História Os olhos de Los Angeles - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais, Panic! At The Disco
Personagens Brendon Urie, Dallon Weekes, Personagens Originais, Ryan Ross
Visualizações 9
Palavras 2.717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLÁAAAAAAA


AQUI ESTAMOS

Desculpem o atraso ;u;. Espero aue gostem gnt :3. Boa leitura <3

Capítulo 2 - Ryan.


Fanfic / Fanfiction Os olhos de Los Angeles - Capítulo 2 - Ryan.


- Você sempre fica por dentro dos livros então - pergunto

- É. Mas acho que não tenho preferência.

- Gosta de música?

- Bem, veja onde estamos. Claro que eu gosto.

- Então pode sim ter sido que você fez o Take a Vacation! do The Young Veins.

- Você realmente sabe essas coisas sobre mim? Quer dizer… o quão estranho é isso!

- Não acho tão estranho.

- Bom, você… não é bem a minha visão de garota de 14 anos que me acha bonito.

- Não disse que você é feio.

- E você está dizendo que na verdade é uma garota de 14 anos? Ou a trabalho de uma?

E nós dois rimos.

Droga. Eu estava começando a gostar desse cara.

Nessa meia hora que a gente conversou, eu não consegui ver nada ruim nele, ou mesmo consegui tirar alguma frase suja ou contra alguma coisa. Ele só era engraçado e divertido, mas sério, ao mesmo tempo.

- Então - ele me traz de volta a vida - minha vez. O que você faz?… é… Dallon,  não é?

- É sim. Eu… no momento… não faço nada.

- Você não me parece alguém que não me faz nada. Ou que consegue ficar sem fazer nada.

- Eu não sou mesmo. É só que… é complicado. Sou novo aqui.

- É?

- É.

- Eu sabia.

- Por que?

- Seu jeito. O jeito que você olha para tudo isso. É bem Los Angeles.

- Eu sou de lá mesmo.

- Melhor lugar do mundo, né?

- É sim.

- O que te trouxe aqui?

- Muitas coisas. Estava precisando… tomar um ar diferente.

- Entendo. Bom… eu… preciso ir.

- Certo.

- Quer conversar outro dia?

- Quê? - eu pergunto, incrédulo.

Quer dizer, meu trabalho não era ficar amigo do cara. Eu tinha que fazer ele me mostrar o lado ruim do trabalho dele, da empresa dele. Não tinha que ficar amigo dele.

Achei que estava jogando o plano abaixo por causa disso, já estava até começando a cogitar outras pessoas. Talvez o Ryan fosse a maçã boa no meio das maçãs podres.

- Você não conhece aqui… posso te mostrar a cidade. - ele diz

- Eu…

- Sexta no mesmo horário?

- Pode ser. E você não perguntou quanto tempo faz que eu estou aqui.

- Nem preciso. Seu olhar diz tudo como eu disse.

- Se você está falando.

- E eu nunca disse que era uma garota de 14 anos feia.

Quando dei por mim, Ryan ajeitava a roupa atravessando a rua.

Eu tinha acabado de ser cantado pelo Ryan Ross?



***



- Vai sair de novo querido? - Clearance pergunta.

- Vou sim.

- Está… vendo alguém?

- Não. Na verdade… é sobre a entrevista. Daquele anúncio no jornal que você me deu…

- Sério?! Ai isso é tão bom Dallon!

- Talvez seja Dna Clearance.

- Está bonito.

- Estou?

- Não te vejo arrumadinho assim faz uns dias.

- Não… foi bem minha intenção. Mas agradeço o elogio.

- Você vai conseguir querido…

E eu já tinha até esquecido o por que deu estar fazendo isso.

Eu realmente não era para ficar amigo do Ryan. Não fazia o menor sentido.

Mas eu precisava disso. Precisava resolver a minha vida. Eu não estava tendo dinheiro quase para mais nada, e isso já estava começando a refletir na minha vida.

Eu tinha que me mexer, e agora.

Até por que eu estava ficando aflito. Com saudade do Knox e da Amélie.

Eu imaginava todos os dias o quão diferentes das crianças da foto que eu tinha eles podiam estar e isso… me apavorava.

Apesar de tudo, Amélie me ligou na quarta. Ela me ligava as vezes porque a Breezy não… pegava tanto no pé com ela.

Mesmo assim, nos falávamos nem uma vez por mês às vezes.

E o Knox… bom, não falo com ele desde pouco depois que eu vim para cá.

Amélie dizia que ele estava bem embora ela só fosse uma criança de 8 anos. Para ela tendo sorvete, estava tudo bem.

Eu tinha medo disso, para ser sincero. Amélie obviamente não entendia as coisas para me falar direito e não é como se alguém mais além dela estivesse preocupado em me manter informado dos meus filhos.

Bom, eu tinha que ir.

Não sei bem por que, mas é, eu estava nervoso. Isso era bem estranho.

Atravessei a rua e minha mão suava um pouco, por que não sei bem se estava fazendo certo. Eu geralmente tinha um dom para perceber gente ruim, e o Ryan,  bem… ele me parecia uma pessoa ótima.

Entrei pela porta e o vi sentado no mesmo lugar que estava da outra vez, só que agora ele conversava sério com uma mulher praticamente da minha idade, e… a linguagem corporal dele estava todo diferente. Ele falava sério, quase como um líder, e eu não consegui ouvir sobre o que.

- Tenho certeza que isso vai ser a melhor idéia e… - ele se interrompe - ah oi Dallon.

- O-oi. - merda de nervosismo.

- Essa aqui é Francis, ela é… responsável por uma das instituições que a Jack’s Corporation ajuda.

- Prazer Dallon.

- O prazer é meu - mas o que é que eu estava fazendo. Meu Deus.

- Bom - Ryan continuou, em direção a Francis. - acho que você tem coisas a fazer então.

- Até mais Ryan

- Até Francis.

E ele se vira no banco, observando o palco.

- O que foi isso? - Eu pergunto me sentando com ele.

- O que?

- Eu vi um Business man, não o cara do outro dia…

- Eu sei… Desculpe por isso. É só que… tem um certo tipo de pessoa que me tira do sério.

- É?

- É.

- Qual tipo?

- Nah. Não temos tempo para isso e - ele encosta no meu queixo devagar com o dedo, me fazendo olhar para ele - eu não sou tão fácil.

Mas que merdas?!

- Quê-e?

- Você é meio travado mesmo ou é só para fachada?

- Do que é que você está falando?

- Olá, eu sou o seu suposto guia turístico? Ou você acha que eu ia dizer que ia te mostrar a cidade só para te fazer beber comigo de novo?

- Sei lá, eu… não pensei nada.

- Percebi. Vamos - e ele acena com a cabeça para porta.

Nós saímos, e…

Mas que merdas?!

- Você é doido ou o que? - pergunto

- Por que eu seria doido?

- Sei lá… você… me parece doido.

E ele ri.

- Até parece que você não é verdadeiramente de LA Dallon. Nunca fez amigos em bares?

- Não. Eu...parei de ir em bares quando tinha 18 por causa da Breezy estar… - e eu paro de falar, percebendo que já estava indo longe demais.

- Pode falar.

E eu fico quieto, na defensiva.

Quer dizer, quem ele era para dizer para eu me soltar?!

- Por que é que você é tão assim? - Ele pergunta.

- Assim como?

- Assim todo… “medroso”. Desconfiado. Você olha para todo mundo como se eles fossem te apunhalar pelas costas.

- Vira costume quando você é realmente apunhalado nas costas a cada segundo. - eu murmuro baixinho, mas para mim mesmo do que para qualquer um.

- O que fez nós dois sairmos de LA Dallon?

- Como assim?

- Eu sei que… vai parecer estranho e idiota eu dizer isso, mas… eu entendo. Sinto o mesmo. E se você já não percebeu, vai perceber que aqui é bem pior.

- Ah, pode ter certeza que eu percebi.

- Então o que nos fez sair da onde pertencemos? Por que eu sinto que pertenço a LA.

- Eu também.

- Acho que o que falta nas nossas vidas é descobrirmos isso.

- Talvez.

- Você… me parece bem inteligente, sabia?

- Não sei se sou. - respondo

- Ah, é sim. E… convenhamos, você é muito bonito.

- Ryan, olha eu…

E ele ri.

- Já sei, eu não sou gay.

- É. - eu minto.

- Acredita em mim se eu disser que eu não sou?

- Não.

- Pelo mesmo motivo eu não acredito em você.

Ryan Ross era gay?! Está ai uma coisa que eu não esperava e que acho que metade de Nova York ia amar saber.

- Você está sendo um burro, sabe disso não?

- Por que? - ele pergunta

- E se eu fosse um jornalista?

- Não é.

- Você não sabe.

- Eu sei que não é. Uma… coisa sobre mim Dallon, é que eu entendo aquilo que eu conheço. E eu conheço como alguém se escondendo atrás de uma pose. Você não é alguém se escondendo atrás de uma pose. Não de jornalista pelo menos.

- Acho que agora eu entendo o porque você é conhecido.

E ele ri.

- Por quê?

- Você é mesmo inteligente…

- Ah… eu… sou melhor com outras coisas do que com inteligência se quer saber.

E eu não entendo bem o que ele quis dizer com isso.

- Desculpa, eu as vezes falo umas coisas sem pensar e umas coisas bobas - ele ri - eu estou nervoso.

- Sério?

- É.

- Nem parece.

- Eu sei. Todos dizem isso. Gosto de pensar que é porque eu sou um bom ator.

- Por que você ficaria nervoso sendo que disse que sabe que eu não te represento nenhum mal?

- Por que eu vejo uma coisa muito bonita e forte em você, Dallon. Sendo honesto.

E eu engulo em seco, chocado.

Isso…

Definitivamente não estava tomando o caminho esperado nem por minha parte, nem pela parte dele e até mesmo nem pela parte do mundo.

- Desde que eu te vi - ele continuou - não sei, você me pareceu algo que eu não conheci antes. E isso… é bom.

- S-sério?

- É. Também não confia muito nos outros não é?..

- Definitivamente não.

- Posso te fazer uma pergunta - nós atravessamos uma rua, e ele para olhando para mim.

- Claro.

- Por que você veio falar comigo?

Aquilo me atingiu como uma bala, e… eu me sinto mal.

Bem mal.

Não sabia o que falar ou fazer.

- N-não sei bem.

- Tudo bem….. Agora… quer… ir para minha casa? Eu posso… preparar alguma coisa para gente comer.

- Ir na sua casa? Ninguém sabe onde você mora...

- Por que eu não quero que saibam.

- E você quer que eu saiba? Quer dizer… eu sou só…

- Um cara legal e bonito que eu conheci - ele me interrompe - sim eu sei. É que eu sou muito bom com omeletes, se quer saber. Qual é, você disse que ia me explicar sobre aquela sua ideia de criar uma história…

Nesse momento, algo no olhar dele, no tom de voz… me disse que ele estava caidinho por mim, de certa forma.

E eu podia usar isso ao meu favor.

Sinceramente, ele era legal demais para ser verdade. Inteligente demais, gentil demais. E outra, o que um cara como ele veria em mim? Ele provavelmente tem toda uma vida secreta e tal, não precisaria de um zé ninguém. Ele tem meios para fazer o que quiser e ter quem quiser e de ainda não deixar ninguém sabendo.

Talvez eu conseguisse um podre dele ou conseguisse que ele falasse se eu desse corda nisso.

Eu…

Sei que não deveria. Algo bem no fundo de mim dizia que era errado.

Mas sinceramente, estava no meu sangue. Era Dallon empresário de novo, competitivo, quase dono da maior empresa de LA.

E tinha o Knox e a Amélie e o fato de eu não ter mais dinheiro para pagar o aluguel no mês que vem.



***



Eu estava me sentindo era muito mal. Muito mesmo. Mas estava bom demais para ser verdade.

- Então Dallon - Ryan me chama atenção, e eu percebo que eu encara um copo na minha mão, quieto, girando ele na mesa - não faz nada mesmo por enquanto?

- Não… não consegui nada.

- Sei que… - ele mexe na frigideira - isso é precipitado demais, mas… você… me parece novo demais para ter olhos tão cansados e tristes.

- Eu sei…

- Se quiser… sabe… conversar.

- Não quero.

- Certo.

- Olha, desculpa Ryan… sei que você está sendo gentil mas…

- Isso é doidera para você.

- Você ama terminar as minhas frases.

E ele ri fraco,  mas sorrindo. Ryan coloca um refratário dentro do forno e se vira para mim.

- Quer conhecer a casa?

- Quero sim - respondo educadamente.

O apartamento era grande, bonito. Bem o tipo de coisa que eu esperava para alguém como o Ryan.

- [...] É meio extravagante, eu sei. Mas fazer o que…

- Você não gosta daqui?

- Ah, eu gosto. Mas… não é meu. Esse apartamento é coisa do meu pai. Para começar, prefiro casas.

- O que é ali?

- Meu quarto. Olha só.

E ele me leva até lá e abre a porta.

Por esse tipo de coisa, eu não esperava.

O quarto do Ryan era completamente diferente do que eu imaginei. TInha postes, fotos para todo lado, Polaroids, cadernos. A cama, o guarda roupas…. era tudo bem mais simples do que no resto da casa.

Havia vários ursinhos de pelúcia, desenhos de criança…

Mas que merdas?!

- Nossa. - eu digo

- O que?

- Não achei que seu quarto seria assim…. você é professor, ou sei lá?

- Não.

- Cara… o que é que você faz da vida?

- Muita coisa, se quer saber. Agora vamos lá que ainda tem casa para eu te mostrar.

E ele me mostrou dois outros quartos que eram dos pais deles e agora eram de outras pessoas que as vezes dormiam por aqui com ele, e havia mais duas outras portinhas, e eu sinceramente estava curioso.

- Não sei o que pode ter ali. - digo.

- Anh… acho que a lasanha está queimando.

- Vai parar agora?!

- Tá achando que vai descobrir tudo no primeiro encontro? Como é que eu vou fazer você voltar aqui desse jeito?

Eu com toda certeza não estava esperando por isso.

Quando dou por mim, Ryan já estava na cozinha. Vou até ele, e não sei. Isso não era para estar tomando esse caminho.

Eu deveria estar descobrindo alguma coisa.

- Espero que você goste de molho vermelho.

- Eu amo.

- Que bom.

E ficamos em silêncio alguns instantes, até Ryan continuar.

- Você não é muito confortável com isso de ser gay, não é…

- Ah… eu… hm…

Eu definitivamente não estava falando sobre isso com ele.

- Não quer falar?

- É.

- Entendo.

- Se você é confortável, por que ninguém sabe?

- Por que não acho que as pessoas devem saber da minha vida. Eu faço meu trabalho, e para elas, isso é tudo o que tem que importar.

- Seus pais sabem?

- Não. Eu acho. Talvez minha mãe… Eles não tem muito tempo, e qual é, eu tenho 24 anos. Me poupe. E os seus?

- Eles….

- Depois eu que sou misterioso. - e ele ri. - Bom de qualquer forma, a comida tá pronta.

Nós comemos juntos e a comida estava realmente muito boa. Ficamos conversando sobre coisas bobas igual a vez que bebemos no bar.

Isso não era para estar sendo legal.

- O que você fazia antes de vir para cá?

- Em LA?

- É.

- Eu era… subgerente de uma das multinacionais lá…

- Caramba. Definitivamente não parece seu tipo de coisa e definitivamente não parece algo LA.

- É, eu sei. Mas é complicado. E eu gosto, sou bom com essas coisas.

- Sabe o que eu não entendo?

- Não.

- Por que alguém assim como você, bonito, confiante… se esconderia atrás de uma casca? Você… é um cara forte Dallon. Acho que independente de qualquer coisa, você é forte o suficiente para ser você mesmo como antes.

O que eu senti depois que ele disse isso foi um mistura de raiva e ódio com interesse e frustração.

Merda, esse cara era bom mesmo.

- Você parece um psicólogo falando assim. - digo.

- Ah, eu ouço muita gente mesmo.

- Eu quase pensei que você não era tão misterioso assim.

- Não sou.

- Ah é. E por que… quer dizer, claramente não é o seu negócio. Por que você surgiria do nada como alguém foda em um lugar como a Jacks Corporation?

- Por que eu sou filho do dono dela. E tem mais uns motivos que eu não vou entregar no primeiro encontro.

- Isso… é…. um encontro?

- Pode ser Se você quiser


Notas Finais


RELLOOOOOOWWWW


E AAAAE


Conversem cmgggggg <3 essa história ta começando agora, mas espero de verdade que estejam gostando :3

Bjsbjsbjs e até maissss :3


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