História Our love are timeless. - Capítulo 19


Escrita por: ~ e ~BiebsMendeslove

Postado
Categorias R5
Personagens Ellington Ratliff, Personagens Originais, Riker Lynch, Rocky Lynch, Ross Lynch, Rydel Lynch
Tags Ross Lynch
Exibições 35
Palavras 1.888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIIIIIIIIIIIIIIIIIIII EU VOLTEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII KEKEKEKEKEKE
Gente, perdão mesmo, eu simplesmente esqueci que tenho uma fanfic pra postar hue
E tbm juntou que agora to bem viciada em música coreana KPOP e isso acabou com a minha social e tbm está acabando com o meu psicológico... Se vc está começando a ser KPOPPER PARE AGORA! Ouve o avisinho da titia ok? Vc vai sofrer que nem um camelo por causa desses olho puxado... <3 só isso mesmo, podem ler agora.

Capítulo 19 - Revenge


[Uma semana depois]

Niina ON

Acordei cedo e estranhamente disposta. Fiquei sorrindo boba só de lembrar da semana passada, eu e Ross não nos beijamos mais, ele estava sendo fofo e cavalheiro comigo, achei até um pouco estranho, mas adorei, e eu não tentei ser grossa ou rude, o tratava comum, mas era estranho porque não estávamos nos chamando de “amor” e sim pelos nomes, às vezes soltávamos um, mas era ignorado por nós e por todos.

- PUTA QUE PARIU AJUDA! - ouvi alguém gritar.

Levantei da cama e fui atrás dos gritos, que vinham do quarto da Lilly.

- PUTA QUE PARIU! DÓI MUITO! Cacete por que eu não abortei Niina?

- Por que isso é errado! Esse bebezinho não merecia ser abortado! Merece o seu amor, do Riker, dos Lynch, meu, da mãe, do pai. - eu dizia enquanto pegava uma roupa pra ela.

- Pega qualquer coisa, vou de pijamas mesmo! Porra! - ela gritava e se contorcia na cama.

- A bolsa estourou?

- Claro que não sua burra! Por que eu levaria uma bolsa estourada?

- Não idiota! - ri. - A sua bolsa! Do bebê!

- Ah! Sei lá! Acho que ainda não! Mais tá doendo demais! - ela já estava chorando.

- Eu sei que está doendo, mas os médicos vão te mandar pra casa enquanto sua bolsa não estourar, vamos esperar um tempinho tá? - me sentei ao seu lado, passando a mão no seu cabelo.

- NÃO CACETE! Eu quero ir pro hospital logo!

- Ok senhora estressadinha, eu vou me trocar e ligar pro seu namorado ok? Vai marcando as contrações. - ela assentiu, lhe entreguei o celular e corri para meu quarto.

Troquei de roupa igual ao Flash e liguei pro Riker, não disse muito só “sua filha vai nascer” e ele simplesmente desligou e provavelmente começou a correr também.

- E ai?

- Vinte minutos! Porra!

- Respira Lilly! - a ajudei a descer as escadas.

Ouvi a campainha tocar, terminamos de descer as escadas e corri para atender a porta, era Riker, ele estava esbaforido, com uma calça de moletom e a camiseta ao contrario, e eu não aguentei, comecei a rir.

- Que foi sua louca?

- Sua camiseta... - tentei falar enquanto ria . - Sua camiseta... Tá ao contrario.

- Sai na correria, não consegui pensar em nada.

- Então entra e vira isso aí! - rimos.

Ele entrou e foi pro banheiro.

- Treze minutos... - a Lilly estava respirando pelo boca, levantando os cabelos.

- Calma Lilly.

Fui até a cozinha pegar um suco, aproveitei e fiz um lanchinho.

- AH CACETE! - ela gritou de novo.

Larguei tudo e corri para a sala.

- A bolsa estourou! Puta que pariu! Que dor porra!

Ela estava apertado a mão do Riker, enquanto chorava.

Peguei a bolsa da Luna e as chaves do carro e mandei Riker ir a levando, peguei a minha bolsa e a bolsa que tínhamos separado com as roupas da Lilly. Sai correndo e até me esqueci de fechar as coisas do lanche. Riker estava sentado atrás com a Lilly gritando e chorando. Respirei fundo e liguei o carro. O trânsito não ajudou muito, ou talvez tenha ajudado, já que as contrações da Lilly aumentaram, talvez os médicos já a mandassem logo para o parto. Ela respirava pesadamente pela boca, e gritava a cada oito minutos.

Peguei uma cadeira rodas e a colocamos ali, Riker ia a empurrando, enquanto eu equilibrava tudo, levou um século para conseguirmos achar o RG dela, mas correu tudo bem, a levaram pro quarto e deram um remédio pra ajudar na dor, e disseram que mais alguns minutos e ela poderia entrar em trabalho de parto. Aproveitei para ligar para todos e avisá-los, disseram que logo estariam aqui.

Riker andava pra lá e pra cá, ele estava nervoso, mexia no cabelo, nas mãos, assistia TV, mexia na barriga da Lilly, e voltava a andar pra lá pra cá, ele até cantou uma hora, o que estranhamente acalmou Luna, dando alguns minutos de paz para Lilly, só que os dois começaram a chorar e dizer “ela ama as suas musicas!” E eu me senti meio de vela ali.

O médico voltou, mediu a Lilly e disse que ela estava pronta, seria parto normal.

Tive que ficar na sala de espera, mordendo a capinha do meu celular, roendo a unha, tentado assistir TV e ouvindo os gritos da minha irmã.

Ela xingava todo mundo e repetia “está doendo” e gritava de novo.

Logo os Lynch chegaram, junto da minha mãe e meu pai, ficamos todos sentados, ansiosos, até Riker sair branco e chorando, vestido de verde e com uma máscara.

Todos se levantaram e correram até ele. Ele chorava de soluçar, e ao invés de perguntarmos algo, o abraçamos.

- Ela é linda! Minha pequena Luna Lynch... - ele abraçou a mãe, que também chorava.

- Ah meu Deus! Nunca pensei que ficaria tão feliz sendo vó! - minha mãe o abraçou com força. - Obrigada por cuidar da minha filha!

Ele sorriu e abraçou cada um.

- Logo será você. - ele sussurrou no meu ouvido.

- Que? - perguntei confusa.

- Você acha que eu sou besta Niina? Sou loiro mas não sou burro.

- Como assim Riker?

- Enjoos, sua fome igual à da Lilly, você engordou, e você passou a usar muitas roupas largas.

- Ficou louco Riker? - ainda tentava fingir. - Eu não estou grávida.

- Você engana o Rocky, o Ryland, o Ross, meu pai, seu pai, sua mãe, minha mãe, mas a mim não querida Niina! Eu conheço esses sintomas. - ele piscou maroto e saiu.

Fiquei boquiaberta, meio trêmula, se ele disse que eu engano o Ross, ele não sabe de nada ainda - graças a Deus... E se a Lilly... Não, minha irmã não faria isso! Ela é minha irmã né? Que assim seja.

Nos sentamos e ficamos esperando o médico liberar nossa entrada, o que demorou, mas logo pudemos entrar, um por um.

Deixei todos irem na minha frente, precisava conversar com a Lilly.

- Niina! Olha que linda que é minha filha! Ela vai ser loira! - Lilly estava esbaforida, nem parecia que a umas seis horas estava parindo, gritando e suando que nem doida.

- Ela é linda Lilly! - a peguei no colo. - Oi Luna! A titia tem tantos presentes lindos pra você! - beijei sua pequena mãozinha.

- Logo é você… - Lilly sorriu.

Logo é você” foi repetido na minha mente, mas com outra voz, uma mais grossa.

- É... Lilly, você não contou pro Riker né? Que eu...

Por um segundo, sua expressão foi de culpa, mas logo mudou para um sorriso calmo.

- Eu disse que você estava passando muito mal, que não sabia se era nervosismo ou uma possível gravidez, por que quem sabe ele não colocava uma pulga atrás da orelha do Ross e ele acordava e resolvia logo essa putaria. - ela disse calma.

- Lilly! - reclamei. - Era um segredo!

- Eu supus Niina! Não dei certeza de nada!

- É, mas ele me falou a mesma coisa que você! “Logo será você” parece que de alguma forma ele tem certeza!

- Ah Niina! Não é culpa minha se meu loiro não é burro e o seu é!

Mostrei o dedo do meio e revirei os olhos.

- O problema é se ele abrir o bocão no meio da família! Eu vou sair como culpada! Vai parecer que eu quis esconder a gravidez pra jogar na cara da Courtney!

- Mas não é pra isso que estamos mantendo segredo? - ela perguntou brincalhona.

- Não! Sua bocó! Estamos esperando a poeira abaixar e eu poder falar com o Ross!

- Jurava que era pra esfregar na cara do Ross “olha vagabunda, eu tenho um filho com ele e vou ter outro! Vai se fuder baby”.

- Você é muito dramática Lilly! - balancei Luna um pouquinho.

- Eu? Dramática? Oh meu Deus! O que será de mim depois dessa? - ela fez mais drama ainda.

- Sério? Vou deixar você descansar com a sua filhinha, tenho que ir! E se você abrir mais a boca, juro que te mato!

- Oh que medo de você loirinha. - ela disse fingida.

Lhe lancei um olhar fulminante, coloquei Luna no berço e sai, deixando Riker entrar de novo.

Me despedi de todos e disse que voltaria pra casa, pra descansar e comer, já que sai às pressas e nem comi nada.

O caminho foi feito em menos de 20min, o que me alegrou, mas assim que estacionei, o sono bateu, acordei cedo, não comi nada, sai correndo pro hospital... Já fiz muita coisa, mereço um descanso.

To ficando meio sedentária... Mas eu posso.

Entrei em casa, peguei uma vasilha, enchi de salgadinhos, coloquei Coca-Cola no copo e peguei alguns doces, indo para a sala, peguei meu box do Harry Potter e coloquei o primeiro.

Fiquei a tarde toda relembrando minha época de colégio - que se formos ver, só faz um ano que tudo mudou.

Admito que dormi em algumas partes do filme, mas nada que me prejudicasse, afinal, já assisti um milhão de vezes.

Escutei meu celular tocando em algum canto, levantei e joguei todas as almofadas, e ele acabou caindo no chão, ah como eu amo isso, toda vez que cai, quebra mais! Logo to sem celular!

- Alô?

- Oi mamãe! - ouvi Pedro dizer feliz.

- Oi meu amor! Tudo bem?

- Sim! Mamãe! Você não sabe o que aconteceu!

- Me conte! - disse feliz.

- Papai me levou pra escolinha, tem uma menina nova! Ela se chama... Como é mesmo papai? Sasha! Ela se chama Sasha! E a gente brincou nos balanços!

- Que legal filho!

- E aí depois, o papai foi me buscar, ele não foi trabalhar hoje sabia? Aí saímos com a tia Courtney! Ela me ensinou a blincar de cobla-cega!

- Cobra-cega! - o corrigi.

- Isso mamãe! A tia Courtney é tão legal! Eu achei que ela fosse chata! Mas ela palece legal...

Bufei nervosa, essa megera! Ah que ódio!

- Que legal filho! A mamãe precisa desligar! Diga a seu pai que eu o amo tá bem?

- Também te amo Niina! Volta logo.

- Volto Ross... Vou voltar logo... - disse falsa, me lembrando do convite com o meu nome...

Um lampejo passou pela minha cabeça, tentei segurar um sorriso vingativo que saia por entre meus lábios, mas não contive.

- Ross, amor, você pode me passar o endereço da Courtey?

- Por que Niina? Não pretende matá-la né?

- Claro que não seu bobo! Eu quero enviar uma carta pra ela! Vou ver se consigo te ajudar a resolver logo isso, pedindo desculpas pra ela e tal...

- Tá bom né... Espera! - eu já não continha o sorriso vingativo, ele me passou o endereço e eu anotei com muita cautela.

Desliguei a chamada e logo liguei para a Rydel.

- Pare de planejar meu casamento agora! Tenho uma coisa mais urgente!

- O que?

- Meu chá de bebê! - levantei uma sobrancelha, mantendo meu sorriso vingativo.

- Quinze minutos.

- Ok! - desliguei a chamada, mantendo minha expressão de felicidade, misturada com medo e vingança.


Notas Finais


É isso, e como perdão vou postar mais um capítulo... Me perdoem tá meninas? Eu ainda amo vcs <3
Saranghae


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