História Ouat After High School - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Capitais Swan, Ouat
Exibições 34
Palavras 2.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Family Moments


pov Emma

Já era domingo e eu estava arrumando Hope pra ir pra casa de Killian, o qual eu não tinha feito contato desde o dia do encontro. 

-Filha vamos? Já tá ficando tarde?-eu disse impaciente prendendo meus cabelos em um rabo de cavalo esperando ela descer. Ela desceu com dificuldade carregando uma mochila e seu grande urso de pelúcia e seu mini panda. Bati a mão na testa e respirei fundo- Meu amor. Não vai dar pra você levar isso ok?
-Por que não?-ela perguntou sem entender
-Por que se você levar o urso, o tio Killy vai ficar com ciúme. Você dorme sempre com ele e no dia que vai dormir com o titio você leva o ursinho? Acho que o ursinho quer descansar um pouco.-ela me olhou e olhou o ursinho pensativa.
-Mamãe. Cuida dele pra mim tá bem?-ela disse colocando o urso no sofá e dando um beijo em sua bochecha
-Certo filha.-eu concordei e entrei no carro pra levar ela pra casa de Killian.

Chegando lá eu deixei ela dentro de sua casa e antes de eu pensar mais em sair Killian me convidou pra entrar.
-Como foi?
-Como foi o que?
-O seu encontro. Vi vocês se beijando, parece que estão namorando certo?-ele disse olhando pra seus dedos
-Claro que não! Decidimos que não damos certo colo casal, só colo amigos mesmo-eu disse seria e ele tentou segurar um sorriso eu ouvir.-E você e Tinker?
-Não deu certo também.-ele disse me poupando dos detalhes
-Er... Tchau.-eu disse sem falar mais nada e ele acenou com a cabeça. Não acho que Killian tinha realmente aceitado que eu não havia o desculpado, mas pelo menos ele estava respeitando a minha decisão e isso realmente foi ótimo pra mim. 

Ao chegar em casa tomei meu banho e prendi meu cabelo em um coque firme dessa vez, e fiquei só de lingerie e de roupão, que era bem quentinho. Agora que o fim de ano estava chegando, tudo estava ficando mais frio que o normal.

Fiz um prato de brigadeiro e levei pra a sala me deitando abraçada com o urso de pelúcia de Hope, que era enorme, quase do meu tamanho. Coloquei algumas séries na tv e comecei a assistir enquanto comia o brigadeiro.

{...}

No outro dia, resolvi caminhar pra aquecer o corpo e não perder s forma nesse frio. Vesti uma legging de academia preta, uma blusa azul e um tênis branco. Amarrei meu cabelo já sujo em um dano de cavalo e coloquei um casaco branco e azul, também próprio pra a academia, e comecei a correr. No começo estava muito frio por isso entrei no starbucks que é logo na esquina da minha casa e comprei um café com chantilly e canela por cima. Tomei o meu café na garrafinha térmica e comecei a correr.

Depois de muito tempo correndo acabei chegando em um parque público e acabei sentando ofegante em um dos bancos.
-Em?- franzi a testa e abri meus olhos me endireitando na cadeira olhando a pessoa que tinha me chamado. Dei de cara com lisos cabelos escuros e um sorriso idêntico ao de Killian.
-Liam!-sorri e dei um beijo em sua bochecha.-O que está fazendo aqui? Você deveria estar na aula. O que aconteceu?
-Marian aconteceu!-ele disse suspirando- Ela tem ciúme de uma garota da escola e só por que eu acabei trancado com ela dentro do armário do zelador, Marian acha que eu fiquei com essa garota-ele disse frustrado e eu fiz uma careta
-Mas eu não a culpo... Você teria feito o mesmo. Todo mundo teria.-eu disse compreensiva e ele se voltou pra mim
-Mas o problema é que eu não fiquei. E eu tenho provas.-ele tirou um bilhete do bolso do casaco onde tinha escrito "Me encontra na sala do zelador! Bjs, Mari"-E essa letra é igual a dela!
-Nossa... Essa garota é uma p... Ridícula mesmo-eu disse e nós dois rimos. Eu tive uma ideia pra ajudar eles.-Onde ela está?
-Ali-ele apontou pra minha irmã que estava muito longe de nós, rodeado de amigas.
-Vou mandar uma mensagem incentivando ela a acreditar em você-eu disse e mandei "Não faz merda pelo amor de Deus. Acredita no Liam, ele tá falando a verdade" Ela respondeu "Sério? Então por que ele não vem me falar isso?" "Ele tá desesperado" "ele tá bem?" "..." Desliguei o celular e quando notei Liam já estava comprando algumas rosas que ficavam do lado de uma barraca de algodão doce. Ele tinha comprado um algodão doce também.
-O que foi? Que cara é essa?-ele perguntou receoso
-Liam... Eu acho que ela... Você precisa ir atras dela, antes que seja tarde demais.-eu disse fingindo preocupação e nesse exato momento vi Marian cumprimentando um amigo dela. Vi que seus olhos se encheram de água
-Pra que? Ela nem vai me escutar mesmo!
-Ei! Nunca mais pense nisso de novo ok? Não importa se você ache que ela vai te ignorar, ou vai fugir. Se você acha que deve fazer uma coisa, faça. Se pra você ela vale a pena, faça. Marian é uma pessoa muito especial e eu não to falando isso como cunhada. Eu to falando isso como amiga. Eu conheço vocês antes de vocês mesmos.-eu disse revirando os olhos e ele riu fraco-Presta atenção. Você sabe se é tarde demais?-ele negou- Você sabe se ela vai ignorar você?-ele demorou mas negou- Você ainda vai pensar em fazer outra coisa, além de ir atrás dela?-ele sorriu e depois negou. 
-Obrigada Emma, eu te amo.-ele me abraçou forte e eu sorri
-Eu sei. Eu também te amo Lim-eu disse lembrando do apelido que eu costumava o chamar.-Você a ama de verdade?-perguntei olhando em seus olhos e ele sorriu
-Eu sei que a gente ainda é muito novo, mas sei lá... É desde sempre assim-ele disse e eu ri.
-Tem razão. Só vai atras dela ok? E quando você conseguir ela de volta, não deixa mais ela ir.
-Pode deixar Em-ele disse e beijou minha bochecha antes de sair correndo atrás de Marian. Sorri ao ver ele todo desesperado pedindo desculpas e tentando explicar tudo.

Ele se embolou todo nas palavras e acabou derrubando as flores e quando foi levantar totalmente envergonhado por ter passado vergonha na frente dela e de suas amigas, ela pulou em seu colo e o abraçou. Achei realmente fofo. Acabei voltando pra casa e recebendo uma mensagem da mãe de uma amiga de Hope.
"Minha filha vai fazer uma festa do pijama nessa sexta. Hope vai poder ir? O endereço é xxxxxxxxx" Olhei na agenda pra ver se tinha alguma coisa marcada e ela tinha médico. Mas era de tarde. Então depois eu poderá levar. Respondi avisando que estava tudo combinado e tive uma ideia. 

Como ainda era de manhã, e eu tinha o dia todo antes de Hope voltar, eu poderia passar o dia na casa da minha mãe. Mandei mensagem pra Killian pra depois deixar ela lá. Tomei um banho e vesti hmmm vestido escuro todo florido e apertado ao corpo. Menos da cintura pra baixo que era mais soltinho. Calcei minha bota marrom de couro e de salto e coloquei um sobretudo pois estava fazendo frio. Penteei meu cabelo e mandei mensagem pra os meus pais avisando que daqui a pouco iria chegar lá e eles avisaram que não tinham feito almoço. 

Passei no Granny's e comprei nosso almoço frio e quando cheguei lá coloquei na geladeira pra quando na hora que quisermos, fosse só esquentar. 

Estacionei meu carro do lado de fora da casa e entrei lá.
-Mãe? Pai? Cheguei!-eu avisei e logo minha mãe chegou toda suja de farinha de trigo.
-Oi filha! Eu to fazendo uma torta de maçã. Quer vir me ajudar?-ela perguntou e eu concordei. Coloquei minha bolsa e meu casaco em cima da mesa e amarrei meu cabelo pronta pra ajudar a minha mãe. Ela me deu um beijo na testa e começamos a conversar sobre como estava a minha vida enquanto fazíamos a torta.
-Cadê Hope?-ela perguntou e eu disse
-Ela dormiu na casa de um amigo...-eu disse sem querer contar mais detalhes
-Ah tá... Seu pai só chega na hora do almoço, então temos algum tempo juntas. Vou pintar a sua unha!-ela disse empolgada terminando de cobrir a torta e a colocando no forno. Quando terminamos batemos as nossas mãos em forma de cumprimento e ela foi buscar os acessórios de esmalte em seu quarto.

Tirei meu sapato e me sentei no sofá prendendo meu cabelo. Mal tinha secado e ele já estava ficando duro. Ela vez as minhas unhas enquanto falávamos sobre as pessoas. Minha mãe era muito a minha amiga. Terminamos de fazer a unha e enquanto ela fazia a dela a minha mão estava estática por ordens dela.
-Acho que na tá seco-ela disse tocando nas minhas unhas pra conferir
-Ainda bem. Meu cabelo tá me incomodando-eu disse enrolando ele.
-Meu Deus.-ela disse como se tivesse visto um fantasma
-Mãe! O que houve?
-Seu cabelo! Você penteou?
-Sim mãe-eu disse cansada. E lá vamos nós. Ela vai começar a falar do meu cabelo.
-Passou creme? Hidratou? Meu Deus filha!-ela disse quando eu neguei suas últimas perguntas. Ela subiu até o seu quarto e depois de um tempo quando desceu já estava com uma toalha, escova e vários cremes na mão.
-Pra a lavanderia. Agora!-ela disse e eu obedeci. Me curvei e ela lavou meu cabelo na torneira da lavanderia mesmo. Ela lavou e hidratou meu cabelo e quando terminou me levou até a sala.

-Tenho aqui 
uma porção
De coisas lindas
nessa coleção 
Por isso eu posso dizer que eu sou
Alguém que tem
quase tudo!-minha mãe começou a cantar a música que sempre cantava quando era menor e penteava meu cabelo. Sorri e logo continuei
-O meu tesouro é tão precioso
Tudo que eu tenho é maravilhoso
Por isso eu posso dizer
Sim, tenho tudo aqui-Cantei e ela riu vendo que eu me lembrava da música.- Essas coisas estranhas curiosas
Para mim são bonitas demais
Olha essa aqui, preciosas.
Mas pra mim, ainda é pouco.
Quero maaais.-Quando notei que ela já tinha terminado de pentear meu cabelo me levantei e comecei a encenar a cena, como se eu fosse a pequena sereia.
-Eu quero estar onde o povo está
Quero ver um casal dançando
E caminhando em seus... como é que eles chamam?
Ahh... pés

As barbatanas não ajudam não.
Pernas são feitas pra andar, dançar e passear pelas... Como é que eles chamam?
Rua

Poder andar, poder correr, ver todo dia o sol nascer 
Eu quero ver, eu quero ser, ser desse mundo 

O que eu daria, pela magia de ser humana
Eu pagaria por um só dia poder viver

Com aquela gente, e ficar
Fora dessas águas
Eu desejo, Eu almejo Esse prazer- Eu disse interpretando e minha mãe me olhava com um sorriso bobo e quando percebi, meu pai me encarava encostado na parede da porta e eu ri envergonhada. Eles bateram palma e eu ri.
-Vamos almoçar?-eu disse mudando de assunto e minha mãe e eu fomos arrumar a mesa enquanto meu pai ia tomar um banho. Ele foi pra o banheiro e logo quando voltou, o almoço já estava na mesa. 

Almoçamos e conversamos sobre antigamente.
-E quando a Mari chega?-perguntei curiosa
-Ela ainda tá na praça com os amigos-minha mãe disse dando de ombro
-Já tá tarde. Ela almoçou por lá?-meu pai perguntou
-Provavelmente- eu disse. Conheço bem a minha irmã e sei que se ela tivesse com fome provavelmente já estaria aqui em casa.
-E a minha netinha? Como ela está?-meu pai perguntou fofo e eu suspirei
-Ela dormiu na casa de um amigo...
-O QUE? Como assim ela já tá namorando?-meu pai surtou me fazendo gargalhar
-Não pai. O meu amigo. Ela dormiu na casa do Killian-eu disse rindo e revirando os olhos
-Amigo?-minha mãe disse surpresa
-Ok, talvez não amigo meu. Mas eles estão muito juntos ultimamente
-Eles sabem que são pai e filha?-meu pai perguntou cauteloso
-Claro que não!-eu disse-Não pretendo contar agora
-Mas eu tenho a impressão que logo logo ele vai descobrir-ela disse e eu suspirei
-Não sei se quero que ele seja pai dela...-eu disse e eles me olharam como se eu fosse louca- Quer dizer, eu não sei se quero que ele comece a cuidar dela como se fosse pai, e ele acabe ficando louco e magoando ela do jeito que ele me magoou. Ele me mostrou que ele não é uma pessoa confiável.-meus pais se entreolharam e eu não entendi
-Filha... Mas não acho que foi culpa dele-minha mãe disse
-Tem razão. Foi culpa da bebida que ele tomou sem consequências. E se ele resolver fazer de novo? Vai virar uma pessoa totalmente ao contrário do que sempre foi e agir de maneira psicopata?-eles se entreolharam de novo e meu pai disse
-Então filha... Já parou pra pensar que Killian nunca foi assim?
-Óbvio que já-respondi impaciente
-Então... Você acha que a bebida pode mudar ele desse jeito? Claro que a bebida te deixa mais alegre e tal, mas ele mudou de mais de atitude. Parece que estava sob efeito de alguma coisa...mais forte.-arregalei os olhos
-Então ele se drogou, é isso? Olha eu desisto! Isso só fica cada vez pior e eu não quero ter vontade de proibir ele de ver Hope.
-Não filha, não é is...
-não importa ok? Só não to afim de falar sobre isso agora!
-Você que sabe meu amor-minha mãe concordou recolhendo os pratos do almoço e levando pra a pia.
-Vamos assistir a um filme?-meu pai disse empolgado e eu bati palmas concordando
-Pode ser A pequena sereia?-eu disse fazendo biquinho e eles concordaram.
-Claro que pode!-minha mãe disse. Ouvimos um barulho da porta e de repente, Marian aparece com algumas flores e uma expressão sonhadora
-Então com você, apresento o efeito Jones-eu disse apontando pra ela que revirou os olhos e riu
-O qual você conhece muito bem né?-e riu arrancando risada dos meus pais e dei um tapa de leve em sua cabeça que gargalhou.
-A gente vai assistir a pequena sereia!-eu disse indo fazer pipoca.
-Mas você acabou de almoçar, pra que quer pipoca?-Marian disse sem entender. Ela chacoalhou a cabeça dizendo-Esquece. Vou tomando o meu banho.
-E eu vou colocando o dvd!-meu pai disse
-E eu vou pegando os doces!-minha mãe disse e cada um vez a sua parte, logo estávamos no sofá assistindo a primeira cena do filme "a pequena sereia".

{...}

-Eu amo esse filme-eu disse limpando uma lágrima que escorria sobre meu rosto
-Por que você tá chorando criatura? Isso é um conto de fadas!-minha irmã disse sem entender
-Porque é taaaaao lindooo-eu disse derrubando mais uma lágrima
-Então você tá chorando?-meu pai disse com uma expressão confusa
-Por que não é verdade!-eu disse brava fazendo um biquinho e eles riram. Minha mãe me puxou pra um abraço e por um momento ficamos só dentro do abraço uma da outra. Até que meu pai e Marian se juntaram a nós e ficamos dentro desse abraço por algum tempo. Até que eu chutei meu pai sem querer e ele começou a fazer cócegas em mim. Toda a família se divertia com isso até que a companhia tocou. Minha mãe foi atender ainda entre risos e eu e meu pai continuamos brincando na sala.

Logo minha mãe volta com Hope que veio saltitando e quando eu penso que está tudo bem, Killian aparece com um sorriso cumprimentando meus pais. Meu pai para de fazer cócegas em mim e eu arrumei meu cabelo que tinha ficado totalmente bagunçado depois disso.
-Killian, quer ficar jantar?-minha mãe perguntou simpática e ele sorriu animado
-Oba!!! Ah espera... Eu já tenho um jantar marcado hoje-ele disse desapontado coçando a nuca e eu estreitei meus olhos como se estivesse com ciúme. Ok, qual que é o meu problema? Ele percebeu e logo se corrigiu-Quer dizer, eu vou jantar com a minha mãe hoje!
-Que bom! Manda um beijo pra Milah!-minha mãe disse empolgada-e pra o seu irmão, e pra o seu pai, e pra a sua babá-eu interrompi ela se não não ia terminar mais 
-Resumindo, pra todo mundo.-eu disse e eles riram
-Queria poder ficar pra jantar-Killian disse desapontado e minha mãe riu. Eu desisto! Minha família é louca. O cara com vergonha e minha mãe rindo dele. Socorro.
-Pode ficar tranquilo meu anjo. Ainda vão ter muitas oportunidades-minha mãe disse piscando pra ele e olhando pra mim, que provavelmente corei de vergonha. Killian disse que estava tarde e resolveu voltar.

Me despedi de meus pais e de Marian e disse que ia levar Hope pra comer em casa mesmo, por que eu to com saudade dela. Ela me contou de várias coisas que eles ficaram fazendo juntos e ela até mencionou um desenho lindo que viu no quarto dele, mas não dava pra entender nada que ela tentava explicar. Só entendi: mulher, amor e bebezinho.



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