História Our Sweet Baby (Imagine Jungkook - BTS) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Baby, Bts, Elychanx, Imagine, Jungkook, Você
Visualizações 155
Palavras 1.823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello♥

Cheguei rápido eu sei, fiquei muito inspirada.

Tenham uma boa leitura e um bom fim de semana.

Capítulo 9 - Exemplo de Esperteza


Fanfic / Fanfiction Our Sweet Baby (Imagine Jungkook - BTS) - Capítulo 9 - Exemplo de Esperteza

Capítulo 08

Três anos depois...

Jungkook

— Vamos logo Sook, antes que sua mãe acorde! — Gritei direto da sala de estar enquanto colocava todas as bonecas e ursinhos de pelúcia que Sook precisaria dentro da mochila cor de rosa dela. — Onde está essa menina? — Murmurei perguntando para eu mesmo, passando as mãos pelos os cabelos.

Como _____ estava dormindo, essa seria uma boa oportunidade de sair logo com Sook e deixá-la sob os cuidados de uma de suas amigas pois a mesma não estava nada bem e extremamente sensível, passando por aqueles dias que as mulheres passam. Não sei exatamente como explicar isso, tudo que sei é que a minha esposa está com uma TPM das bravas; chora por qualquer coisa e fica irritada facilmente. Coloquei a última boneca na mochila de Sook e fechei o zíper da mesma com muito cuidado pois qualquer barulhinho _____ poderia acordar, caso ela acordasse, eu estaria bastante ferrado. Botei um boné branco na cabeça, organizando os cabelos meios desgrenhados e em seguida pus a mochila pequena nas minhas costas, deixando uma alça solta e vagamente virei-me, dando de cara com a pequena me encarando com um sorrisinho travesso.

— Já estou aqui! — Ela exclamou animadamente, dando pulinhos de alegria.

— Shi… — Coloquei o dedo indicador no meio de meus lábios, pedindo para ela fazer silêncio e olhando em volta, me certificando de que tudo continuava bem como antes. — Faça silêncio. — sussurrei cuidadosamente, a pequena franziu o cenho.

— Por que devemos fazer silêncio? — Ela perguntou em tom baixo erguendo suas mãozinhas pequenas e as balançando em sinal de interrogação, junta a uma expressão confusa.

— Se sua mãe acordar estamos… — Imitei um corte no pescoço com o dedo, pigarreando silenciosamente. — Estendeu?

— Sim, papai. — Sorriu mostrando alguns dentinhos recentes nos quais acabaram de nascer.

Parece que foi ontem o dia em que ela era só um bebê de oito meses, contundo agora ela é uma menininha com os seus três anos de idade, esperta e madura demais para a sua idade. Às vezes a esperteza dessa menina me surpreende muito, me pergunto como ela com apenas três aninhos pode ser esse exemplo de esperteza para uma criança da sua idade. Se vacilar Sook é mais espera que uma criança mais velha que ela. Até acho inacreditável e incrível por ela ter os meus traços e de _____ misturado. Não dá para perceber de longe mas se olhar de perto para as características dela vai perceber que ela é metade asiática e metade ocidental, começando pelo o formato de seus olhinhos puxados como os meus e o seu rostinho igual o da mãe, fora isso Sook é mais parecida comigo do que com a mãe.

Genética do papai bonitão aqui.

— Vamos fazer o seguinte… — Me inclinei a frente da criança para poder enxergar melhor o seu rosto. — Iremos ser silenciosos e andar na ponta dos pés até a porta, okay? — Ela balançou a cabeça assentindo.

Agarrei a sua mão e como o combinado, nós dois começamos a andar na ponta dos pés, tomando cuidado para não fazer barulho. Quando finalmente alcançamos a porta e saímos da casa, demos pulinhos de alegria a batemos as mãos uma na outra, comemorando por ter dado tudo certo. A nossa vizinha mais velha - de uns aproximadamente sessenta e oito anos - chata, resmungona, insuportável e que mora ao lado, assim que nos viu, nos olhou com uma cara de nojo e abriu a porta de sua casa, logo sendo recebida pelos os seus cinco gatos nos quais começaram a miar se esfregando na perna dela. Era sempre assim, aquela mulher não suportava nem a mim e nem a minha família por motivos que desconheço e logo que dava de cara com a gente, virava a cara.

Tudo bem, eu não reclamava por ela odiar a gente - até porque ela é velha, pessoas velhas só sabem ser rabugentas, além do mais Sook vivia enchendo o seu saco. Todos os fins de semana Sook inventava de preparar biscoitos de chocolate e levá-los para a Senhora Choi Sunhye, e por mais que a minha filha usasse toda a sua doçura e fofura para aquecer o coração de gelo daquela mulher, de nada adiantava, ela só ficava cada vez mais rabugenta, e isso só incentivava Sook insistir em deixar a "bruxa" alegre. Aliás, Sook sabia que lá no fundo do seu coração gelado e sua aparência de velha mal amada, a senhora Choi é uma boa pessoa e que adora ter uma criança de quase quatro anos a visitando todos os dias mas sem ser convidada.

Eu sendo o adulto responsável que sou, penso diferente dela. Para mim aquela velha só pode ser uma bruxa com os seus cinco gatos e que usou um feitiço na minha filha para ela insistir tanto na mais velha. Aish! Eu contínuo o mesmo crianção de sempre, olha só que pensamento bobo. Mas eu tenho certeza que ela é uma bruxa!

— Bom dia Senhora Choi. — Sook cumprimentou a mais velha no seu tom doce e carregado de alegria na voz, pude ver a Senhora Choi revirar os olhos.

— E o que tem de bom? — A velha indagou sendo a mesma grosseira e rude de sempre, contudo a sua grosseira só fez a minha filha sorrir mais largo e ficar pensativa. — E você? — Fixou os seus olhos ameaçadores em mim, percebendo que eu não parava de olhá-la.

— Eu? — Engoli em seco. É melhor eu tomar cuidado, vai que essa mulher também não me joga um feitiço ou faz uma macumba para cima de mim.

— Você mesmo garoto! — Cruzou os braços, passando à me encarar na companhia daquele seu semblante sério e um tanto assustador.

Ergui os olhos e abaixei minimamente a cabeça, lançando um olhar de "socorro" para Sook que só ria baixinho de toda a situação.

— A-algum problema Senhora Choi? — Perguntei juntando as mãos e as colocando para trás, cruzando os dedos e rezando para ser protegido de qualquer feitiço que ela poderia estar prestes a me lançar.

— Mantenha esse seu baú de doçura e alegria bem longe de mim e dos meus gatos. — Disse seriamente se referindo a Sook que soltou uma risadinha abafada fitando a velha com aquela sua fofa expressão de anjinho inocente de quem não tem culpa de nada. — E diga a sua esposa estrangeira e mãe desse pote de doçura que aquela blusa vermelha fica horrível nela. — Encerrou o assunto entrando na casa junto com seus gatos e tudo que ouvir por fim foi a forte batida que a bruxa deu na porta após fechá-la.

Dizer para a _____ que a blusa vermelha que eu dei para ela de presente não combina com ela? Nem pensar! É capaz de eu ser morto se dizer isso a ela, ainda mais em seus dias recentes de TPM. Suspirei em frustração, praguejando mentalmente e olhei para Sook que abriu os braços pedindo colo, ri soprado e a peguei em meu colo, colocando-a em minhas costas. Segui até a rua onde o meu carro estava estacionado em frente a nossa casa. Abri a porta do veículo retirando Sook de minhas costas e pondo ela no banco de passageiro do carro, sentada na cadeirinha especial para bebês. Ri ouvindo a pequena cantando uma musiquinha dos programas infantis que eu era forçado a assistir com ela e a mesma que grudava na minha cabeça como chiclete.

Aigoo… Essas musiquinhas chiclete que grudam na cabeça.

— A dona aranha subiu pela parede — Comecei a cantar a tal musiquinha junto com ela enquanto entrava no carro.

— Veio a chuva forte e a derrubou — Completou batendo palminhas.

— Já passou a chuva e o sol já vem surgindo e a dona… — Parei por um instante, buscando me lembrar do resto da música. Aproveitei nesse meio tempo para ligar o carro e dá a partida.

— Continuou subindo. — Sook finalizou a parte que eu não lembrava, resmungando por eu ter esquecido. — Papai tem mais uma parte. — Ela pronunciou empolgada.

E lá vamos nós de novo!

                [...]

— E o que aconteceu depois? — Sook perguntou repleta de curiosidade, olhando-me com os seus olhinhos brilhando mais que estrelas.

Já fazia por volta de dez minutos que nós dois havíamos chegado em uma sorveteria(a favorita de Sook) para podermos tomar um sorvete como sempre costumávamos fazer e conversar. Tirei esse desfruto para contar a Sook tudo que aconteceu quando eu descobrir que iria me tornar pai. No começo fora um grande susto quando descobrir isso, o susto foi tanto que eu acabei desmaiando, e não foi só eu, os Hyungs também porque ficaram assustados tanto quanto eu. Claro que eles ficariam perplexos assim como eu né; imagina o choque que é descobrir que alguém que é tratado feito um bebê vai ter um bebê.

Suspirei levemente, inalando o cheiro refrescante da lanchonete, ao mesmo tempo em que ouvia as vozes das pessoas a nossa volta conversando sem parar com suas vozes altas e eufóricas. Me encostei sobre a cadeira, aliviando as dores que estava sentindo nas costas e fechei os olhos, abrindo um largo sorriso ao ter os vários momentos engraçados que passei após a descoberta de que eu iria me tornar pai. Talvez se eu voltasse no futuro e me visse em uma situação como aquela, tudo que eu iria fazer era rir, rir até que não agüentasse mais, principalmente dos hyungs me dando conselhos de como ser um bom pai, sendo que nenhum deles tem a menor experiência com algo desse tipo. Tudo que posso dizer é que eu contínuo sem experiência, digamos que, permaneço em projeto de aprendizado.

— Bem… Sua mãe nos levou para o hospital. Depois que chegamos lá o médico nos passou um calmante.

— Só isso? — Fez uma careta fofa.

— Tem mais, mas eu tô com preguiça de contar. — Dei de ombros.

— Aish Papai.

— Aish digo eu. — Falei indignado.

                  [...]

Cuidadosamente eu e Sook entramos na casa, fechei a porta com muita cautela e joguei a mochila da pequena em cima do sofá de couro branco da sala, caminhei diretamente a cozinha enquanto Sook estava na sala esvaziando a sua mochila. Tudo estava correndo conforme o combinado, _____ ainda não havia acordado, a casa estava silenciosa e eu poderia passar o resto da tarde desenhando com Sook sem _____ para nos dar broncas e reclamar por qualquer coisa que eu fizer devido a sua TPM descontrolável. Sorri vitorioso fechando a geladeira em seguida, porém, fechei o sorriso e fiquei parado feito uma estátua quando percebi que eu havia fechado a pobre porta da geladeira forte demais que graças a isso o estrondo do barulho saiu excessivamente alto.

— JUNGKOOK! — Permaneci parado sentindo meu corpo congelar de medo e um frio na barriga me atingir no momento em que a ouvir gritando do segundo andar da casa, chamando-me pelo o nome.

Estava bom demais para ser verdade, agora sim eu definitivamente me fudi.


Notas Finais


E o melhor prêmio de Pai maluquinho vai para... JEON JUNGKOOK!

KJKJKJKJKKHJK

Até o próximo♥😉


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