História Ouija - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Exibições 14
Palavras 911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores, estou aqui novamente com uma fanfic nova, espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Stuck?


Os passos desesperados, a respiração acelerada e o sangue de Hanna Moon deixavam rastros pela casa. Ela olhava para trás muitas vezes, contemplando a máscara de seu assassino com um sorriso medonho desenhado em sua face. Os olhares apavorados, o medo, o arrependimento, deixavam seu assassino vivo. Seus passos eram perseguidos e risadas insanas eram ouvidas pela casa.

A jovem mancava até as escadas, implorando piedade e chorando. Ela subiu as escadas, vendo seu assassino sair da cozinha, onde pedia socorro, segundos atrás. Seu assassino caminhava calmamente assobiando uma música que ouvira mais cedo, com uma faca dançante em seus dedos. A jovem mancou pelos corredores e se trancou em um dos quarto de sua casa.

—Você já sabe que não pode se esconder, por que insiste, meu amor?

Sua voz soou e a jovem tentou conter seus soluços. Passos na escada, seu assassino estava próximo.

—Você quer brincar de esconde-esconde? Tudo bem, eu começo contando, um...

Uma porta do corredor foi aberta e em seguida fechada. Hanna olhou em volta e reparou estar no quarto de sua mãe.

—Sabe, você costumava gritar meu nome e agora você o sussurra, por que isso princesa?

Ela correu até a escrivaninha e pegou o telefone fixo e levou á orelha. Mais passos.

Sem sinal.

Seu corpo tremia, ela viu folhas e uma caneta na mesa e as pegou.

—Dois...

Mais uma porta foi aberta e em seguida fechada. Ela começou a escrever uma carta para a única pessoa que importa agora, uma despedida.

—Você já foi mais criativa bebê, sabe que não tem saída, seu tempo está acabando... três.

Mais uma porta. Seu texto fluía em uma onda de desespero e dor. Ela se desculpava por todos os erros, as mentiras, as farsas, enquanto um mar de arrependimento corria se seus olhos. Os números corriam e suas lamentações não tem fim. Ele já estava no oito e sua carta era selada com seu batom vermelho.

—Nove.

Ela correu até a estante de livros e pegou um dos livros, escondendo sua carta ali. Mais uma porta foi aberta e em seguida fechada. Passos.

—Dez, te achei bebê!

A maçaneta se remexeu. Ela correu até a penteadeira.

—Oh Hanna, não faça ser mais difícil do que é, abra para mim, amor!

Seu soco acertou o espelho da penteadeira de sua mãe e ela recolheu um dos cacos.

—Hanna, por favor, abra para mim!

Seus dedos se fecharam em torno do vidro pontiagudo, ensanguentando suas mãos. A maçaneta foi agitada brutalmente.

—Hanna, abra a porta, AGORA!

Os dedos de Hanna correram pela parede, de certo já ouviram seus gritos e ele não teria tempo de limpar a mensagem.

“Eu poderia assistir você dormir para sempre.”

A porta foi arrombada e Hanna pintou o ponto final. Ele caminhou até ela em passos lentos. Ela chorava alto, seu corpo tremia e ela sentia falta de ar.

—Por fora você é tão linda, mas por dentro... você é feia!

Ele acariciou seu rosto, sorrindo psicopata, uma máscara de algum filme de terror cobria seu rosto, deixando a cena ainda mais aterrorizante.

—Por favor... eu tenho família e amigos... eu imploro... por favor...

—Oh Hanna, você parece tão... vulnerável, eu também tenho família e quero reencontrá-los, mas, preciso de você!

Ele segurou seus pulsos e a deitou no chão. Ela se debatia e gritava, mas ele era muito mais forte que ela. Em sua tentativa de defesa, ela puxou sua máscara, fazendo uma cara de horror.

—Você!

Ele finalmente conseguiu imobiliza-la.

—Game Over Hanna, Bye Bye!

Ele cravou a faca em seu peito, apreciando o rosto de dor de Hanna. Ela soltava ruídos de dor, enquanto seus olhos fechavam lentamente.

—Vejo você no inferno, Hanna!

Justin Bieber:

Minhas mãos estavam trêmulas e minha respiração intercortada. Eu chorava copiosamente sussurrando o nome de Hanna várias e várias vezes. Meu amor havia ido, Hanna morreu. Alguém a matou, quem faria uma coisa dessas com o meu anjo?

Batidas na porta ecoaram pelo quarto, eu nem tratei de abrir, eu já sabia que minha mãe estava com a chave do quarto. A porta foi destrancada e a imagem de minha mãe atravessou a porta.

—Querido...

—Mãe...

Eu pronunciei em um fio de voz, ela veio até mim e se sentou na cama, colocando minha cabeça em seu colo em seguida. Ela acariciava meus cabelos, sussurrando que tudo iria ficar bem, Hanna foi e é única pessoa que me entendia. Agora ela se foi e eu estava sozinho.

Acharam seu corpo ontem á noite, com uma faca cravada em seu peito, a polícia não tem ideia de quem seja, mas, acharam DNA que não é compatível com o dela, farão testes para saber de quem é. Possivelmente saem na terça-feira e quando eu souber quem foi...

—Filho...eu sinto muito.

Eu não era capaz de responde-la. Minha mãe ficou ali comigo, acompanhando meu sono e me acudindo de maus pesadelos.

Terça feira- Bieber’s house - 13:00 da tarde:

A campainha soou pela casa e minha mãe disse que iria atender. A segui sabendo que poderia ser alguma notícia de Hanna, minha mãe abriu a porta.

—Olá policiais, o que desejam?

Eles se entre olharam.

—A senhora é a mãe de Justin Bieber?

Minha mãe me olhou e me lançou um olhar repreensivo. Dessa vez eu não fiz nada, parece que ela nunca vai esquecer quando eu cobri a casa dos Beadles com papel higiénico.

O seu filho está preso por ter matado Hanna Françes Moon.

 

 


Notas Finais


Eu gostaria de convida-los para lerem minhas outras fanfics, caso se interessem:
Sea Of Stars: https://spiritfanfics.com/historia/sea-of-stars-7032581
Anelise:https://spiritfanfics.com/historia/anelise-6367875
É isso, obrigada por lerem até aqui e nos vemos no próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...