História Out of sight, out of mind - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXID
Personagens Hani, Hyerin, LE
Tags Ahn Hyojin, Drama, Exid, Heeyeon, Hyerin
Exibições 22
Palavras 3.000
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Adivinha quem perdeu o capítulo e quase teve um infarto achando que tinha perdido a fic para sempre? Euuu, mas ainda bem que eu consegui achar. Eu nunca sei o que dizer nas notas, eu só sei que junto desse capítulo vamos ter uma surpresa, que será explicada nas notas finais *risadinha maléfica*. Enfim, caso encontrem algum erro, peço desculpas adiantadas. Boa leitura, meus amores! ^u^)/

Capítulo 2 - O que os olhos não veem, o coração não sente?


– Você tem certeza que não quer passar a noite aqui? – a garota de cabelos quase ruivos perguntou se sentando no sofá com sua gata no colo, enquanto observava a amiga colocando seu casaco e se preparando para ir embora.

– Não, mas obrigada. Já está tarde e eu tenho que voltar. – Hyojin guardou todas as suas coisas para que então voltasse a encarar sua amiga. – Além do mais, essa gata me odeia. – mostrou a língua pro animal, que teve seus olhos cobertos por sua dona.

– A Fati não te odeia, só não gosta do seu cheiro de cachorro. – disse mexendo com o bichano. – O que faz com que eu me lembre que tenho que comprar mais ração para ela. – completou pensativa. Ignorando completamente a cara confusa de Hyojin ao tentar entender o que cheiro de cachorro tem a ver com ração de gato.

A garota usou esse meio tempo para sair de lá, se ficasse mais alguns segundos Heeyeon provavelmente trancaria a porta e não a deixaria ir embora. Era assim toda vez, mas ela não a culpava. Sua amiga se preocupava demais com os outros, ela queria que seus amigos sempre estivessem bem – igual a uma mãe, não? – e abrigaria todos em sua casa, se pudesse.

A mais velha já estava se direcionando ao elevador quando ouviu uma porta bater e passos largos para alcançá-la. Ela nunca teria jeito mesmo, não sabia como aquele gato aguentava morar com ela, ou pelo menos sobreviver perto dela! Olhou para trás e viu Heeyeon vindo em direção.

– Ei, Heeyeon! Aonde pensa que vai? – falou olhando para garota que se aproximava.

– No comércio comprar ração, não posso mais? – Disse levantando uma das sobrancelhas e sorriu largo. – Que por acaso, é na mesma direção que você está indo. Então shiu e vem logo. – pegou o braço da outra e a “arrastou” pra fora do prédio.

Como não era muito longe, tanto a loja quanto o ponto de táxi, as duas optaram por ir andando mesmo. Conversando animadas, como sempre. A proximidade gerada por anos de amizade fez com que elas já se sentissem à vontade na presença uma da outra, até mesmo para falar as coisas mais estranhas que se passavam na cabeça de Heeyeon – isso é, basicamente, um resumo das conversas do dia a dia das duas. Hyojin nunca foi de falar muito, ao contrário de sua amiga, que a cada dia aparecia com uma história nova para contar.

– Mas eu juro, não sabia que aquela porta iria fechar logo quando eu... – Heeyeon falava aos risos para a amiga, que prestava atenção até ver uma pessoa caída não muito longe delas, e interrompê-la na “melhor” parte de sua história.

– Hyelin...? Hyelin! – Hyojin andou ligeiro até aquele projeto de ser humano caído no chão, com um animalzinho do lado. Ela não estava desmaiada, apenas estava no chão. – O que você tá fazendo no chão, anda... Heeyeon me ajuda aqui. – chamou a outra que olhava tudo de uma certa distância. As duas conseguiram ver um homem perto dela, parecia estar dando uma bronca, ou algo do tipo.

– Ei, deixe-a em paz! – Hyojin afastou o senhor da garota, enquanto Heeyeon ajudava a outra a se levantar. – Não vê que ela não está bem?

– Deixá-la?! Essa garota fugiu sem pagar as coisas da minha loja! Eu só estou querendo o que é meu por direito! – o tiozinho falava irritado, apontando freneticamente para Hyelin.

– E eu só estava indo atrás do meu cachorro, você teria seu dinheiro se esperasse eu voltar. – Hyelin se pronunciou, carregando seu cachorro no colo. Heeyeon apenas observava calada, ela estava completamente sem palavras para aquela situação.

– Essas crianças de hoje em dia... Você poderia ter deixado suas coisas lá para então correr atrás desse animal. – e ele  não parava de falar. E de fato, ele tinha razão. Hyelin não havia pensado direito na hora, mas ainda assim, Hyojin entendia o lado de Hyelin. Se o mesmo acontecesse com Wooyoo, sua cadela de estimação, ela faria a mesma coisa.

– Olha, esqueça isso. Ela já disse o motivo de não ter pagado o senhor. – Hyojin começou a falar tirando sua carteira de seu bolso. – Aqui, acho que isso é o suficiente para pagar tudo o que ela comprou e um pouco mais por você correr atrás dela.

– O que foi bem sem noção... – Heeyeon falou pela primeira vez, debochando. Não precisou nada além de um olhar da parte de Hyojin para que a ruiva se calasse, sorridente.

O senhor da loja não reclamou, aceitou o dinheiro e ainda resmungou alguma coisa. Elas viram ele ir embora e então voltaram atenção para a garota que estava agachada mexendo com seu cãozinho. Heeyeon e Hyojin se entreolharam e concordaram, sem dizer uma palavra.

– Sério que vocês vão me acompanhar? Eu não sou uma criança! – Hyelin resmungou. – Não é muito longe daqui, e o Kkomul pode andar sozinho. – se referiu à Heeyeon, que carregava o animalzinho.

– Sim, nós vamos. Você estava caída no chão e tinha um idoso gritando com você, acho que isso é o suficiente por uma noite, não é mesmo? – Hyojin falou. – E você está machucada, acha que eu não vi esses arranhões?

As duas estavam bastantes preocupadas, até mesmo Heeyeon, apesar de ser ciumenta com sua amiga. Já faltando algumas esquinas para chegar na casa da garota, Hyojin se perguntava ainda mais o porquê de Hyelin estar fora de casa a essa hora, e ainda mais com um cachorro. Ela apenas a ajudava a andar, temendo que ela caísse novamente. Sim, a mais nova entre elas disse que poderia andar por si só, mas isso não quer dizer que as mesmas concordaram.

– Você conhece mesmo ela? Não lembro de ter visto essa garota antes. – Heeyeon falou baixinho, tentando fazer com que a “novata” não ouvisse.

– Eu estou bem do seu lado, sabia disso? – Hyelin olhou para a ruiva, que sorriu brincalhona. – Vocês podem me deixar por aqui, o Kkomul pode me proteger. – falou olhando pro cachorrinho que parecia entretido por estar fora de casa (e estar nas mãos de outra pessoa).

– Não precisa mais. Já chegamos, e de qualquer forma, eu não deixaria. – Hyojin falou séria. Agradeceu Hani pela ajuda e disse que pagaria a ela uma refeição. Pegou a guia do animal e viu a mesma se retirar. – Pronto, vamos entrando? – disse levantando a mão que segurava a de Hyelin e sorriu simpática.

A mais a velha abriu a porta da entrada, ligando todas as luzes e esperando Hyelin, que vinha logo atrás. Sua visão ainda estava lhe traindo muitas vezes, e isso a assustava ainda mais por estar na presença de outra pessoa. Hyojin a ajudou a se sentar no sofá da sala e analisou o rosto da pequena. Machucado. Tinha um pouco de sangue escorrendo de um arranhão de seu joelho também. A olhou mexendo sua cabeça em sinal negativo. Não sabia o que havia acontecido, mas a garota tinha certeza que ela se machucava com muita facilidade.

Perguntou se ela tinha curativos e a mais nova confirmou, falando logo onde estava. Ela não demorou muito para voltar com a caixinha azul cheia de remédios e alguns curativos de um desenho popular na época. Limpou com cuidado os ferimentos com um algodão e fez o curativo. Vez ou outra ria das reclamações vindas de Hyelin por conta da dor que sentia toda vez que a mais velha tocava os ferimentos. Ela estava tão concentrada, que quase nem notou que Hyelin estava sem os óculos. Guardou tudinho em seu devido lugar e se sentiu pronta para fazer o que estava querendo: Perguntar.

 – Agora você pode me dizer como parou naquele lugar? – Se sentou do lado dela. – Você não parecia bem, mal conseguia pisar no chão de tanto medo.

– Só estava meio tonta, você sabe, eu bebi muito. – falou rindo fraco, mas logo fechou o sorriso ao ver que Hyojin não parecia feliz – Me desculpe, o Kkomul queria passear e não consegui dizer não. Eu estava meio tonta, como disse antes e....

– Você sabia que estava se sentindo mal e ainda assim saiu... – ela riu descrente. Suspirou pegando seu celular para responder sua amiga, Heeyeon, e avisá-la que estava tudo bem. – Você tomou ou bebeu algo estranho naquela festa? – a garota negou prontamente.

As duas ficaram quietas depois disso, cada uma olhando para um lado. Hyojin tentando entender a situação, de alguma forma aquilo tudo era estranho. Sabia que os “sintomas” do álcool em cada pessoa era diferente, mas não imaginara que apenas um copo poderia fazer algo desse tamanho. E olha que ela já tinha visto de tudo, por conta de sua amizade com Heeyeon. Por outro lado, Hyelin estava preocupada com o silêncio que se formou. Ela tinha poucos amigos, os quais ela se sentia bastante à vontade. O que faria agora? Iria dormir? Expulsaria a mais velha de casa? Não, isso parecia rude demais. Fora que ela não sentia nenhum tipo “desgosto” na presença da outra.

– Você quer passar a noite, digo, resto da madrugada aqui? – Hyelin perguntou ainda desconfortável pela situação, e pela dor nos olhos. – Você me salvou, é o mínimo que posso fazer.

Só uma louca, pedindo para ser sequestrada sairia àquela hora da madrugada, já passavam das 3 da manhã e Hyojin não queria ter que encontrar mais gente caída pelas ruas. Ela tinha que aceitar, fora que ainda se sentia preocupada o bastante com a garota. Aceitou o convite alguns segundos depois de pensar, fazendo com que a menor sorrisse.

Hyelin pediu licença para que fosse tomar banho, as duas precisavam, na verdade. Minutos se passaram e com as duas de banho tomado e de mentes limpas, Hyojin decidiu fazer algo para que as duas comessem, ela não teria se oferecido se não tivesse ouvido o estômago de Hyelin roncar bem alto. Não que fosse mal educada, mas ela realmente demorava a sentir fome. E como um agradecimento por deixar que ficasse em sua casa naquela noite, fez uma comida simples. Hyojin nunca foi uma excelente cozinheira, tudo o que sabia na cozinha era resultado de dias sozinha em casa quando sua mãe e seu pai estavam no trabalho. E por ser a filha mais velha, sua mãe confiava a ela para cuidar da casa e de seu irmão menor.

Pegou os dois pratos e levou até a sala onde a mais nova estava assistindo à TV atentamente. Colocou tudo na mesa de centro e se sentou ao lado dela. Balançou as mãos na frente dos olhos da nova amiga para que despertasse do transe.

– Você gosta mesmo desse programa. – comentou pegando seus jeotgarak* para comer. – Espero que goste, não é incrível mas dá pra “matar” a fome.

– Não se preocupe, eu consigo comer qualquer coisa. Até mesmo o que quer que seja isto... – ela riu ao receber um tapa no braço por conta do que disse, pegou o prato da mesinha e as duas passaram apenas a dar atenção a sua comida e TV. Jantares e almoços eram assuntos muito importantes para Hyelin, ela sabia levar muito a sério sua alimentação.

As garotas passaram aquelas últimas horinhas conversando e assistindo televisão, comentando sobre uma série que ambas adoravam e até mesmo criando teorias. Levaram o assunto até o momento em que se despediram para ir dormir. Pelo menos era o que Hyelin queria ter feito, ela não conseguiu dormir, mesmo se virando de um lado para o outro ela não teve nenhum resultado. Então ficou apenas acordada olhando o teto, depois de tudo o que Hyojin havia feito, ela estava considerando contar para ela. Um dia ela saberia, por que não agora?

A pior coisa a acontecer era ela parar de falar com ela, coisa que não faria sentido algum se for parar pra pensar. Já com tudo em mente, ela havia feito sua decisão.

                                                                                                              ~x~

Hyelin POV on

Já era quase de manhãzinha quando acordei, alguns minutos para as seis. A verdade é que eu nem tinha dormido, me remexi na cama várias vezes para nada. Me levantei e fui andando cuidadosamente até a porta que dava no meu quintal.  Me sentei na varanda e fiquei olhando o pequeno jardim que havia ali. Hyojin provavelmente ainda estava dormindo no meu sofá, então ninguém viria me incomodar. Eu não tinha muito o que fazer, era de madrugada, a única coisa que me restava fazer naquele momento era observar o céu que estava ficando cada vez mais claro, naquele aspecto de manhã. Sorri pensativa. Aquela seria a última vez que eu o veria daquela forma, grande e lindo, nostálgico e silencioso.

Me inclinei para trás e me apoiei nos meus braços, tentando ficar confortável. De alguma forma eu não estava com sono. Fechei os olhos e fiquei dessa forma por um tempo, mas nada. Apenas um vazio muito ruim.

– Você está bem? – acordei do meu pequeno "transe" para me deparar com uma Hyojin de cabelos bagunçados se sentando ao meu lado. – O que faz aqui fora? Está frio... – falou esfregando suas mãos nos braços. E de fato estava.

– Estou sem sono. Queria fazer alguma coisa e vim pra cá. – respondi pressionando meus lábios em uma linha. – E o que você está fazendo? – voltei a olhá-la nos olhos, que estavam bem fechadinhos por causa do sono.

– Eu estava com dor de cabeça por causa da quantidade de bebida que tomei ontem, então eu  me levantei para beber água. Não queria vomitar aqui na sua casa. – Hyojin riu fraco e eu fiz o mesmo. – Eu te vi sozinha e quis saber o porquê.

Balancei minha cabeça em negativo enquanto deixava um pequeno sorriso escapar. Eu consegui uma amiga logo agora? Era a coisa mais inesperada que poderia acontecer, sempre achei que manteria uma quantidade limitada. Não por causa da minha visão, mas porque eu nunca fui sociável. Sempre tive – e ainda tenho – pavor de puxar assuntos. Ela ainda me encarava confusa, esperando por uma resposta.

– Bom, estou contemplando o céu. – falei. – Não, eu não estou bêbada. Se é o que você acha. – ri e levei um empurrão. – Estou aproveitando enquanto ainda posso olhar pro céu.

– Como assim “ainda"? – Hyojin pareceu despertar mais um pouco, para ter certeza de que não tinha ouvido errado.

– Achei que deveria saber, afinal somos amigas. – dei uma pausa e olhei para ela. – Somos amigas, não é mesmo?

– Sim, somos sim. Por que está perguntando isso? – Hyojin se ajeitou do meu lado, prestando atenção em cada palavra. Ela tinha confirmado, nós éramos mesmo amigas. Então não tinha necessidade alguma em esconder isso dela.

– Eu estou perdendo a visão, unnie. – disse triste. – Desde menor minha visão vem ficando cada vez pior. Eu estou ficando cega.  – e pela primeira vez deixei minha voz falhar, eu achei que já tinha superado essa fase de tristeza.

– Mas como assim, você está bem. Eu te via com seu amigo esbanjando felicidade e... Você nunca pareceu mal. – me olhou inconformada. – Você está brincando comigo, não é?

– Infelizmente não. – voltei a observar o céu.

– E como você pode estar tão calma? Hyelin temos que fazer alguma coisa, você tem que fazer algo! – Hyojin se colocou em minha frente, segurando meus ombros.

Ela estava me lembrando a forma que meus parentes agiam quando souberam que eu já estava deixando de lado a ideia de me tratar. Eu não queria desistir, e não devia. Mas, eu já tentei tanto fazer com que parasse. Colírios, constantes idas ao médico, até mesmo remédios que não eram indicados. Tudo! Mas nada daquilo foi o suficiente, e, mesmo sabendo que esperar pelo resultado da doença não é recomendado, eu decidi aceitar. Já estava em um estágio muito avançado quando eu finalmente pude ir ao médico, e minha família sempre fora humilde, conseguíamos apenas o suficiente para sobreviver. Meu pai se culpava tanto por não ter conseguido bancar os remédios para o tratamento, e mesmo que eu tentasse agora, já não daria mais.

Hyojin estava em minha frente, tentando obter alguma resposta que fizesse sentido. Sorri tentando acalmá-la e então bati minha mão duas vezes ao meu lado. Pedindo para que ela se sentasse. E assim o fez, no lugar indicado ela se sentou e ficou me observando aflita.  Deitei minha cabeça em seu ombro e fechei meus olhos.

– Eu estou fazendo algo. Não consegue ver? – disse ajeitando minha cabeça em seu ombro. – Eu simplesmente percebi que estava perdendo boa parte da minha vida com as idas ao médico. Eu já tenho poucos amigos, se eu continuasse daquele jeito, provavelmente eu enlouqueceria.

Hyojin não falou nada em qualquer momento, apenas me ouviu calada. Deixando que eu sentisse seus afagos, que uma vez outra tremiam. Talvez de receio, talvez de preocupação. Ela estava chorando? Sim... E não tinha nada pra falar para ela naquele instante. Foi sua vez de dizer algo.

– Me sinto boba por nunca ter tido a iniciativa de falar com você. Te conheci melhor hoje e descobri que logo, logo não poderá me ver. – soluçou um pouco ao tentar “prender” aquele pequeno choro. – Imagino se aquele ditado, é verdade...

Ri. Eu já imaginava qual era, ironicamente apropriado à mim.

– Boba, não vou morrer. Apenas ficarei cega, não é o fim. – disse rindo. Me afastei para limpar as lágrimas dela e continuei a falar. – A não ser que você não queira ser amiga de uma cegueta. – brinquei e ela logo me interrompeu dizendo que não era verdade.

– Hyelin? – me chamou ainda pensativa, um tempo depois da minha "piada".

– Oi?

– Nós vamos aproveitar cada momento de agora em diante. – ela ergueu seu mindinho, fiz o mesmo gesto e então ri de nós duas. – Você promete?

Naquela noite, eu fiz uma amiga. Ou talvez até algo mais que isso, uma irmã. E por mais que no dia seguinte minha visão já estivesse pior, eu estava feliz por ter alguém a quem recorrer, e saber em qual ombro chorar quando ficar triste. Ficamos sentadas ali curtindo não fazer nada, até que ambas ficassem sonolentas o bastante para entrar.

As pessoas estavam erradas, o pensamento de todos estava. O que os olhos não veem, o coração sente ainda mais.

– Eu prometo.


Notas Finais


*Jeotgarak: Hashi coreano.

É isso, foi bem mais fofo do que eu achei que seria, mas ainda assim eu amei escrever. Essa fanfic teve um significado, mais para um aviso, na verdade. Não deixem de conhecer certas pessoas, sua presença pode fazer uma grande diferença na vida de alguém u.u <3

E sobre a surpresa que eu disse ali em cima, eu tenho dois projetos para duas fanfics que eu provavelmente irei postar logo, e "Out of sight, out of mind" é uma spin off de uma delas. Então podemos dizer que esse não é necessariamente o fim, ainda tem muita coisa pela frente envolvendo essas fanfics. e.e hehe


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