História Ouija - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~feelingss

Postado
Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, One Direction
Personagens Hailey Baldwin, Justin Bieber, Liam Payne, Personagens Originais
Tags Esquizofrenia, Exorcismo, Exorcista, Hailey Baldwin, Justin Bieber, Liam Payne, Morte, Sexo, Terror
Visualizações 76
Palavras 643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIOIOI

Não vou deixar textão na última nota, e sim aqui, porque é de EXTREMA IMPORTANCIA QUE VOCES LEIAM ISSO AQUI

Então, mais ou menos uma semana atrás surgiu uma fanfic com o mesmo nome dessa aqui. Ouija. Mas, ah, podem haver várias histórias com o mesmo nome, certo? Claro, mas não com o mesmo enredo, que é o caso de Ouija (paraguaio) da arroba tryxine.

Primeiramente: eu NÃO mudei de user. Não sou a Tryxine.

Segundo: Ouija ORIGINAL vai voltar a ser postado com a co-autoria da Lary

Terceiro e bem mais importante que os anteriores: A arroba mudou a versão de Ouija, mas isso não impede que eu a denuncie e lute pelos meus direitos. A versão plagiada de Ouija está printada e salva e já foi denunciada.

Esse capítulo será curto, mas os outros serão maiores. Quero que saibam que eu estou aqui, e que nunca saí. novamente, a user tryxine não sou eu: voces podem notar isso na qualidade de escrita (modestia a parte)

Capítulo 8 - Desordens mentais são comuns


O nome do filhote era Bizzle. Uma homenagem a Justin por parte da minha mãe. Eu questionava a sua mentalidade a cada ato, ela não fazia sentido, querendo por  apelido do meu namorado no meu cachorro. Antes mesmo que eu pensasse em outro nome, o cachorro atendeu por Bizzle. Imaginei o quão ridícula Justin me acharia ao saber que eu comparava o tom da pelagem de Bizzle com a do seu cabelo.

Bizzle passeava pela casa, sacudindo o rabo pequeno quando passava pela cozinha, enquanto eu encarava o alto da escada. O segundo andar estava escuro e silencioso, da mesma forma que esteve a cinco minutos. No alto da escada havia um sensor que acendia a luz do corredor quando uma fonte de calor ou de frio passava por ele. Eu tinha receio que o corredor do segundo andar fosse iluminado por conta movimentação fria e morta.

Eu sempre tive um certo prazer ao sentir o medo do sobrenatural, gostava de pensar que estava sendo perseguida por algum demônio, e quando a noite chegava, eu gostava de demorar horas para dormir, com medo de estar sendo observada por uma presença ao pé da cama. Esse gosto mudou quando conheci Justin e aprendi que o que eu gostava era idiota e sem sentido.

O clima pesou quando meus olhos se encheram de água e o peso que habitava as minhas costas aumentou. Eu tinha a sensação de estar sendo puxada rumo ao chão, para os braços de Justin. Meus olhos estavam fixos no corredor e as vozes de meus pais mal chegavam aos meus ouvidos. Por um misero instante foi como se o mundo inteiro estivesse resumido naquele simples corredor azul, que estava escuro e silencioso e carregava demônios nos seus cantos mais escuros.

Pisquei, atônita, e percebi que estava sendo ridícula. Não havia nada lá em cima, assim como não havia nada aqui em baixo, e nem em outro lugar desta casa. A morte de Justin estava me afetando de uma forma irracional, me fazendo ver sombras onde havia luz.

Não, eu não me deixaria afetar por isso. Já estava na hora de parar.

Virei o rosto e dei de cara com Bizzle, que parecia encarar o mesmo ponto que eu, com a sua cabecinha deitada e olhos curiosos. Abaixei a minha mão, afagando os pelos amarelos.

E então, com um clique, a luz do corredor se acendeu.

Levantei rapidamente, olhando para o topo da escada. A luz do sensor iluminava até a porta do meu quarto, que era a única aberta. Os quadros no corredor refletiam o brilho amarelado, fotos antigas de quando eu era criança e fotos mais recentes refletiram a presença que não era natural, que estava parada na porta de meu quarto. E dessa vez não era Justin.

O vulto sumiu no segundo seguinte, deixando eu olhando embasbacada para a porta do meu quarto até a luz voltar a se apagar. Se Justin visse isso ele deixaria de me chamar de estúpida. Não causei alarde sobre a presença estranha, mesmo sentindo medo. O que meus pais pensariam? A pouco tempo eu jurei ter visto a cozinha destruída, quando tanto ela quanto o resto da casa estavam em ordem.

– Hailey, venha jantar – minha mãe chamou da cozinha, fazendo com que eu tivesse um sobressalto.

Andei para a cozinha, sendo seguida pelo cachorro. Meu pai olhava o telejornal, prestando atenção no mais novo escândalo político, e mamãe colocava os talheres na mesa, seguindo a ordem que seu TOC  indicava. Colher, garfo, faca. Da esquerda para a direita. Ela sempre teve essa mania, que servia também para várias outras, como a organização de livros, de maquiagens e de roupas.

Talvez desordens mentais fossem comuns na minha família, e eu fosse somente mais uma vítima da hereditariedade.

Não existem monstros, mamãe dissera.

Não existem monstros.

Não existem.

Existem demônios, e eles estão aqui.


Notas Finais


obrigada por ler. Em breve Ouija terá uma capa nova e um trailer. Bjbj. Obrigada também as arrobas que citaram ouija original na tl, vcs são tops.


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