História Our Fall - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber, Nina Dobrev, Personagens Originais
Tags Drama, Justin Bieber, Nina Dobrev, Our Fall, Romance
Exibições 224
Palavras 3.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello hello, babes! Espero que gostem do capítulo, xx

Capítulo 3 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction Our Fall - Capítulo 3 - Capítulo Dois

Eu não tive tempo para pensar.

Apanhei Bailey no quarto em que acordamos pela manhã e desci as escadas depressa, me praguejando por estar vestindo apenas uma camisa e por não saber onde eu estava, exatamente. Ao sair pela porta da frente, me assustei ao me deparar com vários homens vestidos em ternos escuros, não tão elegantes quanto os de Justin, mas era o suficiente para deixá-los assustadoramente intimidadores.

Eu não fiz mais que abaixar a minha cabeça e marchei até a escada, desci todos os degraus, olhando para trás, assustada e com muitas perguntas em minha cabeça, mas todas elas se perderam quando consegui sair, ficando em uma área aberta do lado de fora que se parecia com uma vila rústica. Havia fontes, bancos e outras casas. Eu podia dizer que era uma vila calma e que eu gostaria de viver, mas vários homens, como os que encontrei perto da porta de sua casa, andavam de um lado para o outro, parecendo monitorar algo importante.

 Avisto a entrada da tal vila e ando até ela com Bailey em meus braços, o cão era magro e não fazia peso, mas ele não cheirava bem e seus pelos incomodavam o meu nariz. Ignorando os empecilhos, continuo o meu caminho, até empurrar a porta e sair por ela, encontrando a rua movimentada, ainda de Veneza.

Agora eu só precisava correr um pouco mais, para bem longe.

Coloco Bailey no chão, e quando comecei a andar em sua frente, foi o suficiente para ser seguida por ele por todos os quarteirões que passávamos. Sentia-me perdida, pois esse era um bairro que eu nunca havia ido antes, mas eu teria que conseguir voltar para as minhas ruas, e precisava torcer para ninguém ter se acomodado em meu lugar, ou eu, realmente, não teria um lugar para ficar e me proteger como eu podia.

Eu não sabia quantas horas haviam se passado, mas já estava escurecendo quando eu consegui me afastar das ruas da casa de Justin. Estava frio e eu sentia fome, mais uma vez. Encontro um pequeno parque em uma das ruas, ando até ele com Bailey e me sento em um dos pequenos bancos vagos, abraçando o meu próprio corpo.

— Vem aqui. - bato no banco para que Bailey suba. Ele abana o seu rabo peludo e sobe, ficando ao meu lado. — Desculpe ter lhe tirado daquele espaço quentinho, mas não podemos ficar em um lugar onde atrapalhamos a vida daquelas pessoas.

Ele solta um latido e eu assinto.

— Eu sei, amigão. A nossa tranquilidade durou pouco. - digo e afago os seus pelos arrepiados.

Ficamos algum tempo quietos, apenas olhando para as poucas pessoas que andavam pelas calçadas do parque e algumas crianças que se divertiam nos brinquedos em uma área pequena e mais afastada. Sentia-me cansada, na verdade, esgotada. Pensar que uma proposta de melhoria me foi feita soa-me como um doce sonho, mas foi real. Por algum tempo, eu pensei que poderia recuperar o meu tempo perdido e conseguir saber sobre o assassinato dos meus pais.

— Bella, finalmente a encontrei! - a rouquidão de sua voz me faz sobressaltar. Olho para frente e vejo Justin se desviando de algumas pessoas que andavam de patins. 

— O que faz aqui? - brando.

— Estou lhe procurando desde que cheguei em casa. Porque saiu e não avisou ninguém? - ele pergunta com calma, e passa uma de suas mãos por seu cabelo já impecavelmente ajeitado para trás.

— Eu...

 O que eu poderia lhe dizer? Poderia facilmente mentir. Poderia facilmente tratá-lo mal, mas seria injusto sendo que ele foi bom para mim, mesmo sem saber o por que. Respiro fundo e deixo as palavras fluírem, permitindo-me olhar em seus olhos que poderiam ser da cor mais bonita que eu já havia visto em toda a minha vida.

— Eu não poderia ficar na sua casa, pois sua esposa e filha podem não gostar da minha presença. - seu semblante torna-se confuso, e as linhas em sua testa aumentam.

— Você... Oh, você se encontrou com Fleur? - ele pergunta e eu deduzo que esse seja o nome de sua filha.

— Sim, e ela me perguntou se eu era... Se eu era a sua namorada, pensei que pudesse ter alguma confusão ou...

— Espera, bella. Eu ia lhe explicar algumas coisas quando voltasse, mas não a encontrei. - ele olha para Bailey que mantinha a sua cabeça sobre minhas pernas. — Eu devia ter lhe dito tudo antes, só não pensei que Fleur a encontraria e a intimidaria dessa maneira.

— Não precisa me explicar nada, Justin. Sabemos que isso não dará certo, simplesmente não há jeito para algo assim.

— Por favor, deixe-me falar. - ele suspira. — Eu preciso que saiba sobre algumas coisas que envolvem a minha família. Depois que ouvir tudo, poderá escolher entre fugir ou vir para casa comigo. Mas eu quero que saiba que independente de qualquer coisa, eu sempre irei protegê-la e mantê-la em segurança.

Eu ainda tentava encontrar vestígios de mentira ou maldade em seu olhar, mas eles não existiam. Tudo o que havia em sua face era bondade e algo a mais que eu ainda não conseguia saber do que se tratava.

— Tudo bem. - dou de ombros e puxo Bailey para ficar por completo em meu colo.

Justin entende isso como um convite para se sentar ao meu lado. E ele se senta, abrindo o seu casaco que já não era o mesmo de mais cedo, deixando aparecer a sua camisa branca. Ele olha para o lado e apoia os seus cotovelos sobre suas pernas.

— Eu sou o único Bieber D'Angelo da família. - ele começa a dizer. — Fui criado apenas pelo meu pai, Rydeer D'Angelo. A minha mãe nos deixou quando eu tinha apenas três anos. Segundo ele, fomos trocados por um australiano milionário. Nunca tive noticias dela, e só tenho alguns fragmentos quebrados ao invés de lembranças firmes de seu rosto ou de algum dos poucos momentos que passamos juntos. Viver com o meu pai foi algo estranho, pois ele era um mafioso. Isso é um eufemismo, pois ele era bem mais que isso. Quando jovem, ele conseguiu amedrontar os quatro cantos da Itália, tornando-se cada vez mais ameaçador e tendo o seu nome proferido apenas por aqueles sem amor a vida. - ele sorri de canto e meneia sua cabeça, ainda sem me olhar. — Não posso dizer que fui tratado como um bastardo, mas eu não ganhava abraços, beijos ou ouvia palavras doces saindo de sua boca. Enquanto crianças em várias partes do mundo tinham dias de domingo como o melhor dia da semana por poderem se divertir, eu tinha que estar de pé às quatro da manhã para participar de seus treinamentos, aprendendo a atirar, ler expressões faciais, aprendendo a golpear, a me defender e a torturar um mentiroso. Eu era o único herdeiro da Máfia D'Angelo e meu pai queria me preparar devidamente, causando em mim marcas que nunca deixaram a minha alma. Se eu chorasse, ele me castigava. Se eu negasse fazer algo, ele me punia. Se eu errasse, ele tirava coisas que eu gostava. Cresci vendo e ouvindo gritos das pessoas no andar de baixo da nossa casa. Presenciei as mortes mais cruéis já cometidas pelo homem. Tudo ainda está aqui. - ele aponta para a sua cabeça. — A minha vida tornou-se vazia, sendo apenas eu, ele e seus soldados. Mas apareceu Joseph, o primeiro irmão que eu tive. Ele foi encontrado em um dos cassinos dos inimigos do meu pai, ele tinha apenas dez anos e presenciou toda a tortura que o seu pai passou pelas mãos do meu. E ainda assim, ele aceitou ser acolhido por ele e com o passar do tempo o chamava de pai, pouco se lembrando do homem que foi morto por ter estuprado uma das mulheres dos homens do senhor D'Angelo. Pouco tempo depois chegou Vincent, no auge de seus quinze anos, ele foi dado como pagamento ao meu pai que logo o viu como um bom sucessor para a família. Crescemos juntos e aprendemos tudo o que nos era imposto. Como uma família.

Ele faz uma pausa antes de tornar a falar. Meu coração já batia depressa e doía também.

— Valerie foi a última a chegar. Na família de um capo, ainda mais sendo a nossater uma mulher como possível herdeira é algo calunioso e de total irrelevância para os outros mafiosos que sonham em nos derrubar, mas o meu pai não conseguiu matá-la. Ela era uma adolescente refugiada da Rússia, viu seus pais serem mortos e conseguiu fugir, ficou vagando por anos sozinha. Ele enfrentou todos que disseram que ela tinha que morrer porque seriamos caçados pela Máfia Russa, e de fato fomos, mas ele se encarregou de acabar com todos para protegê-la. E desde então, essa ficou sendo a nossa família.

— E onde está o seu pai? - arrisco-me a perguntar.

— Morto. - diz normalmente. — Ele foi morto na Irlanda, mas até hoje não sabemos como isso aconteceu. Agora eu sou o capo da nossa família com ajuda de Vincent e, ás vezes, de Valerie, que prefere ficar fora do trabalho sujo, mantendo-se apenas nos bares e nos ajudando com sua facilidade de enganar homens e mulheres com o seu rosto angelical.

Informações demais.

Eu não sabia se conseguiria processar tudo isso e ainda me decidir no final.

— E a garotinha que encontrei em sua casa? - eu não sabia se devia ter feito essa pergunta, pois eu poderia jurar estar vendo as veias de seu pescoço ficando mais evidentes.

— Fleur não é, realmente, a minha filha. - olho-o sem entender. — Joseph era o seu pai, mas ele também morreu. Sendo o mais novo de todos nós, ele sempre foi um pouco mais rebelde e difícil de colocá-lo na linha. E de todas as punições, ele era o que mais sofria com elas, mesmo que eu tentasse ajudá-lo e tomando o seu lugar muitas vezes. Em um de seus ataques de raiva, para se vingar de nosso pai, ele se envolveu com a irmã de um dos herdeiros da Máfia Mexicana. Era apenas para provocar o capo, mas ele se apaixonou por Phoebe e seus planos tornaram-se outros quando ele soube que ela estava grávida. O nosso pai surtou e quase o matou, foi o que pensei no dia em que eles discutiram sobre ela. Os encontros não pararam, eram as escondidas, sempre em horários contrários aos que nosso pai estava em casa, mas um dia ele foi seguido pelo irmão dela e acabou morto. Phoebe precisou fugir para não ser morta também. Ela me procurou e eu a ajudei, a mantendo em um local seguro até a criança nascer, mas eu não podia sempre ir visitá-la e quando eu fui até lá, encontrei apenas Fleur dentro do berço que dei para ela, uma récem-nascida. Eu não podia deixá-la para trás como a sua mãe fez, então a peguei e levei para casa, mantendo-a comigo e sobre minha proteção. O meu pai não aceitou, tampouco sentiu-se comovido com a beleza e pureza que ela tinha, mas eu jurei matar quem quer que tentasse machucá-la, sendo da família ou não. - ele sorri minimamente. — Sua primeira palavra foi para mim, chamando-me de ''pai''. Cuidei dela como se fosse minha, bem mais que uma sobrinha e filha do meu irmão. Mas as outras famílias e máfias não sabem sobre ela. Para eles, ela morreu junto a Phoebe que foi encontrada esquartejada na estrada para sair de Veneza.

Meu Deus!

— Isso é... Eu não sei o que dizer. - digo em um sussurro.

— Nem eu mesmo sei o que lhe dizer para fazer com que não sinta medo de mim, mas eu sentiria se estivesse em seu lugar. - ele me olha e torce suas mãos antes de se endireitar no banco, encostando-se e desviando os olhos para sua frente. — Quando eu era criança ficava me perguntando como era ir para um colégio, voltar para casa e se preocupar só em jogar um pouco de vídeo game, despreocupado e sem responsabilidades, e não ter que me esforçar para aguentar mais um dia e ser o melhor, como ele queria. Isso é cruel, mas quando ele foi morto e a notícia chegou até nós, eu suspirei de alivio, sabendo que não teria mais que seguir suas ordens e ir contra os morais que tentei manter intactos, mesmo com ele tentando devastá-los todos os dias.

Eu queria abraçá-lo.

Senti-me quebrada por suas confissões.

Eu devia sentir medo? Eu devia seguir para longe e dar um jeito de esquecer que um dia o encontrei? Mas, eu não conseguia sentir nada disso. Afinal, como esquecer-me de seu rosto ou de sua elegância para andar, falar e agir? Quando o vi pela primeira vez, deduzi que ele era alguém ruim, mas ele não foi. Quando vi a sua casa, imaginei que ele era apenas um dos milionários do pais, mas ele não é apenas isso. Ele vive em um mundo onde pessoas morrem e são assassinadas por acerto de contas ou dividas a serem quitadas, e eu sei disso, não preciso fazer parte de tal coisa para saber a gravidade disso, mas eu não consigo me levantar e ir embora. Ainda estou sentada, ao seu lado, desejando consolá-lo, de alguma maneira.

— Eu sinto muito, Justin. - é tudo o que eu digo.

Estúpida!

— Não sinta, bella. Se tem algo que aprendi com o meu pai e levo para a vida é que não devemos nos lamentar pelo que já passou.

— E a polícia? - questiono. — Quero dizer, como vocês nunca foram pegos?

Ele solta uma risada graciosa e me olha.

— Nós temos um acordo com a polícia daqui. Houve uma época que éramos caçados, em cada esquina, e em cada canto. Assim que o meu pai morreu, tudo tornou-se um caos, era como estar em uma linha de guerra, pessoas morriam a luz do dia, estava fora de controle, e os policiais estava tentando conter isso, matando ou apreendendo todos os homens pertencentes ou herdeiros da Máfia. Vincent queria seguir com a guerra, mas estávamos perdendo homens demais e estávamos ficando cada vez mais fracos, então eu decidi procurar pelo chefe da polícia e lhe propor um acordo de paz. Ele negou veemente, mas cedeu quando soube que o seu irmão havia sido baleado por soldados que não se importavam com as consequências. O acordo é simples, eles se fazem de cegos diante o que fazemos e nós não arriscamos a vida de inocentes ou somos pegos, caso contrário, a ordem é nos matar.

Engulo em seco.

— Oh, isso... Eu não imaginava isso.

— Muitas pessoas acham que a Máfia é o que se retrata nos filmes ou livros, mas é algo bem além de tudo o que já foi descrito. Esse é um mundo que se você entrar, só sairá morto, seja pelo tempo ou por alguém. Eu aceitei a minha realidade e irei entender se você não quiser voltar comigo.

Eu realmente devia seguir a voz do fundo da minha consciência que gritava em meio aos meus sentimentos e pensamentos embaralhados.

— Eu vou voltar com você.

Eu havia tomado a minha decisão. Deus, o que eu acabei de dizer?

— Você irá voltar? - ele estava, claramente, surpreso.

— Eu não acho que você seja uma pessoa ruim, vocês só não tiveram como escolher o caminho de vocês porque ele já estava traçado.

— Está certa disso, Avelina? Eu não quero que se arrependa ou me odeie. Estou lhe falando sobre mim, toda a verdade, para que tenha consciência de que poderá me mandar para o inferno ou me denunciar por estar lhe incomodando.

— Você me ofereceu uma nova chance, Justin, eu não posso recusar, pois ninguém me ofereceu isso antes. - umedeço os lábios e sinto Bailey lamber minhas mãos. — Você tem em segurança uma criança, acho que me sentirei segura com você.

— Eu jamais irei permitir que algo lhe aconteça. - ele diz com seriedade. — Isso é um voto de confiança?

Poderia ser, já que a muito tempo eu não sei o que é confiar em alguém.

— Talvez seja um começo. - digo e ele sorri e mordisca seu lábio inferior.

— Então eu posso saber sobre você?

Abaixo a minha cabeça.

— Ainda não me sinto preparada para falar.

— Tudo bem. - ele não parece se incomodar com isso, mesmo tendo acabado de se abrir para mim, uma estranha. — Quando quiser falar, eu irei te ouvir.

— Obrigada.

— Eu já lhe disse, não por isso. - ele se levanta e fecha o seu casaco, ficando ainda mais charmoso assim. — Vamos? Fleur disse que uma moça muito bonita havia falado com ela e desaparecido em seguida.

— Eu fui mal educada com ela, mas ela me pegou desprevenida. - digo a verdade.

— Eu compreendo. - ele estende a sua mão para mim.

Eu olho para Bailey e para a sua mão.

— Ele poderá ir conosco?

Ele solta uma risada.

— É claro que sim, não o deixaria para trás. O sonho de Fleur sempre foi ter um cachorro em casa, ela irá adorar a sua companhia. - isso parece animar Bailey, já que ele se levanta e pula do meu colo, cheirando os sapatos bem lustrados de Justin.

— Eu realmente não tenho como lhe agradecer por isso.

— Apenas me prometa que não irá mais fugir. Se você quiser ir embora, me avise, para que eu me assegure de que está bem e que nenhum mal lhe acontecerá.

Assinto.

Seguro a sua mão e me levanto, sentindo-me envergonhada por estar apenas com aquela camisa e sem calçados, puxo-a para baixo com a mão livre. Percebendo meu incomodo, Justin solta a minha mão e retira o seu casaco, o colocando por cima de meus ombros, como da primeira vez que nos encontramos, e andamos juntos. Seus braços estavam por cima dos meus ombros e Bailey nos acompanhava por todo o caminho até o seu carro luxuoso, tendo mais três carros escuros logo atrás.

Eu não precisei lhe perguntar o que aquilo significava, pois agora eu sabia quem ele era.

Ele era um capo. Um dos homens mais temidos de Veneza, o mesmo que eu ouvia falar por murmúrios das pessoas e uma vez, no colégio eu soube das tradições peculiares de sua família, eu tinha medo naquela época. Mas agora, estando ao seu lado, por incrível que pareça, me sinto mais protegida do que nunca, mesmo que ainda tenha aquela voz em euforia na minha cabeça.


Notas Finais




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