História Our Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Dylan Minnette, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Camila Cabello, Dylan Minnette, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Danielle Hudson
Visualizações 108
Palavras 1.496
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa fanfic não é minha!!! Mas é uma das melhores que já li, então resolvi postar aqui pq o mundo merece ler uma fanfic maravilhosa assim ♥

Seguem alguns avisos:

- Danielle Hudson é representada pela Camila Cabello. Conforme outros personagens forem aparecendo eu vou dizendo quem eles são.
- Jaxon e Jazmyn serão gêmeos com 16 anos de idade.
- A história vai começar meio morninha mesmo e aos poucos as coisas vão acontecendo.

Espero que gostem e boa leitura ♥

Capítulo 1 - Capítulo um


Fanfic / Fanfiction Our Love - Capítulo 1 - Capítulo um

— Droga, hora de levantar! — Murmurei, tirando o celular debaixo do travesseiro e desligando o despertador.

— Bom dia, querida!  — Era tia Dora entrando no quarto.

— Bom dia, tia, como se sente? — Perguntei, acomodando-me na cama.

— Estou melhor hoje, querida. Mas, sabe como é que é, não posso fazer mais tanto esforço...

— Olha, Tia, você sabe que pode contar comigo para o que for. Agora que estou de férias, vou poder te ajudar mais na cozinha e nos serviços.  — Eu a interrompi.

— Danielle, eu realmente não quero que você tenha a mesma vida que eu. Não quero que você seja... Como eu, uma empregada. Quero que você estude e tenha uma boa profissão... Não quero que dependa da boa vontade de uma família.  — Ela disse.

— Eu sei, tia. Eu também não quero isso para mim, mas a senhora está doente, e não pense que a doença da senhora não é nada. Ela vai se agravar se a senhora não se cuidar... E eu pretendo não deixar isso acontecer! — Eu disse.

Reumatismo no sangue não era uma doença tão simples assim, envolvia um tratamento demorado com uso de antibióticos e um bom repouso. Coisa que tia Dora não conseguia fazer.

— Olhe, querida, eu sei que a minha doença pode se agravar se eu não me cuidar, mas eu não posso deixar de trabalhar. Já pensou o que seria da gente se não fosse a boa vontade de Jeremy e Pattie? Nós nem sequer temos uma casa própria, querida, moramos de favor aqui. É por isso que quero que você estude e tenha uma forma de se sustentar para não depender da boa vontade de uma família como a dos Bieber.

Era engraçado saber que eu morava e, sim, às vezes, trabalhava na casa deles. Mas, ao mesmo tempo, era estranho, eles mandavam o dinheiro do pagamento dos funcionários por débito automático. Pattie ligava de vez em quando, mas eles nunca davam as caras por ali. Tia Dora e Robert, o mordomo da casa, diziam que isso acontecia devido à correria que o Justin vivia. Como se eu já não soubesse!

— Mas, tia, a Pattie não sabe da sua doença... Sabe?  — Perguntei.

— Olha, querida — ela disse, sentando-se ao meu lado na cama —, eu não contei nada a ela ainda. Não quero preocupá-la... É difícil, sabe? Eu não tenho do que reclamar deles, são ótimos patrões e ótimas pessoas, mesmo nunca dando as caras por aqui. E ela sempre, quando liga, diz que confia em mim e que não saberia explicar o quanto sou importante para ela. Não quero deixar que essa confiança acabe, eu não posso deixar de trabalhar aqui. Não temos para onde ir, querida, a não ser para a casa que temos fora da cidade.

— Não, aquela casa me dá medo!  — Brinquei.  — Olha, tia, eu sei que, se a senhora conversar com Pattie, ela vai lhe entender. Ela sempre gostou da senhora, ou, pelo menos, demonstra isso quando liga ou manda um cartão postal.

— Bom, mas eu acho que já está na hora da senhorita se levantar e tomar um belo café da manhã, não é?  — Ela disse, ajudando-me a levantar da cama.

Eu me troquei rápido e saí de casa. Eu não morava exatamente na casa deles. O terreno era enorme e a casa; ou melhor, mansão, ficava na frente. Havia vários quartos na parte de cima e, na parte de baixo, os cômodos que existem na maioria das casas. A casa era realmente enorme, mas vivia vazia; era pouco habitada, a não ser por nós que estávamos sempre ali. Passando a piscina e o salão de festas, que ficava do lado direito da casa, havia uma escada em forma de caracol, que dava acesso à casa em que eu e tia Dora morávamos. Ela era pequena, tinha dois quartos, sala, cozinha e um banheiro. Nada de muito luxo. Era pequena e simples e, para mim e para tia Dora, era o nosso lar. Mas, para mim, não precisava de tudo isso. Eu amava morar ali porque o lugar era meio que uma fazenda, um rancho, sabe? Depois da minha casa, havia um grande campo de beisebol, que quase ninguém utilizava. Depois do campo, havia um laguinho onde tinham uns peixes que já estavam lá fazia séculos. Afinal, quem iria pescar? E ao lado de tudo isso, uma baia de cavalos. Eu simplesmente amo isso. Amava estar lá cuidando deles e cavalgando. Eu me sentia livre quando estava andando a cavalo. Perto dali, uma estufa de flores e um parquinho. Saí de casa, em direção à casa deles. Subi a escada e me deparei com Jake, um dos empregados, limpando a piscina.

— Hey, Jake!

— Olá, Dani. Como está?

— Bem.  — Respondi.

Fui em direção à porta de vidro, que dava acesso ao saguão geral da casa. Era incrível. Passei pelo saguão e entrei na cozinha. Tia Dora e Robert estavam conversando quando eu entrei.

— Bom dia, Robert!  — Dei-lhe um beijo no rosto.

— Bom dia, minha menina.  — Ele respondeu, com um sorriso estampado no rosto.

— Hey, bolo de milho!  — Disse, feliz.

— Sabia que você ia adorar ter bolo de milho para o café da manhã!  — Robert respondeu.

Além de mordomo, ele tinha mãos sagradas para fazer doces. Ele havia me ensinado a fazer algumas coisas e dizia que eu levava jeito.

— Obrigado, Rob.  — Respondi de boca cheia. Eles riram.

Terminei meu café e arrumei a cozinha para tia Dora, afinal, tinha prometido ajudá-la. Ela chegou à cozinha e começou a olhar o calendário.

— Nossa, o ano passou tão rápido, não foi?  — Ela disse. Concordei.  — Daqui a sete dias, já é véspera de Natal!  — Ela disse, espantada.

— Você tem razão, tia. E, sabe, eu estava pensando se nós vamos fazer ceia esse ano. Vamos?  — Perguntei.  — Porque todos os anos fazemos e, bom, se formos fazer, temos que começar a nos preparar.

— Não sei, querida, teríamos que falar com Robert e os outros. Mas você está certa, se formos fazer, não podemos deixar tudo para a última hora!  — Ela disse e continuou a olhar o calendário.

Robert não me deixaria arrumar a parte de cima da casa, pois dizia que era grande demais para mim, e que eu estava de férias e teria que descansar. Eu havia limpado a cozinha e não havia mais nada a fazer, a não ser ir dar uma olhada nos cavalos.

Avisei tia Dora e fui até a baia. Ela tinha uma infraestrutura super moderna, e os cavalos eram lindos. Eu era acostumada a andar com Honni. Ela era minha companheira. Não sabia a quem ela pertencia, mas ela era meiga e eu não tinha medo dela, como tinha de Thor. Sim, ele era branco, grande e me dava medo, além de ser bravo e já ter me derrubado várias vezes. Eu também não tinha noção a quem ele pertencia. Eu gostava de todos ali, mas preferia Honni quando cavalgava. Coloquei minhas botas, que ficavam num armário, e fui em direção à sua baia. Peguei minha sela e abri o portãozinho em que ela ficava. Chamei-a e comecei a fazer carinho em seu rosto grandalhão.

— E aí, minha Honni, pronta para cavalgar um pouquinho hoje?  — Eu disse a ela enquanto arrumava a sela. Sim, eu falava com os animais. Não demorou muito e lá estávamos nós correndo contra ao vento, pulando e contornado obstáculos. Era maravilhoso sentir o vento fresco no rosto.  — Vai, Honni, pula!  — Eu dizia enquanto fazíamos o percurso de obstáculos. Era divertido. — Vamos, Honni, mais rápido!  — Eu a incentivava a correr.

Era maravilhoso se sentir livre. Decidi parar um pouco. Honni estava parada por algum tempo e fazer tanto esforço, depois de tanto tempo parada, não iria lhe fazer bem. Levei-a para a baia novamente e lhe dei um bom banho de mangueira. E a alimentei com umas maçãs que estavam ali. Dei uma olhada em Thor, Clear e Bem, os outros três cavalos, e fui para casa. Precisava me trocar.

Peguei um copo com água e me dirigi ao quarto. Troquei de roupa rapidamente e olhei para a escrivaninha do quarto. Um porta-retrato com a foto de meus pais. Eles haviam morrido num acidente de carro quando eu ainda tinha um ano e alguns meses, mal me lembrava deles. Desde então, fui criada por tia Dora, irmã da mamãe. Corri para dentro da mansão, meu corpo estava pedindo proteínas.

— Rob! – Disse, abraçando-o ao entrar na cozinha.  — Cadê tia Dora?  — Perguntei.

— Está no escritório. Pattie iria telefonar hoje para falar com ela. Ainda não sei o motivo.  — Ele disse.

— Faz tempo que ela não liga... O que você acha que ela quer?  — Perguntei.

— Sinceramente, eu não sei. Acho que ela quer falar algo sobre o décimo terceiro dos funcionários.

— O que houve, Dora? Você esta pálida. Venha, sente-se aqui.  — Tia Dora tinha acabado de entrar na cozinha e Rob puxou a banqueta para que ela pudesse se sentar.

— Olha, Robert, Danielle nós vamos ter que nos preparar.  — Ela disse.  A família Bieber irá vir passar as festas de fim de ano aqui!

 



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