História Os olhos dela - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Star vs. as Forças do Mal
Tags Starco
Exibições 51
Palavras 3.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


oi
vlw por ler até aqui
Muito grata pelos comentários motivadores do cap passado
Boa leitura

:)

Capítulo 8 - Parte 8


Ao acordar com o som terrivelmente repetitivo do despertador, eu sempre tive de esperar uns segundos para começar a raciocinar e começar um outro dia. Agora, esses segundos parecem cada vez mais longos.... É como se eu estivesse dormindo, mas.... Acordado. É como se o tempo tivesse parado mas minha mente continuasse a funcionar.... É como se eu estivesse morto. E o despertador continua tocando.

                “16:00h” : hora de tomar meu remédio....

                Todos os dias tenho de ficar assim: acordar - tomar remédio – fazer nada – tomar remédio – dormir.

Ouço vozes vindo da sala.... Não consigo dizer de quem.

                É estranho acordar tão tarde assim.

                É estranho o jeito que minhas memórias vão aparecendo em minha mente. Não sei dizer se elas realmente aconteceram.

                Isso sempre acontece quando acordo.

                Pelo menos agora.

                Depois de um tempo pelo menos eu consigo lembrar de uma boa parte delas.

                -

                Eu jogo meus remédios fora.

                Visto uma roupa.

                -

                Por onde ando no meu quarto, eu me vejo com ela, em tempos e épocas diferentes.... Parece tudo tão.... Irreal.... Tudo isso.

                Eu perdi a noção de tempo depois de ficar tanto tempo trancado em casa.

                Todos esses dias que se passaram, eu estava aqui. Dormindo. Tentando sonhar com ela novamente. Infelizmente, isso nunca acontece.

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                Mewni, 8 da manhã.

                Ela havia chegado mais ou menos a uma meia hora, desacompanhada e passando muito (muito mesmo) mal. Essa era a primeira ver que Star ia a sua “casa-natal” desde o pequeno incidente que havia acontecido a mais ou menos umas duas semanas atrás.

                Pelo menos está seria a última. (Teoricamente falando).

                Só de pensar em que alguns meses ela estaria casada com a pessoa que ela mais ama, de que em alguns meses ela nunca mais veria aquele lugar de novo, só de pensar “e depois? O que fazer?” só de pensar viver para sempre sem preocupações com um reino, ou com o nome sagrado de sua família, só de pensar nisso a deixava com um sorriso no rosto.

                Ela olhava para todos os cantos daquela sala onde todos se encontravam e imaginava que ela fugiria dali pra sempre. Sem intercâmbios, sem voltas semanais, sem visitas para dizer um oi. Dentro de alguns meses, ela vai ter finalmente ido embora.

                Isso enquanto ela vomitava. Muito.

                Ela e Marco tinham decidido. Ela falaria pra sua mãe que não se casaria com Desmond e assumiria o trono com Marco. A segunda opção seria que, se sua mãe não aceitasse, eles fugiriam pra... bem.... pra algum lugar. Onde nunca mais falariam ou pensariam em voltar. O trono seria assumido por... alguém.

                Mas é obvio que Star prefere ficar bem longe daquele lugar o mais rápido o possível.

                - Deve ter sido algo que comi que não me fez bem – ela disse tentando se recompor.

                - Sério? – Juliet (a irmã de Desmond) diz sorrindo quando olha para seu irmão, que está com uma expressão que não sei se seria capaz descrever. Em sua cabeça, se passavam as coisas mais cruéis que não pensava em semanas.

                - Eu vou ficar melhor logo. – ela diz, ainda se recompondo.

                - Não tão logo assim – Juliet ajuda a outra a se levantar, que, por sua vez, parece muito confusa.

                - Eu.... – ela tenta ficar de pé, mas logo se senta de novo – Não entendi...

                Juliet apenas ri.

                - Por que aquele seu amigo não veio, “querida”? – Desmond diz, com um sorriso malicioso, ainda cheio de cicatrizes na face.

                - Eu proibi a entrada dele o nosso reino. Não sabemos o que ele é capaz de fazer. – A rainha fala enquanto tenta medir a temperatura de sua filha com as mãos, preocupada (p.s: temperatura normal)

                - Ele não...- Star tira as mãos de sua mãe de sua cabeça, mas antes que pudesse responde-la, é interrompida.

                - Sua mãe está certa, “amor”, não quero que ele faça o que fez comigo com mais ninguém nesse reino.... Principalmente com você. – ele senta ao seu lado (com sua face com uma expressão calma de mais para não ser considerada psicótica), segurando sua mão.

                - Eu preciso ir – ela se desespera e anda relativamente rápido até o outro lado do cômodo e (muito tonta) ela chega ao seu antigo quarto, e, depois de alguns segundos, Juliet aparece e se senta junto a ela.

                É incrível como sua postura está sempre ereta e pernas nunca cruzadas, seu rosto é sempre pacífico e seu olhar calmo.

                - E ai?

                - “E ai” o que?

                -Como você está?

                - Eu vou ficar bem daqui a pouco. Deve ter sido algo que eu comi....

                A outra ri – Star. Eu já sei o que você está escondendo.... Não precisa mentir.

                - Eu não sei do que você está falando.

                O sorriso no rosto de juliet some.

                - Você realmente não sabe?

                - Sei do que? – ela começa a ficar agoniada.

                Ela desvia os olhos e seu sorriso volta – Você (com certeza) está grávida.

                Star congela por um segundo, sem expressão, mas logo ela começa a rir (meio forçado é claro) – Isso é praticamente impossível!

                - “Praticamente”?

                Ela começa a ficar nervosa, mas continua rindo – Não tem chance nenhuma, ok?

                Juliet sorri ainda mais, um sorriso que é praticamente igual a o de seu irmão – Tem outra explicação então?

                - Eu já disse deve ter sido algo que eu comi ou--

                - Star, vamos ser francas umas com as outras a partir de agora, tudo bem? Olha, eu sei muito bem o que aconteceu na noite daquele dia e que você e seu “amigo” vieram aqui. – Star fica completamente vermelha e evita de todos os jeitos olhar nos olhos da outra. Digamos que isso é... Bem constrangedor -Eu sabia muito antes de você saber. – Ela fica cada vez mais vermelha.

                O cômodo fica em silêncio por um bom tempo. Star continua olhando para baixo com sua cabeça explodindo de tanto pensar, sua respiração pesada, o mundo parecia ter parado novamente. Ela fecha os olhos por alguns instantes, não tendo em mente alguma finalidade específica. Ela junta suas mãos a seu corpo. Tenta sentir tudo o que está por dentro (agoniada).

                - Eu não vou contar se você não for – Juliet diz sorrindo ironicamente.

                Star abre seus olhos e olha diretamente a outra, séria.

                - Eu tenho que ir embora agora. – ela se levanta e espera uns instantes para sua tontura passar.

                - Ora, mas a festa não está nem começando – ela continua irônia até ver que a outra continua andando em direção a porta – Ei. Aonde você vai?

                - Tenho que falar com Marco. Agora.

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- Onde você está indo? – ela disse. Ótimo. Agora tenho que dar satisfações para tudo o que eu faço.

                - EI- ela me segura pelo braço. Embora tenha esse sorriso no rosto, ela não consegue esconder o quão nervosa está.

                Respire fundo. Ela só quer o seu bem. Mas ela tem de entender que não posso mais continuar a viver aqui. Foi o que disse a ela.

                Ela fica séria.

                - É por causa dela, não é?

                Eu não respondo.

                - Marco, quantas vezes vamos ter de te dizer? – seus olhos já estão cheios d’água, me dói ver as pessoas assim agora. Todas me olham como se tivessem pena de mim. É isso que eu mais odeio. – ela foi embora por que ela quis. As pessoas ás vezes precisam fazer certas coisas que não podemos acompanha-las. Como você vai conseguir seguir em frente se você põe sua cabeça no passado e nunca mais volta?

                - Eu não quero seguir em frente sem ela. Eu não posso fazer isso.

                Ela começa a chorar. Desculpa. Acho que eu disse isso.

                - Eu nunca devia ter deixado ela ficar aqui em primeiro lugar. Se vocês não se conhecessem--

                Eu a abracei. Eu mal me lembrava da sensação de abraçar alguém... Estanho....

                - Não se atreva a dizer isso. Não se atreva. – e ela continua chorando. Nos separamos e, com as mãos em seu seus ombros, disse:   - Aquilo foi a melhor coisa que você podia ter feito.

                O silêncio vem novamente e logo segui até a porta e fui embora. Minha mãe apenas chora, mas não me impede.

                Bom, agora, vem a parte B do plano.

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                Star andava com rapidez pelos corredores, que mais se pareciam com labirintos sem fim. Pareciam sempre os mesmos, com diversas portas.

                Foi quando ela cruzou uma das esquinas por onde passava e se deparou com a pior pessoa para se ver naquele momento.

                - Está com pressa? – Desmond disse, parando-a.

                - Sim. Muita. – ela diz tentando passar, sem sucesso.

                - E eu posso saber por que?

                Ela respira fundo.

                - Eu tenho que ir pra casa ok? Tenho que falar com uma pessoa--

                - O que seu “amigo” fez dessa vez?

                - Nada. – ela fica séria – agora, eu preciso ir, se você puder--

                - Ah sim, “querida”, não vai demorar nenhum segundo, só preciso... Falar com você. – ele a olha nos olhos, o que chega a ser perturbador.

                - ok.... (?) – ele segura sua mão e, gentilmente, a guia até uma das cadeiras que havia em todo corredor, onde se sentam. Star queria (muito) só ir para casa naquele momento...

                - E então...? – ele segura suas mãos – Como está se sentindo?

                - Melhor. – ela se solta dele, discretamente – Obrigada.

                Ele sorri ironicamente por alguns instantes.

                - Bem... Eu vejo que está com pressa, então vou tentar ser o mais direto o possível – ele continua sorrindo.

                - Obrigada.

                - Star – ele segura suas mãos novamente, com o mesmo sorriso no rosto – você não gosta de mim --

                Ela tenta dar uma resposta rápida, mas é interrompida novamente.

                - O que está tudo bem, eu também só pretendo me aproveitar de você – ele continua a sorrir da mesma maneira – então vamos fazer o seguinte: você para de tentar impedir o nosso casamento ou eu conto para todo o reino que a princesa e seu “melhor amigo” decidem se comer, meses antes de seu casamento, e agora, ela carrega um filho bastardo com ela, traindo, não só seu noivo, como seu reino e seu nome de família.

                Star, por fora, continua mantendo a calma, sorrindo ironicamente, junto ao outro.

                - Desmond, eu já disse, eu e Marco somos apenas bons amigos. – Ela aperta ainda mais suas mão, coladas com a dele – nós nunca faríamos uma coisa dessas.

                Ele levanta uma de suas sobrancelhas, os dois continuando a sorrir calmamente.

                - Mas é claro. Ele não significa nada para você. – Ele se aproxima um pouco mais da outra, que tenta manter a calma.

                - Nada....

                - Apenas é uma questão de tempo para ficarmos juntos e ele ir-se embora – ele se aproxima um pouco mais, repousando suas mãos sobre o rosto de sua noiva. Seu sorriso calmamente psicótico continua, o dela vai lentamente se desfazendo.

                - Para sempre...

                - Para sempre. – Ele maldosamente aproxima-se de seu rosto, seu sorriso estampado em sua face, ele fecha seus olhos. Enquanto a beija ele sente as lágrimas caindo sobre o rosto da outra, e isso o faz rir.

                Depois de alguns instantes, eles se separam. As lágrimas continuam a escorrer.

                Ele se aproxima de seu ouvido e sussurra:

                - Se amanhã, eu ouvir falar dele estar com você... – ele sorri – Eu juro por deus que o mato. – As lágrimas dela continuam a cair, cada vez mais. – Não só ele como todo o resto do seu povo. Você sabe muito bem que, da onde eu venho, tenho a fama de nunca perder uma guerra sem massacrar uma população inteira....

                               Ele a beija na bochecha e se levanta, indo embora, sem nem ao menos olhar para trás.

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                Os guardas já me reconhecem e não me deixam entrar. Eu meio que já esperava isso.

                Finalmente estou fazendo alguma coisa, e isso me deixa tão... bem....

                Pela primeira vez entre esses 2 meses que se passaram desde que ela foi embora (daqui a algum tempo, 3) que eu realmente estou fazendo algo a não ser ficar deitado pensando o quanto a vida é injusta.

                Meu plano:

                Bom, uma vez estava sobre o efeito dos remédios que tomava (até hoje) e pensei. Bom, se Star não está em Mewni, mas ela esteve lá algumas vezes, isso quer dizer que a qualquer hora ela pode voltar. Então eu ficarei dia e note sentado na porta do castelo, esperando que ela volte.

                Pode parecer estúpido, mas observando todas as minhas opções, considero essa a melhor.

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                Marco estava lavando a louça na cozinha, olhando de tempo em tempo para o relógio, preocupado...

                Às vezes ele pegava seu celular e tentava ligar para a outra, que não atendia.

                Na mesa de jantar, seus pais conversavam alegremente. Já era noite.

                Foi quando a campainha tocou e Marco correu para abrir a porta.

                Quando o fez, se deparou com Star, arrasada, com cara de quem andou chorando por horas. Ele não sabe o que fazer, então ela corre em sua direção e o beija como se não houvesse o amanhã.

                Ele, quando lembra que seus pais ainda não sabem (ou sabiam) sobre eles dois, põe as mãos em seus ombros e a separa, traz a mesma para dentro de casa e tranca a porta. Seus pais não dizem nada, só ficam um pouco chocados. Ele fica cada vez mais nervoso, então ele apenas segura sua mão e a arrasta para seu quarto, no andar de cima.

                - Star?! O que você está p—Ela volta a o beijar, só que dessa vez ele não a impede.

                - O que aconteceu? – Ele diz quando se separam, com suas mãos em seu rosto.

                Ela sorri brevemente, meio abalada ainda – Eu vou ficar bem....

                - Você não respondeu minha pergunta.

                Ela hesita por uns instantes – Nada.... Eu só não aguento mais ficar naquele lugar.... – Ela força um sorriso e tenta rir um pouco enquanto tenta não chorar.

                Ele se cala por um tempo – Por que só voltou agora? Já está tão tarde....

                - Eu já disse, tinha muita coisa pra fazer... – Ela o abraça – Senti sua falta....

                - Tem certeza que está tudo bem? Você não parece--

                - Eu estou ótima. – ela se separa dele – Prometo. – Seu sorriso volta. – Ah e desculpa por aquilo na sala, eu não vi seus pais ali.

                - Está tudo bem, cedo ou tarde isso ia acontecer... – Ele ri um pouco e os dois se beijam novamente, dessa vez, isso levou pouco tempo.

                - Eu vou tomar um banho – ela diz antes de seguir para o banheiro fechar a porta. Logo depois, ela se senta no chão bloqueando a entrada, aproxima a cabeça de seus joelhos e aos poucos, suas lágrimas foram descendo cada vez mais.

                Aquela era sua última noite ali. A última vez que ela veria qualquer um daquela casa. A última vez.....

                Era estranho pensar nisso. É estranho pensar que amanhã não vai ser o mesmo dia. É estranho pensar que as pessoas e os lugares que você passou não existirão para você. Nunca mais....

                É estranho saber que amanhã as pessoas vão te procurar e você não vai estar ali. Você não volta. Você nunca volta. Você nunca manda uma mensagem, um sinal de vida. Você morre.

                O que ele iria pensar? Marco, do jeito que ele é, ele nunca pararia de procura-la. Ele nunca desistiria. Ele é o tipo de pessoa que não consegue dormir até que ela esteja em casa. Se ela não aparecesse nunca mais, o que ele iria fazer?

                O que ele não iria fazer?

                O que fazer agora?

                Ele sabe que se ela ficar, ele morrerá, não só porque Desmond disse que, mas também porque sua irmã que “prevê o futuro” disse que ele morreria.

                Porém, se ela for embora, ele seria capaz de morrer para trazê-la de volta.

                Só tinha um jeito.

                Se ele não tiver um motivo para que procura-la, ele irá ficar bem (ou no mínimo vivo).

                Então esse era o plano: assim que acabasse seu banho, ela iria ao quarto dele e diria que não queria mais ficar, que queria ir embora, que não gostaria de ficar com ele mais.

                Isso iria doer mais nela do que nele. Mas era um sacrifício que ela estava disposta a pagar.

                Ela sabia que teria de casar com o outro de qualquer jeito. Fugir? Pra onde? Poderiam a encontrar em qualquer lugar. Então entre viver infeliz mas saber que a pessoa que ela mais ama está viva (provavelmente arrasada, mas viva) ou viver na mais triste realidade, onde quem ela mais ama morreu (morreu feliz, mas morreu).... Ela preferiria a primeira opção, embora ela saiba o que estava prestes a fazer. Ela iria quebrar seu coração. É um ato egoísta, ela sabe.... Mas viver sabendo que ele poderia estar vivo se ela tivesse ido embora deve ser terrível.

-

                Ela ficou o banho inteiro chorando.

-

                Já em seu quarto, ela observa o outro a dormir profundamente, ela imagina se ele está tendo um sonho bom, um bem alegre, onde ele é feliz....

                Pelo menos um deles estava verdadeiramente feliz.

                Era agora ou nunca ela devia contar a ele que não o amava e estava indo embora, isso ou deixa-lo sofrer.

                Suas lágrimas começam a cair novamente.

                E continuam caindo....

                E caindo....

                Ela não conseguia parar de chorar, não importa o que fizesse.

                E caindo...

                Seu coração acelerado....

                E caindo....

                Ela tentava chamar seu nome, mas ele ficava preso em sua garganta.

                E caindo...

                Até que ele acorda lentamente e (ainda com muito sono) se vira para ela. Quando vê seu estado ele logo tenta acordar o mais rápido o possível.

                - Star? O que aconteceu?

                Ela não consegue falar nada, por mais que ela tente.

                - Star? – ele fica bastante preocupado a cada segundo que passa.

                Ela rapidamente se senta em sua cama e o abraça por um longo tempo. Enquanto isso ela continuava a chorar e a se lamentar: “Eu não consigo....”.

                O tempo passa e ela continua o abraçando como se ele estivesse sendo levado embora e ela não consegue vê-lo partir.....

                - Posso ficar com você? Só por hoje – ela diz entre seus soluços.

                - C-claro. Sempre precisar. – Ele diz ainda confuso.

                Assim, os dois se deitam e depois de um tempo o silêncio volta ao quarto.

                - Você quer me contar alguma coisa, Star? – Ele fala, ainda confuso.

                Ela hesita por um longo tempo, se aproxima dele e apenas diz:

                - Está muito tarde para isso...

-

-

                E essa foi a última vez que eles se viram.

                Quando ele acordou naquele dia, ela já não estava mais ali...

                Sem avisos.

                Sem um bilhete.

                Nada.

                Ela só... Não estava mais ali....

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Vlw por ler até aqui
Se você quiser comentar o que achou, vou ficar bem feliz :)
Até a próxima
E cuidado com os homens-plantas


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