História Outlaw Queen - Redescobrido o amor - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Exibições 39
Palavras 1.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Outlaw Queen - Redescobrido o amor - Capítulo 3 - Capítulo 3

[Robin]

Dias se passam e não consigo tirar ela da minha mente por um só segundo. Sim. Regina. Desde que a noite maravilhosa que tive com ela e desde o “incidente” na tarde seguinte, não pude tirar ela dos meus pensamentos.

Boa parte do tempo estivesse refletindo sobre o que eu sentia e se é que estava realmente sentindo algo por essa mulher, que tecnicamente é uma total desconhecida. Não sou do tipo de cara que acredita completamente em “amor à primeira vista”, mas também não sou do tipo que recrimina essas coisas.

De uma coisa eu tenho certeza, eu preciso ver aquela morena de novo. Por vezes eu fui ao mesmo bar e na mesma hora que nos encontramos, só para ver se tinha a sorte de encontrá-la novamente, mas nada. Nenhum sinal dela em lugar algum. Não tenho o numero dela, então não tem como eu contata-la.

– É claro! – Explodo de alegria. – o lugar onde ela trabalha, ela comentou algo sobre isso... Lembra Robin.. Lembra.. – Passam-se alguns minutos e nada. Não me lembro de nada que possa me indicar onde ela trabalha. Droga! Nada!

Hoje é segunda, ou seja, dia de trabalhar. Me certifico que Roland está dormindo e desço ao encontro de Killian, meu grande amigo e parceiro.

– Bom dia Robin!

– Bom. – Respondo sem animação alguma.

– O que foi meu parceiro? Que animação é essa?

– Nada de mais! – Digo.

– Qual é Robin. Te conheço a anos. Alguma coisa está acontecendo, o que é? É mulher, não é?

Não respondo. Killian me conhece desde sempre. Ele sabe muito bem quem eu sou e como eu sou. Nada nunca passa despercebido dele.

– Então, quem é ela?

– Regina.

– Hnm.. Deixa eu adivinhar. Você conheceu ela naquele barzinho onde deixou seu carro, de lá você a levou para sua casa de taxi e tiveram uma noite inesquecível. E foi assim que você se apaixonou e esqueceu de buscar seu filho na casa do amiguinho dele?!

Encaro-o perplexo. – Um dia, você será um ótimo detetive. – Digo sorrindo.

– Eu sei disso!

– Modesto ele gente. – Rimos juntos. – Então, é basicamente isso. E agora eu não consigo tirar ela da minha cabeça..

– E pra piorar as coisas, você não tem nada que possa contata-la? Numero? Endereço? Local de trabalho? Nada.

– Isso! – Paro o carro em um sinal e espero até que ele se abra.

– Não conseguiu se lembrar de nada que ela tenha te dito? Nada que dê uma dica de como acha-la?

– Tem uma, o local onde ela trabalha.. eu sei que ela me disse, mas eu não me lembro onde e nem com o que ela trabalha. Só sei que fica perto do barzinho onde eu a encontrei.

– Hnm.. entendo!

Seguimos em direção à delegacia, só que por impulso eu acabo indo por uma rota diferente.

– Você sabe que por aqui nós chegaremos atrasados, não sabe?

– Han? – Pergunto distraído encarando o mesmo bar que encontrei Regina noites a trás. – Ah, perdão! Eu não..

– Relaxa! Creio que meu chefe entenderá o motivo do atraso.

– Até por que seu chefe sou eu, né?

– Basicamente isso! Haha!

Chegamos na delegacia bem em cima da hora.

– Bom dia Detetive Robin. Killian.

– Bom dia, Bella. – Cumprimentamos de volta à uma de nossas colegas de trabalho.

– Ei, Robin?

– Sim!

– Tem uma advogada te esperando na sua sala. Ela disse que é um assunto que tem a ver com um dos homens que você prendeu esses dias.

– Tudo bem, obrigado Bel.

Sigo em direção a minha sala e Killian vem logo atrás de mim. Giro a maçaneta e encontro uma mulher de estatura media sentada de costas para mim.

– Bom dia Senhorita... – me calo perplexo quando vejo a inconfundível cicatriz nos lábios que só uma pessoa no mundo inteiro tem. – Regina... – Digo quase num sussurro.

– Robin? O que você está.. não em diga que você é o detetive daqui?!

– Bom pessoal, acho que vocês tem muitas coisas para resolverem. Com licença! – Killian diz e caminha em direção a porta nos deixando a sós.

Espero até que a porta se feche e caminho em direção a Regina com um enorme sorriso no rosto prestes a beija-la.

– Detetive. – Ela diz desviando de mim. – Se estiver um tempo livre eu queria conversar sobre uns assuntos pendentes sobre a acusação do meu cliente.

Vê-la me chamar de detetive e me tratar como um desconhecido dói tanto que sinto como se estacas de gelo estivessem sendo fincadas no meu peito. Mas ela está certa, estamos trabalhando. Devemos ter o mínimo de decência.

– Pois não, Srt. Mills. Quem é o sue cliente e sobre o que exatamente deseja conversar? – Ela dá um leve sorriso mediante minha formalidade, o que me diz que ela esta fazendo isso porque estamos a serviço e não tem nada a ver com o cara que estava com ela no restaurante. Sorrio de volta.

– Então... – Ela começa me dizendo o nome do seu cliente e eu o reconheço como um dos presidentes de uma empresa que foi denunciada por fraude e lavagem de dinheiro, eu estava investigando eles há umas semanas e a cerca de uma semana atrás eu obtive provas o suficiente para prendê-los. Conversamos, perguntamos, respondemos, retrucamos e finalmente chegamos a um bom-senso.

–Tem algo mais em que eu lhe possa ser útil? – Pergunto.

– Bom, creio que seja só isso mesmo Detetive. – Ela me estende a mão, eu a cumprimento e ela caminha até a porta. – Ah, Detetive.

– Sim? – Me viro esperançoso.

– Qualquer novidade sobre o caso, me ligue. Aqui está o meu cartão. – Ela estende a mão e me entrega um cartão branco. Nele está a logo Mills' Advocacy. Viro o verso do cartão e nele está dois números, um fixo e um privado. Levanto meu rosto para olhar para ela, mas ela se foi. Estou sozinho na sala.

– E então? – Killian pergunta entrando na sala. Disfarço e guardo o cartão que Regina me deu no bolso do meu paletó.

– Então, o que?

– Para de ser sínico Robin. Era ela! Regina! A mulher que não sai da sua cabeça. O que ela queria?

– Ela veio a negócios. – respondo. – Ela é a advogada de um dos presidentes daquele sistema de lavagem de dinheiro que prendemos dias atrás.

– Hnm.. Mas ela não deixou nada? Nenhum telefone para contato? Que ela veio a negócios é entendível, e que ela não sabia que você era o Detetive deste departamento, talvez seja também, mas duvido que ela não tenha levado um pouquinho pro lado pessoal depois de ter visto que era você. Quer dizer, é claro que ela esta caidinha por você, bom, é melhor que esteja! – Ele ri. – O que eu quero dizer é que..

– Killian!

– O que?

– Cala a boca! – Olho para ele serio, sua expressão enrubesce e eu me poço de rir. – Às vezes você fala mais que uma maritaca, sabia? É por isso que está solteiro até hoje! Sei, ela deixou algo para que eu pudesse contata-la, um cartão com o numero do seu escritório.

– Hmn.. e quando é que vai ligar?

– Breve! – Encaro a marca d’água do cartão da Regina que mostra a logo da sua empresa, sorrio e olho para Killian. – Na hora certa meu amigo!

[Regina]

Saio da sala do Robin enquanto ele está distraído. Vim resolver uns assuntos pendentes sobre a prisão de um dos meus clientes. Um homem, presidente de uma empresa bem conhecida, que estava sendo acusada de lavagem de dinheiro e muitas outras coisas. Claro, sei que não há nada que eu possa fazer para livrar a pele desse homem, mas é provável que eu consiga fazer um acordo para diminuir a pena dele, o que, pelo que parece, será de muitas décadas.

Admito que fiquei sem jeito e sem saber o que fazer quando vi que o Detetive ao qual eu tinha que conversar era o Robin, o mesmo homem que eu fui parar na cama algumas noites atrás na primeira vez que conheci. Tentei ser formal, não levar por lado pessoal, mas não consegui, e ele percebeu isso. Por fim, eu acabei dando um dos meus cartões, ao qual tem meu numero de celular. Lembrei de das a ele meu cartão no ultimo momento porque percebi eu não o tinha dado nenhuma forma de me contatar.

– Pelo menos agora pode ser que nós nos encontremos algum outro dia. – Digo entrando no carro.

– Disse alguma coisa Madame?

– Não Sidney, estava apenas pensando alto.

– Sem problema. – Ele responde. – Para onde iremos agora Madame?

– Para a empresa, por favor. – Ele acena com a cabeça e em seguida o vidro escuro que separa nós dois surge me deixando a sós.

O caminho até o prédio em que a Mills' Advocacy fica é tranquilo, sem interrupção alguma, e completamente silencioso, como sempre é. Pego o elevador e subo até o andar onde fica meu escritório. Entro. Me sento. E automaticamente imagens de Robin em vem a mente. Imagens dele nu, sobre mim, me abraçando, me beijando, me agarrando, me jogando na cama!

– Se controle Regina! – Digo para mim mesma. – Breve, muito em breve você o encontrará de novo, e nada, absolutamente nada atrapalhará a finalmente ter o que sempre quis. Um final feliz. Na hora certa aquilo que é meu, virá até mim. Na hora certa.



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