História Os Três Reinos - Interativa - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Criaturas, Cyberpunk, Luta, Pós-apocalíptico
Exibições 97
Palavras 1.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OLÁ, SWEETIES
VOLTAY
Primeiramente, quero pedir perdão por qualquer incomodo ou inconveniente ;n;
A fanfic havia sido excluída por não estar de acordo com as regras 1.1 e 1.5, mas estou consertando tudo ><
Ainda há vagas abertas, caso queiram saber mais, me mandem uma mensagem :D
Aos que estão participando, muito obrigada pela compreensão e paciência, foram muito amáveis <3
Quero avisar que é minha primeira fanfic de ação, espero que fique boa ><
Agora vamos começar :3
Espero que gostem, sweeties <3

Capítulo 1 - 1- O Começo


Fanfic / Fanfiction Os Três Reinos - Interativa - Capítulo 1 - 1- O Começo

Leiam as Notas do Autor, sweeties :3

Conta a lenda que há muito tempo uma criança nasceu em meio ao caos. Um garoto que pela profecia nasceria e morreria em berço de ouro, assim como todos de sua linhagem. Todos sabiam que ele tinha uma missão importantíssima para cumprir: salvar o mundo. 

Seu nome era Bernatoli Vinimum, vosso salvador, mandado diretamente por Ele para nos guiar. 

Com as palavras de sabedoria ditas desde pequeno instruiu todos à sua volta, dando-lhes sua benção, curando os enfermos, emprestando-lhes dinheiro. Com sua mão, Vinimum banhava o corpo dos necessitados, alimentava os famintos, acariciava os animais e plantas. Bernatoli Vinimum sempre foi o que todos precisavam que fosse.

Quando o reinado de seu pai, Emilian Vinimum, chegou ao fim, era sua vez de assumir. E dessa forma, passou a governar globalmente.

Bernatoli ganhou o bendito título de Santo, fundou sua própria religião, a Vinimum's Domum, construiu catedrais e palácios. O Santo continuava sendo bom aos olhos de seus admiradores e fanáticos, que passavam horas, dias, semanas apenas rezando como prova de sua fé. 

Mas a única coisa que reluzia que realmente era ouro em Bernatoli era seu trono maciço. 

 A mesma mão que alimentava, banhava, acariciava, fazia passar fome, matava, ordenava torturas. Os mesmos dentes que sorriam puramente, devorava a carne de prostitutas. 

O Santo nunca foi de fato santo.

Quando o reinado do lobo em pele de cordeiro caiu, não por saberem sobre seus pecados ou por ter morrido, ele simplesmente desapareceu de vista, os Três Reinos surgiram do pó e se estabeleceram. 

Werra dizia sempre: que vença o melhor.

Justitia calmamente soprava: pague na mesma moeda.

Enquanto Vitium permanecia cega, surda e muda. 


-x-

- Maxy? - a garota chamou, cutucando sua bochecha. 

- H-hum?.... - ele resmungou, sonolento. - O que foi?

- Já é de manhã. - ela levantou e pegou seu fiel companheiro, Mr. Morris. - Eu tô com fome.

Max se sentou lentamente e se deu um choque para acordar, ficando com os cabelos eriçados.

- Não temos mais nada? - ele levantou e pegou a mochila.

- Não... Comemos o último braço ontem...

- Então precisamos caçar. - ele disse enquanto pegava as poucas coisas que tinham e colocava na mochila.

- Onde dessa vez?

- Bem.... - ele olhou em volta. - Estamos 45° ao Sul de Memphis. É a opção mais segura.

- Memphis?! - Laura disse, pulando de alegria. - Lá é tãããão legal!

Max riu e bagunçou o cabelo da criança já crescida. 

- Precisamos ir logo, são mais de 3 horas de caminhada nas Dunas. 

E com isso, partiram para Memphis.

O povo lá era o mais exótico de toda civilização. Era uma cidade de Vitium, diferente da maioria. Lá, você poderia fazer o que quisesse. A maior parte do povo era composto por Animalias, Blocks e alguns Mentary. Era considerada a capital do comércio, das drogas e das prostitutas. Eram poucos os miseráveis e todos moravam em Lomis Town, um pequeno bairro afastado do centro. 

Durante todo o caminho, Max cantarolou e fez piadas, aproveitando o raro bom humor da amiga. 

Laura é quase o completo oposto de Max: é mal humorada, nada simpática, agressiva e é como se tivesse mestrado em tortura. Enquanto isso, ele é gentil, amigável e só mata quando necessário. Mas, por algum motivo, se completam. Talvez seja pela necessidade que Max sente de cuidar e Laura de ser cuidada. 

Max é um garoto magro, tanto por genética quanto por fome, alto (1.78m), corado pelo sol, loiro e de olhos azuis energizantes. É possível ver pequenas correntes elétricas passearem por seu corpo quase o tempo todo, além de ter centenas de espasmos musculares, ainda mais quando fica parado por tempo demais, acumulando energia. É um garoto bonito, mas com olheiras centenárias.  

Já Laura só tem 1.55m e é um pouco mais musculosa. Seu cabelo é ruivo e raspado nas laterais e nuca, e a parte de cima é bem comprida, chegando até o quadril. Ela é sempre branca demais por estar o tempo todo coberta dos pés à cabeça. Os olhos são sempre escuros e profundos, com pequenas olheiras pela falta de um sono decente. Porém, continua sendo metade ScY, então em sua forma completamente mascarada é mais bonita.

- Como foi a noite? - ele perguntou, tentando manter algum contato.

- Você teve mais espasmos que o normal e eu vi um Kinim.

- Aquelas coisinhas dentuças e pequenas?

- Sim! E ele tinha um rabo tão fofinho!

De repente, Laura ficou séria e parou, segurando o braço do companheiro, que logo entendeu o recado. Os dois ficaram em completo silêncio enquanto a garota olhava para todos os lados devagar. Aparentemente era alarme falso. Laura tirou seu cobertor do pescoço e se virou. 

- Alarme falso? - Max sussurrou. Laura não moveu um músculo. 

- Alguém está aqui. - ela sibilou, fazendo Max prestar mais atenção.

Bem ao longe, atrás de algumas pedras, Fate os observava. Por ter quase tropeçado em uma pedrinha fez barulho suficiente para Laura se preparar. 

"- Merda! - ela pensou."

Mas Fate era uma raposa esperta. Ela continuou em silêncio, respirando silenciosamente.

Laura já estava desconfiando dos próprios sentidos. Afinal, era uma Mad, alguém conhecido pela loucura.

- Alarme falso... - ela murmurou para Max, ainda desconfiada. - Vamos logo. - Laura agarrou sua mão sem mais nem menos e o fez andar mais depressa.

"-YES! - Fate gritou internamente."

Ela voltou a se mover, sendo o mais cuidadosa possível, se escondendo atrás do que podia. 

-x-

Quase 3h depois, sob o Sol escaldante das Dunas, a dupla já avistava Memphis.

- Olha! - Laura exclamou quando viu as luzes do Ciniro, a torre mais alta em um raio de 80km. 

Max sorriu e bagunçou o cabelo dela.

- Temos um pouco de dinheiro, mas não podemos gastar tudo. Entendeu? - ele disse, pegando na mão da garota.

- Sim, Maxy. - ela sorriu, animada por chegar em Memphis.

Lá atrás, Fate os seguia. Ela quase fora descoberta duas vezes durante o percurso, mas agora eles já não suspeitavam de nada. 

"- Finalmente vou comer depois de dias!"

A verdade é que a pequena pilantrinha teve que fugir da última cidade em que estivera. É sempre assim: ela engana o máximo de pessoas que pode no período de três dias, conseguindo dinheiro, comida, até moradia temporária. Então foge antes que qualquer um perceba. 

O cabelo longo da garotinha balança enquanto ela caminha. Ela ajeita a pequena cartola em sua cabeça e continua caminhando enquanto pensa no tipo de cena que vai fazer.

-x-

Quando chegam oficialmente em Memphis e entram sem nenhum tipo de problema, Max fica estático. São muitos sons, cheiros, sabores, pessoas ao seu redor. É muita eletricidade de uma vez.

Ele começa a ouvir um zunido já conhecido, típico de quanto está sobrecarregado. 

- Tudo bem, Maxy? - Laura pergunta, apertando um pouco sua mão. 

-..... - ele respira fundo e sorri de canto. - Claro. 

Fate aproveita a deixa para se misturar no meio do povo, procurando possíveis vítimas antes de ir direto para o prato principal: a dupla de amigos. Ela perambula, rouba alguns tostões, consegue algumas sobras de comida, etc. Tudo acontece como deveria.

Enquanto isso, o aparente casal vai até um pub subterrâneo que Max já conhecia. O lugar é pequeno, quente e fede a sexo e urina de gato. Haviam poucas pessoas, a maioria bêbadas. Uma iguana veio os cumprimentar.

- Bem-vindos ao Cristil, o bar mais aconchegante da cidade. - ela sorriu e lambeu um dos olhos. - Sintam-se à vontade. - a mulher deu espaço para eles entrarem.

Laura arrastou Max para a mesa mais longe possível do banheiro e pegou o cardápio, que basicamente só tinha carne de Kinim e bebidas proibidas na maioria das cidades. 

- Vamos querer dois Kinims e uma dose de Pupila. - Max disse e entregou os cardápios para a iguana, que saiu rebolando. 

- Esse é o mais aconchegante?... 

- É Memphis. Você sabe, comércio, drogas e putas. - o loiro disse e deitou a cabeça na mesa.

 


Notas Finais


É isso por hoje :D
não é o melhor capítulo, mas é só o começo >< Espero que tenham gostado :3
Caso queiram a ficha ou saber mais sobre as raças, ou tiver qualquer dúvida, comente aqui em baixo ><
Comentários, dicas e críticas são sempre bem-vindas


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