História Os Vingadores - Novo Começo - Capítulo 7


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Natasha Romanoff, Nick Fury, Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Thor
Tags Ação, Assustador, Aventura, Ficção, Romance, Sexy, Sublime, Suspense
Exibições 40
Palavras 721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi leitores!!!
Mil perdoes pela demora, estou muito doente esses dias :( ... mas nao vem ao caso.
Boa leitura!

Capítulo 7 - Descontrole


  Houve uma época, enquanto estava na HYDRA, que eu me imaginava tirando fotos em cada canto do mundo em diferentes estações, fantasiando as pessoas que eu poderia conhecer, as músicas que eu iria ouvir, as cores que eu ia ver.  Mas isso foi há tanto tempo, eu ainda era uma criança, com esperanças e sonhos que não passam de um pensamento vazio.

  Não posso dizer que hoje eu tenho um sonho, está mais para objetivo: descobrir quem assassinou a minha mãe, e acabar com ele, ou ela.

  Estava voltando para o meu quarto, sozinha, embora estivesse tarde todas as luzes permaneciam acesas. Todo o ambiente era tão limpo, que mal se notava qualquer cheiro, o que não o deixava menos sem cor.

-Acordada há essa hora Srta. Stark? – alguém perguntou atrás de mim.

Era Clint.

-Eu não sou uma Stark – arqueei as sobrancelhas – meu nome é Katrina.

-Não é hora de crianças estarem na cama?

-Pode ir então – retruquei.

Ele riu.

-Perdi o sono, atirar me distrai um pouco – só então notei que ele estava segurando seu arco – quer me acompanhar?

-Não tenho nada pra fazer mesmo.

 

-Acenda isso – Clint colocou uma vela na mesa à minha frente.

-Devo começar a cantar parabéns também?

-Antes de tudo você tem que aprender a controlar seus poderes, não da pra você ficar explodindo as coisas.

-Não é tão simples como parece.

-Você deveria se ligar a uma emoção, uma coisa que impulsione os seus talentos, amor, medo, tristeza...

-Que tal raiva?

-Considerando seu histórico, usaria seus poderes o tempo todo dessa forma... vamos lá, faça alguma coisa.

Revirei os olhos, e olhei para a vela, tentando achar um jeito de me concentrar.

Repetia pra mim mesma: acende, acende, acende.

-Isso é ridículo – eu disse olhando para Clint.

-Claro que é, você não está nem tentando – ele arregalou os olhos – vamos fazer de um jeito diferente.

Cruzei os braços.

Ele pegou seu arco, e o apontou com uma de suas flechas para mim.

-Ei ei, você é insano? Abaixe isso.

-Se você conseguiu explodir todas as janelas de um andar desse prédio, parar uma flecha não vai ser muito difícil.

-Espere, eu não estou pronta pra isso.

-Três.

Ele não faria isso.

-Dois.

Faria sim.

-Um.

Ele disparou a flecha e eu já me preparei para ser atingida.

Mas era como se o tempo tivesse congelado, eu via a flecha vinda na minha direção bem devagar. Eu coloquei a mão direita na minha frente, e senti o ar empurrando a flecha pra trás, fazendo a velocidade dela diminuir e parar na minha frente.

Eu olhei pra ele e sorri com o canto da boca.

Em seguida a ponta da flecha começou a piscar. Senti o meu corpo ser jogado pra trás e me arremessando contra a parede que estava logo atrás de mim.

A explosão não foi forte o suficiente para me machucar, mas me deixou furiosa, eu me levantei.

- Qual é o seu problema?

-Deu certo não foi?

-Isso é um tipo de jogo pra você? E se eu não tivesse parado a flecha? Eu não sou um tipo de brinquedo que vocês podem ficar testando.

As paredes começaram a tremer.

Clint começou a ficar sério.

-Você precisa se acalmar.

  “Eu estava submersa em um tanque de água enorme, as paredes eram de vidro. Conseguia ver Rayna e os outros cientistas do lado de fora, me observando e fazendo anotações.

Prendia a respiração com muito esforço,sem pouco ar, não conseguiria me manter viva por muito mais tempo, minha epiglote havia fechado para impedir a passagem de ar ou água. Perdi a capacidade de respirar e comecei a ficar inconsciente. O meu corpo começou afundar, rapidamente,devido a falta ar nos pulmões e densidade da água.

Minha próxima memória, é acordar numa maca, após injetarem adrenalina em mim, e me darem vária séries de choque para me trazer de volta. Na HYDRA,era tudo um jogo de poder para eles.”

-Katrina, ei se controle – Clint estava gritando.

Eu ouvi o som do alarme de incêndio.

A vela estava acesa, e o fogo começara a se alastrar pela toalha se mesa. Olhei fixamente para o fogo sem conseguir me mover, o que só fez o fogo aumentar.

Steve entrou correndo na sala, com um extintor, apagou o fogo e olhou pra mim assustado.

-Você está bem? 


Notas Finais


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espero que tenham gostado.
ate o proximooooo
;***


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