História Our promisse will never be broken - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Simón, Yam
Visualizações 158
Palavras 1.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Self Inserction, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores,o capítulo de hj é um pouquinho triste pra quem gosta do casal lutteo...

Boa leitura☆

Capítulo 3 - "Why cry for an impossible love?"


Fanfic / Fanfiction Our promisse will never be broken - Capítulo 3 - "Why cry for an impossible love?"

              Pov's Luna,14:30

- Temos uma notícia. - os dois disseram juntos.

- É melhor ser boa, porque se vocês atrapalharam meu sono para nada, vão se ver comigo.

- E é. - Matteo respondeu com um sorriso imenso - Nós conseguimos convencer seus pais. Podemos ir na ilha, no fim de semana!

- O quê?? - praticamente, pulei em cima dos dois. - Vocês são demais!!

- Ah, eu sei que nós somos - Matteo disse, convencido.

- Sempre o Mauricinho de sempre né.

- E vc sempre a minha princesa. - adorava quando ele me chamava assim.

Como era segunda-feira, ainda, tinha que aguentar a semana inteira com ansiedade, para chegar sábado e podermos ir.

O sinal tocou e fomos jantar. Não prestei atenção em nada que a preceptora falava, só pensando em como seria legal rever a ilha e a tenda. Como meus pais eram super amigos dos pais de Gastón e Matteo, não tinha problema eles viajarem comigo. Eram, praticamente, da família. E eu não poderia ter família melhor.

Quando todos já estavam dormindo, eu, Nina, Ámbar, Jim e Yam estávamos acordadas, conversando baixinho para a preceptora não perceber.

- Luna, agora, nos conte. Por que Matteo e Gastón estavam tão animados para te contar "alguma coisa" e depois você ficou tão feliz? - Ámbar perguntou, ansiosa.

- Vocês não vão acreditar! Lembram que eu disse que estava de castigo? - elas assentiram - Eles convenceram meus pais e eles fizeram uma excessão, deixando-nos ir para a ilha!

- Sério, amiga? Eles te amam mesmo, hein. - Jim comentou, rindo.

- É. - sorri - Eu faço as perguntas agora, vamos começar por... - pensei um pouco para ver quem seria a primeira interrogada - Você, Yam. Como está indo com o Ramiro?

- Ramiro? O que tem ele? - ela disse, tentando disfarçar sua queda (penhasco) por ele.

- Yamila, não precisa ter segredos com a gente. Somos suas amigas, pode nos contar. - a Nina disse, sorrindo.

- Ok, ok. Sim, gosto dele, mas não acho que ele goste de mim.

- Ah, tenho certeza que sim. - eu disse, animando-a - Afinal, você é linda. - ela sorriu. Nesse momento, ouvimos passos da preceptora. Corremos para nossas camas, cubrimos nossas cabeças e fingimos que estávamos dormindo. Quando ela fechou a porta, voltamos a conversar.

- Agora... você Jim. E o Nico? - segui com os interrogatórios e, depois de um bom tempo fomos dormir.

Acordei com Matteo e Gastón me cutucando.

- O que vocês querem? - falei sem abrir os olhos.

- Que você levante. - Gastón respondeu.

- Vocês querem que eu levante mesmo? - eles assentiram - Então tá, vocês que pediram - levantei batendo naqueles dois idiotas - Atrapalharam meu sono é isso que levam. Aprendam a nunca mais fazerem isso.

- Ok, ok. Aprendemos, aprendemos. Agora, para.

- Tá, tá. O que vocês querem?

- Já está quase na hora do café da manhã e precisamos falar sobre a viagem.

- Tá, mas que horas são? - eu perguntei

- 07:54 - Gastón respondeu olhando no relógio.

- O quê? A essa hora, não tem nenhum lugar sobrando no refeitório! - eles saíram correndo para ver se tinha alguma mesa e eu coloquei o uniforme.

Cheguei lá e procurei os dois.

- E aí, acharam? - pela cara deles, não.

- Não, Lu. Mas relaxa, as meninas estão bem ali e você pode sentar com elas. Nós sentamos perto dos armários. - Gastón respondeu.

- O quê? Nem pensar, eu vou com vocês. Até parece que vou deixá-los sozinhos. Vamos. - não deixei os dois negarem, os puxei pela mão até onde sentaríamos.

Comemos e até que ali não era tão repugnante.

- Quem pagou hoje? - perguntei rindo, não vi quando os dois compraram.

- Eu - Gastón respondeu, rindo também.

Uns idiotas passaram e jogaram uma casca de banana na minha cabeça.

- Desculpe, pensamos que era o lixo. Até que não estávamos tão errados. - eles riram, irônicamente.

- Calma aí, que tem mais uma coisa para ir para o lixo. Seus dentes. - Matteo respondeu, furioso. Tentei impedi-lo, mas ele já tinha levantado.

- Eu posso ajudar com isso - Gastón respondeu, com os punhos fechados.

-

Meninos, parem. Não vale a pena. - eu disse, parando-os. - Agora, saiam daqui, idiotas.

- Tem certeza, princesa? - Matteo falou.

- Sim - sorri para meus dois amados amigos, e lancei um olhar mortal para aqueles estúpidos. Quando acabamos de comer, fomos para as aulas. Estava atrasada e levei uma bronca da preceptora Elisabeth.

- Você quebrou as regras! A primeira regra do regulamento é "chegar sempre no horário" - ela sempre dizia isso - Luna Valente você, na minha sala, depois que essa aula acabar.

A aula demorou séculos para acabar, mas eu não estava prestando atenção. Fiquei pensando no que ela iria falar dessa vez. A Elisabeth é a pior preceptora da escola e não gosta de ninguém, com excessão da Valentina, Delfina e Daniela, suas "queridinhas".

Quando, finalmente, terminou a aula, fui a sala da Elisabeth. Cheguei lá e Matteo e Gastón estavam sentados no sofá pequeno.

- Bom, já que estão todos aqui, quero perguntar. Quais são seus motivos para chegarem atrasados?

- Sra. Müller... - fui cortada.

- Sra., a culpa toda é minha - Matteo começou a falar - Pois, acabamos ficando presos na biblioteca.

- O que estavam fazendo lá a essa hora? - ela semicerrou os olhos

- An... É... Nós estávamos... a Luna perdeu um livro e eu esbarrei na estante e ela caiu, trancando a porta. - o Gastón disse a história que acabou de inventar.

- E como vocês saíram de lá? - ela perguntou.

- É... annn... o zelador passou e nos viu lá trancados e nos ajudou. - eu disse, por fim. Sorte que ele saiu de férias hoje e realmente passou lá perto para buscar suas coisas.

- Tudo bem, dessa vez passa. Mas da próxima vez, fim de semana inteiro no Blak.

Não consigo descrever a explosão de sentimentos quando escutei o Matteo me defendendo... Confesso que tenho uma quedinha ( monte Everest ) por ele.

Saímos de lá e fomos para o refeitório. Nessa hora, o sorriso de meu rosto se desfez, assim que vi a ficante de Matteo, Valentina.

- Oi, meu amor! - ela disse, com aquela voz irritante de taquara rachada. - O que aconteceu? - fiquei feliz, quando vi que Matteo a ignorou e saiu andando. Mas novamente meu sorriso se desfez mais ainda e meus olhos marejaram. Aquela piranha gritou - O QUE FOI? ME TROCOU POR ESSAZINHA? - nessa hora todos olharam para nós e se formou uma rodinha em volta.

- NÃO, PORQUE SOMOS SÓ AMIGOS. AGORA ME DEIXA EM PAZ. - quando escutei isso, saí correndo para meu quarto, chorando, como se não houvesse amanhã.

A última coisa que escutei foi a Sabrina gritando, para o Matteo:

- Você ficou maluco? - e saiu correndo atrás de mim.

De noite...

- Calma, amiga. Daqui a pouco, nós temos que jantar e você não vai sair assim, né? - Sabrina me aconselhava, porém não conseguia parar de chorar.

- Você tem razão. Não posso deixar de seguir minha vida por aquele comentário, afinal não é culpa dele. Ele não sabe que gosto dele e, agora, sei que ele não sente a mesma coisa por mim. Preciso parar de ser boba e me iludir  com coisas impossíveis.Afinal por que chorar por um amor impossível?-Perguntei para mim mesma.

- Não fica assim, docinho... Agora vai se arrumar para jatarmos. -Sabrina disse- passei uma make básica (para disfarçar a cara inchada), uma calça jeans, uma blusa amarrada na cintura, um cropped e um all star branco. Tomei coragem, desci as escadas junto com a Sabrina e avistei a última pessoa que queria ver naquele momento, o Matteo. Ele se aproximou e disse:

- Luna, podemos conversar?

...


Notas Finais


Esse capítulo foi de altas emoções quando o escrevi senti o meu coração apertar...MAS o que vcs acham que o Matteo irá dizer para a Luna?

a)Irá explicar o que sente por ela.
B)Perguntar o motivo de sua reação.
C)Fingir que nada aconteçeu

Foto de Sabrina:https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/84/bf/93/84bf932065fa5233d3af9adb9b0db9b5.jpg

Link da minha página de Sou Luna:https://www.facebook.com/lutteanassobrerodas/


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