História Outlaw Queen - Redescobrido o amor - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Exibições 32
Palavras 2.964
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, como já disse, fiz essa historia por que alguns leitores da minha outra historia me sugeriram escrever algo sobre Outlaw Queen (Robin & Regina).

Sei que existe milhares e milhares de historia dos dois aqui no Nyah, mas enfim, espero que gostem.

Capítulo 1 - Capítulo 1


[Robin]

Saio do serviço e vou direto para um bar que não fica muito longe da minha casa. Uma vez ou outra eu passei na frente desse bar, mas nunca entrei nele, afinal, não sou do tipo de cara que curte esse tipo de lugar. Mas algo fez com que eu viesse aqui hoje, e esse “algo” é o sétimo aniversario de falecimento da minha ex-esposa.

Seu nome era Marian, e ela morreu poucos dias depois de dar luz ao nosso filho, Roland. Desde então tenho cuidado dele sozinho, sim, sou pai solteiro. E não, não deixei meu filho de sete anos sozinho em casa enquanto vim beber em um bar. Hoje é a “noite dos meninos” então ele está dormindo na casa de um amigo.

Entro no bar e me sento em uma das cadeiras que fica próximo ao balcão. Já que estou sozinho, não vejo motivo algum para ocupar uma mesa inteira.

Peço ao barman uma dose de Uísque e começo a beber gole por gole.

É sexta-feira à noite e o bar está cheio como todo outro bom bar de Boston. O som de pessoas conversando, rindo e gritando enche todo o local e em algum lugar do bar posso ouvir o som de uma musica qualquer.

Acabo com o restante do Uísque que estava no meu copo e começo a me levantar para sair do bar quando algo me chama a atenção. Não algo, e sim alguém. Uma mulher, de pele clara e cabelos curtos e pretos com um leve tom de castanho.

Sua boca é de um vermelho vivo o que atrai mais ainda atenção.

Suas roupas são sociais. Uma jaqueta de manga longa preta e uma saia que vai até a altura dos joelhos da mesma cor, não consigo evitar e acabo olhando para suas pernas nuas. Um par de pernas completamente atraentes. Por de baixo da sua jaqueta social, ela está usando uma blusa branca.

Vejo-a abrir caminho em meio à enorme multidão que está acumulada próximo a entrada do bar. Todos os homens param e a acompanham com olhares sedentos de desejo, e muitas mulheres a encaram com olhares cheios de inveja.

Cara, que mulher é essa?!

Quando percebo que ela está vindo em minha direção, viro-me para frente e encarando o copo vazio à minha frente.

Ela se senta ao meu lado e é até mesmo possível sentir o cheiro do seu perfume. Um doce aroma de maças, e consigo até mesmo sentir o gosto adocicado da fruta em minha boca.

– Uma dose dupla de Uísque com gelo, por favor?

– Duas.. – falo para o barman que a atende – E por minha conta.

Ela me encara e eu encaro de volta. O barman nos entrega os copos cheios, e sai para atender outro cliente.

– Então, você vem sempre aqui?

– Serio que essa é a sua melhor cantada? – Sua voz é firme e de certa forma, sensual.

– Bom, na verdade, sim. Sou realmente péssimo com essas coisas.

– Percebe-se.

Seu tom autoritário que ao mesmo tempo indica desprezo aumenta ainda mais a vontade que tenho de ficar com ela. Sei que ela não é fácil, e como todo homem, adoro um bom desafio.

– Bom, meu nome é Robin.

Espero uma resposta, e como ela não vem, continuo.

– É realmente um prazer em lhe conhecer. Me desculpe a intromissão, mas não pude não reparar que você não está usando nenhuma aliança nos dedos, e o que é óbvio, você está sozinha em um bar em plena sexta-feira à noite, e isso fez eu me perguntar uma coisa, como e por que uma mulher tão linda como você estaria sozinha em um lugar desse tipo?

– E quem lhe disse que estou sozinha?

– Bom, não vejo ninguém lhe acompanhando. – digo após olhar ao redor dela.

– Ele pode estar chegando.

– Hnm.. Ok, deixe-me ver se entendi, então você realmente está solteira, e supostamente marcou um encontro com um cara em um bar, o que digamos, não é o melhor lugar para um primeiro encontro. E diga-se de passagem ele ainda nem chegou aqui. Agora deixe-me lhe contar o que um homem de verdade faria, primeiro, lhe levaria para um lugar digno de uma mulher como você, bonita, elegante e que inspira poder e confiança.

Dou um gole na minha bebida antes de continuar.

– E mesmo se lhe trouxesse aqui, para este lugar, – digo mostrando o local com um braço – não lhe deixaria sozinha por um segundo, e nem mesmo deixaria que você viesse comprar bebidas sozinha.

– Isso me soa meio machista é super controlador. – Sua voz é carregada de ironia e sarcasmo. Como eu amo essa mulher, penso.

– Não é questão de controle, e sim de dar a atenção necessária que uma pessoa como você merece.

– Entendo. Mas e você, Robin, certo? – Afirmo com a cabeça. – Você também não possui nenhuma aliança e está aqui sozinho, o que me faz presumir que você é como todos os outros caras que estão aqui. Solteiros, cachaceiros que estão apenas em busca de sexo casual com a primeira mulher que passa por aquela porta e dá mole para vocês.

– Na verdade, eu não sou como os outros caras..

– Bom, isso é o que todos eles dizem.

– Ok. E como eu faço para acreditar em mim?

– Você tem 5 minutos para tentar me convencer.

– Ok. Como eu disse, eu não sou como os outros caras. Eu realmente não costumo visitar esse tipo de local. Digamos que hoje foi uma “exceção” .

– Exceção?!

– Sim, digamos que eu perdi alguém que eu amava muito a um tempo atrás e hoje faz 7 anos que ela morreu. Eu sei que faz muito tempo, mas eu não sei o que deu em mim. Eu só quis sair e fazer algo diferente, e quando vi o bar decidi entrar nele. A propósito, é a primeira vez de muitos anos que eu bebo mais que um copo de bebida alcoólica.

– Eu sinto muito por sua perda.

– Mas e você, afinal por que está aqui? – Pergunto. – A propósito, ainda não sei seu nome.

– Mills, Regina Mills.

– Prazer em conhecê-la senhorita Mills.

– O prazer é todo meu. – Ela responde e me lança um sorriso sexy, o que faz meu coração acelerar um pouco mais.

– Então, também não sou muito de ir a bares nem mesmo de beber. Não tenho uma situação “especial” como a sua. Eu simplesmente estava cansada de uma semana exaustiva no serviço, e como eu estava passando por aqui, decidi entrar e beber uma ou outra dose de Uísque.

Chamo o barman e peço a ele mais uma dose de uísque. Ela rejeita então peço apenas uma para mim mesmo.

[Regina]

Assim que entrei em um bar que fica próximo ao meu escritório, caminhei até o balcão. Tive que abrir caminho em meio a uma multidão de pessoas. O bar é uma confusão de vozes e demoro um pouco até me acostumar com o barulho.

Sento-me ao lado de um cara alto e forte, que está usando um terno de um azul escuro quase preto, camisa social branca e terno da mesma cor.

Assim como eu, suas roupas não combinam muito bem com o local, pois pra todo lugar que você olha, há pessoas com roupas normais, que estão aqui só para curtir, beber e ficar com o máximo de pessoas possíveis, e quem sabe então, levar uma delas para casa.

Peço ao barman uma dose de uísque duplo e me ajeito ao banco.

– Duas. – responde o homem alto ao meu lado. – E por minha conta.

Encaro-o por alguns segundos antes de desviar os meus olhos dos seus que são de um azul tão lindo.

Ele começa a puxar assunto comigo, e eu tendo a qualquer custo cortar o assunto com ele. Mas confesso que eu estava gostando da persistência desse cara. E afinal ele é bonito e atraente.

Papo vai, papo vem, e eu finalmente digo-lhe meu nome. E falo a minha parte da historia sobre como vir parar em um bar sozinha numa sexta à noite.

– Então, é isso! – Digo.

– Hnm.. Interessante. E com o que exatamente você trabalha?

– Sou advogada. Tenho um escritório aqui perto. E você?

– Sou detetive.

Detetive. Assim que ouço essa palavra uma imagem dele uniformizado me vem a mente e em seguida uma imagem de mim mesma só de calcinha e sutiã algemada em uma cama. Afasto esses pensamentos rapidamente, e desvio o olhar do dele.

– Posso te fazer uma outra pergunta?

– Pode. – Pode perguntar quantas quiser, penso.

– Reparei que possui uma cicatriz nos lábios, posso saber como a conseguiu?

Sinto uma de suas mãos tocarem meu queixo e levantar minha cabeça, e só agora percebo que estava encarando o chão.

– Ei, se esse assunto lhe incomoda, não precisamos falar sobre ele, ok?

– Não, está tudo bem. – Digo. Engulo em seco para poder limpar a garganta e adquirir confiança antes de continuar – Quando eu tinha 10 anos eu estava no quintal da minha casa brincando com o meu gato, quando um cachorro veio correndo em minha direção.

Paro me lembrando daquele momento.

– Ele veio para cima de nós, e eu defendi meu gato, por que aquele cachorro acabaria o matando, e então ele me atacou. Graças a ele eu tenho essa cicatriz e graças à meu pai só isso foi o que ele conseguiu fazer. Antes que algo a mais acontecesse, meu pai afastou o cão de perto de mim. Se ele não estivesse por perto naquele dia acho que eu poderia ter morrido. Por anos eu fui motivo de piadas por causa dessa cicatriz.

– Olha, você não deve e nem deveria se importar com a opinião dos outros. Você é linda do jeito que é!

Encaro-o por alguns segundos.

– E a propósito, essa cicatriz te deixa mais linda e sexy do que já é.

Envergonhada abaixo o olhar encarando o chão. Novamente uma de suas mãos agarra meu queixo e levanta delicadamente meu rosto até ficar nivelado com o seu.

Quando dou por mim seus lábios estão fazendo pressão sobre os meus e sua língua pede passagem entre meus labios.

Me recuso por alguns instantes mas em seguida abro minha boca e começamos uma luta de línguas. Confesso que ele beija bem, e que provável seja o melhor beijo que eu já tenha recebido.

Começamos a nos agarrar ali mesmo no bar. Um beijo feroz atrás do outro. Nós separamos para recuperar o fôlego.

– Não prefere um lugar mais “reservado”? – Ele pergunta sussurrando em meu ouvido.

Afirmo com a cabeça e deixo-o me guiar até a saída do bar.

[Robin]

Levanto e guio Regina até a saída do bar. Meu carro está estacionado perto do bar, mas eu bebi algumas doses. Sei que tenho reflexos bons o bastante para poder guiar um carro mesmo depois de ter bebido, mas é como dizem, “Se beber, não dirija”, e eu como um cara da lei é claro que não posso fazer uma coisa dessas.

Aceno para um taxi e ele para ao nosso lado. Abro a porta de trás para que Regina entre e dou a volta para entrar pela outra.

– Sabe onde fica o Edifício Storybrooke? – Pergunto ao motorista.

– Sim, Senhor. – Ele responde.

– Então nos deixe lá, por favor.

Ele afirma com a cabeça e acelera o carro, seguindo em direção ao endereço que informei.

No banco de trás eu e Regina estamos nos agarrando com beijos selvagens que nos tiram o fôlego, nos fazendo por diversas vezes parar para recuperar o ar.

Não nos importamos com o taxista. E ele parece não se importa conosco.

Chegando ao edifício nós descemos e eu pago o taxista. Guio-a em direção ao portão do prédio que é aberto pelo porteiro rapidamente.

Entramos no elevador. Aperto o botão do andar de numero dez, mas as portas não se fecham. Lembro então que tenho que inserir meu cartão pessoal no painel do elevador. Faço isso e ele finalmente começa a subir.

Assim que as portas se fecham eu ataco mais uma vez a boca deliciosa dessa morena que esta parada na minha frente. Faço pressão sobre seu corpo prendendo-a na parede espelhada do elevador. Ela para os beijos por um instante e vejo um sorriso malicioso surgir nos seus lábios antes de começar a me beijar novamente.

O elevador para e a porta abre revelando o interior do meu apartamento. Todo esse andar é só meu. O apartamento é grande e todos os cômodos são espaçosos, na área leste do andar fica minha área de lazer com uma área para churrasco e uma piscina. Este andar é o ultimo, logo, a área de lazer é descoberta e neste momento está banhada pela luz da lua cheia.

Pego Regina no colo fazendo-a entrelaçar suas pernas em volta da minha cintura para se firmar e ando em direção à minha sala de estar. Deito-a no sofá e precioso meu corpo sobre o dela beijando-a.

Desço minhas mãos e começo a desabotoar sua jaqueta e ela começa a desabotoar meu terno.

– Tem certeza que quer fazer isso? – Digo sussurrando em seu ouvido – Não quero lhe apressar e nem mesmo te forçar a fazer algo que não queira.

– Tenho toda a certeza do mundo.

Ela mal acaba de falar e me puxa para um beijo novamente. Correspondo-a e volto a me concentrar novamente em retirar suas blusas.

Agora sem a jaqueta, começo a desabotoar sua blusa branca. Retiro-a e deixo-a somente com um sutiã também branco.

Me ajoelho ainda no sofá e começo a retirar meu terno e camisa, deixando meu peito nu, coberto apenas parcialmente pela gravata.

Ela retira seu sutiã e começa a acariciar seu próprio corpo. Passando as mãos nos peitos, fazendo círculos com os dedos molhados por sua própria saliva. Isso me deixa louco e sinto o volume na minha calça começar a crescer.

Ela se inclina para frente e me puxa pela gravata colando meu corpo ao seu.

Beijo-a lentamente e começo a descer fazendo uma trilha de beijos por seu pescoço até que chego nos seus seios.

Não perco um segundo antes de começar a lambe-los. Cada chupada que dou naqueles seios fartos é um gemido que arranco de sua boca.

Continua chupando e lambendo seus peitos enquanto começo a abrir o zíper lateral da sua saia.

Me afasto para poder retirar sua saia, e aproveito para retirar seus sapatos, deixando-a só de calcinha.

Assim que retiro seus sapatos ela faz algo que me excita mais ainda.

Percebo que uma de suas mãos está dentro da calcinha, se movendo para cima e para baixo, masturbando a si mesmo.

Meu órgão lateja tamanha excitação que sinto neste momento. Decido ajudá-la, então retiro sua calcinha deixando-a totalmente nua. Começo a lamber aqueles lábios rosados deliciosos e ela começa a gemer instantaneamente.

Introduzo um dos meus dedos na sua entrada lentamente fazendo-a suspirar. Aumento a velocidade da estocada com meu dedo e ela começa a gemer um pouco mais.

Subo e volto a chupar seus peitos enquanto continuo introduzindo meu dedo dentro dela.

Levanto e carrego-a pelos braços até meu quarto. Deito-a na cama e começo a beijá-la novamente.

Sinto suas mãos deslizarem sobre meu corpo e ela começa a retirar meu cinto de uma forma incrivelmente rápida. Retiro minha calça sem parar um instante de beijá-la. Meu órgão está tão grande e tão duro que mal cabe dentro da cueca.

Ela me puxa mais uma vez pela gravata colando meu corpo ao dela, e em seguida inverte a posição deixando seu corpo nu sobre o meu.

Ela desce passando a língua sobre meu abdômen até chegar à borda da minha cueca, onde para por um instante. Levanto minha cabeça prestes a reclamar sobre o porquê de ela ter parado e vejo-a me olhando com um olhar incrivelmente sexual.

Ela retira minha cueca e põe rapidamente meu órgão dentro de sua boca. Ele é grande de mais para que ela possa por todo na boca, mas isso não é problema algum, pois ela está chupando-o como nunca foi chupado antes.

Suspiro de prazer a cada movimento que ela faz com a boca e com a língua sobre meu órgão.

Já não aguentando mais de vontade, me levanto e busco uma camisinha, pondo-a rapidamente.

Deito-a de frente para mim com as pernas levemente abertas. Passo um pouco de gel lubrificante por toda a extensão do meu penis e passo também um pouco sobre sua entrada.

Começo introduzindo lentamente meu órgão dentro dela. Retiro e coloco-o novamente, e repito esse movimento por mais algumas vezes para que ela se acostume. Então começo a meter com vontade retirando dela gritos e gemidos enlouquecedores.

Dou estocadas fortes e lentas, e a cada vez que exerço pressão sobre ela, ela grita de prazer.

Aumento a velocidade das minhas estocadas e ela geme mais ainda. Beijo-a silenciando seus gritos e começo a estocar com mais força e velocidade.

Inverto a posição deixando-a por cima de mim. Ela começa a quicar fazendo meu órgão desaparecer dentro dela. Forço meu corpo para cima aumentando a velocidade e o contato do nosso corpo.

Estou prestes a gozar, mas seguro o máximo que posso. Seus gritos começam a ficar mais constantes e sei o que isso significa, ela está prestes a gozar.

Forço mais ainda meu penis dentro dela e não demora até que ela goze gritando meu nome. Dou mais umas estocadas, o que faz com que seu liquido vaze de dentro dela sujando parte do meu abdômen.

Ouvir meu nome ser dito em meio a tanto prazer me leva ao meu limite e eu gozo também. Limpo minha barriga com uma toalha que peguei em um armário que fica perto da minha cama e me deito ao lado dessa morena linda, gostosa e incrivelmente sexy.

Beijo-a mais uma, duas, três vezes antes de ambos adormecermos lado a lado, com apenas um lençol fino cobrindo nossos corpos nus.



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