História Os perigos de amar - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, G-Dragon
Personagens Bobby, Cl, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Jennie, Minji, Park Bom, Sandara Park, Seungri, T.O.P, Taeyang
Visualizações 17
Palavras 2.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 25 - Imagina


Fanfic / Fanfiction Os perigos de amar - Capítulo 25 - Imagina



Estou ficando tonta com essas pessoas conversando perto de mim. Elô que gostou, está toda feliz vendo o seu pai falar em um microfone para todos. O senhor Kwon que me obrigou está aqui. Comemorando os trinta e cinco anos da empresa. Jiyong nem notou a minha presença e nem da Eloise, depois daquele fim de tarde ele não apareceu mais. Eloise ficou doente por três dias. Mandei mensagens e ele nem se quer respondeu com um atá. 

Sandara não pára de sorrir para todos. Quem não gostou da presença dela, foi Chaerin

 — Oppa!  me virei para o lado da pequena a vi levantada da mesa, abraçando o pai que estava todo sorridente.

 — Ah! Minha pequena princesa, você está bem?   perguntou fazendo Elô abraçar seu pescoço. — Oppa! Estava com muita saudades! —  fez biquinho, me fazendo rir.

 — Oppa! Eu agora estou bem, mas já estive ruim.    disse Elô fazendo seu pai me olhar.

 — O que ela tinha?    perguntou em um tom frio.

 — Ela ficou com febre!  digo no mesmo tom.   Mas agora minha filha está bem. Você não sabia?

 — E você me avisou?  perguntou me fazendo rir.

   Claro que avisei!  digo fazendo Jiyong franzir suas sombrancelhas.

 — Como? 

 — Mensagem, mandei muitas mensagens!  exclamo fazendo Jiyong negar.

 — Não recebi.  exclamou olhando de volta a filha.

   Então foi sua mulher que viu, ou acho que mandei para o número do verdadeiro pai da Elô!  digo as últimas palavras baixo para, que Eloise não escutasse.

 — Não me provoca!   disse Jiyong me olhando sério.

 — Ou talvez ela seja só minha filha!  sorrio para o homem em minha frente, que só agora, notei que Jiyong está lindo em seu novo terno. 

 — Moni! Eu ainda não esqueci sobre a guarda dela!   disse me fazendo encara-lo. 

 — Jiyong! Já conversamos sobre isso!  digo me levantado e indo até o mesmo pegando minha filha de seu colo. 

   Oppa! Fique comigo e com a Omma!  exclamou a pequena fazendo Jiyong sorrir fraco.

   Não posso meu amor! Mas ô Oppa promete te visitar.   Jiyong deu um beijo na testa de Elô fazendo-a virar a cabeça para trás e deitá-la em um de meus ombros.  Elô filha!   sua última palavra dita, fez com que Eloise vira-se.   Oppa promete que vai. 

 — Oppa sempre diz que vai e nem aparece!  disse a pequena manhosa. Fazendo-me enxugar  suas lágrimas. 

 — Mas! Ô Oppa irá, e você vai ter que me mostrar o seu novo apartamento todinho.  exclamou Jiyong fazendo Elô sorrir.

 — Fechado Oppa!   disse batendo na mão do pai. 

 Sandara se aproximou fazendo-me revirar os olhos. 

 — Meu amor! O senhor Lee, está te esperando junto de seu pai.  exclamou a mulher que agora estava de cabelo curto.

Elô encarou Sandara, quando a mesma ia tocar no rosto da pequena Eloise, se virou. 

 — Você deveria dá mais educação para essa menina!  disse me fazendo se aproximar.

 — A filha é de quem?  pergunto fazendo-a rir sem graça.

 — Moni! Não começa uma confussão minha mulher está grávida!  exclamou Jiyong me fazendo rir. 

 — Não irei arrumar confussão!  digo  em um tom calmo, encarando meu irmão.  Até porque, maninho estou indo embora.

Dou um beijo em sua bochecha o que faz Sandara me encarar. Se o seu olhar de cobra matasse eu estária morta agora.

                          **

Três dias que essa festa aconteceu e como eu sabia Jiyong não apareceu. Hoje o dia no trabalho foi pesado Choi esqueceu da nossa "história" ele me disse para fazer o mesmo, confesso que não fiquei feliz em ouvir essas palavras. Seungri veio ontem me procurar. Notei que o seu comportamento estava diferente, ele estava mais sério comigo. 

Cheguei em casa às 19:00 Lisa a nova babá de Elô não está em casa e Eloise também não.

Depois de um banho relaxante coloquei uma camisola e fui até à sala, no relógio marcava 19:56. Me preocupei liguei no celular de Lisa mas só dava caixa postal. Ouvi à campainha tocar e corri, para atendê-la. Me deparando com Jiyong segurando uma caixa de pizza e a mão de Elô. 

 — Posso entrar?    perguntou com um dos seus sorrisos fofos no rosto, como dizer não a esse sorriso. 

 — Entre!    digo caminhando até o sofá.

 — Espero que não fique brava, com sua babá!   disse olhando-me.  Eu que pedi para ela deixar-me com Eloise! 

  Ok! Só não faça isso de novo.   digo recebendo um olhar safado de Jiyong.

 — Vai ficar assim?    perguntou apontando para minha camisola.

 — Sim! Estou em minha casa.   exclamo fazendo Elô correr até mim. 

 — Omma! Oppa vai me dar uma boneca nova.   disse Eloise me fazendo sorrir. 

 — Que bom pequena!  digo abraçando-a.

   Elô vamos comer!   disse Jiyong fazendo a pequena me soltar e correr segurando na mão do pai. Achei fofo à cena deles andando até à cozinha. 

Segui os passos dos dois  me sentei na mesa vendo Jiyong cortar um pedaço de pizza para Elô que pulava fazendo-me rir. 

 — Oppa! Fique aqui comigo!   disse a mais nova manhosa. 

 — Elô não é assim você tem que pedi para sua Omma!    disse Jiyong me olhando.

 — Omma! Oppa pode ficar aqui?   perguntou me fazendo respirar fundo. 

 — Elô acho melhor, você comer!   digo fazendo-a me olhar triste.  Coma! E depois eu vejo, o que posso fazer!

 

Depois de acabar de comer Elô saíu puxando seu pai para todos os cantos mostrando seu quarto. 

Voltei para à sala, tentei me concentrar nos relatórios que Choi me pediu para revisar. Mas o barulho de Jiyong e Elô me fez ir até o quarto da pequena vendo os dois brincando de lutinha. Alguns carrinhos estavam jogados pelo o chão. 

 — Omma! Vamos brincar?    sorrio para Eloise.

 — Só se for de carrinho!    digo fazendo Jiyong me olhar.   O que foi? Você que me fez gostar de carrinhos!   digo fazendo meu irmão sorrir.

 Jiyong puxou-me pela a mão e me levou até o centro dos carrinhos. Elô logo pulou da cama e veio se sentar ao nosso lado. Depois de brincarmos de fuga. Eloise se encostou na coxa do pai e dormiu, ao ver a cena me veio as lembraças de quando eu fazia isso com Jiyong.

 — Ela me fez lembrar de nós!   exclamou Jiyong acariciando o cabelo da filha. 

 — É!   digo em um sorriso nostalgico. 

 — Me lembro que você, sempre dormia em meu colo depois das brincadeiras. Me lembro também que nossos pais não gostava que eu te ensinava a brincar como menino.   suas lembranças me fizeram rir.   Omma me dizia que você iria se achar um menino!   riu me fazendo enxugar uma lágrima que queria caí de meus olhos.

 — Me lembro que ela até te bateu!   exclamo olhando nos olhos castanhos de Jiyong.  

 — Confesso que depois daquela surra eu fiquei com raiva de você, nem se quer me defendeu!   disse abaixando sua cabeça olhando Elô.  Mas me lembrei do sentimento que nutria por você, assim te perdoei e me apaixonei. Não queria saír do seu lado, quando via algum menino te olhar já me subia o sangue, só que dóia ver você sendo minha irmã mais nova e não poder tocar os seus lábios dizer que te amava.

 — Você achava que era fácil pra mim?! Ver o garoto que eu amava e não poder falar pelo o fato dele ser o meu irmão. Com as garotas do bairro   Jiyong deu um risinho.

 — Confesso que fui muito egoísta.  disse me arrancando um pigarro.    Tá! Confesso que ainda sou egoísta! Eu podia ter te pedido em namoro ou algo do tipo. Mas o meu medo e egoísmo falou mais alto. 

 — É!    digo me levantando e pegando Elô, colocando-a em sua cama. 

 — Moni! Já imaginou como seria se tivessemos menino,ou gêmeos?    perguntou me fazendo rir.

 — Eu iria te matar se fosse gêmeos!   exclamo saíndo do quarto com Jiyong atrás de mim.

 — Seria bom!    disse me fazendo parar no corredor e encara-lo. 

 — Não, eu teria trabalho de mais.   digo olhando Jiyong. 

 — E menino?    perguntou.

 — Menino! Menino seria até fácil se não deixasse ele perto de você!   exclamo rindo da careta de Jiyong.

 — Credo! Até parece que eu sou uma má pessoa.

 — Jiyong! Você já é bobo com Elô imagina se ela fosse um menino.

 — Eu iria levá-la  para todos os lugares que meninos podem entrar, iria colocá-la na escolinha de futebol.   exclamou com um sorriso entre os lábios. 

 — Eu ensinaria ele brincar de boneca!  digo fazendo Jiyong me olhar sério. 

   Tá maluca?  

 —  Por quê?    pergunto fazendo Jiyong respirar fundo.

 — Porque é menino!   exclamou.

 — Mas meninos podem brincar com coisas de meninas!   digo fazendo-o negar.

 — Não. Eu não gostaria de ter um filho viado! Ele teria que nascer sabendo que é homem e teria que comer todas as meninas do seu bairro.   exclamou Jiyong fazendo-me bater em seu braço. 

 — Eu não gostaria de ser vó logo cedo!  exclamo arrancando risos do homem em meu lado. 

   Ok! Ele não vai comer todas as garotas do bairro se você não deixar ele brincar de boneca.   disse Jiyong agarrando minha cintura. 

 — Quem disse que eu fazeria um menino com você?   questiono fazendo Jiyong beijar-me a bochecha. 

 — Eu!   apertou-me a bunda.    Moni! Acho que deve ficar assim sempre que eu estiver aqui.

 — Assim como?   pergunto sentindo os seus beijos subir até minha orelha.

 — Assim, sem calcinha!  

Sem pensar duas vezes beijei os lábios de Jiyong intensamente. Sentir seus tapas em minha nágeda esquerda fazendo-me arfar entre o beijo.

 — Vamos continuar essa brincadeira no quarto!   disse Jiyong me pegando no colo.

Saímos do corredor,  Jiyong  me colocou no chão em frente à porta do meu quarto e correu até o quarto de Elô para conferia se a pequena dormia. Logo vejo ele entrar no quarto e vindo pra cima de mim com beijos molhados. Jiyong deu alguns passos cegos até caímos na cama, ficou por cima de meu corpo, seus beijos desçeram para  o meu pescoço, fazendo-me gemer baixo. suas mãos começaram acariciar minhas coxas subindo vagarosamente o único pano que cobria meu corpo. 

Ele jogou a camisola no chão e voltou atacar meus lábios, Jiyong mordia meu lábio inferior fazendo-me arfar cada vez mais. Empurrei seu corpo por lado ficando em cima de seu abdome. Subi à sua camisa e retirando-a de seu corpo, deixando seu tórax a mostra começei uma trilha de beijos molhados, do seu peitoral até o seu umbigo fazendo Jiyong arfar. Sentei em cima de sua ereção e começei da algumas reboladas, fazendo meu irmão mais velho gemer mordendo ô seu indicador. Sua ereção fazia-me ficar cada vez mais excitada. Jiyong se sacudiu até coseguir ficar por cima novamente. Sorriu vitorioso e beijou-me os lábios. 

Jiyong invadiu-me com dois dedos, fazendo-me gemer agudo. Sua destra massageava meu seio enquanto sua esquerda brincava com o meu clitóris. Cada movimento seu me fazia gemer loucamente, Jiyong sabe o que faz. Fechei os olhos ao sentir sua boca em meu seio, sua língua quentinha me fazia sorrir boba, Começou a chupar intensamente fazendo-me colocar uma de minhas mão em minha boca. Ele desceu as chupadas até meu ventre, me fazendo passar as pernas uma na outras, sua mão ainda dentro de mim se mexeu em sinal para mim abrir as pernas, assim fiz Jiyong logo sorriu, e se agachou deixou um beijo em minha virilha um ato que fez com que minha vagina se contrair.

Sua bocha me preencheu toda sua língua quente me fazia gemer, abri mais as pernas para facilitar o seu trabalho. Fechei os olhos e me deixei levar, segurei os fios de cabelo de sua nuca, puxei-os fraco avisando que iria gozar. 

Jiyong se levantou, lambeu algumas gotículas que estavam em volta de seus lábios. 

 — Se arruma!   exclamou autoritário. 

Fiquei de quatro para ele, logo ouvir o barulho do seu ziper ser aberto, sem mais minutos sentir Jiyong todo dentro de mim, tampou minha boca com sua mão fazendo meu gemido ser abafado.  

                          **

 — Moni!  

 — Diga!   me ajeitei em seu peito. Fazendo Jiyong me abraçar.

 — Imagina se a gente fosse casados!  sorriu olhando em meus olhos.   Sempre te ter me esperando para servir o jantar. Elô brincando junto dos seus irmãos. Um cachorro roubando o bife que você tinha preparado pra mim.   só conseguir rir.

 — Jiyong você é louco!   digo me sentando no meio da cama.


 — Moni! Quer casar comigo? 










 






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