História Our Love Is Madness - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Mafias, Naruto, Rivalidade, Romance, Sasusaku, Suspense
Exibições 373
Palavras 5.397
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


✿ Capítulo 1 parte - 2.



✿ VOCABULÁRIO:

Arschloch!¹ - Imbecil.

ma chérie² - Minha querida. ( esse é um clássico - todo mundo deve conhecer.)

Roi des cons³ - Rei dos idiotas.

Austragungsort⁴ - amanhecer.

O príncipe⁵ - título baseado no livro O Príncipe de Nicolau Maquiavel.

Süsse⁶ - docinho.

Liebe⁷ - Amor ou querido (a).

Capítulo 3 - Highway To Hell - Parte 2


Fanfic / Fanfiction Our Love Is Madness - Capítulo 3 - Highway To Hell - Parte 2

 C A P Í T U L O 01:

Highway To Hell - Parte 2.

 

 
Sasuke subiu as escadas e foi para área vip onde se distanciava do resto dos alunos no refeitório. Lugar construído exclusivamente para ele e seus amigos. 

 
O local era bem decorado, tudo graças ao toque feminino de Ino.

 
Havia um enorme sofá branco luxuoso, duas poltronas de couro, uma pequena estante contendo livros, HQS e revistas de moda e fofoca. Embaixo havia um compartimento com louças de vidro típico chá inglês, e no centro, uma mesa redonda de vidro com um grande vaso indiano em cima.

 
Seu olhar sempre tão cobiçado e desejado de atenção pelas garotas vagavam sem interesse algum pelo refeitório, como se observar as pessoas ali presente fosse algo de tamanho esforço que o deixava cansado. Suspirou, ignorando por completo a Uzumaki que estava ao seu lado tentando inutilmente ganhar sua atenção, ora oferecendo-o algo para comer, outras simplesmente falando mais do que Sasuke estava disposto a aguentar.

 
— Karin vaza. — a ruiva prendeu a respiração diante de seu olhar e do tom arrastado e frio de sua voz. — Eu quero ficar só.

 
Imediatamente o sorriso contente que a garota sustentava nos lábios por ele estar falando com ela morreu por completo. Ela não queria deixá-lo. Queria ficar com ele. Todas queriam, na verdade. Vendo a decepção nos olhos da garota, Sasuke suspirou. Essa era uma das razões para não dar atenção para as garotas da Konoha School. Todas eram fáceis e previsíveis. Não entendia como seu melhor amigo tinha paciência em atura-las quase todo santo dia. 


Ele quase riu.  

 
O Uzumaki tinha um detector de pensamentos, pois era só Sasuke pensar nele que Naruto se fazia presente.

 
— Naruto. — uma garota da qual o nome o loiro mau sabia o chamou. Ele apenas alargou a gravata e abriu os botões de sua camisa, deixando ele mais atraente, como se aquilo fosse possível. 

 
Tudo nele era sexy. 

 
— Ei! Quem você pensa que é para tocar na camisa dele? — retrucou outra garota. — Você se acha boa o suficiente? 

 
O loiro deu uma risadinha cínica e colocou suas mãos no ombro de cada uma delas e disse:
 
— Calma aí garotas, tem Naruto para todas. — ele falou com a voz sedutora e piscou. — Agora vocês poderiam me deixar comer meu almoço em paz?

 
As garotas eram em sua grande maioria, loucas. Pensando que por ele lançar um olhar cobiçoso em sua direção, iriam passar o resto da vida juntos. O loiro teve vontade de rir do pensamento. Mas, ainda que em alguns casos fosse demasiado cansativo aturá-las, ele gostava de se divertir um pouco com isso, gostava do efeito que causava nelas.


“Eu não presto”, ele pensou quase com um sorriso desdenhoso no canto dos lábios, soltando um leve suspiro em seguida.

 
Sasuke observava o amigo de longe e ria com descaso que Naruto tratava aquelas garotas. '' Arschloch!¹''

 
As garotas ainda o olhavam suplicante, como se pedisse para ele que voltasse atrás. Naruto obrigou-se a não rolar os olhos para elas, como era de sua vontade, então sorriu. Um sorriso puramente sedutor, enquanto ele encaixou o rosto fino da garota que havia chamado seu nome primeiramente em suas mãos, e encostou seus lábios aos dela. Foi um pequeno toque.  

 
A garota loira engoliu em seco, e Naruto só sorriu ainda mais com isso. A outra garota de cabelos avermelhados olhava aquela cena com repúdio e então, ela bateu o pé furiosamente no chão e se afastou dali.

 
Naruto fitou a loira seriamente, o azul celeste de seus olhos deixando a pobre cada vez mais extasiada. O rapaz não entendia o porquê daquela reação da maioria das garotas, porém, era um bastardo cretino que não poderia deixar de tirar proveito da situação.

 
— Satisfeita? Agora vai. — ele soprou as palavras em um tom baixo, mas não menos firme por isso. E então, afastou por completo as mãos do rosto da garota que suspirou tristemente. Quando ela se afastou, muito contra gosto, Naruto soltou um leve riso.  

 
''Trouxa.''  

 
A garota pensou mesmo que ele iria beija-la. Não que ela não fosse atraente, ao contrário, mas assim como se tivesse beijado teria sido por capricho e para provocar uma discórdia.

 
O loiro subiu as escadas para área vip e sentou-se ao lado do melhor amigo.

 
— Saboreando sua derrota Teme? — disse o Uzumaki provocativo, referindo-se ao jogo de basquete na aula de educação física.

 
— Hoje foi seu dia de sorte, não acordei muito afim de jogar. — respondeu no mesmo tom superior.

 
— Sei. — respondeu descrente. — O garoto é bom. Não é?

 
— Quem? O ruivo irmão da garota que o Kiba acertou a bola no rosto?

 
— Yep brother. Eu chamei ele para fazer um teste com a gente na sexta. Se ele passar,vai ficar com a vaga de atacante.


— Hm. — murmurou Sasuke em resposta. 


— Você é realmente um Don Juan de quinta categoria sabia disso? — a voz familiar lhe chegou aos ouvidos e o Uzumaki sorriu dando espaço para Ino juntar-se a eles na mesa. — Viu o estado que deixou a garota Naruto? — os olhos de ambos se focaram na garota cambaleante que suspirava apaixonada. — Você é muito cretino usando seu poder de sedução contra elas, sabia? 


Ele riu assentindo.


— O problema ma chérie² é que elas querem ser seduzidas por mim, é trágico para elas, mas divertido para mim. — sorriu convencido e os amigos rolaram os olhos instantaneamente, pois mesmo sendo a mais pura verdade, era revoltante.

 
— E desde quando isso lhe dá o direito de ficar brincando com elas? — perguntou Lee se intrometendo na conversa. Os olhos focados na face do amigo que continuava com mesmo sorriso debochado estampado aos quatro ventos. — Você sabe Naruto que algumas delas sonham com você a noite, algumas mais tolas até idealizam se casar com você, essas besteiras... E sabendo que não vai correspondê-las, porque brinca com elas desse jeito?


— Vou repetir o que eu disse para Ino. Oras, porque é divertido. — respondeu de maneira muito simples, quase banal. Ino deu um peteleco na cabeça. Sentiu-se ofendida como mulher. — Au. Ficou louca é? — resmungou, falsamente.

 
— Roi des cons.³ — disse Ino com seu sotaque sulista francês herdado de sua falecida mãe. — Mais deixa estar... Um dia você vai se apaixonar perdidamente, e então, o mundo vai te dar uma rasteira. Seu destruidor de corações! — a amiga lhe rogou uma praga para logo em seguida, juntar-se a ele numa risada divertida.

 
— Eu não tenho culpa se algumas delas idealizam seus sonhos românticos comigo. — Naruto rolou os olhos para logo em seguida mostrar aos amigos um sorriso prepotente. — Além disso eu não fiz as regras, elas já estavam aí quando eu nasci. — piscou. — Eu apenas conduzo o jogo...

 
— A seu favor seu bastardo. — Lee lhe deu um leve empurrão no ombro, sorrindo, assim como o Uzumaki. 


— Como esta a irmã do Fósforo? — perguntou o loiro mudando o rumo da conversa.

 
— Ela esta bem. Ganhou alguns hematomas mas nada grave. — respondeu Ino com um sorriso satisfeito ao perceber que Sasuke havia se interessado pela conversa.

 
Embaixo no refeitório, todos os alunos compravam lanches e guloseimas. Mas a Haruno não tinha dinheiro para gastar com bobagens, além de não abrir mão de comer comida caseira.  


— Sakura. — chamou Gaara acenando para a irmã enquanto estava sentado na mesa guardando lugar. — Vou ao banheiro mas você pode ir comendo.

 
Ela assentiu com a cabeça, então abriu a marmita. Sua boca começou a salivar. Comia sua refeição até reparar que Miranda estava com problemas. Dois garotos tentavam molesta-la, mas Sakura como sempre perspicaz, chamou a garota e assim, almoçaram juntas. 

 
Aquele dia estava tão tranquilo. A rosada pensou que talvez os próximos meses poderiam ser assim. Mas sua paz estava prestes a acabar, quando a amiga levantou-se com uma latinha de Coca Cola cheia, esbarrando em Sasuke.
O Uchiha olhava-a com tanto desprezo e nojo que a garota poderia jurar que sua alma estava sendo sugada pelo olhar dele.


Todos no refeitório pararam o que estavam fazendo para observar o show oferecido pelo moreno. Sakura massageou as têmporas torcendo para que Sasuke relevasse. Mas pelo pouco que ouviu falar ao respeito dele, compaixão, generosidade e piedade não faziam seu gênero.

 
— Eu sinto muito. — disse a garota amedrontada.

 
— ''Eu sinto muito''. — repetiu num tom de deboche. — Esses pobres sempre me divertindo. — Tirou sua camiseta e jogou no rosto de uma garota que estava em pé ao lado de Miranda.

 
— Vamos Teme não maltrate garotas bonitas mesmo que elas sejam pobres. — disse o Uzumaki tentando descontrair o clima tenso que havia se formado. 



— Puta que pariu Dobe, será que você nasceu programado pra falar só asneiras? Porque é só abrir a boca que a gente já descobre! — disse rosnando feito um cão raivoso. — Ei garota, não adianta chorar. Sua vida não vale nem a linha dessa camiseta. — tornou a olhar a Williams novamente que tremida da cabeça aos pés.


— E-Eu compro outra. — gaguejou a garota não conseguindo controlar o soluço. 


Sakura ao olhar para aquela cena deplorável abaixou a cabeça. Estava tremendo de raiva. Queria dizer poucas e boas para aquela Uchiha insolente. Só porque a família dele era praticamente dona do mundo não significa que ele tem que pisar nos outros como se fossem formigas.

 
— Eu Uchiha Aron Sasuke sou herdeiro do nome que sustenta a economia da Europa. Você alguma vez já pensou no futuro da Inglaterra? Hein ? — era evidente que os ônix do rapaz estavam carregados de ódio.


 Sakura se viu no lugar de Miranda.  

 
Um flashback de sua infância quando tinha seus onzes anos veio em sua mente. As garotas caçoavam de si por conta da cor de seu cabelo e também pelo tamanho de sua testa. Eis que surge Izumi - a morena de cabelos cor bronze com uma expressão de poucos amigos, em uma das mãos segurava um espelho.  

 
''Vocês projetam uma falta de qualidade que vocês gostariam de ter e não tem. Por isso precisam humilhar Sakura. Por que ela  não precisa fingir ser quem ela não é. Ela bonita em sua beleza natural.'' 

 
Sentiu seus olhos arderem e a ameaça de formar lágrimas. Não pode evitar a falta que sentia da melhor amiga. 


Izumi. 


Ela sempre tinha bons concelhos a oferecer. Sabia que se a amiga estivesse nesse momento não mediria esforços para dizer umas boas verdades aquele moreno bastardo. E sabia também, se seu irmão não estivesse nesse exato momento na fila do banheiro, provavelmente ele estaria agora no chão trocando chutes e socos com Sasuke. Pois Gaara nunca gostou de injustiças.

 
Mas diferente do irmão e Izumi, Sakura não conseguia confrontar as pessoas. ''Estúpida,'' seu inconsciente gritava. ''Você não pode deixar Miranda passar por aquela humilhação. Não é certo e nem justo. Seja forte. Seja alguém que da as costas para proteger alguém. Seja a pessoa pela qual Izumi sempre enxergou.'' 

 
Mas sentia em seu interior que não poderia ficar apenas de braços cruzados vendo Sasuke humilhar sua amiga.

 
Miranda tampou o rosto com as mão, apenas seus soluços eram ouvidos.

 
'' Tem razão. Mas ela também tem uma amiga que pode ajuda-la sempre que precisar. '' 

 
Amiga. Aquela palavra de cinco letras martelava em sua mente. Precisava fazer alguma coisa. Precisa tomar partido por Miranda pois ela se mostrou digna de sua amizade. É a coisa certa a se fazer. Precisava ser forte. Não poderia passar o resto da vida debaixo das sombras sendo protegida por Gaara e Izumi. 


— O que você pensa? — o moreno elevou sua voz e pegou a latinha das mãos da garota e jogou no chão derrubando nos sapatos dela. 


— Pare seu babaca! O que significa uma camisa para você? Nada.  — A rosada levantou-se, bateu seu punho na mesa e gritou desesperada. — Ela paga sua blusa e pronto. Apenas revele. — abaixou um pouco com a voz temendo a atitude do moreno. 


A visão de Sasuke turvou-se de raiva. Sua áurea era negra carregada de puro ódio. Seu cérebro derretia e o sangue borbulhava em suas veias. Direcionou seu olhar para a Haruno que o encarava com misto de medo e raiva. 
 Aquela batalha intensa de olhares fizeram com que eles se sentissem estranhos. Sakura sentia frio na barriga, já Sasuke, não sabia definir que sentimento era aquele, mas de alguma forma, não gostou nada do que aquela garota de cabelos rosados lhe causava.


O moreno andou lentamente na direção da Haruno que estava estática, todos os pelos de seu corpo arrepiaram-se. Os holofotes se voltaram para Sakura que se amaldiçoava por ter comprado aquela briga.


Ele parou ao lado dela e sussurrou em sua orelha:


— Vai se arrepender de ter entrado no meu caminho garota irritante! — disse com uma voz tenebrosa, ameaçando a rosada que em seu interior sentia-se tão pequena. Ele pegou uma mecha do cabelo rosado colocando atrás da orelha dela.


Sakura sentia seu coração na boca.


Salva pelo sinal, todos saíram do refeitório discutindo o ocorrido, e é claro, todos desejavam que as duas garotas, especialmente a Haruno, tivesse algum castigo. Eram todos uns falsos. Torcendo para que o Uchiha humilhasse quem quer que seja.


Gaara observava de longe a irmã.  


O Uchiha saiu na companhia de Naruto e Karin. A novata pediu desculpas a Haruno e saiu pelos corredores desesperada, esbarrando em qualquer aluno. Enquanto Sakura deixou seus joelhos caírem no chão. Colocou as mãos delicadas em seu rosto e começou a chorar em pura agonia. O ruivo aproximou-se da irmã abraçando fortemente, tentando acalma-la. 


 A rosada não estava interessada no que o irmão falava, apenas queria sentir o calor dos braços dele em torno de si. Queria aquela sensação de estar protegida pelo menos naquele instante. 


Depois daquele episódio, Miranda nunca mais voltou a estudar na Konoha School. E assim começou o inferno na vida da Haruno.


Todos os dias quando abria seu armário, sempre havia coisas estranhas como: cobras, baratas, camisinhas, sem contar nas mensagens horrendas xingando-a de todos os nomes possíveis. Fora o boato que havia se espalhado aos quatro ventos de que ela havia abortado uma criança. E assim, Sakura passou a ser o centro das gozações de todos. 


Gaara tentou entrar numa briga feia com o Uchiha mas de nada adiantou, pois Sasuke era um lutador nato.  


Karin se divertia assim como o resto do colégio. Ino, Lee e Naruto eram os únicos que estavam do lado dos Harunos, mas com medo da reação do Uchiha, não ousaram ir contra a vontade dele. 


Sakura queria desistir de tudo, queria largar a escola. Mas ao olhar para seu irmão com hematomas, sangue escorrendo pelo nariz e respiração alterada, lembrou-se do seu objetivo.Somente por Gaara iria aguentar tudo aquilo.  


Conforme os dias foram passando, a rosada começou a se acostumar com as piadinhas e as brincadeiras horrendas, sempre pedindo para o irmão que ele não comprasse mais nenhuma briga, pois temia que ele fosse expulso da escola.


A Haruno espiou com o canto do olho e Sasuke ainda encarava-a, mas não como os outros alunos tinham feito durante todo o dia. Ela caminhou até o refeitório, onde todo aquele inferno havia começado. Deixando um Uchiha mergulhado em seu próprios pensamentos. 
 
Gaara foi ao banheiro,então Sakura abriu sua marmita, onde havia todas as comidas japonesas que a rosada mais gostava. Omusubi com furikake, omelete cortado em quadradinhos, salsichas em forma de polvo e um salmão suculento. Comia com tanta vontade que seus olhos brilhavam.


Sasuke ao descer as escadas de sua sala vip - procurou naquele mar de cabeças por Sakura que ultimamente havia tirado seu sossego. O modo como a garota ignorava todas suas provocações e agia como se ele não existisse, o irritava, e muito. Aquilo era inaceitável em sua visão. Afinal, quem ditava as regras naquele colégio era ele. E Sakura estava saindo de seu controle. Precisava fazer algo rápido. Algo que desmoronasse-a.  


''Se é guerra que você quer…É guerra que você vai ter garota estúpida,'' - ele pensou. 


Caminhou em direção a mesa onde ela estava almoçando. Parou ao lado da Haruno que engoliu rápido o pedaço do salmão.


— O que é isso? Uma tentativa de imitar a classe superior? — debochou olhando para a comida dentro do pote redondo. — Marmitas é algo tão típico de gente pobre!


Sasuke jogou a comida e pisou no peixe e depois cuspiu no chão. Sakura ajoelhou-se tentando juntar sua comida. Suas lágrimas começaram a escorrer pela sua face. Lembrou-se que na noite anterior, Temari havia comprado aquele salmão especialmente para ela, para comemorar a entrada da Haruno na escola. 


'' Ah! estava quase me esquecendo de colocar o salmão que Sakura tanto gosta. Tenho certeza que ela ficara muito feliz.''


— Volte aqui seu babaca! — gritou em plenos pulmões.


— O que disse? — ele fingiu não entender sorrindo cínico e voltou a olha-la com desdém.


— Eu não me importo se você é um Uchiha ou com sua posição social. Atrás dessa sua máscara de superioridade e arrogância, você não passa de um pirralho filhinho de papai que não faz nada de útil. Só sabe usar o nome da sua família para impor medo nos outros, fazendo com que todos sedam aos seus estúpidos caprichos. Diferente de você, eu não nasci em um berço de ouro, onde os outros fazem todo o trabalho duro por mim. Você nem deve saber o que significa a palavra ''esforço''. Mas tudo bem, eu te ensino seu bastardo. — Sakura socou fortemente o rosto de Sasuke extravasando toda sua raiva reprimida. — Cansei de fugir! Me enfrente se tiver coragem. E pare de ser um metido a gostosão! Você só tem a fama de bad boy. Mas no fundo não passa de um fraco implorando por atenção!


— Tsc... Você é mesmo muito prepotente e atrevida garota. — o Uchiha colocou para fora seu pensamento de maneira fria e cortante. 


— E VOCÊ É UM IMBECIL! — a rosada gritou em resposta pronta para xinga-lo, mas não pode.


Sem entender seus instintos, Sasuke a puxou com força pelo pulso para junto de si, seus os olhos brilharam em fúria e desejo contra os verdes irritados e surpresos dela, antes que tomasse os lábios daquela garota irritante com urgência, finalmente a fazendo se calar.   


Apesar do calor do momento, aquele beijo provou que tanto a química como a física caminhavam perfeitamente entre eles. Quando beijo terminou pela falta de ar, Sakura deu um tapa no mesmo lugar onde havia socado-o. Virou os calcanhares e empurrou algumas pessoas que atrapalhavam sua passagem. Em resposta, ele apenas deu aquele sorriso sexy de puro deboche. 


A sensação de enjoo lhe dizia tudo que era necessário saber. Sakura já alcançara o fundo do poço, e as coisas estavam bem ruins. Colocou o rosto entre as mãos, sabendo que tinha que voltar. Primeira parada: banheiro mais próximo. Depois dar o fora do colégio o mais rápido possível.

 
Entrou no banheiro feminino na mesma hora em que a porta se abriu, surgindo uma Ino que parecia ainda mais loira e perfeita.


— Licença honey. — disse ela. Sua voz era doce, mas o rosto se enrugou quando olhou para a Haruno. — Ah Deus, você está péssima! O que aconteceu?


'' O que aconteceu? Como se a escola toda já não soubesse,'' pensou a rosada com raiva.


— Espere mais cinco minutos. — respondeu ela com a voz mais irritada do que pretendia. — Aposto que a fofoca se espalha como vírus por aqui.
 


A Yamanaka riu, e então sacudiu a cabeça:


— Vamos lá, nem todo mundo na Konoha School é piranha ou play boy. — Ino se aproximou de Sakura estendendo a mão direita para ela. — Yamanaka Ino. 


A Haruno havia se arrependido de ser tão grosseira com a garota a sua frente.


— Sou Haruno Sakura. — apertou a mão da loira. 


— Lave esse rosto por que você está precisando. — alertou Ino apontando para o reflexo da Haruno no espelho. — Quer minha base emprestada? — Sakura viu a loira segurando uma bolsa de maquiagem da Channel rosa-bebê. 


— Não, obrigada. — respondeu. Sem se olhar no espelho abriu a torneira. Jogou água fria no rosto e finalmente desabou. 


— Tá afim de ir pro shopping tomar um sorvete? — chamou a loira, oferecendo uma toalha.


Sakura estranhou o porque aquela garota estava sendo tão legal consigo. Justo ela que era conhecida por ser a mais popular, rica e também a mais bonita do colégio. O que um alguém como Ino iria se importar com um alguém como ela? A dúvida era cruel demais e por isso, resolveu perguntar :


— Por que está sendo tão legal comigo?


— Como eu te disse antes, nem todo mundo aqui é um babaca completo. Apesar da maioria ser... E eles com certeza estragam a reputação do restante de nós. — respondeu a garota odiando já soar tão negativa.


E assim iniciou-se uma grande amizade.


 E quando caiu a noite e Sakura finalmente chegou em casa.


Suspirou cansada.


" Gaara já deve ter contado para mamãe", pensou ela. A rosada estava entrando na sala para acender a luz quando ouviu o relógio de pêndulo no corredor dar oito horas. Então ela berrou.


— Sakura! — disse Kushina jogando para o lado um cobertor e ajeitando-se para ficar sentada no sofá. — Por que demorou tanto? — uma das mãos da garota estava sobre seu coração, e a outra estava espalmada na parede, na qual se apoiou.


— Você me assustou mamãe. — respondeu com a voz trêmula.


— Eu adormeci esperando você. — a ruiva afastou o cabelo do rosto e piscou sonolenta.


A rosada desabou na poltrona mais próxima e tentou recuperar a frequência cardíaca normal. Sentiu uma vontade avassaladora de pedir o colo à mãe.


— Por que não me contou? Puxa Sakura eu sou sua mãe e acima de tudo sua amiga. — falou Kushina num tom ressentido mas seu olhar demonstrava preocupação.


Ouvir aquelas verdades só fizeram Sakura remoer a culpa que sentia. Nunca foi de esconder nada, exatamente nada de sua mãe. Instantaneamente as lágrimas começaram a cair de seu rosto.


— D-Desculpa! Eu queria te contar... Mas não podia. Nós acabamos de nos mudar e você esta cheia de problemas para resolver e, não queria trazer mais um de bônus. — disse arrependida secando os olhos com a palma da mão.


— Me desculpe filha. Eu pirei e ainda estou pirando por conta do trabalho... Mal consegui ver que você está com problemas. — correu na direção da garota dando um abraço apertado. — Amanhã eu vou no seu colégio levar um papo com diretor. — disse gentilmente penteando com a mão os cabelos rosados de sua filha para trás. — Estava esperando um pouco para tocar no assunto… — Kushina disse com uma voz tímida, então prosseguiu: — Mas não tem um momento perfeito para falar sobre isso.. Já falei com seus irmãos.


— O que está acontecendo? — a rosada franziu o cenho sem entender nada.


— Acho que vamos voltar para a Escócia. Estamos trabalhando eu e seu pai, não estamos ganhando o tanto que precisamos para manter a casa e as contas em ordem. Mesmo que sua irmã ajude nas despesas. Honestamente, pensei em arranjar um segundo emprego mas não sei se o dia tem tantas horas assim. — ela riu sem nenhum vestígio de humor.


— EU QUERO FICAR AQUI! — respondeu sem pensar duas vezes. O tom de sua voz soou decisivo. — E a Tema? Eu não quero deixar ela aqui sozinha. E o sacrifício que eu e Gaara passamos para conseguir entrar em um dos melhores colégios da Inglaterra? E o esforço que papai teve para vender nossa fazenda? E também tem a Ino... — fez um pequena pausa para respirar, então prosseguiu: — São tantas coisas que passamos para estarmos aqui. Não podemos abandonar tudo no primeiro obstáculo que surgir. — pensou em Sasuke, mas não estava afim de dividir com sua mãe. —  Só nos dê um tempo.


— Vou esperar mais três meses. Mas não quero alimentar esperanças.— disse Kushina simplesmente. — Quem é Ino? Uma nova amiguinha?


— Sim. Ela é linda, divertida e super gente boa, o que muito difícil encontrar naquele ninho de cobras. — respondeu irritada lembrando-se do pessoal esnobe do colégio. — Vou preparar chocolate quente, quer? — ficou de pé.


— Acho uma ótima ideia minha filha.


Depois de uma ida rápida a cozinha para juntar canecas, açúcar e a lata de chocolate Nestlé, Sakura sentou-se no braço do sofá e entrou a mãe a caneca, e disse:


— Vou procurar um emprego.


— Não. Você é muito nova e também vai prejudicá-la nos estudos. — disse enquanto bebericava o chocolate.


— Vou sim. — respondeu decididamente apertando a barra de sua saia. — Mas não se preocupe. Vou procurar algo que seja meio período. Até por que eu desejo ser uma médica.


— Sei disso. E acredito em você! — disse Kushina com convicção.


— Obrigada mamãe. — levou a caneca à boca e tomou todo o conteúdo. — Vou subir…Amanhã tenho escola. — A Haruno abraçou a mãe, deu um beijo na bochecha dela, e levou as canecas para cozinha. Em seguida, subiu as escadas com a mochila nos ombros.


— Sakura. — Kushina chamou-a novamente.


— Sim? — perguntou parando no meio da escada, olhando para a mãe que ainda estava sentada no sofá.


— Eu te amo!


— Eu também mamãe. — soprou beijos no ar.


— Nunca mais me esconda nada de mim, ouviu? — elevou um pouco a voz mas não o suficiente para acordar os filhos e o marido.

— Tá legal.


Sakura foi para o quarto. Largou a bolsa sob o sofá, abriu as janelas, deixando o vento gélido da noite invadir o lugar e se pôs a observar a lua que estava magnifica. Deslizando as mãos pela testa, a rosada se largou na cama de qualquer jeito, soltando um longo suspiro satisfeito e fechando os olhos. Em sua mente, veio a imagem do Uchiha.  


"Babaca." 


Riu ao lembrar-se da cara dele quando ela socou seu rosto com força; mas o riso morreu logo que pensou na consequência que isso teria sobre ela. Era claro que teria uma consequência, ele havia deixado aquilo mais que óbvio depois que ele havia beijado-a.


Distraída, Sakura se pegava passando os dedos nos lábios, revivendo o gosto dos lábios do moreno nos seus. O gosto do hálito dele era tão viciante. O mesclar de suas línguas;sentindo as mãos ásperas na sua cintura, colando-a contra o corpo másculo dele. O corpo dela estremeceu só de pensar novamente naquele momento. Balançou os ombros, não importava mais. O que estava feito, estava feito, e nada tiraria de sua mente o gostinho, o prazer imensurável que foi enfrenta-lo de frente. Não ia mais chorar e fugir feito uma donzela indefesa.


Suspirou com um sorriso satisfeito.



[…]

 


Uchiha Vincenzo Fugaku era o homem muito influente. Para todas as pessoas, ele era o empresário de grande sucesso, o dono de quase todo território do mundo, pai e marido dedicado. Apesar de possuir meio século, não aparentava a idade que tinha. Era muito parecido com seu pai, Uchiha Madara, que morreu aos sessenta aparentando trinta e cinco. Mas seus olhos eram definitivamente de sua mãe, Uchiha Mito. Uma mulher dotada de beleza e inteligência extrema. Não podia negar, a genética em sua família era muito boa. Tinha em seu gene o sangue italiano e alemão.


Embora fosse famoso e respeitado, poucas pessoas de fato conheciam o homem por trás daquele rosto sem emoção e frio, característica típica dos Uchihas, exceto por Mikoto e Itachi.


Ele vivia duas vidas diferentes; ambas reais, porem opostas. Era como se seu corpo habitasse duas almas. E gostava de acreditar que era o homem honesto, de família. Que nunca precisou construir seu império sobre os cadáveres empilhados ao longo de sua jornada. Mas sabia que aquela não era a verdade.  Se hoje ele se tornou o homem com influência e poder; é por causa da sua família, não aquela por laços genéticos, mas sim, por sangue derramado e juramentos de vida. 


O governo europeu a chamavam de Akatsuki, que por sua vez, também era conhecida como Austragungsort⁴. No final, todas essas expressões queriam dizer a mesma coisa: máfia.


Ele se afastou por um alguns anos logo após se casar com Mikoto, onde jurou que largaria a organização em nome de seu amor por ela. Porém, uma vez tendo feito parte Morgengrauen, não havia como abandona-la. Ainda mais, quando se carrega o fardo de ser o herdeiro, o descendente mais próximo do fundador. Fugaku era O príncipe⁵, o alicerce, a alma e a vida daquela família. Era esse lado siciliano que havia herdado de seu pai.


— Quinze dos nossos foram presos. — iniciou Nagato Antonelli. — Três estão colaborando com os tiras.


De uma beleza exótica, possui 1,95 de altura, cabelo liso beijados pelo fogo na altura dos ombros, de pele clara; olhos penetrantes e tão hipnotizantes como ametista. Lábios finos, quase uma linha reta. Muito esguio.
Como marca registrada; tatuagens enormes por quase o corpo todo. Italiano nascido no sul - precisamente em Napoles.
Nagato era o cabeça da Akatsuki. Sua liderança era excepcional na máfia. Todos os admiravam profundamente. E Fugaku confiava plenamente nele. 


Um falatório se instalou entre os membros presentes. Quinze integrantes da Akatsuki foram presos e três deles se tornaram testemunhas e estavam cooperando com a polícia.


— Você vai silenciá-los Deidara? — perguntou O príncipe com sua voz fria.


Deidara era o hacker da gangue. Ele construira um incrível programa que funcionava como um "olho" onde ele pode ter acesso a qualquer coisa. Desde contas bancárias, até os planos da Casa Branca, e também das forças armadas. Assim como Fugaku, Deidara Milazzo era descendente de italiano. Seu pai fora membro da Akatsuki na primeira formação.  Nascido na capital italiana, o garoto prodígio não conseguia se ajustar ao mundo normal. E como ''bom'' filho, aos dezesseis anos largou a escola e resolveu seguir os mesmos passos de seu pai. Loiro, seus cabelos eram presos num rabo de cavalo. Seus olhos eram azuis vivos e redondos como uma bola de gude. De feições andróginas, sua altura era mediana e possuía tatuagens por quase o corpo todo. Tatuagens que representavam a Akatsuki. Sua recém feita fora um desenho de uma boca na palma da mão esquerda.


— As coisas não esfriaram. Eles estão bem protegidos. — respondeu o loiro mostrando os dados em seu MacBook Air.


— Mas por que não pegamos suas famílias? Os três entenderam o recado? — com sotaque forte perguntou Kakuzu , soando mais uma ameaça do que uma pergunta.


Ele era muito alto. Maior que seu líder. Trajava um típico uniforme militar. Jaqueta e calça camuflada e botas pretas de cano alto e colete anti-balas. Não era possível ver seu rosto pois ele estava coberto por uma máscara preta, deixando apenas seus olhos verdes amendoados a mostra. Os cabelos escuros e escorridos eram presos em um rabo de cavalo baixo. Nascido na Toscana, seu sotaque forte não negava sua origem. De personalidade séria, gananciosa, e retraída, Kakuzu Ferrandini era responsável pelas finanças da máfia. Sim, ele sabia como duplicar dinheiro em questões de segundos. 


— Não. 


A voz de Fugaku se sobressaiu à voz de todos. E por ele ser O príncipe, todos se calaram no mesmo instante. Aquela foi a única palavra expressa. Não houve qualquer explicação, o que não surpreendia ninguém. Ele disse tudo que precisava ser dito num comando.


— O principe está certo. — concordou Antonelli. — Vamos ser mais cuidadosos até descobríramos mais. 


Kakuzu resmungou para si mesmo, enquanto Deidara continuava a digitar rapidamente algo em seu macbook. 


Eles conversaram um pouco mais. Discutiam estratégias para negociar com os mexicanos sobre o porte de armas de fogo. Até que a atenção de Fugaku foi atraída pela menção aos japoneses.


— Eles estavam Firestone esta noite. — disse um membro chamado Alec.


— E machucaram alguém? — perguntou O príncipe. — Ou a situação foi resolvida?


— Foi resolvida. — respondeu Alec e Fugaku aprovou apenas com a cabeça.


— Não há motivos para entrarmos em conflito com eles. Pelo menos por enquanto.


Aquilo foi o suficiente para Fugaku encerrar a reunião. Ele abanou a mão liberando todos os presentes. Quando todos foram embora, o Uchiha suspirou cansado. 


— Você sabe que não gosto dessas reuniões dentro de casa. — declarou Mikoto entrando no escritório do marido sem permissão. — Mas espero que tudo isso se resolva logo. 


— Süsse.⁶ — ele chamou-a dando algumas palmadas em suas coxas. A morena sentou-se sobre as pernas de Fugaku que tratou logo mordiscar o pescoço dela.  


— Liebe⁷ aqui não... — ela ria enquanto dava algumas palmadinhas no peito do marido. — Sasuke pode chegar... Ah!  


O Uchiha envolveu-a. Os ônix olhavam-a de forma voraz e faminta. 


— Você nunca se cansa não é? — Mikoto perguntou rindo um pouco mais alto, dando vários beijos na face do marido. 


— De você? Nunca. — ele respondeu. E ergueu-a fazendo a mulher se sentar em sua mesa empurrando os papéis para o chão, então a beijou apaixonadamente.


Notas Finais


✿ AVISOS IMPORTANTES - POR FAVOR, LEIAM:


01º: A fic está passando por um processo de reedição. Mas ainda assim, pode haver alguns deslizes. Erros são horríveis, mas perdoáveis. Me perdoem se houver alguns, muitos e mesmo poucos por ai, tá? E por favor, se encontrarem me avisem imediatamente.


02º: Primeiro cap e as apresentações dos personagens,tudo muito morno e sem graça. Mas garanto que nos próximos as coisas vão definitivamente esquentar.

Acharam estranho a construção das famílias? Eu também hahahha. Gente eu sei que MinaKushi é pra sempre e tal, mas resolvi sair do padrão. Quis inovar fazendo tio Orochi sendo ''homi'' (sentirei a ira do Kabuto) rs, ainda por cima ''bonzinho''. A maioria das fics ele sempre é o vilão :p Só por esse motivo resolvi dar a louca. qq-
Ah! Para a aparência dele aqui na fic - imaginem o prof Snape de Harry Potter.


03º: Akatsuki originou-se com Madara ( ele nasceu e viveu sua infância na Sicília. E seus pais eram italianos). A adolescência e a vida adulta ele se migrou para Alemanha. Isso explica a descendencia de Fugaku e suas raízes com a máfia italiana. A região sul da Italia é onde se concentra as máfias. E a Akatsuki foi baseada nos conceitos da máfia Camorra que surgiu em Nápoles, e também na máfia norte-americana Cosa Nostra que tem suas origens na Sicília. O líder de cada família é conhecido como chefão ou dom. Porém, preferi colocar algo mais a minha ''cara'' .

* Para quem assistiu o clássico O poderoso chefão - Mikoto foi baseada na personagem Kay Corleone uma das esposas de Michael Corleone. Ela é a típica esposa amorosa, ótima mãe e preocupada com o bem-estar do marido.


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