História Our Best Chance - Capítulo 22


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Categorias Colin O'Donoghue, Jennifer Morrison, Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags Capitain Swan, Emma Swan, Killian Jones, Oncers, Ouat
Visualizações 107
Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, em primeiro lugar quero pedir desculpas por não ter postado semana passada. Eu não tinha terminado o capítulo, e pra somar com isso, tive vários eventos da Semana Acadêmica da instituição de ensino que estudo. Então, hoje estou postando esse capítulo pra vocês, e eu prometo que em breve recompensarei vocês por esse "atraso" na história.
Sem mais demoras, vamos ao que interessa.
Boa leitura!

Capítulo 22 - 21


Fanfic / Fanfiction Our Best Chance - Capítulo 22 - 21

 Killian tentava se distrair enquanto descarregava a caminhonete, mas a todos os momentos, ele relembrava a cena do dia anterior. Robin, de longe, já tinha o visto. Começou a caminhar em passos largos até chegar perto dele. Virou-o abruptamente, lhe dirigindo um soco no rosto, sem que ele tivesse tempo de se defender.

 

‒ Tá ficando maluco? ‒ Killian leva sua mão ao lado atingido, e sente o sangue escorrer

‒ Eu que devo te pergunta isso. ‒ Robin diz em alto e bom som

‒ Do que você está falando?

‒ Dessa ideia de tirar o Henry da Emma.

‒ Mas já foram fazer fofoca pra você? ‒ ele diz irônico.

‒ E você ainda faz piada disso... acho que quer que eu acerte o outro lado. ‒ Robin fecha a mão, preparando um soco

‒ Calma aí, Robin. Não sou saco de pancadas. ‒ ele sente o rosto latejar, então resolve entrar a procura de um espelho, pra ver a proporção do estrago. Robin o segue.

‒ Desculpa, cara. ‒ ele diz, depois de ter pensado um pouco sobre o que tinha feito

‒ Tudo bem. ‒ Killian analisa, e vê que o local provavelmente ficará enxado ‒ Você me paga uma reconstrução facial, e tudo se resolve. ‒ Robin riu de seu amigo

‒ Regina disse que você quer entrar em uma briga judicial com a Emma. ‒ ele começa a limpar o rosto, e fica atento ao que ele falava. ‒ É verdade?

‒ Bem... eu falei isso com ela, mas entre falar e fazer, tem uma grande diferença.

‒ Então me diz, pra quê você ameaçou ela?

‒ Porque eu também tenho direitos sobre o menino.

‒ Mas ela tem mais que você. ‒ Killian abre a boca pra falar, mas prefere ouvir o que ele tem a dizer ‒ Afinal, ela criou o garoto por dez anos sozinha, bom claro que minha Regina a ajudou, mas ele nunca teve carinho de pai.

‒ Porque eu não sabia da existência dele. ‒ Jones diz, já cansado de tanto repetir essa frase ‒ Do contrário, eu nunca o abandonaria.

‒ Eu sei disso... mas deve haver outro jeito de resolver essa situação, sem brigas na justiça. Além do mais, se você pedir a guarda do menino, pode perder suas chances com a loira. ‒ Killian pondera isso, em pensamento.

‒ Pode ser que você tenha razão. ‒ Killian diz, por fim ‒ Mas não quero mais falar sobre isso por enquanto.

‒ Como você quiser, Jones. ‒ Robin, faz sinal com as mãos, como se estivesse se rendendo a algo.

 

 

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‒ Não acredito que vocês dois já estão de volta. ‒ Emma fica surpresa ao ver a figura de Mary e David entrarem pela porta de sua sala. ‒ Essa com certeza, foi a lua de mel mais curta que eu já vi. ‒ a senhora Nolan, dá dois beijos na bochecha da loira; logo depois, seu esposo se aproxima de mesma, pra lhe dar um abraço.

‒ Bem que eu queria aproveitar mais. ‒ Mary Margaret disse ‒ Mas hoje, tenho minha terceira ultrassom. ‒ ela acaricia a barriga que ainda não dá sinais de gravidez ‒ E nós temos que terminar de arrumar as coisas pra colocar meu apartamento á venda.

‒ É sério que vocês querem vender aquele apartamento?

‒ Pois é, Emma. ‒ David começou dizendo ‒ Eu não queria que ela vendesse esse apartamento. Tenho medo que os novos donos não mantenham ele tão conservado.

‒ Bom... e se vocês vendessem pra alguém de extrema confiança?

‒ Isso seria perfeito! ‒ Mary Margaret fica empolgada ‒ Mas você conhece alguém que queira?

‒ Na verdade sim. ‒ Emma se levanta da cadeira ‒ Bom, eu já estou morando a tempo de mais na casa dos meus pais, e já que as circunstâncias me levaram a voltar pra cá, nada mais certo, do que eu ter uma propriedade que possa chamar de MINHA, e eu ficaria muito feliz de ficar com esse apartamento.

‒ Sério que você faria isso por nós, Emma? ‒ David parecia não acreditar

‒ Claro que sim. Eu ficaria muito feliz se vocês me dessem essa oportunidade.

‒ Bom, então a gente pode fechar negócio com você hoje mesmo. ‒ o loiro diz ‒ Só preciso ir a imobiliária pegar o contrato.

‒ Mas e o preço? ‒ ela pergunta

‒ Não se preocupe com isso agora.‒ Mary diz ‒ A gente resolve depois

‒ Com licença ‒ Ella, a secretária de Emma, diz ao entrar pela porta ‒ A senhora Tamara está te chamando na sala dela.

‒ Vai lá, Em ‒ Mary Margaret faz sinal pra que ela vá ‒ depois a gente resolve isso.

Obedecendo, a loira segue em direção a sala de Tamara.

‒ Emma ‒ uma moça de pele rosada, que ela deduz ser a secretária de Tamara, a chama ‒ pronunciei certo? ‒ ela faz que sim com a cabeça ‒ Pode entrar. Ela não está na sala agora, mas pediu pra que você espere ela lá.

Ela abre a porta, e passa o olho pela sala, se lembrando que quando estivera ali, não tinha reparado nos detalhes que davam um tom sofisticado aquela sala. Pelo jeito que foi decorado, dá a impressão de que Tamara passa a maior parte do tempo ali. Ainda correndo os olhos pelo ambiente, algo em cima da mesa, prendeu a atenção de Emma. Um documento que continha uma assinatura.

Não que fosse enxerida, mas Emma, se sentiu tentada a saber de quem era a tal assinatura. A caligrafia, mostrando descuidado, lembrou-a de como era a escrita que Killian na adolescência. Rapidamente, a moça lança um olhar sobre a porta, pra ter certeza de que ninguém a veria fazer isso. Então, depois de longos segundos, ela se aproxima do papel, e rapidamente, corre os olhos pelo documento, na tentativa de saber do que se trata.

Era um contrato relacionado à venda de um imóvel. O mais surpreendente pra ela, era o que estava a vir. A tal assinatura pertencia a alguém cujo nome ela até então sabia, mas o sobrenome, não: LIAM JONES. Emma quase não podia acreditar no que tinha acabado de descobrir. Da porta de sua própria sala, Tamara observava a cena, com um sorriso vitorioso nos lábios. 


Notas Finais


Sim, eu sei que tivemos altos e baixos nesse capítulo, e acreditem, foi de propósito (haha)
Espero que não fiquem chateados, e bom.. espero vocês nos comentários, hein.
Se quiserem dar alguma sugestão de algo que queiram ver acontecer (mas que faça algum sentindo pra fic, por favor), saibam que estou toda ouvidos (leiam olhos kkkk).
Beijos :*


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