História Os Olimpianos - Capítulo 3


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Categorias Mitologia Grega, Percy Jackson & os Olimpianos
Tags Aventura, Ficção, Mitologia
Visualizações 19
Palavras 636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 3 - Somos levados à uma cela


Fanfic / Fanfiction Os Olimpianos - Capítulo 3 - Somos levados à uma cela

Antes de acordar, eu tive um sonho.

Eu via a sala de música na qual eu e Pedro estávamos. Mas vi nós dois no chão, desmaiados. Presumi então, que aquela cena deveria ser de poucos momentos depois de sermos nocauteados. Dos dois lados do homem à porta, o mesmo de antes, entraram soldados de armadura, como se estivessem prontos para matar um dragão ou algo assim. Ou podia ser (já que descobri que Pedro também era um semideus) que os soldados nos consideravam perigosos. Bom, apesar de termos matado uma empousa, eu não via perigo nenhum em nós. O homem ordenou a alguns soldados que nos levassem.

_Mas meu senhor, o que tem de tão importante nesses dois..._ O soldado fez uma pausa, como se estivesse procurando a palavra certa para nos descrever._perdedores?_ decidiu-se por fim. Eu não gostava que ele nos chamasse assim. Mas, como estavamos desmaiados e jogados no chão como brinquedos desmantelados, não podia culpa-lo por isso.

_O que tem de tão importante nesses dois "perdedores"?_ rugiu o homem._ Eles são parte da profecia! Ela se aplica a eles! Então soldado, acho que você deveria se poupar de perguntas idiotas e fazer logo oque eu ordenei!!!_ A sala tremeu com o som da voz dele, e o soldado se encolheu.

_E-E-Entendido m-meu senhor._ disse o soldado, e voltou-se para nós para nos carregar e nos levar para onde quer que eu e Pedro podíamos estar.

E então a cena mudou.

Eu agora via uma sala média, mas ou menos como uma espécie de cela. A porta era de metal com uma janelinha com barras, e então deduzi que era mesmo uma cela. Soldados entraram nos carregando algemados e ainda desacordados para dentro. Amarraram as algemas à uma corda cada uma e nos deixaram, trancando a porta.

Acordei em uma sala abafada, senti a presença de Pedro ao meu lado. Estava me sentindo tonto, como se tivesse levado uma pancada forte da cabeça. Pedro ainda parecia estar se recuperando do desmaio. Ele estava amarrado à uma corda forte semelhante à do meu sonho e estava sentado no chão, quase caindo pro lado. Ele começou a se mostrar mais acordado.

_Pedro._ Falei baixo, acreditando que se fizesse muito barulho poderia chamar atenção ou alguem poderia nos escutar e entrar na sala para nos por para dormir denovo. Ele não respondeu._Pedro!_ Chamei, ainda sussurando, mas dessa vez mais alto. Levei um susto quando do lado de fora da cela, houve um barulho de algo caindo no chão.

_Olha o novato aí!_ Exclamou um soldado_ Ei, se quizer ficar no trabalho, tem que segurar a sua espada meu amigo._ Aconselhou ele.

Decidi ficar quieto para não notarem que eu acordei. E então fui analisar a sala(uma boa estratégia, conhecer o território em que está). Não tinham janelas, exceto pela da porta. Acima de mim, uma luz fraca iluminava o pequeno ambiente. Caixas com velharias se espalhavam de maneira desorganizada. O piso era de mármore empoeirado, ninguém limpava o lugar há um bom tempo. Finalmente, Pedro acordou.

_João?_ Chamou ele. Um pouco alto.

_Shhh! Estou aqui, relaxe.

_Qual é a situação?

_Nada boa. Fomos pegos meu amigo.

_Droga.

Ele agora já estava de olhos abertos, um pouco abertos demais. Estava olhando perplexo para alguma coisa. Bem, eu não podia imaginar algo mas terrível que a própria sala.

_Pedro? O que está olhando? Pedro? Cara, como você pode ficar tão apavorado com algo..._ E então eu me esgasguei com o próprio ar. Em um canto ao lado da porta..., cara, como eu não notei antes? Estava um esqueleto antigo meio sentado meio deitado olhando para nós. Bem, naquele momento eu imaginava que se alguem morreu ali, que chance nós tinhamos de escapar?

_E aí, algum plano?_ disse Pedro, por fim.

_Nada._ Respondi, sem esperanças.

_Então que bom que eu tenho.



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