História Our Destiny - Capítulo 11


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Categorias Katy Perry, Taylor Swift
Personagens Katy Perry, Personagens Originais, Taylor Swift
Tags Katy Perry, Romance Lésbico, Taylor Swift
Visualizações 39
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Don't ever let me go


Taylor a apoiou, passando os braços por ela, e seguiram até o dormitório da loira. Katy ainda estava tonta, mas o enjôo havia melhorar depois de vomitar. Estava arrependida, se sentindo idiota pelo que fez e disse, mas no momento nada diria. Como dizer que falou que teria cumprido o desafio apenas porquê gostaria de vê-la com ciúmes? Isso soaria tão infantil e bobo, e Taylor…bem, Taylor mostrava-se madura demais para entender algo como isso.

— Você precisa de um banho.

— Vai me ajudar a tomar banho? — Um sorriso provocador surgira em seus lábios.

— Você já é bem grandinha, não acha? — Cruzou os braços sobre o peito.

— Oh Tay, eu não estou no meu estado normal, posso me desequilibrar e bater a cabeça. — Usou seu melhor tom de chantagem emocional, que, mesmo Taylor sabendo se tratar disso, acabou cedendo.

Enquanto Katy se despia, a loira tentava não olhar para ela, e a raiva que ainda sentia, ajudava nisso, evitar por os olhos sobre ela. A morena entrou na banheira, que começara a encher. Taylor fez menção de sair, mas Katy a chamou.

— Por favor, fique. — Pediu. Seus lábios tremiam um pouco e estavam em uma tonalidade roxa, pois fazia frio e a água quente ainda não cobria seu corpo inteiramente.

— Tudo bem, mas não quero ouvir uma palavra. — Suspirou, cedendo. Sentou-se de costas para a banheira, em cima do tapete, abraçando os joelhos contra o peito.

Katy movia as águas, como uma criança, e em um pequeno descuido, acabou acertando um pouco na loira.

— Desculpe.

Taylor não respondeu, apenas deu um de seus outros suspiros profundos, aqueles que dava quando tentava se acalmar e controlar-se. Foram os minutos mais longos de sua vida. O tempo onde mais lhe fora exigido autocontrole, por n razões. Quando Katy finalmente se levantou, deixando um pouco da água transbordar, desta vez, Taylor não estava lá para se molhar. Ela estava de pé, recostada na porta, tentando não olhar para o corpo da morena.

— Pode me buscar uma toalha, por favor? — Pediu, relaxada.

— C-claro. — Se viu gaguejando. Droga. Por que algo tão simples como a voz dela, poderia ter um efeito tão dominador e desconsertante sobre si?

Apenas aquele tom em um pedido, e sua forma nua. Era isso o que contemplavam os sentidos da loira. O corpo, nu e molhado, que havia tocado, beijado e sentido nos últimos meses, ainda tinha sobre si o mesmo efeito que do início.

Taylor voltou com a toalha, tentando não olhá-la de novo. Mas era tão inevitável. Havia algo nela, algo que atraía seus olhos mesmo quando não queria admirá-la. Não sabia o que, mas havia. Era uma certeza.

— Por que não olha pra mim? — Questionou, ao agarrar a toalha estendida. Era provocação, uma covardia. Katy sabia muito bem porquê a loira não a olhava. — Olhe pra mim. — Foi um pedido.

E Taylor podia sentir sua respiração quente tão próxima a seu rosto. Os lábios também estavam perto, tanto que fazia com que os próprios formigassem, inconscientemente imaginando-os a tocar os seus. Se afastou, fechou a porta do banheiro e escorreu até o chão escorada nele. Ela ainda estava bêbada, e Taylor ainda sentia raiva do que aconteceu, portanto, não faria nada. Não naquela noite. Desperta do transe, procurou roupas de dormir em suas gavetas, voltou ao banheiro e colocou-as sobre a pia, sem olhá-la, de novo. Desta vez, Katy pareceu conformada, e não tentou outra aproximação.

A loira se jogou na cama. Mas como a passividade da atrevida Katy era boa demais pra ser verdade, logo saíra do banheiro com um sorriso malicioso no rosto, e disse:

— Não tenho roupas íntimas aqui. Se importa de ir ao meu dormitório buscar, ou posso dormir assim ao seu lado? — Ela usava apenas uma camisa que ia até o meio das coxas, perguntou gesticulando para seu traje.

— Inferno. — Praguejou baixo, mas a morena ouviu perfeitamente. — Sabe muito bem que não podemos ir para outras instalações à essa hora. O guarda noturno arrumaria problemas.

— Então acho que não se importa que eu durma assim.

Katy foi para o lado da loira, puxando uma coberta pra si.

— Também preciso de um banho. — Levantou-se.

— Apague a luz quando voltar. — Gritou, vendo a loira abrir a porta do banheiro.

— Você não precisa me esperar. Apague a luz agora, se quiser.

Katy não queria. Profundamente, o que desejava era ter coragem para parar de agir de maneira imatura, dizer o que realmente pensava sobre aquela noite, os acontecimentos da festa, e dizer seus sentimentos. Esse último item, era algo que ambas ainda não haviam feito. Afinal, como poderiam denominar o que acontecia entre elas? Amizade colorida? Não. Era mais do que isso. Havia ciúmes dos dois lados, tinham carinho uma para com a outra, se preocupavam. Talvez mais que amigas costumam se preocupar.

Katy pendia de sono, as pálpebras estavam pesadas, e cansara de lutar, entregou-se a um sono profundo. Taylor saiu do banheiro já vestida, e fitou aquela expressão serena e angelical no rosto da morena adormecida. E se perguntou, como poderia ser tão inocente e ao mesmo tempo tão maliciosa? Havia algo de puro em sua alma, apesar da sensualidade, apesar de ser uma mulher. E então, a raiva magicamente já não estava mais em si, não agora, não enquanto a observava dormir tão docemente. Taylor deitou-se cautelosamente ao lado dela na cama, cobrindo-se também com o mesmo cobertor.

— O que você está fazendo comigo, Katy? — Sussurrou, inconsciente de que não se tratava de um pensamento.

A noite estava calma, finalmente, e tudo era tão silencioso que poderia ouvir os próprios batimentos e os de Katy. A respiração dela era quase imperceptível, tão tranquila, serena. Assim mesmo, com a paz reinando no momento, o sono não vinha para a loira. Fechava os olhos, mudava de posição, mas não conseguia adormecer. Perdera a conta de quantas vezes piscara para o teto, desacreditada de que conseguiria dormir. Taylor se entregou à insônia, fazendo menção de se levantar, sentiu Katy agarrar seu corpo, a impedindo. As mãos a cercavam com gentileza, como em um pedido. Não era uma imposição. Inalou o perfume dos cabelos escuros, e em um gesto quase involuntário a beijou na testa. Em seguida abraçou-a ainda mais ao seu corpo.

— Só não quebre meu coração também. — Ela se viu pedindo. Com as imagens da festa e as imagens de Louise em seu passado se misturando, provocando medo, um frio ruim em seu estômago.



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