História Our Sweet Baby (Imagine Jungkook - BTS) - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Baby, Bts, Elychanx, Imagine, Jungkook, Você
Visualizações 247
Palavras 1.853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Sweet Leitores(vou chamar vocês assim)

Fiquem com mais um capítulo desse fluffy que acabou de sair do forno. ~ ♡

Boa Leitura!

(Obs: não é a continuação do outro, é um aleatório)

Capítulo 14 - Papai em Dobro


Fanfic / Fanfiction Our Sweet Baby (Imagine Jungkook - BTS) - Capítulo 14 - Papai em Dobro

Capítulo 13

Jungkook

Outra vez ela estava de joelhos naquele banheiro, com as mãos apoiadas sobre o assento do vaso e vomitando tudo que havia comido hoje. Enquanto eu segurava seus cabelos e me encontrava atrás dela, lhe dando apoio, fiz uma careta de nojo e olhei para ela que se levantou e foi em direção a pia, pegando uma escova, começando a escovar seus dentes. Me pus de pé e fiquei parado por alguns minutos, buscando entender as razões do porquê _____ vomitava tanto. Já era a terceira vez só naquele dia e nas semanas anteriores que ela passava mal. Até insistir para que fôssemos no médico, só que ela disse que primeiro faria um teste caseiro – algo que não distinguir bem o que ela quis dizer.

Ela parou de escovar os dentes e lavou a boca, durante alguns segundos _____ se manteu parada na frente do reflexo do espelho, vendo sua aparência pálida e seu rosto completamente pasmo. E só por alguns segundos que se passaram rapidamente, ela fez uma careta e colocou a mão na barriga, correndo novamente na direção do vaso, vomitando tudo que tinha para vomitar com mais energias. Parei de observá-la naquela situação nada legal e outra vez me coloquei do seu lado e segurei os cabelos dela, para que ela continuasse à vomitar um pouco mais a vontade. Desviei meu olhar de tudo que ela vomitou dentro daquele vaso e tentei olhar para qualquer lugar, menos para aquilo. Me senti mal a vendo nesse estado, pior que eu não poderia fazer nada, apenas estar do seu lado e lhe dar apoio.

Aquilo estava me deixando inteiramente preocupado. Mas o que de errado estava acontecendo com a minha mulher para ela vomitar tanto, ter enjôos e passar mal repentinamente?

— Papai você pode brincar comigo de dar chá para as minhas bonecas? — Sook apareceu na frente da porta, se assustando ao ver a mãe passando mal. — O que a mamãe tem? — Ela perguntou assustada.

— A mamãe só não está muito bem meu amor. — Respondi ajudando _____ a se levantar. — Depois o papai brinca com você, agora eu preciso cuidar da mamãe. Está bem? — Arqueei uma sombrancelha.

— Está bem, papai. — Ela fez um bico e assumiu uma carinha triste, abaixando a sua cabeça. — Posso te ajudar a cuidar da mamãe? — A pequena questionou erguendo a cabeça e sorrindo com os olhinhos brilhando.

Às vezes eu me impressionava com o quanto as crianças poderiam ser bipolares.

— Sim. — Afirmei caminhando com _____ que tinha os seus braços apoiados em volta de meu ombro, enquanto Sook nos seguia para fora do banheiro. — Irei mesmo precisar de uma ajuda. — Observei a minha esposa que se deitou lentamente na cama, não demorando à cair no sono. — Mas… — Voltei à olhar para Sook que sorria de jeitinho fofo. — Não sei se uma criança de 3 anos pode me ajudar.

— O que? — Ela colocou as mãos na cintura e olhou-me com uma expressão de ofendida. — Eu tenho quase quatro anos e sou muito inteligente para a minha idade, senhor Jungkook. — Apontou o dedo me encarando enraivecida, ri soprado e cruzei os braços. Disso eu não duvidava; apesar de ter somente três anos, ela era muito esperta e bastante inteligente.

— Não mocinha, você é só um bebê que ainda usa fraldas. — A provoquei sabendo que ela ficaria mais brava.

— Não papai! — Balançou as mãos. — Eu não uso mais fraldas e como você disse, eu já sou uma mocinha.

— Aigoo… — Ri. — Está bem, está bem! Você pode me dá uma ajuda extra.

Sook sorriu mais alegre e deu pulinhos de alegria, me arrancando pequenas gargalhadas. Acho que a melhor coisa que eu e _____ fizemos foi fazer essa menina. Tão fofa.

                 […]

— Papai! Papai! Papai! Papai! — Sook me chamou de modo desesperado, puxando a gola da minha camisa, ao mesmo tempo que me chacoalhava feito uma marionete. — A mamãe. — Sua doce voz saiu com dificuldades pelo jeito ofegante que ela respirava.

— O que houve Sook? — Perguntei segurando seus pequenos bracinhos para ela se acalmar.

— Ela… — Respirou profundamente, apontando para o quarto onde _____ dormia. — A mamãe acordou e depois desmaiou caindo no chão.

— Sua mãe? — Franzi o cenho.

Deixei a pequena no corredor e corri para o quarto, encontrando _____ desacordada e totalmente inconsciente, caída no chão. Desesperadamente fui até ela e a peguei no meu colo com muito cuidado para não derrubá-la pois eu tremia nervosamente da cabeça aos pés. Toquei em sua testa e chequei sua temperatura, para me certificar se ela tinha febre ou estava quente. Felizmente sua temperatura se encontrava normal, mas ela não, ela continuava desacordada em meus braços. Segui o olhar para Sook que nos olhava mais assustada que antes; a criança apertava o ursinho cor de rosa entre suas mãos e tinha a boca entreaberta, piscando os olhos levemente perplexa. O que eu iria fazer? Só conseguia olhar para a minha filha, sem saber o que fazer.

— Leva ela pro hospital. — Sook sugeriu abrindo mais a porta para eu poder passar com a sua mãe.

— Boa ideia!

Como eu não pensei nisso antes?

                 […]

Sentado sobre aquele estofado branco do hospital, balançava meus pés sem parar, roendo as unhas de nervoso. Mantinha-me ansioso pra saber o motivo daquela demora toda para ela terminar de fazer aqueles malditos exames. Também não me sentia nada a vontade com aquele bando de mulheres sentadas do meu lado, me assediando. Tentava ignorá-las e fingir que elas não estavam ali me paquerando, dizendo o quanto eu sou bonito e que sou jovem demais para ser o pai da menininha da qual fofocava com a enfermeira que parecia muito interessada nas fofocas de Sook. Sorri sem jeito e retirei vagamente do meu ombro o braço da mulher, à qual era um pouco mais velha que eu e bastante oferecida. Me afastei dela e das outras e sentei em um outro lugar afastado delas.

— Ele é tão lindo. — Sussurrou a mulher para a outra.

Revirei os olhos e me levantei quando vi _____ saindo do escritório do médico, acompanhada dele que usava um jaleco branco como qualquer médico. Sook correu até a mãe e a abraçou fortemente, expressando todo o seu doce carinho, após o forte abraço repleto de amor, ela sorriu docemente e se pôs do meu lado. Sorri e pisquei pra ela, bagunçando propositalmente seus cabelos presos em um penteado de Maria Chiquinha. Ela fez uma segunda careta pelos os seus cabelos todos bagunçados por minha culpa e deu um tapinha fraco na minha mão. Resmunguei um "ai" e o médico e _____ riram da cena. Pigarreei limpando a garganta, atraindo a atenção deles que se calaram e ficaram sérios de repente.

Só queria saber o que _____ tinha de errado e naquele instante percebi que ela ia me contar, ou não.

— Moço a mamãe está doente? — Sook questionou o médico que se abaixou para ficar na altura dela.

— Não menininha, sua mãe está completamente saudável. — Sorriu para reconfortá-la e apertou as bochechas gordinhas dela, em seguida voltou à ficar de pé.

— Na verdade eu… — _____ se prenunciou olhando para a sua barriga na qual ela acariciou fazendo eu e Sook estranhar sua atitude.

Carinho na barriga, esse suspense todo, o desmaio… Ah não! Aquilo só poderia significar uma única coisa.

— Jungkook você vai ser papai pela a segunda vez!

Praticamente fiquei parado feito uma estátua e com um só passo para trás, cai duro no chão, perdendo de vez a consciência.

                […]

— Ele está acordando…

Por conta da clareza, abri lentamente os meus olhos franzino o cenho pela a claridade que iluminava o cômodo, me mexi um pouco sobre aquela cama que eu não fazia ideia de como fui parar ali e me sentei sobre a mesma, resmungando de dor por ouvir um estalo quando eu inclinei as costas. Não foi uma boa ideia eu ter desmaiado no chão, agora minhas costas estão todas doloridas e eu pareço um idoso com dor nas costas. Deixei que um suave suspiro escapasse e fixamente prendi os olhos em _____ que encontrava-se parada à minha frente, do lado do médico que obrigatoriamente puxou meu braço para checar minha pressão e os meus batimentos cardíacos. Após a checagem, o médico olhou para _____ e sorriu, se afastando de mim.

O médico se curvou em referência e saiu do quarto de hospital, me deixando sozinho com a nova grávida e Sook, vulgo, estava quieta, calada e sentada num pequeno sofá branco, balançando os seus pés que não alcançavam o chão. De repente me vi atento, olhando para ela e recordando todos os melhores momentos que passei e ainda passo com a pequena que me ensinou muitas coisas de como lidar com uma criança e ser um bom pai. No começo eu não sabia de nada do que sei agora, eu era só um cara que nem sequer se lembrava de arrumar a própria cama. Mas graças a aquela criança eu pude aprender muitas coisas, principalmente na parte de ser responsável, calmo e um bom – nem tanto – exemplo para ela.

Assim como ela me ensinou, eu também a ensinei que por mais que você faça uma coisa muito errada ou ocorra um mal entendido, nós nunca devemos guardar rancor. Foi o que eu aprendi e passei meus conhecimentos para ela. Eu sou um bom pai, só preciso de sua ajuda extra para me preparar para cuidar do nosso novo membro ou nova membra de nossa família que se aumentará em breve. Não será fácil, mas quando se tem uma garotinha de quase quatro anos de idade do seu lado, tudo pode facilitar em frações de segundos.

— Vamos ter um novo bebê. — _____ me abraçou carinhosamente, pegando minha mão e levando até a sua barriga que ainda estava no tamanho normal.

— É… — Acariciei a barriga dela. — Vamos ter mesmo um. — Sorri. — Sook — A chamei. — Vem cá!

Senti como se tivesse levado uma facada no coração quando Sook cruzou os braços e se negou balançando a cabeça. Não era essa a reação que eu esperava dela, pensei que ela ficaria feliz, no entanto, foi tudo ao contrário.

— Não gostou da notícia meu anjo? — Indagou _____. — Você terá uma irmãzinha ou irmãozinho. — Sook negou com a cabeça.

A menininha se levantou de onde estava sentada e olhou a nós dois, acompanhada de um olhar raivoso.

— EU NÃO QUERO TER IRMÃOZINHO NENHUM! — Gritou assustando a mim e _____. — Quando ele nascer vocês dois, o meu tio Taehyung e os outros só vão se importar com ele, eu serei apenas invisível pra vocês. — Limpou algumas lágrimas que começaram a cair no seu pequeno rostinho redondo. — Principalmente pra você papai.

— Hyo Sook… — Tentei me manifestar mas ela me interrompeu.

— É a verdade. — Disse por fim. Logo depois largou o ursinho que lhei dei de presente e saiu correndo.

Não, isso não é verdade, eu jamais deixaria de me importar com a minha princesinha.

Me sinto magoado, não foi exatamente assim que eu imaginei que ela reagiria.


Notas Finais


Por favor não fiquem bravos pela a reação da Sook. Pra algumas crianças não é nada fácil aceitar um novo irmãozinho e em alguns casos, isso pode demorar muito tempo para ter uma aceitação pois a criança pode se sentir excluída quanto a presença do bebê que quando nasce precisa de uma atenção especial.

O mesmo ta acontecendo com a minha irmãzinha(minha mãe tá grávida🌝)

Até o próximo.

Kissus♥


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