História Our Love Is Madness - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Mafias, Naruto, Rivalidade, Romance, Sasusaku, Suspense
Exibições 319
Palavras 3.185
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


- Olá pessoas tudo bom?
Vou postar quatro capítulos consecutivos, ok? haha estou com tempinho ''livre''.

Espero que gostem.

✿ AVISO:

Esse capítulo contem algumas coisas relacionadas ao estupro, sangue e mortes.

Capítulo 8 - Her Fear, His Mask


Fanfic / Fanfiction Our Love Is Madness - Capítulo 8 - Her Fear, His Mask

C A P Í T U L O 04: 

Her Fear, His Mask


"Existe apenas um Deus e seu nome é Morte. E só há uma coisa que dizemos para a morte: Hoje não.”

— Game Of Thrones
 


Sakura tirou o jornal de sua mochila e saiu pelas ruas de York em busca de emprego. Rodou cada canto e não conseguiu nada.. Nem mesmo uma entrevista. Mais ainda assim, ela se manteve confiante. Quando olhou no relógio eram quase quatro horas da tarde. E precisava voltar pra casa.

 


 Por não conhecer a cidade direito e não saber das manhas; como os locais que não poderia passar, os horários onde o assalto é mais predominante, entre outros riscos. Estava quase desistindo quando finalmente apareceu um homem de terno preto.



— Ei garota, você não quer tirar umas fotos como modelo? Você receberá cem mil euros, topa? — disse o homem de cabelos loiros e curtos com um sorriso de vendedor ambulante.



— Se for com as minhas roupas tudo bem, já que eu estou precisando desse dinheiro. — respondeu Sakura sinceramente.



Não muito longe dali, Sasuke andava pelas ruas mergulhado em suas próprios pensamento e ficou parado em frente a uma lanchonete onde observava de longe a Haruno segurar um jornal em uma mão, e na outra uma caneta onde ela escrevia algo.



''Pode ficar com o seu dinheiro, não sou interesseira. Só porque eu venho de uma família pobre não significa que meus pais não tenham me ensinado a ter caráter.''


''Ontem, á no hospital quando eu me abri com você, fui sincera. E... Eu realmente quero ser sua amiga. ''


— E quem disse que eu quero ser seu amigo, Gatinha? — disse para si tentando se convencer de que aquela garota não tinha influência alguma sobre ele.



Saiu de seus pensamentos quando o homem loiro de terno encaminhou a Haruno a um aparente estúdio de fotos. Não acreditava em intuição; mas algo dentro de sua cabeça lhe dizia que deveria segui-los. E foi o que ele fez.



Ao entrar no estúdio, Sakura ficou maravilhada com a porção de equipamentos e câmeras. O homem ao seu lado lhe tirou de seus devaneios e falou :

— Vamos mocinha tire seu vestido para essa câmera sensualmente.



— Não! — a rosada tentou fugir mais dois rapazes a seguravam dos lados.



— Fique quieta! — retrucou um asiático que desferiu um tapa no rosto dela.



— Se você tirar suas roupas só por pouco tempo leva os cem mil. — disse o mesmo homem que a convenceu de tirar as fotos.



— Você disse que eram fotos com minhas roupas! — Sakura repetiu o que homem loiro havia lhe dito num tom rude e seco, encarando-o diretamente.



— Há sempre algo por traz de uma conversa gentil, garota! — debochou da inocência dela.



— Pare! Tirem essas mãos de cima de mim! — a Haruno mordeu a mão do loiro e empurrou o asiático para cima do lustre na tentativa de desequilibra-lo.



— Peguem essa selvagem! — gritou o loiro.



Um homem moreno e musculoso segurava bruscamente seus braços, enquanto o asiático lhe aplicava com a seringa alguma droga. Seus sentidos começaram a falhar, um a um. Os pensamentos pareciam líquidos e surreais com se nada fosse o que deveria ser. A pele começou a aquecer, suores pequenos começaram a espalhar pelo corpo dela. 
 


Os músculos começaram a enfraquecer. Com a sensação de deixar-se cair no chão, os olhos agitados não conseguindo distinguir os rostos a sua frente, pois não passavam de borrões.



Ela teve a sensação que seus mamilos estavam sendo puxados por algo brusco, mas firme. Instintivamente, empurrou aquela pressão que aquelas mãos exerciam. Mas seus movimentos eram lentos e seus braços estavam fracos.

 


Ouvia algo como flashes de uma câmera e vozes dizendo sacanagens. Tentou protestar, mas sua língua está morta dentro da sua boca. Sentia algo quente e molhado sugar seus seios com tanto gosto. Seu cérebro lhe deu um alerta : PERIGO! PERIGO! PERIGO!



Um grito forte escapou de seus lábios, finalmente quebrou a neblina que que estava ao seu redor. Sakura despertou:

— Socorro!



Uma mão muito pesada tampou sua boca. Mesmo com som abafado, a garota continuou a gritar cada vez mais alto.



Sasuke ouviu gritos agoniados de Sakura. Rapidamente ele tentou entrar, mas os seguranças param-no. O moreno lutou contra eles com maestria. Cuspindo no chão. Na sua visão, aqueles homens eram fracos demais.


Subiu as escadas desesperadamente guiado pelos gritos da garota.



— Se apressem! Precisamos das fotos e do vídeo.



Sakura balançava os braços freneticamente, mas as mãos do homem começaram a agarra-los com mais força. Sentiu seu vestido ser arrancado com brutalidade de seu corpo, por fim rasgando seu sutiã de renda.



O asiático não perdeu tempo em sugar o seio direto dela - como um recém nascido, com uma fome insaciável. Arranhando-a com a barba por fazer.



— Vire-a de quatro! — ordenou o loiro.



O moreno livrou-se da calcinha dela. A garota chutou diversas vezes a perna do asiático. Mas ele forçou seu caminho entre as pernas dela, seu peito nu estava sob a rosada.



— Não posso. Se eu tirar a minha mão, essa vadiazinha vai gritar. — resmungou o moreno musculoso.



— Não seja um cara idiota, caralho! — retrucou o asiático. — Eu vou deixar você foder primeiro. Só faça isso. E logo!



O moreno colocou-a na posição ordenada pelo loiro, por fim tirando sua camisa, fazendo um bolo enfiando na boca de Sakura. Seus braços estavam presos no alto de suas costas mostrando nenhuma resistência, numa posição desconfortável. Ele deitou no chão segurando seu pênis com força, procurando se posicionar para entrar nela. Já o asiático, abaixou suas calças preparando seu pênis duro para entrar na nádega dela.



— Você sente como é bom? — disse o moreno com um olhar desejoso.



— Por que você os deixa fazer isso? — ela gritou com o loiro que assistia tudo, mesmo com a camisa na boca, ele pode entendê-la.



Os olhos dele eram selvagem e frenético. Ele estava se divertindo tanto quanto aqueles dois. Sakura se afastou do asiático tencionando seus braços cada vez mais, para que saíssem de suas órbitas. A luta só serviu para se dobrar mais e mais. Ela trabalhou o tecido da camiseta conseguindo liberar um poucos seus dentes, conseguindo alcançar um dos ombros do moreno - mordendo-o como uma leoa. Ele gritou e balançou a cabeça.


No momento seguinte, ela voou pelo ar pousando em um dos equipamentos de fotografia.



— Que porra é essa? — o asiático gritava.



— Você sua puta! — o moreno olhou para a rosada com um olhar mortal, erguendo-a pelos cabelos e jogando novamente no chão.



Ele chutava inúmeras vezes as costelas dela; que engasgou com o sangue que estava na sua boca. Sua respiração começou a protestar e tudo que ela pode ouvir foi o "crack" de suas costas.



Sasuke ouviu vozes irritadas e histéricas. Algo estava muito errado, a sensação estranha o atingiu novamente, embrulhando seu estômago.



As infelizes e amargas lembranças do garoto de doze anos que tinha sido, vieram a tona. Cada noite, quando ele estava amontoado perto de seus parceiros no sofrimento do chão sujo do bordel de Giovanni.



" Você já testou a mercadoria! Quero saber quando vai me pagar por esse bichano aí?" – perguntou Anna, uma mulher arrogante vestida feito uma puta que tinha perfurado a bochecha de Sasuke com salto fino.



" Quando você parar de danifica-lo." – respondeu o cafetão italiano com sarcasmo.



E assim que ele foi entregue à Giovanni; aprendeu em italiano palavras e frases simples como : sim, não, comer, dormir, vem e sexo. A principal forma de comunicação do cafetão consistia em usar um chicote a fim de doutrinar aqueles que não obedeciam suas ordens. Mas ás vezes, ele fazia coisas bem piores do que chicotear. Coisas que Sasuke se obrigou a não pensar.
 


Quando ele era obediente, foi recompensado com: alimentos, roupas e presentes. Embora detestasse o que fazia para obter essas - " tais recompensas". 
E naquele lugar; não tinha a exclusividade do qual Sasuke estava habituado por ser simplesmente um Uchiha. Não importava se ele viesse de uma família rica, era tratado desumanamente como todos outros jovens ali presentes.
Quando ele se recusava a obedecer; levava surras em lugares que homens adultos jamais suportaria.

 


Com passar dos meses, ele tinha crescido em altura e beleza. Armado com tudo isso – sua arrogância natural e raciocínio rápido.
Ainda criança aos olhos de muitos, e tratado com pouco mais de crueldade - o moreno compreendeu apenas uma coisa: sobrevivência.



" Eu não disse que você seria meu? Eu te vendi e recebi um preço muito bom. Mas ainda assim, você é a minha exclusividade bichano. Entende? Só eu posso te tocar." – declarou Anna, a esbelta morena que retirou sua calcinha de renda e sentou-se no colo do garoto.



''Puta traidora, sem remorsos. '' – Cheio de hematomas e cortes profundos, amarrado por cordas, e com pano em sua boca, Sasuke estava sentado nu em uma cadeira velha de madeira. Sentia o estômago embrulhar e a vontade sanguinária de desfigurar o rosto da mulher a sua frente, e cortar o resto do corpo dela em pedaços era muito forte. Mele precisava ser aguentar. Precisava ser... Um sobrevivente.



"Não estaria aqui se soubesse me obedecer. Mas, você me forçou. E tenho certeza que Giovanni vai domestica-lo perfeitamente. Não adianta me olhar assim, morte é tudo o que você realmente merece! Agora me foda com gosto. " – provocou Anna introduzindo o pênis do garoto em sua vagina úmida.



Ele saiu de seus pensamentos com seu coração acelerado. Seus passos vacilaram e ele fez uma pausa para recuperar o controle. Respirando de forma controlada e calma. Então o moreno correu, se aproximando silenciosamente da sala, tomando o cuidado para que não percebessem sua presença. Ficou um pouco na ponta dos pés, e pode observar tudo que ocorria diante daquela pequena janela.




— Você é um merda de um burro! O que vamos fazer com ela agora? E ainda não consegui fazer porra nenhuma do nosso trabalho!



Os ônix pousaram na garota de cabelos cor de rosa. Seu coração começou a apertar, e lutou para controlar sua respiração. 


" O que eles fizeram com ela? "



— Eu não quero saber. Mas vocês vão dar um jeito nessa merda!



Sasuke viu que nenhum deles estavam armados; avaliou quantos combates ele teria que lidar. Uma coisa é certa, se algum deles tinham machucado ela, foi o homem moreno de cabelos castanhos.Ele possuía um machucado. E possivelmente, também estuprou e a matou. 


Esse era o pensamento agonizante do rapaz. 


O Uchiha engoliu em seco.


Mataria aquele cara na frente dos outros, dando uma prévia do que estava por vir. Estava com tanta raiva que mordeu seu lábio inferior com tanta força sentindo o gosto do próprio sangue.



Chutou a porta com força, quase arrancando do lugar.
 

 
Os três homens sentiram um frio na espinha. Sasuke encarava-os com um olhar assassino. Sabiam muito bem que aquele garoto na frente deles era o filho do maior empresário da Inglaterra – Uchiha Sasuke.
Conheciam a péssima reputação do garoto por não tolerar erros.



Sasuke desviou um pouco olhar para Sakura.



Lá estava a Haruno no chão; sua cabeça desajeitadamente para a esquerda, braços jogados na parte inferior, suas pernas abertas mostram hematomas e marcas de iniciações onde ela obviamente tinha sido pisoteada.


Pareceu-lhe que seu coração se desvanecera deixando um vácuo.


Sentia-se vazio.


Tudo que ele havia sido e sofrido no passado - agora estava presente na sua frente. 


'' EU VOU FAZER ESSES FILHOS DE UMA PUTA PAGAREM!'' 

 
Sasuke estava com o rosto ardendo sob o fluxo de sangue, o estúdio girava e escurecia diante de seus olhos. Rangeu os dentes.


'' Vou mata-los, vou mata-los, vou mata-los'', repetia para si sem parar.


Vê-la espancada e tremendo no chão foi o combustível necessário para o que ele estava prestes a fazer. A sede de sangue consumiu sua visão.



— Filho da puta! — tirou um canivete de um dos bolsos e seguiu na direção do moreno. Levantou o objeto ponteagudo num ângulo de quarenta e cinco graus e mergulhou em linha reta na base do pescoço, onde Sasuke encontrou ombro ferido dele.



Sakura reconhecia o dono daquela voz furiosa. Lágrimas escorreram de sua face, e respirava com muita dificuldade como um sopro.



O tal homem moreno liberou um grito desumano e mais endorfinas foram liberadas dentro do Uchiha. Ele puxou o canivete; pulverizou sangue em seu braço, peito e pescoço. Sua cabeça girava e suas narinas estavam dilatadas. Ele trouxe o canivete para baixo novamente, desta vez, para parte de trás do pescoço para separar a medula espinhal. O homem moreno berrava pedindo clemência, mas o Uchiha levantou o canivete e mais uma vez, mergulhou profundo.


O homem não fazia mais sons.

 
Ele só sangrou e rasgou sob o objeto cortante do rapaz. E Sasuke viu quando o homem caiu no chão, um pedaço de carne sem vida.


O garoto levantou encharcado segurando o canivete onde passou a língua e depois lambeu seus lábios provando o sangue do homem que havia matado.



Sakura fechou os olhos com força, não queria mais ouvir aqueles gritos.


Mais lágrimas transbordaram de seu rosto.


Ela tinha que pará-lo.


Não queria que Sasuke se tornasse um assassino por sua causa. Aquele era seu fardo. Um fardo que carregaria para o resto de sua vida.



Inutilmente o asiático tentou atacar o Uchiha com um bastão de ferro.


Sasuke desviava dos golpes desesperados daquele homem com tanta maestria. Num piscar de olhos; ele estava atrás do asiático com o canivete no pescoço dele. Perfurou em locais em que ele não morreria, mas sentiria a dor lentamente.Foi exatamente como ele planejava.



Virou o asiático na sua direção, enfiando fundamente o canivete no rosto dele. Por diversas vezes, até sua mão se cansar.



Sakura começou a reunir um pouco de força, obrigando seus membros se mexerem. Com corpo trêmulo, ela se apoiou na mesa, levantando.



Por fim, o Uchiha encontrou o olhar do loiro que olhava-o com muito pavor. Ele gritou muito antes do garoto alcançá-lo.



Quando o moreno se aproximou, lentamente, Sasuke começou a torcer os ossos do braço do homem. Deu vários chutes e socos, assim como eles haviam feito com a rosada.



— Pare!!!! — Sakura gritou com todo o ar que havia em seus pulmões. Mesmo tremendo de medo, enlaçou seus braços na cintura máscula de Sasuke fazendo com que ele arregalasse os olhos.



— Sakura? — questionou sentindo o calor dos braços dela lhe aquecendo. Largou o canivete no chão juntamente com o corpo do homem. Todo ódio e a raiva se dissiparam de repente.



— Por favor... — ela disse num sussurro suplicante. Ele inclinou a cabeça para atrás encarando a garota que olhava assustada por alguns segundos, mas logo lhe vieram um mar de lágrimas em seus olhos.

 


A respiração forte dele provinda do ataque de fúria soprava no rosto dela.



O homem loiro rastejou pelo chão.



Olhou pela última vez para os dois e saiu mancando. Não precisava de avisos. Temia por sua vida mais do que tudo.



Sakura sustentou o olhar dele. Por mais que tivessem alagados, tentava demonstrar toda a gentileza e amor contidos.



O moreno se odiava por fazer aquilo, não queria que ela visse o seu lado negro. Ela abaixou a voz quando ouviu a respiração dele ficar mais calma.



Sasuke segurou uma de suas mãos, e virou-se na direção dela. Aproximou do corpo trêmulo lentamente desejando que não estivesse coberto de sangue.Ela chorou e quando ele a tomou em seus braços. Seu coração deu uma guinada e ele lutou muito para não aperta-la.


Sasuke levantou com a rosada em seu colo, caminhou de forma eficiente em direção a saída. Ele olhou para o rosto dela, observando quando a lua iluminou seu rosto ensanguentado.


Os tremores por parte dela haviam se acalmado. Ela olhou diretamente nos ônix dele expressando sua admiração por ele. 


Sasuke suspirou e assim beijou o topo da cabeça de Sakura e sussurrou no ouvido dela:


— Está tudo bem agora... Fiz eles pagarem.



Ouvir aquelas palavras deixou-a sem reação.


Uma parte de si se sentiu muito satisfeita… Mas a outra parte sentia culpa. Sasuke carregaria aquele fardo assim como ela — para resto da vida. Ele havia matado aquelas pessoas por sua causa. Aquilo de alguma forma, não significava muita coisa para ela, embora suspeitasse que significassem muito para ele.



— O canivete… Seguranças e as filmagens? — perguntou a garota num fiapo de voz.



— Não esquenta. Com dinheiro, você pode omitir a história.



Ela o odiava... às vezes….



Seus sentimentos estavam completamente confusos. Chorou por um tempo na mentira reconfortante em seu abraço. Colocou os braços ao redor do pescoço dele, ouvindo o coração do moreno bater contra seu ouvido, as mãos firmes acariciando seus cabelos rosados.



" Eu quero que ele me ame." - ela pensou.

 


Por mais que negasse para si mesma, seu coração não conseguia esconder o que  sentia por ele desde o dia em que se conheceram. O que era o amor se não alguém arriscando sua vida em nome do outro?


Sasuke havia salvado sua vida. Será que isso significava que ele a ama?


Uma parte dela queria acreditar que sim. Mas não queria alimentar falsas esperanças para si. Estava dividida; constantemente entre as emoções que continuaram a lutar uma com as outras.



— Não posso aparecer assim em casa.



— Ok. Também não vou te levar para casa da Ino, por que ela vai te encher de perguntas e você não está em condições de responder. Você vem comigo… — ele sorriu minimamente e prosseguiu: — Vou levá-la ao meu refúgio secreto. E sinta-se honrada, pois você será a primeira e a última pessoa que eu levarei. — seus dedos secaram os cantos dos olhos inchados dela.


A garota franziu um pouco a testa mas assentiu com pequeno sorriso. Os dedos dele agora passeavam por toda mandíbula dela.


Havia sempre uma confusão interna dentro de Sakura quando ele estava por perto. Conflito entre o que ela deve fazer e o que ela queria fazer.


Ela olhava para Sasuke e seus dedos agora dançavam em seus lábios tão delicadamente e intimamente, onde ela reafirmou que a vida não é nada justa.
Ele a colocou delicadamente dentro de seu Lamborghini, por fim fechou a porta. Deu a volta e entrou no carro.


Tirou sua jaqueta oferecendo à Sakura que aceitou de bom grado.

 
Ela se ajeitou no banco de couro e fechou os olhos.



Sasuke deu a partida e correu feito um louco.


Mandou algumas mensagens para sua secretaria contado do ocorrido, ordenando que ela limpasse toda aquela sujeira no estúdio. Em seguida, mandou uma mensagem para Yamanaka dizendo:


* Ino pode inventar uma história para os pais da Sakura?



Ino era do tipo de pessoa que vive em função do celular, e era bem rápida com as mensagens. Não demorou muito para que Sasuke recebesse a resposta:


* Tudo bem. Ela está com você? Sou sua melhor amiga e exijo explicações.



Ele rolou os olhos, enquanto dirigia. Respondeu :


* Para com drama Ino. Amanhã talvez eu te conte. Tchau.



* Mal tinha enviado a mensagem e a loira já havia mandado sua resposta:


* Ok. Eu vou cobrar hein?! Beijinhos.


Sasuke largou o celular em qualquer canto e continuou firme na estrada.


Notas Finais


✿ Comentários :

Gente o que vocês acharam? Pesado demais? :/
Coitadinha da Sakura ;( pra mim foi muito complicado escrever sobre esse tipo de assunto. Tentei me imaginar no lugar dela - então eu coloquei meu CORAÇÃO completamente para escrever esse capítulo.Tive que ler muitos livros relacionado a esse tipo de assunto e principalmente filmes. Provavelmente muita gente deve ter lido a trilogia do Stieg Larsson,ou pelo menos, deve ter assistido ''Os homens que não amavam as mulheres''.
Eu amo esse escritor e não vou ficar fazendo propaganda dele.(Já esta fazendo autora u--u)
Quem conhece o trabalho dele sabe o que eu tô falando. E quem não conhece, eu super indico se você gosta de um bom romance policial.


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