanto que meu pai me ensinou a ser ninja.

Geraldo: O termo hoje não seria apenas assassino, Mashashi?

Masashi: É Masashi! Ninguém consegue falar direito!

Geraldo: É que o Ryan diz que temos que zoar o nome de todo mundo.

Masashi: Quem é Ryan?

Geraldo: Ninguém não, espera, você não troca o L pelo R!

Masashi: É que minha mãe não é descendente de japoneses, muito menos mora no bairro, aí ela me ensinou a falar L.

Geraldo: Que legal, sua mãe está aqui?

Masashi ficou cabisbaixo e começou a falar:

Masashi: Meu pai faz ela trabalhar quase todo o dia.

Geraldo: Nossa, ela trabalha com o quê?

Masashi: Bem... Ela é prostituta.

Geraldo: Nossa! E o seu pai deixa?

Masashi: Ela trabalha para ele e era a prostituta particular dele, aí ela engravidou e eu fui acolhido.

Geraldo: Seus irmãos te enchem o saco por isso?

Masashi: Nem tanto, deles, só o Shirou, aquele branco, e a noiva, são filhos da esposa do meu pai, o Toyota, o gordo, é um filho incestuoso da minha tia com meu pai e eu tenho dois irmãos que são gêmeos e filhos da amante do papai e da mamãe.

Aquela relação familiar esquisita estranhou Geraldo, que disse:

Geraldo: Como assim?

Masashi: Meu pai é cafetão da minha mãe, está casado com outra, ele e a esposa têm a mesma amante e a minha tia faz sexo com os três.

Geraldo: Caralho, que esquisito, vocês não acham estranho?

Masashi: Eles não, só eu.

Geraldo: Bem, eu tenho que servir mais doces, nós vemos depois.

Geraldo saiu de perto de Masashi se perguntando:

Geraldo: Será que os irmãos Lee também tem uma vida familiar tão estranha?

Para não criar boatos sobre a família Lee devo relatar que o pai dos cinco foi fiel a esposa, que morreu um ano antes do mesmo.

Falando nos gêmeos irmãos de Masashi, o Hiroshi e Takeshi estavam juntos, eles vestiam kimonos por baixo do terno e conversavam, já bêbados por causa de Saquê:

Hiroshi: Quem diria que nossa maninha iria se casar tão cedo?

Takeshi: Droga, queria ter sido o primeiro a arranjar uma mina!

Hiroshi: Pare de se “ramentar”, seu judoca de quinta categoria!

Takeshi: Ué, mano? O que eu te fiz?

Hiroshi: Ninguém “fara” mal da minha mana!

Takeshi: Vai tomar no teu cu, “ela” nem é tua irmã direito! Seu carateca bebum!

Hiroshi: Mas para mim é! Eu vou te ensinar a derrubar os outros!

Hiroshi e Takeshi estavam quase começando a brigar, até que a música que tocava na festa mudou e ambos voltaram a paz como se nada tivesse acontecido:

Hiroshi: Musicão, né mano?

Takeshi: É mesmo mano!

Chong estava concluindo a explicação da tese dos benefícios econômicos para as duas famílias com o casamento para Cheng:

Chong: Concluindo, como a família da Chun-li é dona de “labolatórios” ao “ledor” do mundo que pesquisam novos métodos de “cliação” de “almas” e nós temos uma mão de “obla balata” nós “ilíamos luclar” no mercado “neglo”.

Cheng: Mas eles são nossos “livais”, são a Yakuza.

Chong: O que te faz acreditar nisso, mano?

Cheng: Eles “tlocam” L por “L”.

Chong: Como?

Cheng: Eles “tlocam” éle por “éle”

Chong: L por L?

Cheng: Não, L por “L”!

Chong: E o que eu disse?

Cheng se irritou, tirou uma caneta e desenhou um R na mão, Chong se surpreendeu e entendeu, dizendo logo após:

Chong: “Éle”!

Cheng: Isso! Finalmente você entendeu que eu estava falando “R”!

Cheng dizer a letra R fez os dois irmãos se calarem e o mesmo dar um tapa na própria cara, Chong reclamou:

Chong: “Pol que” não falou antes se você sabia?

Cheng: Eu não sabia, saiu sem “quelê”.

Chong: “Bulo pala pola”!

Cheng: Não “impolta” mais, se eles falam assim, significa que potencialmente são da Yakuza!

Chong: “Espelo” que não...

Cheng: É óbvio que são! Não vê aqueles moleques lá? Eles não estavam naquele “Tolneio”?

Chong: Qual?

Cheng: Aquele tal de “Glegoliovich”.

Chong: Não me “lemblo”.

Cheng: Aquele em que aquela puta “podelosa” mandou nós “ilmos”.

Chong: “Lemblei”! Temos que salvá-lo!

Enquanto isso, Chang subia a escadaria para chegar no andar em que a esposa dele estava, o chinês tocou no véu do vestido de noiva e disse:

Chang: Você está tão linda quanto no alta...

Chang foi interrompido por Shunrei, que calou o marido colocando o indicador na boca dele, após isso, ela disse:

Shunrei: Xiu, a “plóxima” música é minha “favolita”.

Chang: “Ola” e você “gostalia” de dançá-la comigo?

Shunrei: Com todo o “plazê”.

Chang pegou nas mãos e começou a dançar com a esposa, essa última falou:

Shunrei: A “plóxima” é a “favolita” da minha mãe, pena não “podê está” aqui.

Chang: O que houve com ela?

Shunrei: Ela, meu pai, minha tia e uma amiga deles não saem da cama “pol” nada.

Chang: O que eles têm?

Shunrei: São uns “talados”.

Chang ligou os pontos e estranhou, Shunrei percebeu o final da música e disse:

Shunrei: Finalmente essa música chata acabou, “agola” é a minha “favolita”!

Chang: Mal “espelo pala vê” que música é tão boa...

Antes de terminar a frase, Chang ouviu a música e ficou estático, ao perceber que som era, ele disse:

Chang: Não pode sê! Eu conheço essa música!

Continua...


Notas Finais


E "agola"? Que música é essa? Os pais dos irmãos da Yakuza são tarados?
Cadê os melhores? O que o Marcos estava fazendo lá dentro da adega? Isso e muito mais no próximo capítulo.


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