História Os Mundos e a Joia Sagrada. - Interativa. - Capítulo 4


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Categorias A Bela e a Fera, A Hospedeira, A Pequena Sereia, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland), Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Death Note, Divergente, Peter Pan
Personagens Absolem, a Lagarta, Bela (Belle), Capitão Gancho, Cinderela, Personagens Originais, Peter Pan, Rainha Branca, Rainha Vermelha, Rem, Ryuuku
Tags Amor, Candyland, Charmland, Contos De Fadas, Divergente, Drama, Interativa, Luta, Mistério, Neverland, Paixão, Romance, Skyland, Soraland, Tempo, Você, Wonderland
Visualizações 85
Palavras 3.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


-Oi amorecos, tudo bom? Fui rápida dessa vez, né?
-Capa: Red.
-Narração por Red.
-Desculpem os erros desde já.
-Boa leitura.

Capítulo 4 - Boatos.


Fanfic / Fanfiction Os Mundos e a Joia Sagrada. - Interativa. - Capítulo 4 - Boatos.

Finalmente terminei a missão de roubar algumas das pedrinhas-chave do moleque irritante. Infelizmente, as ordens de Hook foram direitas. ''Pegue-as sem deixar pistas, ou seja, não encoste um dedo na tropa de Pan, e nem nele''. Reviro os olhos ao lembrar do ocorrido. A missão não era o problema, mas fazer tal sem emoção foi entediante. Com a ajuda do pó mágico das fadas, roubado de tais por Black Star, me dirigi ao barco. Que segundo Conny, ele estaria escondido entre as névoas perto do Parque das Sereias. E provavelmente levará, no mínimo, três dias para chegar, pois me encontro do outro lado da ilha de Neverland, onde as crianças vivem.

Black Star, ou James, admira as fadas e troca certas palavras com as mesmas, por isso é mais fácil conseguir os pós, nos poupando do trabalho em ter de matá-las, mas não que isso seja um problema.

Recentemente, há boatos de que alguém misterioso roubou a Jóia Sagrada dos Mundos, se for verdade, não demorará muito para todos os Mundos, tanto a Terra quanto qualquer um, se desmoronar. Pode levar anos, ou somente dias. Deixando apenas poeira negra, do que um dia foram riquezas. E um dos suspeitos de terem feito tal atrocidade, são os piratas. Puto preconceito! Não somos tão burros a ponto de destruir nossa fonte de energia, a que nos mantém vivos, apesar dela ser atrativa aos nossos olhos. Mas, não, não faríamos tal idiotice.

. . .

Parei sobre a areia, após cinco horas voando, senti algo estralar sob minhas botas. Abaixei o olhar. Havia pedras brancas minúsculas, algumas, agora, quebradas. Rapidamente as reconheci: pedrinhas-chave para Charmland. Sem escapatória sou teletransportado, abro os olhos e tudo que vejo são árvores e árvores. Estou na Floresta Encantada. Eu mereço... A alguns metros, duas sombras conversando enquanto vão para o leste.

– Day, – A mulher de orbes caramelo diz fitando a outra morena, que tinha uma espada em mãos. – pode me contar o porque de ter me chamado de forma repentina?

– Preciso de um motivo para querer passar um tempo contigo, Bella? – Ela indaga sarcástica, olhando de relance sua companheira.

A garota chamada Day usa roupas com poucas cores, mais puxadas para o bege escuro ao marrom, semelhantes a trajes de guerra, que são raros hoje em dia, mas a capa vermelha, que chega ser tão grande que a cada passo dela o tecido toca a grama, é feito de um tecido comum, apesar de também ser raro para capuzes como este. O capuz estava abaixado, deixando o cabelo escuro como a noite, de leves ondulações nas pontas, a mostra e os olhos, intensos e profundos, esmeraldas da menina encarava a outra, que parecia pensar em como dizer algo para a amiga.

– Ficou sabendo dos boatos?

A tal Bella passa a encarar a frente, esperando Day responder. Seus fios são curtos, e escuros, acima dos ombros desnudos, assim como seus olhos. Sua pele é morena, dona de um corpo esbelto, que ela, aparentemente, faz questão de mostrá-lo, pois suas vestes pretas são poucas. Top, short que mal chega na metade das coxas volumosas e calçado estilo gladiador.

Quando dei por mim, já as estava seguindo entre os arbustos.

– Sim. – Dá ombros. Talvez por achar que se trate de mentiras. – Mas, olhe... – Diz ao parar, sinalando com a cabeleira algo diante de si. Bella arregala os olhos e dá dois passos para trás, colocando as mãos na boca e olha Day, que puxara o ar e o soltara em seguida.

Me aproximei um pouco mais e pude ver o que elas olhavam. Atrás de dois arbustos grandes, três corpos estraçalhados, com suas membranas completamente visíveis, com marcas de garras nas partes intactas, quase poucas eram estas partes, semelhantes a de lobos ou coiotes. Seja o que for estava sedento de sangue.

– Diana, isso... – A morena estava sem palavras, tentando processar o que a de capuz havia lhe mostrado.

– Eu não sei, – Desvia o olhar para o lado, havia uma ponta de sarcasmo em sua voz, como se quisesse esconder a insegurança que sentia no momento. – acordei ao lado deles, não sei o que aconteceu...

– Vamos escondê-los. – Bella diz firme, engolindo em seco. Se aproxima dos cadáveres, pronta para erguê-los. Mas antes fitou a que continuava parada, agora encarando perplexa a que estava agachada perto dos corpos gélidos. – Vai me ajudar ou não?

Elas se livraram dos corpos com receio, os queimaram e só se retiraram do local ao terem certeza de que eles viraram cinzas. Mas nenhuma quisera tocar no assunto, pois sabem que é errado fazer o que fizeram, principalmente em Charmland, o reino da pureza da radiante Branca de Neve.

Elas caminharam em passos calmos até a vila, perto do castelo de Branca. Como se sentisse que a dupla estava chegando, dois homens baixinhos as pararam eufóricos. Os anões as fitaram seriamente, antes de dizer:

– A convidada desapareceu! – O de orelhas enorme anuncia, Diana franziu o cenho sem entender o significado daquelas palavras, enquanto a outra se surpreendeu, ela parecia saber do que se tratava. – Ela estava no quarto e quando a senhorita Storm foi vê-la, a jovem havia sumido, junto da gata.

– Também soubemos que roubaram chaves do quarto da Storm. – O barbado complementa, de braços cruzados e semblante bravo.

– Quem é essa? – Day indaga com beiço, rindo descontraída.

. . .

Roubei uma chave para o portão que leva a ilha de um ancião que andava calmamente entre o caminho de pedras da aldeia. Ele, por sinal, nem mesmo desconfiou da perda. Me distanciei o suficiente para partir sem chamar muita atenção. Ao menos chegarei rápido ao navio. A pedrinha me trouxe ao barco pirata, onde alguns dos nossos conversava, bebia ou jogava baralho. Estava escuro, então poucos notaram minha presença, mas tampouco fizeram questão de dar as boas vindas a minha incrível pessoa.

Adentrei meu quarto, sou o único, além do Capitão, que possui um cômodo só para si. Baguncei meus fios castanhos e olhei em volta, sentindo um cheiro distinto no ar. Em minha cama, uma bola de pelos branca e uma garota que vestia uma camisa branca masculina encarava o céu através da janela, apoiada na mesma. Ao me vê, disse:

– Você deve ser Red, não? – Me olha de relance, sem se afastar do vidro. Assenti num gesto. Ela se apresentou e voltara a fitar o luar. Eu sai porta a fora para tirar satisfações.

– Alguém pode me dizer quem é aquela menina no meu quarto, na minha cama?!? – Indago alto direcionando a pergunta a qualquer um. Ouço risadas, mas sem respostas. Hook sai da sua cabine e solta sem mais nem menos:

– Uma hóspede que Shin trouxe para nos fazer companhia por algum tempo. – Ele estava rindo torto com a garrafa de saque na mão, e praticamente seminu. – Até lá você dividirá o quarto com ela, pois é espaçoso para duas pessoas.

– E uma felina. – Elizabeth ressaltou, tirando por poucos segundos sua atenção do bolo de cartas de suas mãos, ela estava a jogar porco com Shin, Mey, James e Victor, o velhote que vive bêbado.

– Inacreditável!

Resmungo impaciente. Uma discussão se formou, gerando uma briga de garrafas de vidros, ou qualquer coisa que havia por perto, entre até mesmo aqueles que não sabiam o porque da gritaria. Apesar de adorar uma muvuca, voltei para o quarto antes que me atingissem com algo, estou cansado demais para isso.

A morena me olhou, percebendo minha frustração, que tratei de esconder com sarcasmo.

Tá, uma companheira de quarto… – Murmuro sorrindo de canto. – Não deve ser tão ruim.

Sem me importar com a menina, passo a me despir, ficando só com a calça. Diferente de qualquer uma, senti seu olhar vidrado sobre mim, me analisando de cima a baixo. Andei até a cama, agarrei a bola de pelo pelas costas e a pus no chão. Chloe me fuzilou e a gata grunhiu ao se despertar.

– Ash! Seu insensível! – Ela diz brava com meu ato. Dei de ombros. Agarra a felina e envolve-a confortavelmente nos braços. – Ky, você está bem?

– Sim... – A voz fininha da gata saiu sonolenta. – Mamãe, quem é esse chato?

A repreendo com o olhar, e Chloe me repreendi.

– Será nosso companheiro de quarto. – Olha para a felina e sorri terna. – Somos visitas. – Agora diz me encarando, rindo pelo nariz. – Tem que nos dá privilégio, seu escroto!

– Vocês que são escrotas! Já estão querendo mandar nos outros? Façam-me favor! – Me jogo para trás, caindo no colchão duro. – Quando chegaram? Há dois dias?

– Hoje de manhã. – Solto uma risada convencida. – Foi o seu capitão que nos mandou ficar aqui. – Mostra a língua e puxa o travesseiro que meu braço estava em cima. – Portanto, – Ao lado da cômoda de bebida coloca o mesmo e a gata encima. A pequena se ajeita e pronto dorme. – terá de nos suportar.

– Digo o mesmo. – A encaro com os olhos semicerrados. – Vamos ver quem desistirá primeiro.

Ela sorrir e bate, de leve, em meus pés descalços.

– O quê?

– Também quero deitar.

– E eu com isso?

– To falando sério.

– Eu também. Repito: e eu com isso?

Chloe bufa, colocando os braços diante o corpo em protesto, enquanto bate o pé na madeira. Ela ficou por volta de vinte minutos parada me encarando sem embolsar qualquer expressão, o que chegou a me incomodar. Lhe dei espaço, me afastando para a ponta da cama, longe da janela.

– Valeu. – Diz, subindo e se encolhendo, de frente pra mim e puxando o lençol fino para se cobrir também. – Você não constuma chutar nem se mexer muito, né?

– Não, que eu saiba.

Ela não demorou muito para dormir. Ingênua. Aceitar ficar com um cara no mesmo quarto e numa cama minúscula não é algo se faça logo de cara. ''Não ouse tocar nela, Damian!'' Fora o que Hook dissera em meio a discussão. ''Ela é importante''. Suas palavras assombravam minha mente, assim como as vozes das duas mulheres que segui durante um bom tempo.

''– Quem é essa? – Day indaga com beiço, rindo descontraída.

– Uma mera humana da Terra. – Bella explica. – Ela por acaso foi trazida ao nossos Mundos e agora sumiu.

– E qual o nome dela? Talvez eu tenha cruzado meu caminho com o dela.

– Acho que Core... Clock... ou Cholle.

– É Chloe, Bella. – O anão orelhudo diz sorridente, corrigindo a maior. Eles continuaram a conversar sobre a desaparecida, e que devem encontrá-la o mais rápido possível.''

Fitei Chloe dormir serenamente. Ela é a desaparecida. Ela respira calmamente, seu peito sobe e desce. A camisa branca, por ser de botões, estava aberta na parte de cima, deixando o sutiã, e seus seios, a mostra, suas pernas nuas dobradas, encostando nas minhas cobertas pela calça. Respiro fundo, tentando me manter sã perante a situação. Me viro para o outro lado, ficando de costas para a garota. Dormir foi difícil, e pirou quando, no meio da madrugada, Chloe me envolveu em seus braços pequeninhos, colando nossos corpos.

No momento que eu consigo pregar os olhos, a porta é aberta bruscamente e o silêncio some, dando lugar a uma gritaria.

 – Red! – A voz de Conny adentrou meus ouvidos. – Levanta que temos que sair!

– Levanta logo, peste! – Shin grita, jogando o sapato que tinha em meu rosto. Que não é seu, e sim de James, que chegou no quarto gritando pelo calçado. Ao ser atingido no rosto me levanto como um raio e fuzilo o trio. Shin começa a rir cínico, dá ombros e corre para fora, passo a correr atrás dele, ignorando a dor e o galo que se forma aos poucos na minha testa.

– Chega de barulho, seus pirralhos! – O Capitão diz ao lado de Elizabeth, que comia pão puro. pois estamos ficando sem estoque de comida. – Prestem a atenção! Em poucos minutos, iremos a terra firme par- – Ele se calara ao ver a convidada sair do quarto, coçando os olhos semicerrados.

– Mas que saco, em?! – Diz ela, emburrada. – Não se pode mais dormir!

A fitamos incrédulos. Até onde sua ingenuidade pode ir? Temos armas! Ela boceja e se senta sobre um barriu perto de James e da porta do cômodo onde saíra.

– Como eu estava dizendo: – Hook prossegue, forçando a garganta para ter certeza de que ninguém o interromperá, olhando de relance para Chloe, que continuava a bocejar sonolenta. – iremos a terra firme para conseguir comidas, armamentos e outros itens e o que mais desejarem!

. . .

Nos dividimos em cinco grupos, cada um com uma função e direção para ir em busca dos suprimentos. Como prefiro trabalhar sozinho e não me dou bem com trabalho em equipe optei por ir só, mas a partir de hoje, não só tenho de dividir o quarto com a convidada, mas de vigiá-la vinte e quatro horas, ou seja, ela teve que vim comigo. Ela se trocou, colocora uma legging preta, botas e regata branca, as roupas com que veio a Terra do Nunca, e pegou um cinto de Elizabeth, onde prendeu uma sacolinha.

Estávamos caminhando em silêncio pela mata em direção ao sudeste, quando ela decidira o quebrar:

– Por que não pude trazer a Ky?

– Não preciso de outra coisa a mais para me atrapalhar na busca.

– Não sou uma coisa. – Infla as bochechas, pisando forte. – Sou Chloe, uma pessoa de vinte anos e que ama gatos!

– Tem vinte anos? – Indago com sarcasmo. Quase tudo que falo é em tom sarcástico. – Achei que tinha dezesseis, pois pra mim você é uma criancinha mimada.

– E se eu for? Qual o problema, seu escroto? – Suas bochechas voltam ao normal e ela dá ombros. – E por que ''Red''? Não combina com você, mas ''escroto'' combina. – Rir vitoriosa, deixando de pisar pesado.

– Não lhe interessa.

– Se não interessasse eu não estaria perguntando.

– Está perguntando de curiosidade, não de interesse, já que não se importa comigo e eu tampouco ligo pra você. – Digo seco. Ela bufa, belisca meu braço e seu semblante perde a alegria de antes, mas continua a sorrir amarelo, como se estivesse forçando a si mesma a fazê-lo.

Escroto... – Murmura para si, revirando os olhos gris.

Ouço um zumbido, como de abelhas, próximo. Olho em volta, na mão da garota uma luzinha rosa flutuando por cima, ela sorria ao ver a luz cintilante. Sem dó golpeei a luz, que por pouco escapou, se escondendo entre os peitos da morena. Franzi o cenho. Se acha que não sou capaz de a golpear só porque se escondeu ai... Fitei Chloe, que entendeu o que pretendo, estava preste a lhe atingir, quando ela coloca as mãos, em forma de X, diante de si para se proteger.

– Nem sonhe! – Suspiro e abaixo a mão. – Por quê quer a matar?

– Não gosto de fadas. – Digo normalmente, dando ombros, voltando a andar em alerta, ignorando tanto ela quanto a criatura brilhante, com um 38 cromado em mãos. Chloe ficara cochichando coisas para a luz, que respondia num chiado.

– Você a entende? – Arqueio a sobrancelha.

– Sim. Você não?

– Nem mais um passo! – Diante nossos olhos, uma mulher de cabelos longos e escuros, num meio termo, apareceu apontando o indicador em nossa direção. Os olhos são claros para um esverdeado, quase cinza, nos encaravam com certa raiva. Suas belas curvas se ressaltam com o vestido e sapatilhas lilás que usa, e sobressaindo de suas costas um par imenso de asas negras como a escuridão, semelhantes a penas de corvos. Ou seu lado, outra morena de orbes intensas e penetrantes, seu rostinho de boneca a deixa bela, assim como a roupa, semelhante a da companheira, e sapatilhas pretas, mas suas asas lhe davam mais destaque por serem enormes e pretas com design de borboletas, possuindo outras duas cores: rosa e amarelo queimado. Apesar de não gostar delas, não há como negar: elas são gostosas!

Parei não porque ela mandou, e sim por instinto, o que fez a menina atrás de mim parar junto. A coisa cintilante estava sentada no ombro esquerdo de Chloe, parecia se esconder.

– O que querem? – Respondo sem delongas.

– Que nos entregue nossa irmã. – A de lilás diz.

– A vont-

– Não. – Chloe diz convicta, me interrompendo. As duas fadinhas franze o cenho. – A Elly não quer ir. Ela disse que vocês a trataram mal, por isso não quer voltar.

– Então ela ficará com vocês? – A de preto pergunta sem paciência, rindo ironicamente. – Vimos o que ele tentou fazer, ele tentou matá-la. Não deixaremos que Ellyne fique com vocês!

– A Loe me defendeu! – A nossa frente, uma menininha de aparentemente treze anos, surgiu dizendo firme e confiante. Seus fios são rosados, assim como suas vestes, porém ela não possui asas como as outras. – Ela vai me proteger do escroto, Crys. Por isso, pode ir e leve a Soh junto. – A criança diz manhosa, fazendo um ''Vai!'' com as mãozinhas.

Encarei besta à Chloe ao escutar escroto, meu novo apelido. Ela riu contida para não rir alto e piorar o momento tenso que se criara.

– Ellyne, deixe disso. Tinker ficará furiosa ao ver que você saiu de Skyland sem permissão. – A suposta Crys exclama, visivelmente impaciente e pronta para puxar a rosada pelos cabelos, se preciso. – Não irei pedir outra vez.

Ao invés de obedecer, o ser rosa corre para trás do corpo de Chloe, se agarrando a cintura da mesma.

– Loe! Não deixe que me levem, por favor!

Chloe mordeu o lábio inferior, nervosa. Fitara a mim, a pequena e a dupla alada. Da bolsinha tirou uma pedrinha familiar, agarrou minha mão e com a livre quebrou a pedra em mil pedaços. Nos transportando para outro canto da ilha, longe das fadas.

Chloe caiu de bunda no chão, Elly sobre a morena e eu fiquei preso num galho de uma árvore. Respirei fundo, me preparando para descer. Porém um rugido, digo, vários rugidos altos e extremos soaram de todos os lados da floresta, fazendo até os passarinhos voarem para longe. Em questão de segundos, criaturas de no mínimo dois metros cercaram as duas jovens. Há mais de onze. Ambas se levantaram, assustadas, Elly mais que Chloe, que parecia um tanto que impressiona com os seres nojentos e sanguinários ao seu redor. Pensei em fugir pelos galhos, mas por alguma razão que desconheço, desci para ajudá-las.

– Mas que merda, coisa! – Grito ao descer, ficando ao seu lado. – Podíamos dar conta das fadinhas, mas ogros? Estamos mortos!


Notas Finais


-Quase todos os personagens já apareceram, faltam dois ou três. Logo a história começará de verdade, só falta todos surgirem das sombras pra causar! Por isso, paciência, eu ser só umazinha~
-Qualquer coisa fora de ordem (em suas crianças) digam para eu arrumar.
-As narrações serão feitas na maioria das vezes pela Chloe, mas irei variar entre os personagens, como fiz neste, que foi narrado completamente pelo Red. Espero que não tenha ficado cansativo.


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