História Our heart is only one - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Black Pink, Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Lisa, Mark
Tags Bambam, Fluffy, Got7, Homossexualidade, Jackbam, Jackson, Lemon, Lisa, Romance, Sexo, Traição, Yaoi
Visualizações 0
Palavras 3.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo fofinho? Se preparem porque è o primeiro e o ultimo MUAAAAAA

Capítulo 2 - Too good


Point of Vision °Bambam°

Já se tinha passado um mês desde aquele dia. Quando eu acordei não me surpreendi ao não ver ninguem do outro lado da cama e sim uma mensagem a dizer que ele tinha dormido na casa de jaebum e que já tinha ido para o trabalho. A mensagem tambem dizia para eu estar pronto ás oito. Ele tinha remarcado o jantar para a noite seguinte. Já não tinha o mesmo significado mas mesmo assim não iria adiantar nada andar por ai a lamentar-me, simplesmente aproveitei o jantar.

Embora ele já não fosse mais o mesmo jackson, as coisas tinham voltado minimamente ao normal. Pelo menos ele tinha voltado a olhar-me na cara e pelo menos cumprimentava-me um "boa noite" quando chegava do trabalho, como custumava fazer, não era a mesma coisa que os selinhos que ele sempre me dava mas já era alguma coisa.

Agora eu estava a ver qualquer coisa na televisão da sala a espera que ele chegasse a casa. Estava cansado já que, depois de muitas tentativas, tinha finalmente, conseguido fazer uma lasanha, já que iamos jantar os dois.

- Amor? -a porta tinha batido indicando que alguem tinha chegado. As unicas pessoas que tinham a chave eram eu e ele, então só podia ser jackson mas ele não tinha dito nada como era de costume- Jackson? -tinha me dirigido á cozinha, onde muito provavelmente ele deveria se ter dirigido

- Sim? -

- Ah não é nada não -ele não ia voltar com aquilo. Estava a começar a ficar estranho de novo custava muito me dizer " Boa noite amor" ou " Como correram as aulas", mas não - Ah... Vamos comer? Eu fiz lasanha? -

- Podes comer tu, eu não estou com muita fome vou só comer uma sandes -mais uma vez a ignorância. Eu ás vezes atè penso que possa estar a ser egoísta. Mas porra, tinha trabalhos da faculdade para fazer e mesmo assim passei a tarde toda a cozinhar para nós jantarmos e tentarmos resolver as coisas, e quando ele chega a única coisa que me diz é que vai comer uma sandes. Eu posso não estar correto, mas ele definitivamente que tambem não está.

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Já tinha jantado, sozinho, obviamente. O que foi uma pena, a comida estava realmente boa e é um dos pratos favotitos dele. Estava sentado na mesa da sala a fazer qualquer coisa que já nem tinha a certeza do que era por conta do sono, mas estava a todo custo tertar-me manter acordado. Não queria ir deitar-me sem ter a certeza que jackson estava a dormir.

Passadas duas longas horas a lutar contra o sono decidi finalmente ir dormir. Já era meia noite , ele com certeza já deveria estar a dormir, pois não tinha o costume de ficar acordado até muito tarde, e como amanhã era sábado não fazia tanto mal eu estar de pé aquela hora.

Quando cheguei ao nosso quarto surprendi-me por ele estar sentado na cama com as costas apoiadas na cabeceira da cama e a ler um livro com a ajuda da luz que vinha de um candeeiro que estava na mesa de apoio. Ignorando o facto de ele não costumar ler, muito menos ás três da manhã deitei-me ao seu lado.

- Qual é o livro? -Estava com sono mas mesmo assim não queria perder a chance de poder falar com ele um pouco

- Eleanor and Park -disse isso simplesmente, não me dando nem a chance de começar uma conversa. Colocou o livro com um marcador em cima da mesa, desligou a luz e deitou-se de costas para mim sem nem dizer mais nada. Eu acabei por repiter os gestos do mesmo. A minha vontade de chorar era enorme, não queria chorar na frente dele mas não aguentei. Eu tinha saudades de quando nós ficavamos a conversar antes de dormir, quando começavamos a ficar com sono ele dava-me um beijo de boa noite e me abraçava para dormirmos a noite toda juntos. Á tempos que já nada disso acontecia.

- Bamie? -mesmo eu estando a tentar ser discreto não impediu de o fazer preceber que alguma coisa não estava bem e o facto de ele me chamar por aquele apelido que só ele me chamava desde a altura que nos conhecemos e que já não ouvia á muito tempo, só me fez começar a soluçar e a encolher-me mais na esperança que ele decidisse ir dormir - Bambam? Amor, o que foi? -jackson disse isso me virando para ele e me abraçando. Os soluços que saiam da minha garganta já não eram mais controlados e já se espalhavam pelo quarto todo- Amor por favor diz-me o que foi, estou a ficar assustado.

- O-O q-que se pp-passa c-contig-go? F-Foi alguma c-coisa que ee-eu fiz-z -eu não sei sequer se ele se conseguio entender o que eu disse. Eu estava desesperado, não me lembro de nenhuna vez que eu tenha ficado assim, exceto no nosso aniversário

- O que se passa comigo? Como assim bébe? -embora a tristeza e o medo fossem perdominantes no meu corpo, agora tambem comessavam a haver parcelas de alegria e começava tambem a sentir a sençasão de proteção, finalmente ele estava-se a importar comigo mas nem isso foi suficiente para que eu parasse de chorar

- A-Andas muito d-distante ul-ltimamente. N-Nós mal falamos e t-tu andas sempre a i-ignorar-me. Eu t-tenho s-saudades de quando p-para t-ti qualquer c-coisa era u-ma d-desculpa para me beijares e-e de quando nós dormiamos a-abraçados. E-Eu s-sinto a tua f-falta jackson -terminei de por todo o que precisava para fora e logo o senti a puxar mais para si. A esta altura o meu choro já era desesperado denovo, tanto que já sentia o seu peito molhado

- Shh bébe, 'tá tudo bem agora. Calma sim? -a única coisa que eu consigo foi assentir fungando e aconchegando-me mais a si- Pensas isso amor? Por favor me desculpa. Eu nunca quis fazer isso contigo, o trabalho anda muito complicado. Eu andava com a cabeça muito cheia, muitas marcações e o meu chefe ainda vem me chatear todos os dias á minha sala. Mas eu prometo que vou arranjar as coisas e tratar melhor do meu menino. Agora para de chorar, não gosto de ver a tua carinha linda assim. -aquelas palavras aqueceram me o coração de uma forma que não consigo explicar. E, embora, a minha voz ainda estivesse falha eu já não chorava mais

- T-tu ainda me amas? -era uma pergunta a qual eu tinha medo da resposta que ele me pudesse dar e por mais que eu ficasse destruído se ele negasse, era uma pergunta necessária

- Eu não acredito nisso kunpimook bhuwakul -ele atrapalhou-se todo ao dizer o meu nome me fazendo rir mesmo naquela situação. Mesmo depois de 6 anos ele ainda não o conseguia dizer- Voltas a a duvidar disso e eu encho-te de beijos, estás a ouvir? -mais uma vez ele me fez rir, adorva o jeito brincalhão dele- Agora sério pequeno. Eu sei que tenho estado distante e não te tenho te dado toda a atenção que um bebe precisa e isso vai mudar mas não quero que duvides do meu amor por ti. Eu te amo mais que tudo. -Depois disso a unica coisa que eu senti foi ele a afastar-me do seu peito e a beijar-me como nunca tinha feito antes. Vi que não haviam ali segundas intençoes e que tudo o que ele tinha dito anteriormente era sincero e verdadeiro- Espero que tenhas entendido, agora vamos dormir -voltou a puxar me contra seu peito deixando um beijo em meio aos meus cabelo logo a seguir dizendo um "boa noite amor"

É, parece que finalmente as coisas estavam a voltar ao normal.

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Sentia algumas lágrimas no canto dos olhos por conta da claridade que entrava nos mesmo através da janela. Os esfreguei para ver se aquele incómodo passava, o que não aconteceu. Quando finalmente consegui voltar a ver claramente avistei uma bandeja com o meu pequeno almoço em cima da mesa de cabeceira. O peguei para o meu colo e notei que tinha um bilhete nele

" Bom dia amor. Espero que o meu bebe tenha acordado bem disposto porque nós hoje vamos sair. Está pronto ás seis, quando eu sair do trabalho vou te buscar. Te amo<3"

Acordar de manhã com um bilhetes era um luxo. Mesmo se eu não tivesse acordado de bom humor depois daquilo com certeza que ficaria.

Comi o pequeno almoço feito por o jackson e surpreendi-me ao preceber que estava bom, ele nunca tinha sido muito bom no que tocava á cozinha, só a lavar a loiça

Levantei me sem nenhuma dificuldade, pois tinha dormido que nem uma pedra, e fui me arranjar. Tinha marcado de ir almoçar com lisa, uma amiga. Ela tinha vindo comigo quando eu vim morar para a china com a desculpa de eu ser muito indefeso e ela presisava me proteger. Lembro de na altuta eu ter ficado muita chateado. Já não era nenhuma criancinha, mas agora, vendo bem, aprecebi-me que ter a minha melhor amiga comigo só tinha pontos positivos e era muito grato a ela por isso. Quando as coisas começaram a mudar com jackson nós nos afastamos muito e eu agora, como já tinha resolvido as coias com ele queria resolver com ela tambem.

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Estava a chegar em casa, já eram quatro horas da tarde, logo só tinha duas para me arranjar. O almoço tinha corrido perfeitamente, já não me lembrava do quão bom era estar ao pé dela tenho certezade que nunca nos deviamos ter afastado, principalmente na altura me que foi. Ela é aquele tipo de pessoa que eu tenho a certeza que sempre faria tudo por mim. Finalmente tudo já estava bem.

Já tinha tomado banho, arranjado o cabelo e feito uma maquilhagem, não muito pesada, agora só faltava a roupa, era sempre o pior. Não sabia nem para onde iamos, o que tornava a escolha mais difícil. Mas, finalmente, depois de meia hora em frente ao roupeiro consegui achar uma roupa que não fosse chique demais, mas que tambem não fizesse parecer que eu ia correr.

Já estava sentado na mesa da cozinha a mexer em qualquer coisa no telemovel para o tempo passar mais rápido.

- Amor, cheguei. -como eu sentia falta de o ouvir gritar quando chegava a casa. Embora eu sempre lhe desse um seremão por isso, eu gostava, já tinha virado rotina e naqueles messes em que esse pequeno promenor esteve ausente, por incrível que pareça, fez muita falta

- 'Tô na cozinha -já me levantava pegando na carteira e no telemovel até que senti uma mão no meu braço

- Nanana, deixa a carteira a descansar em casa hoje -logo após a fala colocou as mãos na minha cintura e me puxou para um beijo, era assim que eu gostava- Então mas o menino está tão lindo pra que, está a tentar conquistar alguém? -jackson tinha todas as qualiades do mundo incluindo a de me deixar a parecer um tomate de tão vermelho

- P-Podemos ir? -perguntei querendo desviar aquele ambiente embaraçoso, para mim

- Podemos sim princesa -como se já não bastasse a sua fala ele ainda me fez uma vénia e pegou na minha mãe como se fazia nos tempos dos reis, aquele homem não tinha jeito memso, e eu adorava isso.

Já estavamos a mais ou menos umas três horas naquele carro, eu estava mais que

curioso, já que de todas as vezes que eu lhe perguntei onde iamos ele tinha se recusado a abrir a boca

- Amor, ainda falta muito? - a impaciência perdominava na minha voz, era uma pessoa muito ansiosa

- Não, estamos quase mesmo a chegar -ele tinha dito isso todas as vezes que eu lhe tinha perguntado e isso só aumentava o meu nervosismo- Chegámos criança -não se tinham passado muitos minutos desde que eu lhe tinha feito a pergunta, afinal daquela vez ele estava a falar asério e não somente para me calar.

Saiu do carro e assim que olhei para a frente toda a espera valeu a pena. Estávamos na praia. Havia, não tão perto da água, uma estrutura de madeira que formava uma cabaninha e por cima tinha um pano branco. Eu olhei para ele com lágrimas nos olhos e uma expressão surpresa no rosto, ele apenas me fez sinal para avançar praia adentro.

Quando cheguei mais perto pude ver que a mesa que estava no cento da cabana era iluminada por velas deixando o ambiente mais aconchegante. A mesa tambem estava coberta por inumeros dos meus pratos tailândeses favoritos, cujos eu não comia á tempo.

- F-Fizeste isto tudo pra mim? -como é que eu alguma vez consegui duvidar do amor dele por mim? Eu ás vezes não merecia a pessoa perfeita que tinha ao meu lado.

- Bem tudo, tudo não. O mark ajudou-me em algumas coisas, mas é para ti sim. Conheces mais alguma princesa que mereça isto tudo? -como eu já tinha dito, perfeito. Com algumas lágrimas já a molharem me o rosto eu fui na sua direção e o abracei

- Obrigado, de verdade -ele afastou-me ligeiramente de si para passar os polegares debaixo dos meu olhos limpando as lágrimas que ali estavam

- Agora vamos parar de chorar, não queremos que a comida fique salgada demais, pois não? -outra qualidade

dele era conseguir me fazer rir com qualquer coisa e em qualquer situação

- Vamos comer? -estava tudo muito bonito mas sem dúvidas o que me estava a chamar mais atenção na altura era a comida. Ela apenas abanou a cabeça em um gesto mudo de concordância o que me fez dirigir á mesa e começar a comer.

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- A comida está incrível, tens certeza que foste tu mesmo que fizeste isto? -já tinhamos comido praticamente tudo que estava em cima da mesa enquanto conversávamos, algumas coisas tinham mudado, tanto na minha faculdade, quanto no trabalho de jackson, e o jantar deu pra voltarmos a colocar tudo em dia

- Admito que a sobremesa não fui eu que fiz, mas juro que tudo o resto foi -para um chinês, ele até cozinhava comida tailandesa bastante bem

Já tinhamos acabado de jantar e agora estávamos apenas deitados numa toalha que estava esticada na areia. Já era noite, consequentemente já estava escuro, e a única luz que iluminava o seu rosto era a luz da lua. Ele sempre foi perfeito aos meus olhos, mas naquele momento a beleza dele parecia ser inigualável. Aquele, para mim, era um momemto super precioso, estávamos a precisar disso á muito tempo. Estar ali deitado com ele, a olhar para o seu rosto trazia-me uma calma e uma segurança que eu nunca tinha encontrado em qualquer outro lugar.

- Sabes, á uns dias eu andei á procura de umas coisas lá em casa -ele derrepente sentou-se na toalha e a olhar para o nada começou a dizer aquilo. Eu, muito confuso, apenas repeti os gestos dele com a unica diferença que eu focava o seu rosto em vez de focar o nada- Duas horas a procurar e não encontrei nada. Talvez se tivesse continuado encontraria, mas achei uma coisa que me chamou mais a atenção -ele parou de falar para meter a mão no bolso e tirar de lá uma coisa que eu não via á alguns messes. Ele tinha nas mãos a mesma caixinha de alianças que eu tinha comprado á tempos atrás - Felizmente que eu a encontrei antes de tu fazeres alguma coisa com ela. Não estavas a pensar tirar-me a mim essa oportunidade pois não? -se me pedissem eu não conseguiria distinguir tudo o que estou a sentir agora. Ele tinha encontrado o que tinha tentado a todo custo esconder de si

- Como é que encontraste isso? -eu achao que até uma pessoa que estivesse a alguns metros de mim iria conseguir notar o meu nervosismo. Não sei o que eu temia, afinal aquilo só me poderia trazer coisas positivas

 - Isto? -ele sabia perfeitamente do que es estava a falar, mas deu-se ao trabalho de de apontar para a caixa e olhar para mim com uma cara de dúvida, e eu, como o meu corpo não me primitia outra coisa, apenas assenti- Digamos que foi fácil, não tens muito jeito para esconder coisas -em outra situação eu o lhe teria batido e estaria neste momentos a rir junto dele, mas naquela situação. Apenas limitei-me a continuar a olhar em sua direção- Mas agora começando a falar a sério, eu agradeço muito por tu seres indeciso. Admito que ficaria chateado se fosses tu a fazer isso. Nestes seis anos sempre me propocionaste toda a alegria do mundo, acho que tambem mereço uma chance -ocorreu apenas uma pausa para ele direcionar o seu olhar para mim. Quando os nossos os nossos olhos se encontraram foi impossivel não deixar uma lágrima cair. Embora ouvessem alguns momentos piores, era ele que me fazia rir sempre com as suas piadas e que me fazia sentir amando com os seus abraços- Eu tenho uma dúvida, como é que eu nestes seis anos ainda não consigo dizer o teu nome corretamente se ele é o único que desde aquele dia sempre esteve presente nos meus pensamentos? Á coisas que mesmo que tentemos entender nunca conseguiremos, e outra delas, é o amor que eu sinto por ti. Eu sei que eu ás vezes eu posso ser uma pessoa horrível para ti, mas podes ter a certeza que eu me odeio por já te ter feito mal. E o pior, mesmo depois de eu me odiar por ver lágrimas escorrer dos teus olhos por minha causa, tu sempre me perdoas-te. Talvez seja esse outro motivo para eu te amar tanto. -não vou dizer que ele nunca era romântico, porque até era, mas naquele nomento ele estava realmente a superar-se. Algumas pessoas podem dizer que apenas 5 anos não são suficientes para ter certeza de nada, mas desde o início eu sempre soube que ele era a pessoa perfeita- Desde que encontrei isto lá em casa sempre andei a tentar arranjar alguma forma de fazer deste momento o mais especial possível, mas parece que agora aqui na tua frente a única coisa que consigo pensar é na tua beleza, então -ele apenas se ajoelhou para depois enterder a caixinha aberta para mim, eu sei, era muito clichê, mas eu não consigo imaginar maneira nenhuma de aquele momento ser mais perfeito- Kunpimook Bhuwakul, aceitas casar comigo?



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