História Os Segredos do Universo - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Tags Got7, Jackbum, Jackson, Jaebum, Jaeson
Visualizações 39
Palavras 866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


boa noite/tarde/dia 😚 venho aqui trazer um capítulo novo e não tão boas notícias.

Perdoem os erros, dêem suporte a fic e boa leitura 💙

Capítulo 33 - .04


Fanfic / Fanfiction Os Segredos do Universo - Capítulo 33 - .04


— AONDE MEU APPA FOI?

— Foi ver Ruiji.

— Por quê?

— Para conversar um pouco com ele.

— Sobre o quê?

— Sobre o que aconteceu. Eles são amigos, sabia? Seu appa e Ruiji.

— Interessante — comentei. — Meu appa não é o mais velho.

Minha mãe sorriu.

— E daí?

— É. E daí?


— Posso emoldurar esta e pendurar no quarto?

Era uma foto do meu irmão e meu pai.

— Sim — ela disse. — Adoro essa.

— Ele chorou? Quando o appa foi para o Vietnã?

— Por dias. Ficou inconsolável.

— Você tinha medo de que meu appa não voltasse?

— Nunca pensei isso. Fiz força para não pensar — ela disse, rindo. — Sou boa nisso.

— Eu também — falei. — E todo esse tempo eu achando que tinha puxado isso do meu appa.

Ambos rimos.

— Podemos pôr essa na sala. Você se incomoda, Jaebum?

Aquele foi o dia em que meu irmão entrou em casa novamente. De maneira estranha e inexplicável, ele estava de volta.

Não era minha mãe que respondia minhas perguntas famintas. Era meu pai. Minha mãe às vezes ficava escutando meu pai falar de Bambam. Mas nunca abria a boca.

Eu a amava por seu silêncio.

Ou talvez apenas o entendesse.

E  amava meu pai também, pelo jeito cuidadoso de falar. Compreendi que meu pai era um homem cuidadoso. Ser cuidadoso com as pessoas e as palavras era algo belo e raro.



Visitei Jackson todos os dias. Ele passou uns quatro dias no hospital. Os médicos precisaram se certificar de que tudo estava bem, pois Jackson sofrerá uma concussão.

Suas costelas doíam.

O médico disse que as costelas trincadas demorariam para sarar. Mas não estavam quebradas, o que teria sido pior. Os hematomas melhorariam sozinhos. Os externos, ao menos.

Nada de piscina. Na verdade, Jackson não poderia fazer muita coisa. Precisava ficar em repouso. Mas Jackson gostava de ficar de repouso. Essa era a parte boa. Ele estava diferente. Mais triste.

No dia em que voltou para casa, Jackson chorou. Eu o abracei. Pensei que ele nunca mais fosse parar de chorar.

Eu sabia que parte dele nunca mais se recuperaria.

Trincaram mais que suas costelas.

— tudo bem com você, Jaebum?

A sra. Wang me analisava tanto quanto minha mãe. Eu estava sentado de frente para os pais de Jackson na mesa da cozinha de sua casa. Jackson dormia. Às vezes, quando as costelas doíam, ele tomava uns remédios que o deixavam sonolento.

— Sim, tudo bem.

— Tem certeza?

— A senhora acha que preciso de terapia?

— Não tem nada de errado em fazer terapia, Jaebum.

— Falou a psicóloga.

A sra. Wang balançou a cabeça.

— Você só começou a bancar o sabichão depois de conhecer meu filho.

— Eu estou bem — disse, rindo. — Por que não estaria?

Os Wangs se entreolharam.

— É coisa de pais?

— O quê?

— Esses olhares que os pais trocam.

— É, acho que sim — Ruiji disse, rindo.

Eu sabia que meu pai e ele tinham conversado. Sabia que ele sabia o que eu tinha feito. Sabia que ambos sabiam.

— Você sabe quem são os garotos, não sabe, Jaebum? — perguntou a sra. Wang, de volta à seriedade habitual. Não que isso me incomodasse.

— Conheço dois.

— E os outros dois?

Pensei em responder com uma brincadeira.

— Aposto que consigo descobrir.

A sra. Wang riu. Isso me surpreendeu.

— Jaebum — ela disse —, você é louco.

— É, acho que sou.

— Era uma questão de lealdade.

— É, acho que sim.

— Mas, Jae, você podia ter se dado mal.

— Foi errado. Sei que foi errado. Mas fiz. Não consigo explicar. A polícia não vai fazer nada contra aqueles caras, vai?

— Talvez não.

— É, como se os policiais estivessem trabalhando no caso.

— Não são esses caras que me preocupam, Jae  — Ruiji interveio, olhando no fundo dos meus olhos. — É Jackson. E você.

— Eu estou bem — repeti.

— Certeza?

— Certeza.

— E não vai atrás dos outros caras?

— A ideia me passou pela cabeça.

Dessa vez, a mãe de Jackson não riu.

— Prometo que não vou — corrigi.

— Você é melhor que isso — ela disse.

Queria tanto acreditar nela.

— Mas não vou pagar o nariz quebrado de Gu Wei.

— Você disse isso a seu appa?

— Ainda não. Mas vou dizer que se aqueles cuz…  — interrompi. Não terminei a palavra que tinha começado. Havia outras palavras possíveis. — Se aqueles caras não precisam pagar pela internação de Jackson, então não preciso pagar pela visita de Gu Wei ao pronto-socorro. Se meu appa quiser tirar minha picape, por mim tudo bem.

A sra. Wang abriu um sorrisinho malicioso. Ela não costumava fazer isso.

— Depois me conta o que seu appa decidiu.

— E outra coisa. Gu Wei pode chamar a polícia, se quiser — acrescentei, abrindo um sorriso malicioso. — Acham que isso vai acontecer?

— Você é bem ligeiro com essas coisas, hein, Jaebum?

Gostei da expressão no rosto de Ruiji.

— Sei me virar.


Meu pai não discutiu quando eu disse que não pagaria pelas despesas médicas de Gu Wei. Apenas me olhou e comentou:

— Acho que você acabou de optar por um acordo extrajudicial.

E então inclinou a cabeça, pensativo.

— Ruiji conversou com a senhora que testemunhou a cena. Ela jamais seria capaz de reconhecer os rapazes. Nem em um milhão de anos.

O pai de Gu Wei foi até minha casa conversar com meu pai. Não parecia muito feliz ao sair.

Meu pai não tomou minha caminhonete.


Notas Finais


Parece curtinha mas é importante cada detalhe, enfim, aqui vamos nós:

é o seguinte, a fic está realmente na reta final, agora serão apenas mais três capítulos para o fim definitivo

o que eu também estou pensando... o último capítulo pretendo interferir mais escrita própria, se gostarem posso tentar alguns 'extras', por isso vou precisar da opinião de vocês.

mas a notícia mais importante é que terei que ficar alguns dias sem postar

muitos já acostumaram toda madrugada o sinal de atualização *hihi ❤️* mas por alguns dias precisarei de tempo, as coisas tem andado corridas e assim que puder postar farei logo, não pretendo demorar mais que alguns dias, o sumiço irá valer a pena.

e para que o coração não passe batido:
https://pinterest.com/pin/659847782875057283/?source_app=android


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