História OUAT em Storybrooke - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Lanaparrilla, Onceuponatime, Outlawqueen, Reginamills, Robin, Seanmaguire
Visualizações 175
Palavras 2.831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha eu aqui um dia depois! Na certa estou tentando recompensar vocês por mais de uma ano de espera. Boa leitura!

Capítulo 26 - Ciúmes


Fanfic / Fanfiction OUAT em Storybrooke - Capítulo 26 - Ciúmes

> {Resultado: O suposto pai tem no mínimo 99,99% de ser o pai biológico do filho}

Robin passou as mãos em seu cabelo com pesar. Sim, ele seria pai daquela criança. Desde que Zelena chegara ele ainda não tinha nenhuma certeza, mesmo achando possível, mas no fundo, agia como se ela não fosse dele. Nesse momento o fardo que carregava nas costas há dias pareceu aumentar em grande proporção sobre seus ombros.

– Meu Deus... – sussurrou para si mesmo – O que eu fui fazer?

Passou os dedos por suas têmporas cansadas. Era real, Zelena seria a mais nova mãe de seu filho. Era inacreditável que apenas um simples deslize acarretara isso. Pensou em como seria a sua vida de agora em diante, pensou na falta que Regina fazia e que talvez nunca mais fosse tê-la. Robin fechou uma de suas mãos em punho e bateu na mesa fazendo objetos caírem. Robin se levantou e andou de um lado para o outro. Seus pensamentos estavam a mil. Pobre homem, o destino o havia pregado uma peça e ele não sabia como sair de seu papel.

– Preciso dela... Preciso dela. Eu não aguento mais. – pensou alto mais uma vez.

Sem pensar muito, pegou as chaves do carro e disparou deixando a delegacia sozinha. Era segunda-feira e o sol esquentava com fervor as ruas de Storybrooke, pois estava em seu horário mais quente. Meio dia e Robin se dirigia para a prefeitura. Ele não sabia realmente o que estava fazendo, mas um desespero misto de uma saudade incontrolável o fez querer mais do que qualquer coisa falar com a mulher que habitava em seu coração. Parou bruscamente em frente ao prédio branco. Ao entrar, andou pelo corredor com a respiração e com passos pesados. Bateu duas vezes na porta e já ameaçou entrar.

–Já voltou do almoço, Graham? – disse Regina com os olhos concentrados em papeis distribuídos por sua mesa.

– Não, não é Graham. – disse assim que entrou ficando estático em frente à porta ainda aberta.

Regina foi desperta de sua concentração ao ouvir aquela rouca voz que conhecia tão bem e que povoava os seus pensamentos. Sentiu um formigamento por todo o seu corpo e não conseguira distinguir exatamente o que sentiu naquele momento.

– O que você faz aqui? – conseguiu pronunciar com dificuldade, mas seu tom trazia frieza.

Ah Regina, sempre tentando esconder o que sente.

– Eu estou aqui por você. – disse e logo engoliu seco.

Ele estava nervoso e seu peito arfava.

– Saia daqui, Robin. Não temos nada para falar.

– Sim, nós temos, e eu não vou sair daqui até você me ouvir. – disse tentando pronunciar a oração da forma mais calma possível e ao terminar a frase fechou a porta atrás dele.

Regina respirou para falar algo, mas logo foi interrompida por ele:

– Eu não aguento ficar longe de você mais um só segundo... – sua voz embargou e pareceu ter algo na garganta, logo se esforçou para continuar – Eu amo você, Regina. Me perdoe por tudo isso que eu causei a nós dois,  me perdoe por ter estragado tudo, por ter mentido, mas... Eu preciso que acima de tudo você me dê uma nova chance de recomeçar com você...

– Você mentiu pra mim. – Regina o interrompeu e sua voz saiu mais embargada do que queria. Seus olhos denunciavam lágrimas.

– Eu sei... – uma lágrima pesada caiu do rosto de Robin e quase não molhou sua face passando direto para o chão de tão pesada – Eu sei... E eu me sinto culpado a cada dia por isso. Mas eu te amo, Regina. – ele se aproximou dela, que por sua vez, já estava de pé em frente a sua mesa.

Ao ver a sua aproximação, ela dá dois passos para trás.

– Eu já recebi muita pancada da vida, Robin, você sabe disso, mas com você eu pensei que seria diferente, eu pensei que eu poderia... Eu fui uma idiota. – ela trazia magoa em sua fala.

– Não, não meu amor, você não foi nenhuma idiota, eu que fui ao te magoar. – Robin se aproximou mais e levemente tocou um dos braços da morena com a ponta de seus dedos ansiando por finalmente toca-la depois de tanto tempo, mas também, denunciando receio.

As pontas de seus dedos roçaram levemente em sua pele e seus pelos eriçaram-se automaticamente. Ah... Aquele toque. Novamente ela sentiu um formigando, mas agora, especificamente onde ela a tocara. Ela pareceu que ia dizer algo, mas novamente foi interrompida por ele:

– Eu não sabia da existência dessa criança, foi apenas uma vez, Regina. Minha esposa havia morrido e eu estava vulnerável demais, Zelena me cercou durante anos de todas as formas e um dia eu fraquejei, mas eu não tenho sentimentos por ela, acredite em...

Robin é interrompido pela porta abrindo.

– Regina, trouxe aquele frango que você ama... – Graham se cala ao entrar totalmente e perceber a presença de Robin – Robin, não sabia que estaria aqui. – deveria ser um cumprimento, mas não soou assim, devido seu maxilar enrijecido.  

Ele suspira olhando o homem que acabara de entrar, mas logo volta o seu olhar para a morena.

– Regina, eu... – tentou Robin.

– Robin, vá embora. Eu não quero mais ouvir você. – ela desviou o olhar para o lado cortando o contato visual e uma lágrima percorreu a sua face. Ela rapidamente a secou.

– Regina... – sussurrou.

– Vá embora. – agora ela parecia implorar.

Robin apenas suspirou derrotado e saiu rapidamente sem nem olhar para Graham.

– Regina, você está bem? – Graham deixou as coisas em uma poltrona e logo veio ao seu encontro.

Ela apenas negou com a cabeça sentindo mais uma lágrima molhar o rosto. Ele a abraçou e acariciou o seu cabelo pousando seu queixo em sua cabeça.

– Calma... Não fica assim. Não vale a pena, meu bem. – disse Graham.

-❖-

Já era noite naquele mesmo dia e Regina passou o dia todo imersa em pensamentos. Cada palavra proferida por Robin repetia como uma fita cassete sendo rebobinada diversas vezes.

– Regina? – Graham a chamou pelo nome.

– Hum? – Perguntou erguendo o olhar.

– Me ouviu?

– Na verdade... Não. Desculpe. O que havia dito?

– Perguntei se você pode me deixar na minha casa, acho que hoje foi o meu dia de vir sem carro – riu – vou levar uma papelada para revistar em casa e não é nada leve.

– Sim, claro, tudo bem.

Rapidamente eles fecharam tudo e saíram cada um segurando uma pilha da papeis. Em poucos minutos estavam em frente à casa de Graham. Ao entrar naquela rua, onde Robin também morava, sentiu-se desconfortável.  

– Pronto? – perguntou Regina sorrindo torto.

– Sim, obrigado... Não sei como traria isso. – sorriu em retorno – Me ajuda a levar até a porta?

Ela assentiu com a cabeça e tirou seu cinto de segurança, ele repetiu o movimento e cada um pegou uma de suas pilhas.

– Pode deixar aqui na frente mesmo. – disse Graham colocando sua pilha em frente a sua porta principal e assim Regina o fez.

Ela foi se dirigindo ao seu carro e ao colocar a mão na porta para entrar,  Graham se aproxima dela.

– Regina...

– Oi? – vira-se para olha-lo.

– Desde aquela sexta-feira em que... Sabe, eu não consigo parar de pensar em você.

– Graham... Não acho que fizemos certo naquele dia.

– É sério, Regina, você é a mulher mais linda que eu já vi em toda a minha vida.

Do outro lado da rua, mas não tão distante, Robin estacionava seu carro em frente a sua casa e logo reconheceu o carro de Regina a alguns metros de distancia. Ele sabia que ali era a casa de Graham e sentiu seu coração apertar levemente. Apertou mais os olhos tentando ver algo.

– Eu não estou pronta para me relacionar com outra pessoa agora Graham. – disse Regina.

– Não estou pedindo para assumirmos nada agora, mas... Podemos ser como antes. – sem aviso Graham se aproximou mais dela e encostou seu corpo no carro ficando de frente para ela colando suas bocas em um súbito.

– Graham, espera... – tentou se livrar do homem.

Robin teve a sensação de ter recebido uma descarga elétrica em seu corpo. Sentiu uma ira dominar seu ser e enrijeceu seu maxilar cerrando os dentes.  Apressadamente andou em passos largos e pesados com as mãos já em punhos.

– Seu desgraçado! – gritou Robin surpreendendo os dois e empurrou Graham pelo ombro o afastando de Regina e dando um soco em seu nariz – Sai de perto da minha mulher agora! – a voz de Robin estava carregada de raiva e seus olhos ardiam em chamas. Seu peito arfava rapidamente e ele parecia tremer.

Regina leva a mão à boca pelo susto e se encosta mais ao carro por instinto. Ela nunca havia visto Robin tão transtornado daquela forma. Graham segura o nariz, que já sangrava, e geme de dor instantaneamente.

– Ela não é mais a sua mulher! – grunhiu com sangue em sua fronte.

– Eu não vou falar de novo, seu canalha! Tira essas mãos sujas da Regina! – Robin avança de novo.

Finalmente Regina consegue se mover e entra no meio deles.

– Para com isso, Robin! Para agora! – gritava tentando impedir que uma luta física começasse realmente.

Robin não tirava os olhos de Graham e eles continuavam a queimar de ciúmes e ódio.

– Você não tem mais nada com ela, seu idiota! Ela é tão livre quanto eu!  – provocou Graham.

Mais uma vez Robin tenta partir para cima dele, mas Regina fica de frente pra Robin e coloca suas duas mãos em seu peito.

– Sai daqui agora, Robin! Vai embora! – gritava desesperada.

– Não ouviu o que ela disse? Vai embora! – provocou Graham mais uma vez ainda segurando seu nariz ensanguentado.

Robin olha para Regina. Ele estava enfurecido.

– Você está com esse canalha? – perguntou irado, mas agora seu tom havia diminuído.  

– Robin, vai embora, por favor! – persistiu a morena.

– Regina, você está com ele? – agora a sua voz se elevou novamente.

Antes que ela pudesse responder algo, Graham a puxou para si como se estivesse protegendo-a de Robin.

– Vamos sair daqui Regina.

Abriu a porta do carro e a fez entrar no banco carona e logo em seguida entrou também dando partida não permitindo que Robin o interrompa.

Regina tremia no carro e sua respiração parecia falhar. Graham deu alguns socos no volante.

– Você não pode mais ficar perto desse cara. Ele é perigoso. – disse negando com a cabeça.

– Você está sangrando... – Regina se virou para ele – Meu Deus, pode ter quebrado. Eu não sei o que houve com ele...

– Não sabe, Regina? – Graham parecia muito aborrecido – Ele é descontrolado, você fez bem em se afastar desse sujeito.

– Dirija para o hospital. – limitou-se. Regina preferiu ignorar tudo aquilo naquele momento e resolver logo o problema físico de Graham.

Os dois foram até o hospital e o nariz do homem não havia quebrado, mas foi amassado com muita destreza, o fazendo levar dois pontos. Regina o ajudou no hospital e depois preferiu chamar um taxi para ele. Ela ansiava estar em seu quarto o mais rápido possível. Ainda estava nervosa com tudo o que havia acontecido e seu choro embargado desde a manhã denunciava querer sair.

(...)

Após a briga, Robin entrou em sua casa e foi direto para o seu quarto. Bateu a porta com força e se lembrou da imagem de ter Graham por cima de sua Regina. Ele balbuciou alguns palavrões e em um súbito esmurrou o espelho que havia em seu guarda-roupa. Rapidamente o seu reflexo se tornou desregular visto as grandes rachaduras que ele criou. Ainda não satisfeito, passou violentamente a mão em sua escrivaninha e derrubou tudo e qualquer coisa que havia nela.

– Desgraçado! – urrou.

Tirou rapidamente a sua roupa e entrou de baixo do chuveiro tentando se acalmar.

-❖-

– Ele estava beijando ela, David! – disse Robin ainda sentindo a raiva fluir por seu corpo.

– Cara, que desgraçado! – David colocou os seus cafés na mesa – Na certa, está aproveitando que você não está mais por perto. – negou com a cabeça.

Robin colocou um pouco de café na boca. Era a primeira coisa que colocava para dentro desde a noite passada.

– Eu não acredito que Regina está com aquele canalha. Sério, só de imaginar dá vontade que quebra-lo ao meio... E ela ainda o defendeu. Eu sou um idiota mesmo, fui atrás dela ontem e a noite já estava sendo beijada por outro. – diz enciumado.

– Ei, cara, vai com calma. Você não sabe o que aconteceu. Não acho que Regina ficaria com ele. – falou David.

– Eles já tiveram um caso, David! – mais uma vez uma onda de raiva passou pelo seu corpo.

David arregalou os olhos em surpresa.

– É. Por essa eu não esperava. Mas olha, se acalma, vamos nos concentrar no trabalho que é melhor.

– É, você tá certo, David. Falando nisso, vamos prender aqueles desgraçados hoje.

– Não brinca? Finalmente! Estava louco para prender aqueles idiotas. – David já se levantava da cadeira pegando algemas.

Sem demora, eles seguiram para a casa de Leroy que ficava próxima a mina. Chegando lá, bateram com força na porta, mas não obtendo resposta, decidiram arromba-la. Ao entrar, tomaram um grande susto em ver a casa totalmente vazia. A única presença existente era de ratos e alguns móveis vazios.

– Eu não acredito nisso! – David chutou uma cadeira velha – Eles fugiram, Robin! Fugiram bem na frente do nosso nariz!

Robin mordeu o lábio e soltou o ar de uma só vez.

– Eu te disse, eu te disse que deveríamos ter agido há muito tempo! – David continuava reclamando – Como vamos pegar o cara principal se perdemos a única pista? Como Robin?

– Eu não sei, tá legal? – gritou em resposta – Não faz sentido eles terem fugido, quase ninguém sabia que eles estavam na nossa mira.

– Só pode ser brincadeira... – riu David amargamente.

-❖-

Regina não havia ido para a prefeitura naquele dia. Sua cabeça estava a mil e precisava de um tempo longe de tudo e todos. Acordou um pouco tarde, devido à noite praticamente em claro que passou. Desceu as escadas preguiçosamente e fez um chá. Não sentia fome, mas desde o episódio que teve que ser socorrida pelos Nolan, passou a tomar mais cuidado. Sentou-se na bancada e avistou seu celular que havia deixado na mesma na noite anterior. Desbloqueou a tela e começou a ver as fotos em sua galeria. A primeira era do último encontro que teve com Roland no parque. Ela sorriu levemente sem mostrar os dentes e continuou passando as fotos. Ela havia excluído a maioria delas com Robin, mas ainda restavam algumas e quando as via ia passando rápido para não se martirizar mais. Chegou a um arquivo de áudio sem nome e deu play. As primeiras notas da músicas dos Beatles “And I Love Her” começaram a tocar e automaticamente Regina foi transportada por suas memórias a alguns meses atrás onde essa música representou um lindo momento...

“– Entendi amor. Ah e sobre o Roland, ele merece tudo, é uma criança muito especial. Sem falar que me diverti mais que ele. – sorri Regina lembrando-se.

– Sim, se divertiu mesmo. – fala apontando para o cabelo ainda sujo de tinta – Dorme aqui? Tá muito tarde. – disse Robin.

Regina assente e nesse momento os dois escutam um zumbido baixo de música e olham juntos para o lado. O rádio ainda estava ligado. Robin corre e aumenta enquanto a frase “She gives me everything and tenderly” era tocada. Ele sorri e estende a mão a chamando para dançar. Ela revira os olhos negando com a cabeça e faz reverencia como se estivesse de vestido. Os dois colam o corpo e se balançam lentamente ao som dos Beatles.

“Bright are the stars that shine, dark is the sky,  I know this love of mine will never die... And I? I love her.” [Brilham as estrelas, escurece o céu e eu sei que este meu amor nunca morrerá... E eu? Eu a amo."] – sussurra a letra no ouvido de Regina.

Ela aperta mais o corpo contra o dele e seus lábios se inundam em um sorriso.

No meio de uma tempestade é impossível ver o azul do céu. A luz do sol é escondida pelas nuvens pesadas e gris que dominam as regiões celestes. Os problemas são as nuvens. Ali, à frente, escancarados. Sim, são os problemas que sempre ficam a margem, são eles que sempre explodem em nossas mãos. A felicidade, bom... A felicidade é esse tal céu azul que fica por trás disso tudo e por muitas vezes muitos desistem antes de poder ao menos conhecê-lo por não poder enxergar e sentir a densidade da esperança. É, a esperança não tem densidade e isso torna tudo tão mais difícil. Fé. Fé é o alicerce da busca pela felicidade, pois, mesmo sem enxerga-la e só haverem nuvens pesadas no nosso campo de visão, algo maior nos faz ansiar por algo mais além dos apêndices que, como mortais, somos expostos todos os dias de nossas vidas. O sol parece ter raiado e quem sabe pássaros também não vieram cantarolar nesta manhã? Apenas aproveite, e como diz a canção “o novo virá pra rearmonizar a terra, o ar, a água e o fogo. Nada como um dia após o outro.”

-❖-


Notas Finais


E aí, como está o coração?
Essa última cena foi tirada do capítulo 13. Tem muita coisa pra acontecer e gente nova que vai chegar, então fiquem ligadas pois irei atualizar o mais rápido possível. Obrigada por lerem!


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