História Our Monsters (Interativa) - Capítulo 1


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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ie gemtem, desculpe pelo cap pequeno, mas fazer oke né? Era só pra ser um começo mesmo, só pra apresentar um pouco os personagens. Senhoras LaraLoboCelesti e LilianLange, espero ter criado seus personagens do jeito que imaginaram. E Lilian, vc meio que não postou sua personalidade, então tive de criar de uma, se quiser fazer uma baseada na que eu criei, pode fazer algo parecido. E ela não apareceu muito por causa disso. E o resto, q infelizmente não apareceu, não fiquem tristes, vcs vão aparecer logo logo, isso só foi uma espécie de prólogo. E bem, não vou contar como serão as relações de todos, pra poder deixar as coisas um pouco mais interessantes.

Capítulo 1 - Viagem longa pra Cacete


Fanfic / Fanfiction Our Monsters (Interativa) - Capítulo 1 - Viagem longa pra Cacete

Onde estou? Não sei, está tudo embaçado. O que está acontecendo? Não sei, está tudo confuso. Quem sou eu? Daniel Jones. Mas de uma coisa tenho certeza, estou morrendo. 3 costelas quebradas, um braço decepado, um olho sangrando, ouvido zunindo e minhas pernas não estão se mexendo, acho que quebrei a coluna quando bati de costas na árvore. Tem algo acontecendo, está mais longe. Acho que realmente não tenho muito tempo, pois já tem um urubu me bicando na orelha. Espera, é um corvo. Será que eles são carniceiros que nem os urubus? Também não sei. Droga! Não sei de nada, estou confuso, e tem uma merda de um corvo bicando na orelha, será que não pode me deixar em paz pelo menos nos meus momentos finais. Ótimo, acho que é agora que começa as alucinações. Porque eu disse isso? O maldito corvo tem olhos vermelhos, e estão brilhando! Isso definitivamente não é normal, será que ele come neon vermelho? Sei não, mas me parece que eu já vi esse corvo antes, ou não, talvez seja só a falta de sangue no meu cérebro. Vish, alguém acabou de ser arremessado pelo monstro. Espera, aquilo não era uma enorme pedra no meio da área?

 

 

 

-Cala a boca!

-Cala a boca você!

-Pai, ela está me irritando!

-Vocês estão me irritando, será que não podemos viajar em paz pelo menos uma vez?

-Mas pai, ela está com os meus fones de ouvido!

-Lara, pegue aqui os meus fones e me deixe dormir. Ainda estou enjoado -Eu falei, ainda meio grogue

-Obrigada. S2. -Falou uma Lara feliz da vida com seus olhos multicoloridos- Agora posso ver meus animes em paz.

Cara, eu tô com um sono de matar

-Saaaaaaskeeeeee! -Caraca, a Lara tava babando por ele? Nem com fosse a Sakura ou Hinata eu fico assim

-Daniiii, me diga, como ficou o bolo que eu preparei para você? – a Annie falou virando pra me ver, já que eu estava no banco de trás no carro junto com a Lara

-Bem, ele tava meio azedo, mas nem deu pra sentir o gosto do remédio. E além disso, eu tive um sonho muito estranho

-Como assim, você sabia que eu tinha botado um remédio para te ajudar a não ficar enjoado? – Ela falou com surpresa-  Desde de quando?

-No começo quando eu pedi pra você o meu remédio e você tinha dito que eu não iria precisar

-Só por isso?

-Não, foi quando eu vi você colocando o comprimido na massa do bolo mesmo

-Mas de uma coisa você não sabe, eu fiz o bolo com ervas medicinais

-Eu sabia sim, eu vi você com o livro dos remédios

-aaaaaa -Ela virou pra frente meio triste

-Annie, estava meio azedo, mas só no final, ele estava delicioso, e eu realmente me sinto melhor, obrigado -Ela virou com um sorrisinho no rosto, claramente feliz consiga mesma

Desde que ela achou o antigo livro de remédios da mamãe, ela está tentando fazer as receitas contidas lá, e sempre que algo dá certo, ela fica muito feliz

-Meninos, que livro é esse exatamente? -Disse o motorista (meu pai) um pouco curioso – Minha pequena Kat tá conseguindo cozinhar?

-Já faz duas semanas pai, e sim, consegui ajudar aqueles dois ali já. E o livro é aquele de capa vermelha dura que minha mãe usava

Meu Deus, não sei o que aconteceu direito, só sei quase saímos da pista, e que cara era aquela que ele estava fazendo?

- Co-co-como assim? Tá falando daquele livro que estava sempre com ela? Por favor, me diga que não está usando ele

-Estou sim – Saímos da pista novamente

-E-e-e-e o que exatamente você viu nele? Você não viu nada anormal né? Claro que não, ela não tem ingredientes e ele está selado com... -E é nessa hora que ele nota que está falando sozinho e que todos nós estamos olhando ele, até a Lara, até o Morpheu, o gato preto da Annie. Ele faz isso muito, e infelizmente, eu também – Desculpe, estou pensando muito alto de novo

-E como assim não tenho ingredientes? Minha mãe deixou um monte de plantas estranhas comigo então eu posso fazer as receitas – meu Deus, vamos sair da pista mais quantas vezes?

-Você não pode mais usar ele, eu-eu proíbo você – Ele está gaguejando bastante hoje, o que será que tem naquele livro?

-Nananinanão, minha mãe fez ele só pra gente, pelo menos foi o que ela disse pra mim quando eu era pequena. Lá tem coisas pra cada um, tem o remédio anti enjoo do Daniel, remédio pra gripe, pras alergias nossas (realmente ruim, temos reniti das fortes), espinhas, tem até um remédio pra deixar o Morpheu mais calmo. Mas ele é estranho, está escrito em uma língua estranha, não é português, espanhol, inglês, alemão, nem grego é. E lá diz que só poderei ler quando realmente precisar daquilo, ou seja, só consigo ler o 1° capitulo: Doenças da família.

-Espera, lá tem isso? E o que tem pra mim? E para o papai? -Agora fiquei na dúvida, será que tem remédio pra deixar o papai melhor? Ele tem estado meio triste ultimamente

-Não sei, pra você só tem esse de enjoo e das espinhas que são pra todos. E meu pai não tem nada, só uma nota, “Só quando seu pai quiser minha ajuda!, te amo meu amor. S2”.

Meu pai, ele estava com... lágrimas no rosto? Não posso ver muito pelo retrovisor, mas parece que tem algumas lágrimas saindo daqueles olhos, meu pai sempre foi de se emocionar fácil

-Aquela...mesmo depois de tudo, ela continua teimosa, pode ficar com o livro, é uma presente a mais

-Obrigada pai, e ... cuidado, olha o cão!

– E lá vamos nós sair da pista novamente, pelo menos foi por uma boa coisa, salvamos uma vida, em compensação, a nossa foi pro buraco. – Meu pai conseguiu parar o carro de sua rotação metros depois do animal – Ie Annie, vou precisar de outro bolo depois dessa

-Larga de ser exagerado Daniel, parece a mamãe

-Estão todos bem?
Meu pai olha pra nós com sua de preocupação. Ele não parece, mas já está nos seus 43 anos. Ele já tem alguns fios brancos, tem olhos verdes iguais aos da Annie e da Lara (bem, o da Lara é um caso especial pois ela tem Heterocromia, o que basicamente quer dizer que ela é aleijada. Tá bom, nem tanto. Na verdade, cada olho tem uma cor, o direito é azul, e o esquerdo é verde), feições fortes, ou seja, dá pra notar suas expressões com facilidade, e fica usando umas camisetas sociais, shorts jeans e um tênis igual ao que a Annie usa, parece uma sapatilha. Já disse que seria melhor ele não usar, mas ele disse “é o modelo masculino, então não tem problema usar”, pode até ser, mas tem gente que não sabe disso. Ele acabou de sair da nossa velha Parati, estou olhando para aquelas sapatilhas vermelhas horríveis, meu Deus, que bom que não tem ninguém aqui.

-O que foi que aconteceu? – Parece que a Lara finalmente notou que paramos, as vezes ela é meia trouxa. Agora ela está olhando para nós, para meu pai, para a silhueta do cachorro – Deixa eu adivinhar, meu pai quase atropelou outro bicho novamente né? – Mas tem horas que ela é esperta

-Sim, vamos lá ver? Eu estou louca pra esticar as pernas

A Annie saiu seguida da Lara. A Annie tem cabelos brancos (não sei o porquê, mas ela se acha mais velha com isso, porém, tem uns fios pretos no meio, então fica um pouco estranho) e a pele dela também é branca, olhos verdes (como foi dito anteriormente) usa um simples vestido preto, uma sapatilha (igual ao do papai) e tem um colar estranho, não sei se é um quadrado, um raio, mas ela gosta do Harry Potter então deve ter algo a ver com o último. Já a Lara tem cabelos castanhos ondulados, está usando uma blusa de frio com uns “chifres” em cima que ela diz ser orelhas de lobo (ela gosta muito de lobos), um short jeans e um tênis preto, e é ainda mais branca que a Annie. Elas são bonitas, eu acho. Sabe como é né, falar que as irmãs são bonitas é pouco estranho, mas fazer o que, elas não estão me ouvindo agora (eu acho).
Agora que eu melhorei, eu saio também. Estou usando um tênis branco, um short jeans (passando do joelho, o da Lara é um pouquinho menor), uma camisa azul escrita “All Zombies Must Die! ”, com um alien matando eles.

Eu tenho 1,75, 1 cm a mais do que a Lara, e 2 a mais do que a Annie (o que a deixa com raiva pois é mais velha do que nós dois), mesmo eu tendo 2 anos a menos que elas. E são gêmeas, mesmo não parecendo. Nós somos irmãos, mesmo não parecendo. Começando pela aparência, e terminando no nome, começando da mais velha, Annie Karter, passando pra do meio (por dois minutos e meio de diferença), Lara Ookami, e depois pra mim, Daniel Jones. Estranho né? Foram nossos pais que escolheram, eles são muito estranhos. Mas pelo menos temos uma coisa em comum, além dos olhos verdes, e isso é o sobrenome Magi. Daniel Jones Magi, Lara Ookami Magi e Annie Karter Magi. O que isso significa? Que nossos pais são ainda mais estranhos.

-Ie Agente Karter, aquilo ali é um cachorro? -Eu falei fechando os olhos pra ver melhor pois tinha um sol no meio da minha cara

-Parece que sim, mas, o que diabos ele estava fazendo aqui, no meio do nada?

Agora sim fiquei confuso. Ela tava falando a verdade, não tinha nada por perto, nem sequer uma árvore, apenas uma pista de asfalto ruim e reto que provavelmente levava ao fim do mundo

-Cachorro? Aonde? – A Lara falou já procurando a criatura

-Ali, mas não vá, ele parece estar machucado – A Annie falou de um modo protetor desde que ... deixa pra lá.

- Melhor ainda, eu irei cuidar de um cachorro. E além do mais, meu pai e o seu gato feio. – Meu pai e o gato estavam do lado do lobo, e pareciam que ele estava mancando

-É melhor não ir, vai que tem um osso exposto ou algo do tipo – A Lara gosta de Creepypastas, então isso deve ser fichinha pra ela.

-Eu tenho 17 anos já.

-Então deixa que eu vou -Eu falei, eu realmente tava com vontade de ajudar o cãozinho

-E você só tem 15, pior ainda. Se eu não posso ver, imagina você!

-Pois é né, fazer o que, pelo menos sou mais alto que vocês

-Daniel, melhor...

-Corrida até o cachorro, topa?- Eu disse

-1,2,3 vai! – Ela já conta e sai correndo feito doida. Eu posso ser rápido, mas ela é muito mais. Muito ágil!. Ela chega cerca de 6 segundos na minha frente

-Nossa, somos cegos ou o que? É um lobo! – ela olhou para o meu pai – Posso cuidar dele, posso, posso?

-Acho melhor não, ele tá machucado, e nem sabemos se tem dono

-Um lobo? E no meio do nada? Sério?

-Pensando bem, realmente não faz sentido

-Pai, deixa a Lara cuidar dele, pelo menos até nós chegarmos na vovó. Lá ela a liberta na floresta

-Bem, já que iremos salvar uma vida, acho que está tudo bem

-Obrigada – Ela abraçou ele, depois me abraçou e por último o lobo- Que nome daremos a ele?

-Sei lá, que tal Tobboe?

-Daniel, que nome é esse? – Meu pai falou com a testa franzida – Isso existe?

-Sei não, mas, o senhor já viu o nome que deu pra sua filha? Eu só dei um nome que combinasse com ele

-Adorei, e você amiguinho, gostou? -Ele a olhou com uma cara do tipo “e eu posso dizer alguma coisa pô? ”. E o pior, o bicho também tinha olhos trocados, exatamente iguais ao de Lara

-Aiai. Gente, vamos embora, já são 3 horas, e ainda temos 3 hora até chegar, eu acho que vocês podem escolher o nome no carro. – A Annie chegou com uma garrafa de água na mão

-Nossa! Verdade, crianças, vamos indo -Ele olhou para o relógio e começou a andar

O lobo tentou levantar, mas ele estava com a pata machucada, ele caiu no chão na mesma hora

-Nossa. Daniel, leve ele até o carro -A Lara falou sem nenhuma preocupação

-Espera, o que? E o que eu ganho com isso?

-Seu fone de ouvido

-Mas ele já é meu, você tem a obrigação de devolver!

-Mas não tão cedo

-Aaaaa, merda! – Peguei o lobo nos braços, ele tava meio fedido. E também não era leve nem nada, já que era meio grandinho

-Vamos, vamos, já estamos no carro. Não temos o dia todo

-Folgada

-O que você disse?

-Muito gata! -Caraca, sou muito trouxa mesmo. Só falei isso pois ela me bateria quando chegasse no carro

-Isso mesmo, ou talvez muito lobo!- Ela disse fazendo um joinha.

Aiai. Entrei no carro e continuamos nossa viagem de 46 horas (faltando as ultimas 3) até a casa da minha vó. Como estava sem nada pra fazer (pois um certo alguém não tinha devolvido meu fone), peguei o livro da mamãe. Realmente muito estranho a língua utilizada, mas tinha algo ainda mais estranho

-Eeeeee, meio que assim, Annie, você tinha notado que tinha que tinha um remédio aqui próprio pra ele?

-Ele? Ele quem? – ela perguntou com a testa franzida, obviamente sem saber do que eu estava falando

-Dele -apontei pro lobo- Está escrito assim “Remédio de cura da pata direita frontal do animal de nome esquisito da Lara (Daniel que disse, não eu) ”.

   -Como assim? Me dá isso -Eu dei o livro pra ela – Espera, eu não tinha notado isso antes. Na verdade, a última receita era o de enjoo. Como foi que eu não notei isso?

E assim nós continuamos nossa viagem confusos com todos se perguntando, o que diabos era aquele livro que nossa mãe deixou pra gente?


Notas Finais


E outra coisa, pras pessoas q ainda querem participar, as vagas pro concurso ainda estão abertas, podem entrar, vai q vc vão pra uma boa universidade né? Na primeira página, ainda tem personagens sem donos, vão adotar alguns pessoinhas do bem. (-:
E também, caso alguém tenha uma boa ideia ou uma boa imagem pra botar na capa deste livro, pode mandar, eu não tenho nenhuma ideia mesmo.


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