História Our Love is over - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens JB, Jinyoung, Mark, Youngjae
Tags 2jae, Bnior, Jaebum, Jaejae, Jinmark, Jinyoung, Mark, Markjin, Marknior, Youngjae
Visualizações 60
Palavras 3.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente, me perdoem o horário, ocorreram algumas "tretas" e demorei para entrar.
Segundo, aproveitem! Já comecei os especiais e se tudo rolar bem, saem na semana que vem!

Obrigado pelos favs e comentarios!
Fiquem com MarkJin

Boa leitura o3o

Capítulo 2 - Onde JinYoung se apaixona novamente.


Fanfic / Fanfiction Our Love is over - Capítulo 2 - Onde JinYoung se apaixona novamente.

 Onde JinYoung se apaixona novamente.

 Eu sempre fui uma pessoa muito centrada, apenas observava direito o que estava muito a minha frente ou ao que me interessava. Depois que terminei a faculdade de letras, meu interesse maior foi na editora onde trabalhava, pois eu sempre procurei dar o meu melhor naquilo que sabia fazer.

 Devido ao trabalho e a mente sempre cansada, aos poucos eu parei de dar atenção ao meu namorado, a atenção devida que ele merecia, e acabei me tornando alguém um pouco viciado em trabalhar, mas é o que acontece quando você gosta do que faz.

  Confesso que, só percebi de fato que estava deixando Jaebum de lado quando Yugyeom puxou minhas orelhas para isso, porém, o mais novo sabia que não adiantaria muito, seria estranho caso eu começasse a ficar grudento de novo e logo parasse, pois mais que eu achasse que Jaebum merecesse mais amor do que eu poderia dar a ele.

  Entretanto, as coisas não eram mais as mesmas, e eu apenas havia parado para pensar quando recebi uma bronca vinda de meu Dongsaeng. Deveria ter um motivo além do trabalho para que eu me afastasse assim de meu namorado, aquele que eu amo desde o colegial, certo? Com esse papel ele deveria ter meu constante interesse, até mesmo maior que o amor que eu tinha pelo que fazia para ganhar sustento.

 Minhas dúvidas começaram a ser tiradas em uma sexta feira, eu havia feito as mesmas coisas de rotina, e depois de deixar Jaebum na cafeteria, segui o carro até o trabalho. O dia parecia como qualquer outro, o clima estava bom e eu estava de bom humor. Segui para dentro do prédio e caminhei até o elevador, indo sozinho e apertando para ir até o meu andar, até que uma voz me impediu de deixar a porta fechar.

 -Por favor, espera! - Gritou uma voz, coloquei a mão em frente às duas portas do elevador e esperei quem quer que fosse, conseguir entrar na cabine. Logo veio correndo um rapaz magro usando roupas típicas de um adolescente. - Obrigado! - Ele disse, ofegante, apenas assenti com a cabeça e deixei as portas fecharem. -Oh, JinYoung-ah? - A mesma voz me chama, me fazendo então olhar para o dono dela, tendo uma surpresa em ver Mark, meu vizinho na época em que morava com meus pais.

  -Mark Hyung! A quanto tempo - Falei, feliz em vê-lo. - O que faz por aqui?

 -Estou atrasado para uma reunião com meu editor - Ele fala apressado, olhando para o relógio no pulso. - Por acaso você não é o editor rabugento novo do setor de mangás, é?

 -Ah, não, não - falei rindo e fazendo gestos com a mão. - Eu sou do setor de livros mesmo.

 Por algum motivo as roupas que ele usava me ajudaram a ter certeza que ele trabalhava com mangás, o vestuário simples e despojado tirava toda nossa diferença de idade, e quem sabe, me deixava Ainda mais Velho.

 -Ah, aqui é meu andar - Ele disse, quando paramos no sétimo andar. - Me passa seu número, podemos combinar de sair um dia desses - Falou, estendendo seu celular. Não demorei para digitar meu número e devolver o aparelho. - Até mais Junior! - E saiu correndo, dei um sorriso automático ao ouvir meu apelido de infância.

 O encontro com Mark parecia ter sido apenas um bônus naquele dia, pois após isso, voltei a fazer a mesma rotina de sempre até a hora de ir para casa. Porém, enquanto eu estava no mercado comprando as coisas para o jantar, recebi uma mensagem de um número desconhecido, que se identificou prontamente sendo o de Mark.

 Ao chegar em casa, me apressei em fazer a comida logo, Ainda mais quando escutei o chuveiro do quarto ligado e vi as chaves de Jaebum no balcão perto da porta. Por algum motivo, as lembranças que eu passei ao lado do meu ex-vizinho vieram à tona, nós dois éramos próximos e muito amigos, porém quando eu ia entrar no ensino médio, ele foi morar com o pai nos Estados Unidos, apenas sua mãe e suas irmãs continuaram morando na casa.

  De repente, a voz de Jaebum soando na cozinha me tira de meus pensamentos, conversamos um pouco e rimos um pouco ao escutar ele contar sobre uma garotinha que apareceu na cafeteira o chamando de "moço bonito", e bem, eu preciso concordar com ela. Depois que comemos, fui tomar um banho e aproveitei para tentar relaxar um pouco, uma Ducha quente sempre me refrescava por menos tenso que eu estivesse. Ao sair do banheiro, me deparei com meu namorado deitado usando o celular, trocamos algumas palavras enquanto me troco e falo para ele que ia terminar algumas coisas do trabalho, pois faltavam poucas e eu queria um projeto novo, mas eu acabei praticamente varando à noite, como um adolescente, conversando no celular com Mark.

 Nós dois sempre tivemos muitos assuntos em comum e éramos até que bastante amigos na época em que éramos vizinhos. Eu sabia que sua mãe ainda morava do lado da casa dos meus pais, porque sempre que eu os visitava, acabava trocando um cumprimento com ela.  Mark me contou sobre como foi a adaptação para os Estados Unidos, disse que reencontrou primos e que teve um pouco de dificuldade, por ser muito calado e tímido, mas que acabou encontrando um refúgio nas aulas de desenho e em andar de skate nas praças e ruas quase desertas.

   Ele perguntou um pouco sobre mim, algumas vezes eu desviava o assunto propositalmente por não querer falar, a minha vida era simples e eu gostava da rotina em que eu mantinha, apesar de que parecia que eu estava enfrentando problemas do meu namorado.

  No dia seguinte, tive um pouco de dificuldades de manhã cedo, por não ter dormido, mas nada que café puro não ajudasse. Segui a rotina de sempre e deixei Jaebum no trabalho para depois seguir para o meu, e apesar de não ter dormido, eu estava até que bem-humorado.

 Tive uma reunião com meu supervisor para a avaliação da última edição que eu havia feito e esperei sua aprovação para pedir um projeto novo. Ele acabou falando que ia me enviar uma proposta por e-mail, pois havia um escritor novo que estava tirando todos os editores do sério por ser extremamente chato com as correções e edições que fazíamos. O escritor era Kim Namjoon, seus livros eram romances e normalmente tinham temas muito filósofos, os livros eram compridos e usavam palavras complicadas e polidas demais, eu conversaria com ele apenas após o almoço.

 Acabei me encontrando com Mark no horário de refeição, comemos juntos em um restaurante barato perto do escritório e continuamos nossos assuntos da noite. Ele me disse que estava desenhando um mangá de ação sobre um assassino que se apaixonava por uma professora, ou algo desse porte, ele não quis entrar em muitos detalhes porque começou a choramingar que queria que eu lesse seu mangá, prometi a ele então que o faria e continuamos o almoço.

 

 …

 Com o passar dos dias eu me distanciava mais de Jaebum e me aproximava mais de Mark, de forma não proposital e silenciosa. Jaebum parecia também estar interessado em algo no momento, talvez estivesse procurando receitas e coisas novas para tentar, como gostava de fazer algumas vezes.

 Comecei nesse período a lidar com Namjoon e descobri que nos dávamos muito bem. Sempre que havia algum conflito sobre alguma frase ou palavra, acabávamos resolvendo juntos e rapidamente, sem que fosse necessário discutir, brigar e perder a cabeça. Meu supervisor foi quem ficou feliz com isso e me desejou os parabéns, dizendo que eu havia conseguido fazer aquilo que nenhum outro tinha, depois ele me mandou voltar a trabalhar normalmente.

 Essa aproximação que tive com Mark parecia uma lembrança da adolescência, a qual eu sentia muitas saudades e amava tudo aquilo que me lembrava ela. Nós dois tínhamos muito assunto e sempre que algo acabava, começamos um novo vindo do nada. Ele pedia ajuda com falas e cenas, me mandava cópias de deus mangás para que eu lesse (e eu as lias, juro) e pedia para que eu sempre fizesse uma teoria sobre o próximo capítulo ou sobre o que aconteceria, acabou que começou a virar um hábito.

 Nós sempre almoçávamos juntos, conversávamos em meu intervalo e ele sempre me visitava quando tinha que levar as páginas do mangá para seu editor. Nós dois começamos então a reatar um laço que havia sido esquecido, porém com mais força. Isso acabou fazendo com que eu começasse a me sentir em dúvida entre novas coisas e Jaebum, ele era como um melhor amigo acima de tudo para mim e isso estava ficando difícil.

 Em um dia, Jaebum havia me mandado um pedido para que eu voltasse cedo para casa, me aproveitando então das horas extras que eu tinha, disse que poderia e cheguei mais cedo. Eu havia ficado preocupado e ansioso o tempo todo, mas fiz do jeito que ele havia me pedido. Nós jantamos, conversamos e ele havia trazido para sobremesa o meu bolo favorito, foi aí que o medo começou, logo, as palavras que eu temia - ou não - vieram à mesa:

  -JinYoung, precisamos conversar.

 -Tudo bem, sobre o que? - Perguntei, procurando olhar em seus olhos enquanto eu comia garfadas pequenas daquele bolo que tanto amava.

 -Sobre o nosso relacionamento - Ele suspirou, como quem se sentia preso e precisava muito falar. - Você notou que nós nos afastamos bastante ultimamente?

  -Sim, notei - Respondi, já raciocinando a que ponto ele gostaria de chegar. - Olha, eu sei que você só quer me ouvir dizer que vou melhorar ou algo assim, então, eu quero que você seja sincero e direito comigo, ok? - Ele apenas assentiu, passando a mão nos cabelos por estar nervoso, mania que ele havia adquirido provavelmente de mim.

 -JinYoung, eu amo muito você, mas não é mais da mesma forma - Falou, finalmente. - Eu te amo como um amigo que eu quero ter por perto, não como um amante ou algo assim, sabe, eu…

  -Você se apaixonou, Jaebum - Completei, terminado de comer o bolo e sorrindo para ele com honestidade. - Tudo bem, sabe, eu meio que me sinto dessa mesma forma. Você sempre foi um amigo muito importante, e nós relacionávamos melhor naquela época, tínhamos até mesmo mais contato físico que hoje.

 -Então você não está bravo ou chateado? - Perguntou, confuso.

 -Claro que não, eu me sinto da mesma forma que você Jaebum, eu não ligo que você tenha se apaixonado por outra pessoa, para mim o que importa é que você esteja feliz e que possamos continuar sendo amigos, huh? - Falei sorrindo, o fazendo sorrir também.

 Acabamos nos levantando e nos abraçando apertado, como fazíamos no ensino médio. Naquela noite, parecia que tudo aquilo havia voltado, aquela amizade gostosa em que dormíamos na mesma cama e conversávamos à noite toda sobre as coisas que só podíamos contar um ao outro. Jaebum me contou sobre Youngjae e como ele havia o conquistado sem saber, achei Graça da história porque fazia bem a cara de Jaebum se apaixonar daquela forma, dei até mesmo alguns conselhos para ele e contei a ele sobre Mark, sobre como éramos antes dele se mudar e o que estava acontecendo no momento, o meu agora, ex-namorado, me deu conselhos também:

 -Cai de cabeça, Jin! Vai que dá certo! Quero ser o primeiro a saber caso vocês comecem a namorar, hein? - Falou, de um jeito brincalhão que me fez rir.

 -O mesmo vale para você, cabeção - Começamos a rir juntos, como não fazíamos a muito tempo.

 Aquela noite pareceu até uma festa do pijama.

 …

 

 Seguido os dias, ainda dividíamos o apartamento, dormíamos na mesma cama, mas nosso relacionamento havia melhorado muito. Não namorávamos mais, éramos apenas os mesmos amigos da época de quando erámos jovens, mas estávamos muito mais amigos que antes.

 Jackson e Yugyeom ficaram loucos da vida quando dissemos que havíamos terminado, Jackson ficou insistindo em uma terceira pessoa até Yugyeom o mandar calar a boca, o mais novo mesmo “bravo”, agiu de forma adulta e disse que era uma escolha nossa, mas que se tivéssemos conversado antes, não precisaria do termino. Foi então que contamos sobre Youngjae e o mais novo ligou uma coisa com a outra e deu um grito. Yugyeom contou que o rapaz ia todos os dias e ficava trabalhando no café enquanto consumia uns mil copos de café, demos risada quando Jackson falou para Jaebum colocar uma “poção do amor” no copo dele, acabou que o Im maliciou isso e começou a ficar vermelho.

  Comecei a também ajudar Jaebum com Youngjae enquanto eu tirava conclusões sobre o que sentia por Mark, que se aproximava cada vez mais de mim. Eu havia contado para ele que havia terminado, mas que continuava morando com ele e não tinha muitas intenções de mudar, pelo menos tínhamos a companhia um do outro e dividíamos as despesas de forma igualitária, o meu amigo riu disso e disse que eu tinha uma mente moderna por fazer uma coisa desse tipo.

 Demorou muito para eu ter certeza sobre as coisas e conclui que estava apaixonado pelo meu amigo de infância, na época, Jaebum e Youngjae já estavam namorando e eu havia me tornado amigo do segundo, no começo ele havia ficado com um pé atrás em relação a mim, afinal, eu era o antigo namorado do atual namorado dele e continuava morando com ele, o medo que ele tinha de que rolasse alguma coisa novamente era tão absurdo que rimos disse na vez em que ele chegou em casa usando uma chave que Jaebum havia dado a ele e acabou que ele pegou nós dois deitados na cama conversando e rindo juntos, o menino surtou de ciúmes e começou a berrar e brigar enquanto Jaebum impedia ele de ir embora rindo, nós dois estávamos nos matando de rir e só faltava Youngjae nos matar. Mas agora ele fica tranquilo em relação a isso, algumas vezes ele me chama para conversar e pede concelhos, já saímos até sozinhos para beber uma vez que eles haviam discutido, eu tive que dormir na sala aquele dia por ter levado Youngjae bêbado para casa e obriguei Jaebum trocar todo o jogo de cama.

 E não, nós dois não tínhamos a intenção alguma de nos livrar da cama de casal e comprar duas de solteiro, pois nós conversávamos tanto antes de dormir que seria um desperdício gastar dinheiro com camas e jogos de cama novos, e também era mais fácil bater em Jaebum toda vez em que ele falava alguma bobagem.

  ...

 Um dia de folga que tive, decidi que seria o dia em que eu ne confessaria para Mark, para isso, pedi ajuda a Jaebum e YoungJae, que me mandaram o levar em um parque de diversões, pois estávamos no meio da semana e o parque estaria vazio, assim não pegaríamos filas e poderíamos ir em todos os brinquedos. Fiz o que eles disseram e Mark aceitou na hora ir alegando que estava ficando louco com o mangá e que precisava relaxar a mente. Combinamos de nos encontrar na frente do restaurante que sempre íamos almoçar, eu estava nervoso e havia demorado umas duas horas para escolher a roupa que usava, para meu azar Jaebum não estava em casa para me ajudar, então acabei optando por calças jeans azuis claras, uma camisa qualquer e por cima uma jaqueta preta não muito grossa. O meu nervosismo também fez com que eu chegasse meia hora antes do combinado e acabar fazendo Mark vir correndo quando ele me avistou da esquina, ele estava no estilo típico dele, calças jeans pretas e um moletom gigante.

 Fomos conversando animados no caminho sobre um livro que eu havia recomendado para ele, o dia estava bonito e parecia que tudo ia dar certo. O parque, assim como os meninos haviam dito, estava praticamente vazio. Fomos na área de brinquedos radicais e andamos em todos pelo menos duas vezes, gritando um monte e rindo enquanto corríamos até o próximo, paramos uma vez só para comer e andamos por um tempo só para não vomitar em algum brinquedo, depois voltamos a ir nos brinquedos para gritar e espernear. No fim do dia resolvemos fechar no carrossel, mas estava por algum motivo, fechado, então optamos pela roda-gigante. Entramos no carrinho e descansamos com o movimento lento e relaxante do brinquedo, o silêncio predominando e minhas mãos começando a suar de nervosismo. Mark estava sentado ao meu lado de forma desleixada, as mangas do moletom estavam arregaçadas e sua respiração afobada.

 Eu gostava da sensação de me sentir adolescente de volta perto de Mark, gostava de sentir como se o tempo passasse lentamente, gostava de como ele me fazia ficar nervoso e ansioso, e gostava de como ele me deixava com vontade de ver ele todos os dias. Era divertido ter alguém para almoçar todos os dias, conversar sobre coisas diferenciadas, trocar opiniões, varar a noite conversando por mensagens ou ligações. Mark me trazia todas as sensações boas que eu havia esquecido no processo de amadurecimento e crescimento, mas isso não significava que ele era infantil, ele tinha uma mente madura de adulto, mas o coração jovem de quem quer aproveitar a vida da forma correta, e foi por esse motivo que eu me apaixonei por ele.

 -Jinyoung, eu preciso te falar algo. – Ele disse, me interrompendo de meus próprios pensamentos.

 -Diga, Hyung, sou todo a ouvidos –Falei, com um pouco de medo com que ele iria falar. Meu coração estava acelerado e eu me sentia todo nervoso e ansioso, eu até mesmo tremia, minha sorte era de que ele não estava me olhando.

-Eu sei que eu posso estar me precipitando, você acabou de terminar um relacionamento, mas...- “ferrou, ele sabe que eu gosto dele”, pensei no momento.- ...eu estou apaixonado por você, Jin.

 Meu rosto ficou quente e eu não conseguia pronunciar nada além de gaguejos, estava incapaz até mesmo de olhar para ele.

 -E-e-e..u...eu...ta-ta-ta – era o som que saia da minha boca, ele me olhava com cara de quem estava confuso, até ele começar a rir e me abraçar.

 -Eu entendi, calma – Ele falou, me deixando mais confortável.

 Naquele dia eu descobri o quão confortável era o abraço de Mark, e o que o beijo dele tinha gosto de menta.

  


Notas Finais


Não, Jaebum não traiu Jinyuong nem vice e versa.
Por que eu fiz eles dividirem a cama ainda e continuarem na mesma casa, ainda:
-Eles eram amigos acima de tudo, o dever dessa shot é mostrar que a amizade é um amor maior. Como nenhum deles traiu, e como foram sinceros, não tinha porque ter magoas ou coisas do tipo, eles confiavam e amavam-se antes de tudo, antes de Youngjae, antes de Mark e antes de existirem eles.

Obrigado por ler! Esperem os especiais~
Comentem se gostaram, sua opinião é muito importante!
Kissu Kissu!


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