História Outra vez - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Juliano, Personagens Originais
Tags Henriqueejuliano Sertanejo Música Amigos
Exibições 292
Palavras 1.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiie meus amores! Geeente sobre o personagem, a grande maioria (tanto nos comentários quanto em várias mensagens) optou pelo Cris, então sera o Titiano gostoso 😏😏... Algumas meninas me falaram o Henrique que faz dupla com o Diego, então pode ser que ele apareça por ai também, maaaaais tarde claro, mas pode ser que ele faça algumas participações haha 😉 Beeeijos delicias e bora pro capítulo 👇

Capítulo 5 - Primaveras e Verões!


Fanfic / Fanfiction Outra vez - Capítulo 5 - Primaveras e Verões!

- Acabou a cerveja, bora comprar mais? - Juliano se aproxima com a última lata na mão.
- Bora! - Henrique levantou da cadeira e me puxou pelo braço.
- Quem disse que vou junto? - Perguntei o desaforando.
- Eu disse - Piscou e continuou me puxando até a cozinha.
- Vamos com o meu carro. Vou pegar a chave rapidão lá em cima. - Juliano disse subindo as escadas em direção ao quarto.
- Ju! - Marília grita chamando sua atenção. - Aquele pen drive tá com você ainda?
- Que pen drive? - Ele arqueou a sobrancelha.
- Aquele que te emprestei aquele dia - Marília falava devagar gesticulando com as mãos.
- Ah sim! ta lá no quarto só precisa procurar.
- Me ajuda Thiago? - Ela o olhou ordenando.
- Por que esse gordo não procura? - Mari suspirou olhando pra baixo e voltou seus olhos para ele.
- Tu é burro Thiago.
- Ah ta! - Ele olhou para o Henrique divertido - Eu te ajudo...

- São doidos? - Perguntei perdendo os três de vista.
- Mais ou menos - Henrique respondeu rindo, voltando sua atenção pra mim... Ficamos em silêncio.
- Que foi? - Pergunto notando que ele não tirava seus olhos dos meus.
- Nada! - Sorriu disfarçado - É que você tá linda.
- Nossa Henrique, são só três anos... Não posso ter mudado tanto assim. - Rio alto.
- Você sempre foi linda - Respondeu ficando sério e se aproximando aos poucos... Sinto uma tremedeira tomar conta. O que esse doido ta fazendo? Tentando me beijar?
- Rafa! - Ouço meu pai gritar de fora me causando um certo alívio, como se estivesse me salvando de um perigo. Não que eu não tivesse gostado de ficar com Henrique todas as vezes, mas aquilo já era uma loucura... loucura que podia ter acabado com uma amizade longa, e era isso que eu temia na época... Loucura que jamais poderá ser repetida!
Henrique se afastou rapidamente.
- Sua mãe e eu estamos indo - Percebo meu pai se aproximar - Você vai com a gente ou vai ficar?
- Eu levo ela depois Mauro - Henrique respondeu depressa sem que eu pudesse dizer alguma coisa. O desconforto pelo momento com certeza estampado na minha cara, mas não consegui dizer não pra ele, ficando em silêncio.
- Bom, então vou deixar a porta encostada, caso você volte tarde - Meu pai disse entre sorrisos esfregando as mãos... Olhei pelo vidro da janela percebendo a noite cair e voltei a atenção pra ele, sorri e assenti com a cabeça...
- Bora! - Juliano desceu as escadas correndo, seguido por Marília e Thiago.

                ...

- E ai Rafa - Juliano fugiu do silêncio chamando minha atenção pelo retrovisor - Pronta já pra voltar as loucuras antigas? - Sorriu largo...
- Vocês irão conhecer uma nova Rafaela - Respondo sem ter a certeza sobre o que ele se referia a " Loucuras antigas".
- Acho que não hein! - Ju respondeu divertido - Acho que você continua sendo a velha Rafaela - Olhou pra trás e pegou na perna no Henrique que se esticava do meu lado - Né mano velho.- Henrique olhou pra mim e sorriu.
- Você era doidona? - Thiago perguntou no banco do carona fuçando no som.
- Todos éramos - Juliano respondeu por mim.
- Mas vocês continuam sendo - Mari do meu outro lado ria divertida.
- Mas a Rafa e o Henrique tem altas histórias - Ele disse pegando o celular no bolso da calça. Sorri envergonhada sem dizer nada. Lembrando de como aquela bobeira começou.

Flashback On*
- Acho que bebi demais - Saímos da boate abraçados, com dificuldade para caminhar.
- Cadê o pessoal? - Henrique olhava para os lados.
- Acho que eles foram e deixaram a gente aqui - Ria atoa.
- Não vou conseguir dirigir Rafa.
- Vamos chegar até o carro e vamos dormir ali, pelo menos até amanhecer e um dos dois conseguir dirigir - Henrique assentia rindo. - Então vai, no três damos o passo junto, pé esquerdo Henrique, você sabe qual é o esquerdo? - Ele negou com a cabeça caindo na risada. - Então você ta mal mesmo...Vai, um... dois... três... Dei um passo pra frente e ele continuou parado, soltou seu braço de mim e se escorou no poste.
- Não vou conseguir, ta rodando tudo - Ele fazia círculos com o dedo.
- Ricelly, só estamos nós dois aqui - Olhei em volta - A rua está deserta, a cidade está deserta... Vamos! - O puxei pelo braço e criei coragem caminhando depressa até o estacionamento, no qual só estava o carro do Henrique.
- Opa! - me segurou pelos braços após eu torcer o pé e quase cair. - Acho que você pior que eu.
- Sou eu que não sei mais o que é direita e esquerda? - Ria debochando dele enquanto me colocava no banco do carona.
- E agora quem vai me ajudar a dar a volta e entrar no outro lado ? - Ele perguntou se abaixando na minha frente.
- Não abaixa não doido - O puxei pra cima - Nunca mais você levanta daí... Passa por cima - Deitei o banco todo ficando deitada sobre ele para que Henrique passasse... Ele colocou o primeiro pé dentro do carro e quando colocou o segundo sem conseguir segurar o peso acabou caindo em cima de mim, deixando nossos rostos muito próximos.
- Henrique! - Engoli seco.
- Rafa! - Ele disse rouco antes de me beijar ferozmente. Tentei negar, aquilo não podia acontecer, eramos amigos a anos e era bagunça demais pra mim... Mas era impossível. Seu beijo era doce, os lábios macios deslizando suavemente sobre os meus... Suas mãos passeando meu corpo com pressa tentavam a todo custo levantar o vestido colado nas pernas.
- Henrique para! - Falei rígida empurando-o com as mãos em seu peito.
- Por favor Rafa - Ele me olhava suplicando. Neguei com a cabeça.
- Nós somos amigos Henrique.
- Não falei que não somos - Ele mordeu os lábios e fechou os olhos - Só hoje vai, uma vez não vai estragar nossa amizade.
- Vai sim Ricelly.
- Só se a gente deixar Rafa - O olhei pasma com o que estava me propondo. Tantos anos e nunca o vi de outra maneira sem ser como amigo.
- Você não sabe o que está fazendo doido, estamos bêbados.
- Por isso mesmo, talvez a gente nem lembre amanhã - Franzi a testa. Como assim nem lembre amanhã? - Vai! Só pra matar a vontade Rafa... - Voltou a me beijar antes que eu pudesse dizer alguma coisa...
Flashback off*

- O Irineu disse pra gente ir lá que tem cerveja - Juliano guardava o celular depois de ler a mensagem.
- Bora lá então! - Thiago esfregava uma mão na outra.
- Acho que vou embora gente - Olho na tela do celular, lembrando que cedo precisava ajudar meu pai e a Tati na empresa.
- Capaz Rafa! deixa de ser envergonhada - Henrique bagunçou meus cabelos - Não deve ter ninguém lá.
- Não é vergonha bobo! Já devia ter ido com meu pai.
- Não vamos - Marília ordenou - Se ele não tivesse chamado ela ia ficar.
- Não doida! - Ri e ela olhou pra trás - Podem ir, é sério preciso mesmo ir embora ... Outro dia a gente marca qualquer coisa.
- Então vou parar lá dai você vai com o meu carro e volta depois pra pegar a gente Henrique...Pode ser? - Juliano deu a meia volta.

              ...

- Então! A gente se fala? - Henrique diz doce parando o carro na frente de casa.
- A gente se fala - Afirmo beijando seu rosto e ele fechou os olhos sem tirar as mãos do volante.
- Até mais! - Sussurrou sorrindo grande assim que abri a porta.



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