História Os Sete Pecados ( Imagine BTS) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Exibições 22
Palavras 831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Harem, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Um anjo lascivo


Nos assentamos à mesa para o jantar, o meu revés veio novamente quando o rapaz, agora apresentado a mim como Kim Namjoon e não como o "imoral do riacho", sentou-se ao meu lado. 

Tive de permanecer em silêncio durante todo o jantar, mas não por apatia, eu simplesmente tinha de evitar contato visual e concentrar para minhas bochechas ficarem rosadas, não vermelhas como brasa. Acho que ele percebera meu desconforto, e o ominoso não poderia se deliciar mais com isso, ele falava normalmente com meus pais, mas ficava roçando em mim, por baixo da renda, linho e seda eu sentia seu toque e cada parte de mim se arrepiava. Quase deixo escapar um gemido, ele ficou animado ao perceber esse efeito. Mas eu não podia me retirar sem ser  advertida, eu só fiz o que poderia: lhe agarrei o pulso e a depositei sobre seu colo, e com um sussurro, lhe adverti para parar, aparentemente minha técnica deu certo, já que concentrara sua atenção nos diálogos com meu pai. Não poderias me conceder nem um minuto para degustar a sopa ou simplesmente respirar? Não! Em meio aos seus papos ele pede ao meu pai para que o acompanhe até o jardim. Meu pai não contesta.

– EU NÃO QUERO ACOMPANHÁ-LO! – minha voz ficara mais audível do que queria, e quase todos na mesa voltaram a suas refeições e atenderam o meu pedido, com exceção de minha mãe

– Louise, tu não tens direito de contestar as vontades de vosso futuro noivo, não fora assim que a criei, logo, você irá se levantar e vai. E antes de dormir, quero conversar contigo. - minha mãe me lançara sua ameaça implícita que conhecia desde mui pequena, sei que será bem pior se eu não for, e nós dois saímos.

– Mas que belo vestido senhorita, molda perfeitamente vossas curvas - ele diz. Um comentário sobre minha roupa? Parece que enganei

– Obrigada?

– Porém devo admitir que a prefiro sem ele, estava  tão atraente mais cedo, pena que foi embora, mas veja que tramoias o destino faz... A bela ninfa era a minha casta futura esposa, cujos pais me convidaram para o jantar...

– Cale-se e esqueça o que viu hoje, e para constar, não serei sua esposa, antes prefiro mofar na igreja.

– Tenho certeza de que a senhorita mudaria sua opinião se percebesse o quão tediosa seria sua vida. Cuidar de órfãos e pobres e dedicar sua vida inteira a ficar orando. Tens certeza que queres isso? - ele me gira em meu próprio eixo e continua sua ceninha. – ... Eu, por outro lado, posso ser muito mais divertido para você, eu vi como ficou quando te tocava durante o jantar...- senti meu rosto inteiro ficar vermelho. – ... Agora imagine meu toque sem as camadas de seda sobre a sua pele.- ele diz, e eu o empurro, e corro para dentro de casa. Subi as escadas e me deparo com minha mãe dentro de meu quarto

– Louise, não achou que ia escapar de um sermão, não? Onde está o senhor Kim? Já fora para casa? 

– S-sim, senhora mãe - ela tranca a porta de meu quarto e me guia para a biblioteca particular que tenho nele. 

– Eu já estou farta dessas suas atitudes! Tu insiste em dispensar das formas mais grosseiras os homens que vem aqui. Tu me envergonhas como filha, os mexericos de outras senhoras já chegaram aos meus ouvidos, dizem que fui uma péssima mãe, que não a criei como deveria. Acho que já está está na hora de te pôr nas rédeas- ela puxa uma faixa de couro de suas costas, e pede a mim para que eu retire  minhas roupas e que permaneça apenas com as de baixo. Eu já sabia o que ela iria fazer, nego veemente e corro tentando destrancar a porta, mas ela puxa meus cabelos e me atira no chão 

– Querida filha... O que diz o quarto mandamento? 

–  Honra teu pai e tua mãe...

– Uma mãe tem de punir os filhos às vezes, logo, a filha deve lhe obedecer. Faça o que te ordenei!

As portas grossas de carvalho ocultavam o que estava sendo feito, a mãe foi cuidadosa para que as faixas de couro não causassem feridas permanentes, ou que acertassem o rosto da moça, mas garantiu que o açoite fosse dolorido o suficiente para fazer a menina chorar e feri-la. Ela largou a menina sobre a cama e fora para seu quarto como se nada tivesse acontecido. 

Eu ainda estava consciente, minha mãe nunca me batia até me desacordar, pois queria que eu degustasse cada minuto. Senti meus olhos pesados, e depois de inundar meu jogo de cama com lágrimas, eu finalmente peguei no sono, mas senti um abraço quente me envolvendo, mas já estava tão exaurita que nem pude ver quem o fazia

–  Podes dormir tranquila, minha querida ninfa.

Logo reconheci a voz de Namjoon, o que ele fazia aqui? Mas isso não importa, eu apenas quero aproveitar o calor do abraço e me esquecer dos açoites.

 

 


Notas Finais


Como estou pelo celular,provavelmente terão vários erros, mas depois eu reviso tudo (^3*)


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