História Os sete elementos - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, JR, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Bts, Ficção, Ficção Cientifica, Got7, Lemon, Luta, Mistério, Romance, Sete Elementos, Shoujo, Violencia
Exibições 33
Palavras 1.594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey! Bem, essa não é minha primeira fanfic, acho que é quarta ou quinta slá! Espero que gostem dela, estou muito empolgada lara escrever ela já que sou louca por coisas místicas desse tipo... Vamos ao capítulo!

Capítulo 1 - A fuga


Vilarejo dos Éter

Sou Hiro, tenho dezesseis anos e vivo escondida no vilarejo dos Éter numa parte rural do Japão atrás de montanhas, todo mundo aqui já recebeu suas habilidades por que normalmente elas aparecem mais ou menos quando você tem sete anos, SÓ QUE: eu sou diferentona e não tenho nenhuma habilidade, ainda... Eu consigo colocar meu pé na minha nuca, mas aqui isso não é considerado habilidade (KKKKK engraçadinha essa autora hein... parey) Eu vivo com meus pais e meu irmão Usui de sete anos e as habilidades dele já apareceram e ele domina o ar, minha mãe a terra e meu pai o ar, o meu vô é o fundador desse vilarejo e é o único que me aceita do jeito que eu sou, então sempre posso contar com ele quando eu precisar de ajuda

—FILHA - minha mãe batia na porta do meu quarto - SEU AVÔ ESTÁ TE CHAMANDO! 

—Tô indo - bufei e me arrastei até o banheiro -

Coloquei uma roupa simples e fui para a casa do meu avô que ficava do lado da nossa, o vilarejo só tinha aquelas casas tradicionais japonesas e usavam roupas tradicionais japonesas também, mas a gente tinha acesso à tecnologia e tudo mais, só que não gostávamos muito

—Me acordou cedo, em pleno domingo - disse bocejando e me sentando ajoelhada em frente ao meu avô - Iai senhor Tanaka, pegando muitas velhinhas no baile de terceira idade? Ou quinta idade? Nem sei mais, você ja viveu com os dinossauros vô?

—Dinossauros? Não, não - ele sorriu  E você já viveu com um namorado?

—Aff, nem sabe brincar. Mas, por que me chamou?

A expressão sorridente do meu vô mudou de sorridente para séria, ele engoliu seco e abria a boca para falar mas o som não saia, logo percebi que era algo sério e endireitei minha postura, ele se levantou e foi até uma gaveta do quarto dele, pegou um baralho de sete cartas e colocou as sete cartas viradas para baixo em cima da mesa, passou a mão por cima das cartas e desvirou as mesmas com uma leve brisa que foi provocada pelas suas mãos que dominavam o ar

—Essas cartas iram ficar com você, você irá para a Coreia e achará sete meninos que estão com as habilidades adormecidas, ou seja, eles têm as habilidades mas não sabem usá-las, você terá que ajudá-los para eles lhe protegerem

—Me proteger? De que? Tá locão vô? Bebeu Sakê achando que era chá de novo? - eu disse tentando descontrair o clima tenso - 

—Preste atenção Hiro, você está na lista de morte... - meu vô disse abaixando a cabeça -

A lista de morte era simplesmente um lista que tinha nomes de pessoas sem habilidades e inúteis, era raro alguém estar nessa lista, quase ninguém nasce sem habilidades e se nasce, sempre serve para alguma coisa tipo se tornar treinador, general e essas coisas que são úteis, SÓ QUE: eu sou diferentona, ninguém sabe quem controla a lista de morte, mas meu avô sabia só não falava pra ninguém e se não soubesse, como saberia que eu estava na lista de morte?

—Se você for para a Coreia e fugir daqui, poderá ser protegida por esses meninos minha neta, não quero que morra, eu sei que você vai ganhar suas habilidades, eu pedi para o dono da lista de morte nos dar mais um tempo para que suas habilidades aparecessem, mas ele não quis dar, então você vai ter que fugir... - ele me entregou as cartas que foram amarradas delicadamente por um fio de barbante - Tome isso também! - ele me entregou um colar prata com um pingente que era um triângulo todo preto - 

—Como vou achar eles? - dizia enquanto era empurrada para fora - 

—As cartas brilham quando estão próximas de seus donos... Só há essas cartas no mundo, se você perdê-las eu juro que te mando um tapa por correio lá pra Coreia - nos rimos - 

—Obrigada vô - eu o abracei - Cuide bem da Omma, Appa e Usui tá? 

—Sempre cuidei deles, não vai ser agora que vou abandoná-los... Vá para sua casa, arrume sua bolsa e dê algum jeito de ir para o aeroporto, que fica muito longe por sinal e tome essa passagem - fiquei boquiaberta -

—O velho é esperto hein - sorri -

—Aprendi com minha neta, agora vá! - ele beijou minha testa e me empurrou para fora da casa dele fechando a porta afobado -

Ri internamente, esse era o jeito do meu avô, todo preocupado, engraçado e apressado. Fui para casa me tranquei no quarto e arrumei minha bolsa, coloquei dentro dela: as cartas, fotos da minha família, e roupas. Provavelmente eu teria que comprar roupas novas quando chegasse na Coreia, por que acho que lá não é comum alguém sair por aí usando Yukata. Quando estava saindo do vilarejo, meu irmão me vê e grita

—Onde está indo Hiro? - eu me abaixo para ficar na altura dele -

—Eu já volto, vou resolver uns problemas - sorri e o abracei - Se cuida tá? E se algum estranho tentar encostar em voc-

—Já seeei, faço ele voar  -Usui disse e me fez rir - 

—Isso mesmo! Agora eu tenho que ir! Até - acenei - E diga para meus pais que eu os amo...

Fui correndo para a estrada mais próxima, pedi carona e entrei num carro grande onde tinha um casal de idosos e a filha deles (imagino que deva ser filha) no banco de trás comigo, o caminho inteiro eu fui agradecendo por ele terem me ajudado, foi muita gentileza deles. No aeroporto muitas pessoas olhavam para mim então aproveita coisa que faria quando pisacesse na Coreia seria comprar roupas com o dinheiro que meu vô me deu, dormi a viagem inteira e imagino que devo ter roncado e babado muito, por que infelizmente eu não durmo linda e maravilhosa como nos filmes ou em doramas. E como disse, a primeira coisa que eu fiz foi comprar roupas e como eu não sabia muito bem sobre moda, uma vendedora me ajudou, comprei muita roupa, muita roupa mesmo, e não sobrou dinheiro para mais nada, só dava pra colocar crédito no celular e pagar um almoço em um restaurante de esquina por aí. Estava almoçando no restaurante de esquina por aí que eu achei, e recebi uma mensagem do celular

"Olá senhorita Hiro Aizawa! Daqui a dois dias começam as aulas no colégio Seika, seu avô nos ligou e te matriculou, e você é bolsista então não precisa se preocupar com uniforme ou material. Estamos anciosos para te receber em Seika! Aqui está o endereço [localização] Até!" 

Desliguei meu celular e fiquei rindo igual a uma maluca por pelo menos dois minutos, por que foi esse o tempos que o povo que estava no restaurante ficou me encarando. Agora só faltava arranjar um lugar pra dormir, fiquei andando pelas ruas de Seul por muito tempo para achar um hotel ou algo do tipo, mas eu não achei, ninguém iria querer uma adolescente na hospedaria, ainda mais uma sem dinheiro né... Já estava desistindo quando um lugar me chamou atenção, era dentro de um beco e em uma placa neon rosa estava escrito "Só fica se trabalhar" Bati na porta de trás do estabelecimento e uma mulher gordinha com um avental branco e uma rede de cabelo num coque mal feito me olhou de cima a baixo

—Iai tia! Eu posso ficar aqui se trabalhar né? É o que a placa diz - dei meu melhor sorriso -

A mulher sem expressão foi fechar porta mas o meu pé impediu, abri a porta novamente dessa vez com um sorriso forçado 

—Olha moça, estou com calos no pé, sem dinheiro e sem comer por um tempo, eu quero ficar aqui, posso dormir na cozinha eu juro que sou limpa, e posso trabalhar como garçonete ou qualquer outra coisa. Mas eu necessito ficar aqui! - disse alterando a voz -

—Entra aí pirralha... - ela deu espaço para eu entrar -

—Hiro - disse olhando para o restaurante vazio -

—O que? - ela disse confusa -

—O nome da pirralha aqui, é Hiro - a olhei -

—E o nome da tia aqui é Naomi - ela me encarou - Você vai dormir lá em cima, lá só dorme eu e você, sou a dona desse restaurante e cuido disso tudo sozinha, cozinho e sirvo, dou conta por que quase nunca vem ninguém aqui. O banheiro é ali - ela apontou para uma porta branca que estava com a madeira destacada por ser velha  Só isso que precisa saber

—Show, obrigado Naomi - sorri sinceramente dessa vez - 

Tomei meu banho no chuveiro frio que estava quebrado, coloquei uma roupa de dormir que havia comprado e fiquei por mais um tempo observando o restaurante, era bonito e simples, tinha o piso xadrez, mesas de madeira clara e nas paredes estavam grudados sofás pequenos de dois lugares de couro e em frente mesas, tinha uma máquina de refri que estava suja, mas funcionava, Aposto que se Naomi sorrisse para os clientes e desse uma limpeza nesse lugar, com certeza ele faria sucesso. Subi lá para cima onde só tinha uma cama, um colchão no chão com um lençol e travesseiro e uma televisão na parede, meu colchão ficava em baixo da janela, então eu seria acordada pelo sol e nem precisava de despertador, fui dormir pensando como faria para achar os meninos...


Notas Finais


Gostaram? Foi curto, mas calma! Vem mais por aí...


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