História Our soul - Capítulo 10


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Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Junghan "Jeonghan", Seungcheol "S.Coups"
Tags Jeongcheol, Jeonghan, Jihan, Joshua, Scoups, Seventeen
Exibições 46
Palavras 1.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Yaoi

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Eu o tive.


Fanfic / Fanfiction Our soul - Capítulo 10 - Eu o tive.

O jantar foi  razoável, pato, batatas e um bom vinho. conversas que quase sempre acabavam em risadas e iam de encontro ao silencio e ao clima um pouco tenso que instaurava entre Jeonghan e Jisoo .

Depois do jantar, estávamos todos sentados de fora da casa, numa varanda, com algumas flores na sacada , Jeong estava no canto da pequena área aberta com os olhos fixos no celular, logo na outra quina, Jisoo estava a ler um livro. Mei não conseguiu ler o titulo do livro, com a capa preta e vermelha e as letras pareciam douradas quando um vento frio soprou e a fez se arrepiar completamente, ao olhar pra dentro da sala viu a rainha parecendo que vasculhava a casa do taxista religioso. Mei se sentiu nervosa, poderiam pegar a mulher ali, pensar que era uma invasora mas tudo piorou quando Jeong se levantou e ia pra dentro da casa, e no pouco tempo que demorou pra que ele entrasse acabou não conseguindo pensar em nada pra impedi-lo, mas pelo que parecia, apenas ela poderia ver a rainha. 

Jisoo acompanhou o mais novo se erguer, e depois que o loiro sumiu do seu campo de visão, ele acabou pigarreando e o seguiu , tal ato que fez com que a mulher quisesse os seguir também, afinal era obvio que algo estava pra acontecer, e sua certeza apenas se confirmou quando ouviu a rainha os seguir rindo e dizendo

“ Isso isso, vá de encontro a ele, a deusa Nu Wa quer vocês juntos”


E por mais que não parecesse muito, eles ficaram um longo tempo lá pra dentro, a impaciência da mulher se misturava com a curiosidade, com a ansiedade e ela parecia estar prestes a passar mal novamente quando murmurou

-Vocês me perdoem, mas eu preciso ir pra casa. Estou prestes a passar mal novamente. –

O assunto foi cortado e a mãe de Jisoo pareceu se assustar mais que o comum e se ergueu oferecendo qualquer tipo de medicação que o casal Yoon acabou não prestando atenção, logo em seguia Jeonghan apareceu e apenas concordou que gostaria de ir embora então  finalmente foram depois de longas explicações e pedidos de desculpas.

No caminho de volta pra casa, Mei ouvia a voz da rainha que dizia que lhe mostraria o que teria acontecido com seu filho nos poucos minutos que esteve junto a jisoo naquela noite, ela precisaria dormir e teria de dar desculpas ao esposo, o que não seria problema.

-Eu só preciso de descanso, vou dormir um pouco certo? –

Ele não a questionava, era tão sensitivo quanto ela, e há alguns dias vinha notando certas diferenças do comportamento da mulher, que ele já teria visto outras vezes, porem Jeong não. Mas o jovem parecia estar emburrado demais pra dizer qualquer coisa.

“ Eu não tenho muitas permissões pra lhe mostrar o que aconteceu  em situações em que você não esteve presente, mas isso vai lhe ajudar mais a frente.”

 

Eu não queria ficar ouvindo aquelas conversar péssimas sobre empresas e negócios ,apenas me fazia ter sono muito sono, e como eu não poderia dormir tão cedo, pedi licença e fui ate o banheiro, lavar o rosto acordar um pouco.. A água gelada de encontro a minha pele me causou um choque confortável, imediatamente eu bocejei e através do espelho eu o vi parado atrás de mim. Seus olhos estavam fixos nos meus pelo espelho e com todo cuidado ele fechava a porta e a trancava. Fiquei nervoso, minhas pernas pareciam tremer e talvez me trairiam a qualquer momento, ainda mais quando a ponta dos dedos dele iam se arrastando por cima das minhas mãos, e me arrepiava, mas de um jeito diferente.

-Você vai ficar com ele? –

Aquela voz tão gentil, doce, parecia uma agressão ao meu coração, me deixava ainda mais nervoso e eu acabei não o respondendo até que Jisoo se afastou e se encostou na parede; o que me deu abertura pra me virar e ficar de frente a ele, parecia diferente, parecia determinado de uma forma que eu nunca tinha o visto, me olhava de forma fixa e constante mente mordia o lábio inferior como se estivesse se contendo a algo ou se estivesse apenas me provocando mesmo.

- O que houve com você? – Eu o questionei.

Mas ele abaixou a cabeça e aquele movimento suave dos fios de cabelo avermelhados caindo e ficando um pouco desgrenhados me prendeu a atenção, que eu me esforcei pra perder e ir embora dali, mas um passo a frente rápido me impediu, e da mesma forma rápida ele me prendeu junto a parede, eu o queria, eu o queria muito, sentia vergonha de querer tanto alguém que talvez não pudesse ser meu, mas eu o queria.

Eu o tive.

Seus lábios vieram de encontro aos meus, um beijo molhado, gostoso , quente foi trocado, eu não me contive em agarrá-lo, abraçá-lo e passar as digitais por todo aquele pescoço, as costas cobertas pela camisa social escura. O fôlego começou a nos faltar, a forma que ele respirava fundo, me fazia ter um contato muito direto com seu corpo se tocando ao meu, deixava tudo mais quente e talvez por isso, aquele beijo ficava cada vez mais barulhento, o que nos forçou a parar.

- Eu não quero você com ele, mas meu pai não aceitaria que eu fosse Gay. –

 Eu não permiti que ele se afastasse enquanto dava suas explicações ou tentava me convencer, era falho, eu ainda estava claramente abalado pelo beijo que ele tinha me dado, não tinha me saciado, na verdade parecia me dar ainda mais vontade, pode ser que talvez eu nunca teria o imaginado assim, nem nos meus sonhos mais eróticos que o envolvia eu o imaginava sendo bruto e me alisando com uma calma torturante, suas mãos envolvendo as curvas do meu corpo e as apertando,  usando tal proximidade pra que pudesse sentir e conhecer cada pedaço em que eu parecia oferecer a ele descaradamente e por isso talvez eu sequer prestava muita atenção no que ele estava dizendo. A verdade é que eu estava me excitando com aquela brincadeira, e eu queria mais. 

Já estava bom, certo?

Não deixei que terminasse, a porta do banheiro foi aberta, e eu o puxei pro seu quarto, foda-se* eu queria ser dele, ao menos naquela noite, pela primeira vez Jisoo parecia me desejar, e eu não perderia tal chance.Mas isso não dependia de mim, quando estava prestes a me atirar pra cima dele, de verdade, ouvimos alguns comentários preocupados o que acabou com tudo.

Jisoo me empurrou até minhas costas se chocassem contra a parede, segurou um punhado dos meus cabelos e os puxou com uma força que chegou a fazer com que eu virasse o rosto, doeu mas era uma dor deveras prazerosa. Oh, eu não conseguia parar de pensar em..

-Você tem certeza que quer ficar com ele? Ele é um idiota Jeong. –A proximidade era tanta que os lábios de Jisoo tocavam a cartilagem da minha orelha, me arrepiava mas não era algo que eu poderia reclamar.

”Sim, vamos embora.” – O pai de Jeong completava preocupado.

 Um empurrão em questão de segundos a imagem se desfez e Mei acordou sendo deitada na cama de casal do seu quarto .



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