História Os Sobrenaturais - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Os Heróis do Olimpo
Tags Solangelo
Exibições 37
Palavras 1.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi meu anjos, espero de todo o meu coração que vocês estejam gostando. Por favor comentem o que vocês acharem. quando eu comecei a escrever essa historia falei para minhas amigas que eu queria ferrar e matar todo mundo, ela me chamaram de malvada, vocês concordam? eu sou malvada? respondam nos comentários.
espero que gostem desse capitulo ;). Amo vocês. <3

Capítulo 10 - Me desculpe e muito obrigado.


Fanfic / Fanfiction Os Sobrenaturais - Capítulo 10 - Me desculpe e muito obrigado.

POV´S Will.

Assim que ele me disse isso eu entrei em pânico. Ele não poderia estar falando serio, poderia?!

─ Não, não você não tem você é completamente saudável. ─ eu não queria acreditar nisso, não queria acreditar que Nico estava morrendo, mas eu sabia, sabia que era verdade. Eu podia sentir a vida dele o deixando lentamente. Eu não percebi que esta chorando até que Nico enxugou minhas lagrimas com os dedos.

─ Quando eu te conheci, deste o primeiro dia que eu te vi eu me apaixonei por você e isso vez com que minha vida ficasse muito melhor, e melhorei nos estudos, comecei a interagir mais com as pessoas, você me fez viver Will e eu lhe agradeço muito por isso, mas não podemos fazer nada por isso. ─ ele já estava falando mais devagar como se tivesse que fazer muito força para poder falar. Cada vez mais eu sentia sua força vital deixando seu corpo.

─ Mas tem o tratamento e eu posso prender sua alma aqui. ─ eu tentava desesperadamente arrumar vários meios para manter ele vivo e ao meu lado. Ele me olho nos olhos. Em seus olhar eu não pode ver medo ou arrependimento a única coisa que eu puder ver foi, amor, carinho e felicidade. Ele pegou minhas mãos e as apertou com força.

─ Will, esse tempo que eu passei com você foi o melhor tempo de toda a minha vida, meu corpo parou de reagir aos tratamentos e se você prender meu corpo aqui, isso ira custar muito de sua energia vital então isso esta fora de questão.

Assim que eu abri a boca para falar alguma coisa, Nico me beijou. Primeiramente ele era calmo, mas ai ele pediu passagem com a língua e eu cedi, nossas línguas estavam em perfeita sincronia. Ele terminou o beijo com um selinho e me olhou com uma cara muito sexy.

─ Vamos para casa. ─ ele não precisou falar duas vezes. Eu o peguei no colo estilo princesa e deixei que as sombras me envolvessem.

 Assim que aparecemos em meu quarto eu o joguei a cama.  Pela gola da camiseta ele me puxou para um beijo singelo. Eu me afastei e o olhei com um ar preocupado.

─ Tem certeza Nico? ─ como resposta ele me deu, mas um beijo, eu beijo com desejo. Nossas línguas trabalhavam juntas. Minhas mãos foram para sua cintura e as dele foram para meu pescoço. Quando o ar fez falta eu desci meus beijos para seu pescoço e só parei para tirar sua roupa de cima, ele aproveitou e vez o mesmo. Assim sem as roupas eu comecei a brincar com minha boca em seu mamilo e com uma mão eu estimulava ao outro.

Nico começou a tirar minha calça, o que eu terminei com os pés. Ele tirou a sua também, ficando apenas com uma box preta. Ele sempre usava preto e isso o deixava super sexy. Depois de um tempo dele gemendo ele me empurrou ficando em cima de mim. Ele distribuiu diversos beijos sobre meu abdômen e eu já estava vermelho feito um tomate. Ele desceu até meu membro e começou a me massagear por cima da cueca.

─ AAHHHH ─ assim que eu gemi, ele retirou minha cueca e brincou com a minha glande, ele a lambia e fazia movimento circulares com sua língua, uma vez ou outra ele lambia toda minha extensão e roçava seus dentes de leve. Depois de um tempo ele engoliu meu membro por inteiro. ─ AAAAHHH... NI... AAAHH... NICO EU VOU... ─ eu não consegui terminar de falar e gozei em sua boca, ele engoliu tudo e retirou sua cueca. Ele subiu em cima de mim e posicionou meu membro em sua entrada então sentou em cima. Ele deu um tempo para se acostumar, logo depois começou a cavalgar em meu membro em quando gemia meu nome. Para dar mais prazer eu comecei a rebolar e fazer a masturbá-lo.

─ Will ma... mais ─ sua cara era muito excitante e sexy. Eu sorri maliciosamente ara ele mesmo sabendo que ele esta de olhos fechados. Eu o empurrei até fazê-lo ficar deitado e comecei a penetrá-lo com força. Eu coloquei suas pernas em cima de meus ombros e peguei uma fita que tinha em cima de meu bide e amarrei em seu pênis para impedi-lo de gozar. Eu estocava forte até que pela maneira que Nico gemeu eu tinha acabado de acertar seu ponto G.

─ WI... ILL... AAAHHHH ─ nessa hora eu retirei a fita e depois de mais umas estocadas nos dois gozamos juntos. Eu sai dele e deitei na cama o puxando comigo, assim  que nos cobri eu o puxei para perto de mim ate que ele estivesse com sua cabeça em meu peito e o apertei. Logo ele já estava dormindo, mas eu não consegui pegar no sono. Eu me levantei e coloquei apenas uma calça de moletom preta que estava jogada no chão e sai de casa.

 Eu não sabia para onde ir só queria espairecer. A lua estava em seu ápice e também vermelha. Ou seja, era a lua de sangue. O momento exato para falar com os mortos. Eu andei mais uns 5 quilometro e cheguei ao cemitério. Fui até uma cripta bem velha e rachada. Era o tumulo de meu pai.

 A primeira morte.

O ruim de invocar mortos na lua de sangue é que eu só vou poder usar meus poderes depois de apenas cinco horas.

─ Pai ─ eu me ajoelhei na frente da cripta e a toquei. ─ eu lhe invoco, primeira morte. ─ eu disse com um sussurro.

O vento mudou de direção e ficou mais forte, fazendo todas as folhas caídas levantarem vôo.  Na frente da cripta surgiu um corpo de um homem completamente preto, pareci até uma sombra. A escuridão se dissipou e lá estava ele. Meu pai. Meu verdadeiro pai. Apolo era apenas um ceifeiro que trabalhava para meu pai que fez jurar que ficaria de olho em mim. Ele tinha a pele branca, olhos azuis bem claros quase brancos e cabelos negros como a escuridão.  Ele estava usando um terno preto e tinha uma foice ao seu lado. Ele estava com um sorriso caloroso, o qual ele sempre mostrará para mim e para o Nico. Sim em uma das vidas os dois se conheceram, antes de Lúcifer o matar com um feitiço proibido.

─ Olá Will, como vai? E o Nico? Eu gosto daquele rapaz.

Eu o olhei de uma forma triste e seu sorriso desapareceu dando espaço a um rosto sério.

─ O que houve filho?

Eu comecei a chorar novamente. Eu não queria perde-lo novamente.

─ É o Nico. Ele esta morrendo de leucemia e não a nada que eu possa fazer. ─ ele se aproximou de mim e tocou em meu ombro.

─ Ele não deixou você render a alma dele aqui não é? ─ eu fiz que não com a cabeça e o abracei. Ele retribui na hora e me apertou com muita força. Essa é uma vantagem de ser a morte eu posso tocar nos mortos, então eu posso tocar em meu pai até amanhecer. ─ Will meu filho, mesmo em seu leito e morte ele se preocupa com você. Ele te ama e quer seu melhor. Ele te ama pelo o que você é e não por ser a morte. E alem do mais, vocês vão se reencontrar de novo. Eu sei que é difícil perder quem você ama tantas e tantas vezes. Mas vocês vão se reencontrar e se apaixonar novamente.

─ M... Mas e se for diferente dessa vez, e se ele nunca mais reencarnar. Eu estou com medo e cansado de vê-lo morrer. Eu o amo pai, mas do que qualquer coisa.

Ele me olhou carismático e falou com uma voz bem doce.

─ Eu sei, mas infe... ─ ele me afastou e olhou para trás de mim e fez uma cara bem triste. Eu olhei para trás e como ao vi nada eu perguntei a ele.

─ O que aconteceu pai? ─ quando eu o olhei novamente ele não estava mais lá. Ele tinha desaparecido o estranho é que nem era de manhã ainda.

Will me desculpe e muito obrigado. Por tudo.

Não. Não. Não. Não isso não podia estar acontecendo, agora não.

Eu ai correndo as presas dali e tropeçando no meio do caminho. Assim que abri a porta da casa eu o vi caído no chão. Eu andei até ele e cai de joelhos em seu lado. Eu o peguei e passei minha mão em seu rosto tentando acordá-lo.

─ Ni... Nico por favor, Nico não me deixe assim, por favor. ─ eu não sentia mais  a sua vida ele estava mais branco que o normal, estava mais gelado. Ele... Ele se foi... Ele morreu.

Meu Nico estava morto.

Eu comecei a chorar rios de lagrimas, não foi só o meu coração que se quebrou, também foi a minha alma.

Eu não queria acreditar, mas ele tinha se ido.

─ AAAAAAAAHHHHHH. ─ o meu grito foi um grito de morte, um grito agonizante. Perto de nós tinha no máximo umas 20 pessoas e eu pude sentir a vida delas acabando e suas almas indo embora eu senti o vento cortar minha pele como espadas. A casa tinha sido destruída.

Ali por perto eu escutei relinchar de cavalos, que estavam cada vez mais próximos. Der repente o vento ficou mais forte e em minha frente tinha um cavaleiro com armadura com armaduras pretas e repletas de caveiras. Eles eram servos de Lúcifer.

Tirando os sete príncipes eram os servos mais fortes.

A caçada selvagem que era responsável por levar almas para um lugar muito, muito sombrio e horrível, pior que o inferno, pior que tártaro.

Logo ele desapareceu e levou Nico junto co ele, me deixando sozinho, de mãos vazias e chorando pelo meu amado Nicola Di Angelo, filho do rei do inferno, feiticeiro, descendente de Merlin, que agora estava morto. Eu estava com tanta, tanta raiva e angústia que gritei novamente, um grito pior que o outro.

Depois eu só me lembro da escuridão e de me sentir vazio.

Eu só sabia de uma coisa certa.

Ele tinha se ido.

Meu amado tinha morrido.


Notas Finais


Eu sei, eu sei, vocês querem me matar, mas se eu não fizesse isso eu não poderia continuar a historia, isso era um aparte essencial e se vocês prestaram bem atenção no capitulo anterior, ele contem um pequeno spoiler de onde o nico foi parar.
Sim ele ainda vai aparecer.
Até o próximo capitulo, por favor comentem.
foice da morte: http://themythfall.weebly.com/uploads/3/7/5/1/37511163/983849791.jpg


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