História Our Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Dylan Minnette, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Camila Cabello, Dylan Minnette, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Danielle Hudson
Visualizações 40
Palavras 956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo dois


Fanfic / Fanfiction Our Love - Capítulo 2 - Capítulo dois

— Eu não posso acreditar nisso, Dora! A família Bieber... A-aqui. — Rob disse. Realmente, isso nos pegou de surpresa.

  — Pattie disse que Justin está cansado e não está disposto a aparecer na mídia durante esse fim de ano. E realmente deve ser muito exaustivo para ele até nas festas de fim de ano estar trabalhando... Então, como eles nunca estiveram aqui depois que compraram a casa, resolveram passar as festas aqui. — Tia Dora disse.

  — Meu Deus, tia! Então quer dizer que as festas incluem o Natal! — Eu disse, eufórica.

— Sim, querida. Parece que eles pretendem fazer uma festa entre familiares aqui. Pattie disse que há tempos gostaria de nos conhecer e conhecer a casa, e acha que esse é o momento. Afinal, querem descansar.

— E quando eles vêm? — Rob perguntou.

— Amanhã.

— Amanhã?! — Rob disse e se levantou da banqueta. – Dora, você sabe o que isso significa? — Ele perguntou. — Temos que arrumar tudo ainda; quartos, comida, recepção.

Algumas horas depois....

Desliguei o notebook e tomei um banho quente para ver se a ideia de eles estarem vindo saía da minha cabeça. Não adiantou muito. Demorei o bastante para que meus dedos ficassem murchos, e saí. Coloquei a primeira roupa que encontrei e saí em direção à mansão.

— Oi, gente! — Disse.

  — Branco com dourado ou prateado? — Tia Dora segurava os guardanapos na mão.

  — Sinceramente? — Ela concordou. — Acho que não precisa de nada disso. — Olhei ao redor; flores, decoração, talheres de prata, taças e blá blá blá. – Primeiro, eles são simples, não precisam de tudo isso. Segundo, e se alguém tiver alergia a esse tipo de flores!

— O que você acha então que podemos fazer? — Tia Dora perguntou.

 — Antes de tudo, deixar de lado essa ideia maluca de enfeitar a casa. Gente, eles vão se assustar! Segundo, sejam simples, eles vão estar cansados, não vão nem se lembrar das cores, tipos de talheres e flores que tinham na mesa. Vamos fazer o seguinte: nada de guardanapos cheios de frescuras, nada disso, ok? Vamos fazer uma mesa toda branca com os talheres vermelhos, super simples. E de comida, fazemos pizzas que é uma comida simples e todo mundo gosta. E quanto às flores, comprem artificiais. É melhor prevenir, não é?

  — FAÇAM TUDO O QUE ELA DISSER, OK? — Rob gritou.

Então foi aquela confusão de tira coisa, limpa talher, guarda talher, e blá blá blá. No final, estava tudo arrumado. A mesa necessariamente não teria que ficar arrumada, afinal, eles só chegariam à noitinha e não tinha necessidade de ficar arrumada até a hora da chegada.

Nossa, senti borboletas no meu estômago ao me lembrar que aquilo não era minha imaginação, e sim, a mais pura realidade!

Triiiiim

— Eu atendo! — Disse, correndo em direção ao telefone. Olhei no identificador de chamadas, eu não conhecia o número. — Tia, eu não sei quem é, então é melhor a senhora atender. — Estendi o telefone para ela.

— Alô? — Ela disse. — Sim, está tudo pronto, sim... Nós também não vemos a hora... – Tia Dora foi saindo de fininho, deixando-nos ali parados sem saber o que fazer. Ela foi em direção ao escritório.

Eu iria segui-la, mas Rob me pegou pelo braço e acenou com a cabeça em forma de reprovação.

— Não, Dani. Se ela saiu, é porque tem um motivo. — Ele disse, sussurrando.

— Mas só pode ser a Pattie, Rob! — Eu disse. Isso me deixou tonta.

— Não sei, mas e, se for, qual é o problema?

— Ai, não sei, Rob, mas não tem necessidade dela sair daqui para ir falar com ela no escritório!

— Fica calma, criança, não há de ser nada. — Ele disse.

Eu e Rob ficamos ali no centro da sala por alguns minutos e nada dela aparecer. Eu estava me contendo para não ir até a cozinha e escutar a conversa pelo outro telefone, mas Rob, com certeza, iria desconfiar.

— Rob? — Era tia Dora saindo do escritório. Mal esperei ela sair direito e fui até lá.

  — Era Pattie, não era? O que ela queria? Por que ela ligou? Aconteceu alguma coisa? — Perguntei descontroladamente.

— Sim, era Pattie, ela... Ela queria saber... Saber como estavam as coisas aqui, é... E... E não aconteceu nada não, Dani... Nadinha.

Gaguez, descontrole das palavras, olhar disperso, isso só significava uma coisa... Ou duas.

— Ou a senhora está mentindo ou está nervosa! — Indaguei.

 — O quê?! — Ela disse, incrédula. — Você acha mesmo que eu mentiria para você? — Rob estava com os olhos arregalados e a boca aberta, não fez absolutamente nada além de ouvir a conversa. — Eu só estou nervosa, não sei... É a primeira vez que eles vêm aqui, e... E eu ‘tô nervosa. Qual é o problema?

— O problema está...

— Deu, mocinha! Não quero discutir com você logo agora. Vai querer jantar? — Não acredito que ela vai continuar mentindo.
Isso acontecia praticamente nunca. Era o nosso pacto: não mentir. E ela o estava quebrando. Fiquei incrédula com esse comportamento de tia Dora.

  — Não, eu não quero jantar, só quero saber a verdade. O que ela queria? — Disse.

  — Ela não queria nada! Apenas saber como estavam as coisas aqui! Mais nada!

— E eu sou Jesus Cristo! Anda, tia, eu sei que a senhora está escondendo algo de mim! — Insisti.

— Danielle, deu com essa conversa. Está entendendo? Eu não estou escondendo nada de você... Agora anda, vai para casa e tenta descansar.

Virei as costas e saí dali. A minha própria tia me escondendo algo!

Entrei em casa, era óbvio que eu queria, sim, jantar. Além disso, o meu estômago já estava se corroendo por dentro. Era fome. Abri a geladeira e peguei uma pera, e fui para o quarto.

Confesso que foi difícil eu encontrar o sono aquela noite, mas aos poucos, o sono veio vindo e eu fui me esquecendo do que me esperaria no dia seguinte, então adormeci.


Notas Finais


Se alguém souber a fazer capa pra fanfic, eu agradeço!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...