História Our Love Is... Gunê - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus queridos fanfiqueiros!!!
Estou de volta com mais um capítulo fresquinho, dessa vez mais curtinho, porém, muito importante para o desenvolvimento dessa história.

Hoje temos algo diferente, a "Narração do Autor" que no caso sou eu. Eu fiz isso nesse capítulo porque não seria fácil descrever todo o momento na visão da Benê.

Emfim, boa leitura.

Capítulo 3 - Three


Three:

 

Benê:


 

Meu coração estava cheio de alegria, o dia anterior que passei ao lado de Guto fora algo muito novo para mim, mas ao mesmo tempo, era como se eu precisasse daquilo. Depois do nosso chocolate quente, ele finalmente achou umas roupas para mim, e depois de uma breve janta, resumida em um prato de miojo de galinha caipira para cada um, ele fez questão de me levar até em casa. Minha mãe estava à beira de um surto quando cheguei, ela me fez prometer que eu não iria mais passar tanto tempo fora de casa sem dar notícias. O tilintar do sinal indicava que era hora do recreio. Eu gosto muito dessa hora, pois eu sempre vou para um banco, perto de uma árvore, onde tem bastante sombra. Não demorou muito para eu chegar no local, sentar, retirar uma maçã do bolso lateral da minha mochila, e só pensar em degustar a fruta agridoce e sentir a pequena corrente de ar que passava.
 

Narração do Autor:

 

Não muito longe dali, as K’s estavam planejando um trote na menina de óculos.

 

— Olha só para aquela estranha! Toda desengonçada, não sabe nem comer uma maçã. — Disse K1 enquanto sua amiga dava risadas.

— Hoje de manhã, eu peguei uma caixinha de leite azedo por engano lá em casa e trouxe… — Disse K2 mostrando a caixa em mãos para a colega, sorriu de lado para a K1.

— Gênia essa minha maninha! — Completou a K1.

 

E a passos largos, K2 foi indo em direção à Benê, e em um infeliz ato, simulou ter tropeçado e derramou todo o líquido apodrecido na cabeça da menina de óculos.

Quando Benê sentiu aquele líquido viscoso entrando em contato com sua pele, tudo à sua volta começou a se distorcer, os sons incomodavam sua audição agora extremamente aguçada, sua visão era levemente distorcida, suas mãos estavam enrijecidas, os punhos cerrados. Sua pele estava em brasa, e num ato descontrolado, Benedita deixou escapar um urro de indignação misturado com frustração, e avançou contra K2 e a empurrou. A infeliz menina levou um belo tombo, e Benedita saiu, descontrolada, com as mãos tampando seu ouvido, do local e se escondeu no vestiário feminino. Chegando lá, ela começou a andar de um lado para o outro e vez ou outra gritava alto. Sentia uma dor no lado esquerdo de seu peito, mas não somente uma dor sentimental, era real. Tão real que uma dor lancinante correu pelo corpo da menina e esta caiu no chão, desfalecida.

 

Enquanto isso, no pátio, todos olhavam para as K’s. K2 estava com alguns arranhões devido a queda, e logo Dóris apareceu.

 

— Mas o que é que houve aqui? — Disse a cacheada, desnorteada com o “zum zum zum”.

— Foi aquela esquisita, ela me bateu, diretora. — Disse K2 em sua defesa.

— Não fala assim da Benê. — A diretora já sabia quem era a tal “esquisita”, pois esse era o apelido mais conhecido de Benê. — Pra onde ela foi?

— Sei lá, ela saiu correndo. — Disse K1.

— É, ela faz as coisas e depois corre, eu quero é que ela seja suspensa; isso sim. — Finalizou K2 limpando-se.

 

Dóris andava pelo colégio, atrás de Benedita. Perguntava aos alunos e os mesmos não sabiam do paradeiro da menina, aliás, ela era quase invisível aos olhos de quase todos. Então uma menina de cabelos avermelhados lhe entregou a localização da menina. O vestiário. Chegando lá, Dóris tentava abrir e nada; chamava-a e a mesma não respondia.

 

— Cadê minha filha!? — Josefina chega ao local ofegante.

— Err… Eu acho que ela está aí dentro, mas ela não abre e não responde. — Diz Dóris.

— Eu vou abrir. — E dito isso, ela pega uma chave de fenda na sua pochete e abre a porta rapidamente.

 

As duas adentraram no local e ficaram desesperadas ao ver Benedita desfalecida no chão.

 

— Filha!? Fala com a mamãe. — A menina não respondia, então sem demora pegou Benedita no colo e saiu correndo pelos corredores da escola, e entrando em um táxi qualquer.

 


Notas Finais


Só digo uma coisa, vem t.r.e.t.a por aí! ♥
Gente, vocês gostaram da narração desse jeito? Se sim, eu posso continuar desse modo. Vocês é quem mandam!
See U ♥


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