História Os opostos se atraem - Capítulo 27


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jungkook
Exibições 112
Palavras 696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Estou com um bloqueio de criatividade chatão, então me perdoem se estiver uma bosta. Sem contar que estou em semana de provas, então né...
Aproveitem e boa leitura!
Ah, esqueci de avisar: Quando as falas estiverem em itálico, quer dizer que eles estão falando em coreano.

Capítulo 27 - Família Jeon


(...)

Saímos do avião um pouco enjoados da viagem. Senti o vento forte do Brasil no meu rosto.

Ah, que saudades daqui!

Fechei meus olhos par sentir o vento melhor, mas alguém se esbarrou nas minhas costas.

– Ah, aiii! Não fique no meio do caminho, garota! – Gritou a pessoa que se esbarrou e saiu correndo.

– Ah, que saudades daqui! – Murmurou Jungkook, parando ao meu lado.

– Você não fala Brasileiro? – Ri. – Como se comunicava aqui, então?

– Meus pais falam português, eu não. Eu sempre vinha aqui para ficar uns três meses, então quase não me comunicava. Quando saíamos, meus pais e meu irmão que traduziam para mim.

– Ah, sim, já eu falo muito bem! – Jungkook fez uma cara confusa e continuamos andando, para pegarmos as malas.

– JEON JUNGKOOK! – Escutei um grito atrás de mim e vi uma mulher agarrando Jungkook.

Deve ser a mãe dele, pensei.

– Oi, omma!

– Meu bebezinho! Cresceu tanto desde a última vez que te vi!

– Ah... – Coçou a nuca, envergonhado.

– Cadê ela? – A mulher olhou para os lados e, assim que me viu, largou Jungkook e veio me abraçar. Percebi Jungkook vindo até atrás de mim, provavelmente para pegar as malas, já que a mãe dele estava me "amassando" com seu abraço. – Oh, norinha!

– Olá!

– Oh, você fala português?

– Sim, sou brasileira.

– Ah, que maravilha! – Rimos e conversamos mais um pouco, depois fomos para a casa da família Jeon.

– Aqui é lindo!

– É, realmente. Foi o pai de Jungkook que escolheu. – A última frase ela falou mais baixinho, então decidi abafar o assunto, pois o clima havia começado á ficar pesado.

Mãe, quem é ela?

– É a Hirai, filho, a namorada do seu irmão.

– Olá.

Prazer, sou Junghyun.

Prazer, sou a Hirai.

– Cadê o Jungkook?

– Subiu com as malas. – Respondeu a mãe de Jungkook.

– Ok. – O garoto se curvou e subiu as escadas correndo.

(...)

Tive que passar o resto da tarde contando sobre mim e Jungkook para a Senhora Jeon. Foi chato no início, mas ela era bem animada, então foi ficando divertido. No dia seguinte seria o enterro do pai do Jungkook e eu estava, claramente, nervosa.

Eu estava com um pressentimento ruim.

(...)

Vamos? – Jungkook perguntou, vindo até mim enquanto ajeitava a gravata. Sua cara estava fechada, eu podia ver a tristeza em seus olhos.

Vamos.

Entrelaçamos nossos braços e fomos para a sala.

Seis horas. São seis horas, estamos indo para o enterro do pai de Jungkook. A família estava muito abalada, notava-se de longe. (Akemi: Óbvio minha querida, o pai da família morre... Hirai: Não me interrompa, eu estou na bad. Akemi: Entendo. Só não fale mais coisas abestadas desse jeito.)

Entramos no carro e fomos para o cemitério. Já havia gente lá, pois nos atrasamos um pouco. Assim que saímos do carro, o pessoal veio até nós e começou á abraçar todos. Observei todos – já chorando – enquanto abraçavam os garotos e a mãe deles.

(...)

Jeon me abraçou de lado e fungou. O olhei e percebi que o mesmo tentava segurar as lágrimas. Sorri sem humor.

Chore, eu estou aqui. São todos seus familiares e eu entendem a sua dor, assim como eu. – O abracei e senti suas lágrimas molharem o tecido do vestido. Meu coração estava partido em ver todos daquele jeito.

Observei um moça que acabara de desmaiar no colo de um homem e algumas pessoas já indo embora depois do enterro. Ficamos mais um tempo abraçados, até que Jeon decidiu se asfastar.

Vamos colocar a flor no túmulo. – Entreguei a rosa branca para ele e fomos até o túmulo. Nos ajoelhamos na frente do mesmo e colocamos juntos a rosa ali em cima. Jungkook acabou desabando novamente em lágrimas.

Temos que ir... – Senti uma mão tocar meu ombro. Era a mãe de Jungkook. Jungkook fungou novamente. Os olhos dos dois estavam inchados e os rostos vermelhos.

Só mais um minuto, mãe... – Pediu Jungkook.

Eu acho melhor...

Por favor.

Tudo bem. – Suspirou e foi em direção ao carro.

Continuamos ali, porém senti alguém atrás de nós. Me virei para ver e fiquei chocada com o que vi. Eu vi uma pessoa que eu nunca mais gostaria de ter visto ali.

Eu vi aquela pessoa ali.


Notas Finais


Me desculpem se ficou ruim e se eu pulei partes. Eu nunca fui em um enterro pois eu choro fácil, e eu odeio chorar na frente da minha família e tals, então eu nunca fui.
Mistério/Quebra-cabeça/Enigma: Quem será que a Hirai viu?


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