História Os Três Bruxos de Hemwick - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellmitw, Celltw, Drama, Lemon, Mitw
Exibições 97
Palavras 2.797
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Magia, Misticismo, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pois bem, aqui vem sendo eu novamente
Agora trago uma Oneshot contendo Lemon Cellmitw, se assim posso dizer
Sinceramente, eu não senti muita segurança nesta Oneshot, mas estou postando :^D
É, vejamos no que vai dar.
Revisado? Noops /apanhadevara
Hm...boa leitura? /corre

Capítulo 1 - Capítulo Único


Hemwick ficava no meio do nada, e pessoas comum simplesmente não eram capazes de passar sequer de seus portões. Em Hemwick, a sensação era de noite eterna, ainda que o sol desse o ar da graça, mas com finos feixes de luz que mal tocava o solo, que devido as condições sobrenaturais, dava suporte para uma vegetação típica daquele local. Essa vegetação, vezes rasteira e vezes arbustiva, também dava lugar para algumas árvores com aspecto seco e morto, mas que continham vida e sua seiva era usada para vários feitiços de Lua cheia, bem como para porções e bálsamos fabricados pelos bruxos que guardavam o local.

Além disso, plantas carnívoras e criaturas encantadas também viviam nos vastos campos que forravam a paisagem trevosa, mas estranhamente bonita e sublime daquele lugar. Tudo remetia à morte a ao fúnebre, no entanto, era um local cheio de vida e quase tudo em Hemwick tinha vida e/ou se movia, sendo assim uma cidade potencialmente perigosa para os leigos jovens bruxos que estavam começando nos estudos da magia e explorando as áreas.

A grande questão, é que Hemwick tinha datas certas para aparecer. Seus portões sombrios e medonhos poderiam ser vistos de longe nas noites de Lua cheia, pois eram as noites nas quais os bruxos faziam uma série de feitiços, usando os elementos pelos quais ficaram responsáveis para manter a cidade mística sempre viva. Quando os feitiços eram realizados, acima da cidade podia se observar um redemoinho de nuvens negras e raios na cor púrpura as cercavam, produzindo sons estrondosos com gritos de horror ao fundo, eram os gritos das almas aprisionadas pelos Bruxos, também essenciais para o progresso do feitiço.

 Nas noites em que Hemwick aparecia, humanos crentes e seguidores do sobrenatural iam até os seus portões (pois era até onde eles poderiam ir) e lá realizavam uma espécie de culto, como se vissem a cidade e os bruxos como perfeitos “deuses” ou divindades dignas de veneração, enquanto a maioria das pessoas apenas olhava de longe a notória aparição da cidade e rezavam os seus mais fortes credos para que aquilo fosse apenas uma miragem. Não estando nas noites de Lua cheia, a cidade apagava seu brilho sombrio e ficava invisível a maioria dos olhos humanos, mas não saia do lugar.

Certo dia, quando o céu escureceu e a lua revelou qual seria sua face naquela noite, a cidade deu a perceber os seus portões e deu a ouvir todos os barulhos familiares aos ouvidos dos moradores das distantes redondezas da localidade macabra, e foi então que se percebeu...a lua estava cheia, cheia e avermelhada, algo que não se via comumente, pois fenômenos como estes aconteciam de tempos em tempos. Os ocultistas e adoradores se preparavam, enquanto os humanos restantes apenas se recolhiam ou observavam de longe, com pavor nos olhos. Hemwick estava em seu ritual de renovação.

 

                                  

Horas mais cedo, os três bruxos se preparavam para o ritual, pois seus oráculos já os avisaram da lua e do que mais seriam necessários eles se lembrarem. Linnyker, o líder do trio e o mais poderoso, sábio e detentor dos poderes das Trevas, conhecedor dos feitiços mais ocultos do submundo, foi o primeiro a recitar as palavras mágicas e consultar o espelho em seu altar, tendo então a visão do que seria a Lua cheia que cairia naquela noite. Ao seu lado, Tarik, o mais jovem do grupo e também o mais irreverente, não era sério como o Linnyker e adorava brincar e fazer travessuras. Tarik é o detentor das ilusões, bruxo da enganação e da falsidade, também dominante da sedução, poderia manipular tudo e todos que bem quisesse, e por isso, quando precisavam interagir com os moradores de Hemwick de forma que precisassem tirar algo deles, contavam com as habilidades do Tarik em poder manipular pessoas como se manipula qualquer objeto bruto e sem vontades próprias.

Finalmente, ao lado esquerdo de Linnyker, tinha o membro mais benevolente e abstrato do coven, o Rafael. Um bruxo com nome de anjo, bem como suas habilidades e feitiços voltados para a luz e para a benevolência, ele trazia o equilíbrio que o Tarik e Linnyker precisavam, pelo simples fato de ambos dominarem elementos de péssima conduta, o elemento luz, que continha cura, tranquilidade e soluções, foi confiado ao Rafael. Na verdade, Linnyker e Rafael nunca poderiam ficar no mesmo ambiente por muito tempo, pois acabavam se desentendendo, mas naquela noite eles teriam que juntas as forças, era o dia de repor a eternização de Hemwick.

Os três bruxos se entre olharam ao terminar de consultar o oráculo, pegaram seus livros, chapéus e cajados e foram até a floresta negra, onde conseguiriam todos os ingredientes necessários para os feitiços e porções da grande noite de Hemwick. Linnyker cuidava de coletar vestígios de algo que um dia já teve vida, pois como é necromante, trabalha com a morte e com o que existe de mais macabro na bruxaria. Coletava crânios, pelos de animais e até mesmo seus dentes, tudo isso teria as energias fúnebres para que Linnyker pudesse realizar sua parte nos feitiços.

Tarik estava bem ao lado de Linnyker, pois ele seria importante nos momentos em que o Linnyker precisasse de forças maiores para conseguir algo, como por exemplo, fazer com que alguma fera guardiã de alguma árvore ou área da floresta, simplesmente os vissem como outras criaturas, e não os atacassem enquanto os mesmos pegavam os recursos que precisavam. Pura ilusão, aos olhos da fera, os bruxos eram animais comuns e sem perigo, isto é apenas um terço das capacidades incríveis do bruxo ilusionista Tarik. Ao saírem da floresta, viram surgir um ceifador a sua frente, entidade que supervisionava o local, e exigia que eles largassem os pertences da floresta, mas Tarik já estava preparado, então o Linnyker não precisou invocar seus demônios para lutar. O ilusionista apenas fez com que o ceifador achasse ter visto os recursos que estavam nas mãos dos bruxos, em outro local da floresta, dando espaço para eles passarem. A ilusão acabaria logo, mas a entidade não lembraria de nada.

 

Rafael era sozinho, como Tarik vivia sempre ao lado de Linnyker, o loiro tinha que se virar sozinho e pegar as folhas e matérias necessárias para fortalecer o seu cetro de luz, para então poder realizar a sua parte dos feitiços. Um dos mais importantes, aliás, pois dava equilíbrio aos poderes de seus companheiros, além de não deixar que Hemwick seja engolida pela escuridão e discórdia infinita. Rafael ia para um lugar mais apaziguado e pouco mais iluminado que os outros trechos da florestas, coletou as folhas e seivas que precisava, pôs tudo na bolsa, colocou o chapéu e virou-se, indo em direção a sua casa e de seus “irmãos de magia”

O céu finalmente havia escurecido, e a cidade tomou o visual e as sonoridades típicas dos dias de “eternização”, os bruxos já estavam apostos e o altar fervia em velas, caldeirões, pentagramas e almas invocadas por Linnyker, almas estas que estão ali para celebrar o ritual e energizar cada item usado. Linnyker iria começar, consagrando o crânio da Besta do Calvário Sombrio, que agregaria todo o poder das magias necromantes e mais tarde seria a nova ponta do cajado do bruxo das trevas, até que Rafael interrompeu os ditos mágicos, afirmando ter esquecido de uma folha essencial para um de seus feitiços de iluminação, se retirando do círculo. Após alguns minutos, Rafael ainda não tinha voltado e Linnyker acabou ficando sozinho com Tarik, que de repente começou se queixar de estar com medo, e não querer mais efetuar o feitiço naquela noite, começando então a chorar descontroladamente.

Linnyker então larga tudo e vai até o menor, que o abraça forte e pede pra que o moreno fizesse parar o que ele estava sentindo. Sem mais palavras, ambos se abraçaram e olharam nos olhos, eis que um antigo plano arquitetado pelo Tarik entra em ação. Linnyker se deixa levar, e ataca os lábios de Tarik com voracidade, fazendo-o gemer contra sua boca, enquanto as coisas do altar são jogadas pra fora, dando espaço para deitar o Tarik ali e subir encima de seu corpo. No quarto de rituais as velas aquecem o local, mas o que ainda mais tem o poder de fogo no momento é a junção dos dois bruxos que se atacam como se não houvesse amanhã.

Ambos já se encontram sem suas batas e camisas, calças abertas e cuecas expostas, cuja malha que contornava os seus membros roçavam uma na outra, revelando mais e mais os seus volumes e a pulsação frenética que estava ocorrendo dentro de cada uma, até que Linnyker perde a paciência e decide arrancá-las, começando consigo e depois retirando a do Tarik e retornando pra cima de si, roçando agora os membros sem impedimento algum.

Os movimentos foram facilitados com a saída do pré gozo, lubrificando seus pênis, fazendo-os escorregar para os lados, melando também seus abdomens colados. Eles se entreolhavam no fundo dos olhos, Tarik sorriu vitorioso ao perceber que seu plano estava progredindo como o imaginado, havia conseguido enfeitiçar o bruxo mais poderoso de Hemwick, então não seria problema caso o Rafael aparecesse do nada, e foi exatamente o que aconteceu.

Rafael voltada ao quarto de rituais, quando se deparou com o Linnyker encima do Tarik, parecendo uma fera furiosa para engolir sua presa, que se encontrava rendida entre seus braços e corpo, levando chupões e mordidas enquanto tinha sua entrava invadida. O pênis de Linnyker entrava devagar, enquanto o mesmo respingava pingos de parafina quente na glande de Tarik, que gemia de dor e prazer enquanto se mantinha concentrado para não quebrar o feitiço de manipulação. Tarik sempre teve afinidade com a dor, e desde pequeno fazia travessuras para que os seus mais velhos, Linnyker e Rafael, lhe punisse com palmatórias e derivados, mas hoje ele teria a dor e o prazer exatamente da maneira que ele sempre quis.

Rafael olhava de longe, escondido atrás da parede, usando o cetro para refletir a imagem dos dois transando ferozmente. Enquanto ouvia os gemidos e percebia o quão Tarik arqueava as costas enquanto Linnyker o fodia, Rafael sentiu uma sensação de impureza, percebendo então uma forte ereção que já ameaçava sair de sua cueca e fazer com que sua glande entrasse em contato com o fino tecido de sua calça, fazendo-o contorcer um pouco com a forte sensibilidade da cabeça de seu membro, e assim deixou escapar um gemido sutil, mas que fez com que Tarik percebesse que ele estava ali.

O moreno, que por sua vez estava sentindo as estocadas fortes do Linnyker atingirem sua próstata com violência, pedia entre gemidos em um tom inocente e choroso, que Rafael entrasse sem medo.

Ouvindo os gemidos manhosos de Tarik, os grunhidos ferozes de Linnyker, Rafael criou coragem e entrou no quarto, que a esta altura só cheirava a sexo, suor e algo a mais que se misturava com o aroma das velas e das poções que estariam fervendo no caldeirão, caso Linnyker não tivesse arremessado tudo no chão para foder Tarik encima do que seria um altar.

“Cuida dele agora”, foi o que Tarik precisou dizer para que o maior saísse de dentro dele e se aproximasse de Rafael, que olhava com medo e com excitação ao mesmo tempo, um Linnyker sem roupa, suado, com o corpo repleto de parafina e com o pênis pulsando insanamente a sua frente. Rafael sabia que tudo aquilo era errado, e quando começou a se questionar, sentiu a mão do Tarik massageando seu pênis por baixo da calça, rindo com a excitação rígida e o tamanho surpreendente do membro do loiro de olhos azuis, olhos azuis estes que agora fitavam-lhe famintamente, enquanto tinha suas calças e roupas restantes arrancadas por Linnyker que por sua vez, começou a apertar as nádegas do loiro, separando-as e tendo acesso a uma entrada lisa, rosada e contraindo continuamente. Linnyker pôs a língua ali, enquanto Tarik se encarregava de beijá-lo, roçando seus pênis um no outro, fazendo Rafael gemer trêmulo de tanto prazer.

Após alguns minutos, Linnyker se levanta e agarra os fios do Rafael, empurrando-o, fazendo entender que ele o queria com o corpo apoiado na mesa do altar, mas mantendo as pernas no chão, deixando assim a sua bunda mais evidente, facilitando todo o trabalho. No outro lado, Tarik se posiciona de forma que o Rafael possa chupá-lo, mas antes, pega alguns vidros de porção que sobraram no altar, porções doces, e as derrama em seu pênis, o lambuzando com o liquido denso e grosso que mais se parecia mel. A imagem era perfeita aos olhos do loiro, que apreciava com olhos de pura vontade aquele pênis besuntado, que pulsava fortemente, pedindo para que alguém o acalmasse, e assim ele fez.

Linnyker já estava começando a penetrar o Rafael, quando Tarik puxou sua cabeça e o fez engolir seu pênis até o final de sua garganta, fazendo com que o loiro se engasgasse e respirasse com dificuldade, vez ou outra tirando o membro da boca para respirar, mas lembrava das fortes e agressivas estocadas do Linnyker, deixando sua entrada avermelhada mas lhe dando um prazer enorme, seguida da perturbadora falta de fôlego.  Nas alturas desses acontecimentos, só se ouvia gemidos altos e suspiros pesados, sons de tapas e súplicas vindas de Tarik, que agora estava sendo penetrado por Rafael enquanto o Linnyker interrompia sua coordenação, fazendo-o engolir toda a extensão de seu pênis. Um grosso fio de saliva escorria da boca de Rafael, Linnyker socava com força e não parecia se preocupar com muita coisa.

A penetração do Rafael estava cada vez mais profunda, as paredes de Tarik já estavam acostumadas então o pênis do loiro poderia ir e voltar com muita facilidade, dando um prazer imenso com a contrações causadas pelo tesão de Tarik. Claro que Rafael respondia, pulsando o seu membro contra as contrações do menor, o deixando louco enquanto o mesmo puxava os fios de cabelo do maior. Linnyker já chegava em seu ápice juntamente com Rafael, ambos gemiam quase em conjunto. Linnyker então viu que seu ápice já estava chegando, e assim que seu sêmen foi despejado, direcionou-o novamente a boca de Rafael, rapidamente tirando e colocando com toda a orça na boca do Tarik, fazendo com que ambos bebessem de seu liquido quente e viscoso.

Rafael despejou na coxa de Tarik em seguida, roçando sua glande sobre a poça de esperma, espalhando-o enquanto seu pênis ainda cuspia mais daquele liquido esbranquiçado. Por fim, sobrou o Tarik, que ainda excitado, pedia por mais e mais estímulos, o que fez com que Rafael e Linnyker tivessem uma ideia para tortura-lo.

Rafael se posicionou com as pernas abertas atrás de Tarik, sentando e o puxando para si, enquanto o Linnyker ficou de frente para o moreno, o encarando de maneira maliciosa, o masturbando lentamente e pondo a ponta da língua no freio de sua glande, fazendo o menor se contorcer e gemer ao sentir os beijos e chupões do Rafael, que se encontrava logo atrás. Linnyker foi mais e mais rápido com os movimentos, e sempre que o Tarik ameaçava gozar, ele parava instantaneamente. Queria ver e ouvir as implorações do Tarik, pois apesar de estar sob um feitiço, ainda mantem as características sádica que sempre teve, e Tarik gostava, e por isso não usou nenhum artifício para influenciar o maior a fazê-lo gozar. Isso se repetiu por minutos e mais minutos, até que o de cabelos negros implorava com voz chorosa, para que Linnyker lhe desse o ápice que tanto desejava. O maior, já cansado por ter gozado mais duas ou três vezes enquanto torturava o Tarik junto com o Rafael, deu o que ele queria. E assim ambos deitaram um do lado do outro, enquanto se entreolhavam e riam.

Tarik suspirava feliz, mas algo parecia muito estranho. O feitiço se desfez, Linnyker acordou do transe juntamente com o Cellbit, se depararam com os caldeirões e velas apagadas e destroçadas no chão, os materiais de feitiço todos quebrados e um cheiro forte de fluidos corporais ecoava pelo local. Um silêncio tomou Hemwick, o céu não apresentava nenhuma luz, a cidade desmoronava rapidamente enquanto os bruxos se olhavam e se davam conta...o feitiço, o pacto para manter a cidade encantada viva e equilibrada, havia sido rompido devido à quebra do elo mágico sagrado que existia entre os bruxos guardiões. Agora os elementos trevas, luz e Ilusionismo estavam revoltados, e Hemwick ia desaparecendo lentaente...

Os bruxos deixariam de existir, um novo ciclo se abrirá em alguns séculos, com novos guardiões, estes mais prudentes e dignos de sua missão, para remontar e manter a cidade encantada das sombras.

Mas Tarik, Linnyker, Rafael jamais seriam perdoados, eles desintegrariam...

Para todo e mais absoluto sempre...

Hemwick jamais foi vista novamente, ao menos não até que houvessem novos guardiões.

 

 

 


Notas Finais


É basicamente isso /morrerei
Como primeiro lemon, ainda mais de Cellmitw (algo bem complexo, por se tratar de um trio), devo revelar que estou bem nervoso e não me atreverei a levantar boas expectativas, mas...só vamo.
Ah! Mas e essa capa LINDA E MARAVILHOSA DA FIC MIGA? QUEM FEZ?
Foi a Akise, claro <3 @cellmitw para os bonitos u_u <<<<<<33333333
Byew o/


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...