História Outro lugar - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Ciencia, Família, Ficção, Mistério, Suspense, Tragedia
Exibições 9
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bom dia amores!!
Então, vou explicar essa imagem.
Essa personagem é do filme Coraline, que aliás, é um filme muito bom. Eu escolhi ela, por causa dos acontecimentos ao decorrer da história. Quando lerem esse capítulo, vocês irão entender.
E não, eu não durmo!
Desculpem qualquer erro.
Aproveitem!

Capítulo 1 - Outra Família


Fanfic / Fanfiction Outro lugar - Capítulo 1 - Outra Família

Luísa estava exausta, finalmente havia acabado a faxina da casa. Apenas tomou um banho e bateu na cama e apagou. ''Amanhã vai ser um novo dia, e a mesma coisa'' pensou ela. Será mesmo?

Ela começou a sonhar, estava em quintal com flores ao lado. Andava pela grama tentando entender o por quê de estar ali. 

- Sonhos são sem sentidos. - Ela falou.

- Oh, então tu sabes que isto é um sonho? - Uma voz ecoou.

- ... - Ela nada respondeu. Continuou a seguir o caminho. Observou uma luz ofuscante no final do quintal.

- O que é aquilo? - Perguntou para sombra que a acompanhava. Não temia aquela sombra, afinal, a escuridão sempre a acompanhou.

- Quando você acordar, logo saberá. - Ela novamente não entendeu nada e adentrou a luz. A garota acordou com a frase ainda ecoando em sua mente. Ela se levantou, trocou de roupa, escovou os dentes e lavou o rosto. Saiu do quarto em direção a cozinha, se sentou na pequena mesa. Ela estranhou o fato de sua avó não estar ali na mesa tomando seu costumeiro café como sempre.

- Mãe, onde está a vovó? - A garota perguntou a mulher que estava lavando a louça.

- Sua avó? Você se esqueceu? Ela desapareceu à dez anos! - A mãe ainda estranhava a pergunta.

- Mas eu falei com ela ontem... - Luísa disse baixo. - Para com essa brincadeiras bobas, mãe! - A menina sorriu com tristeza, achando que aquilo era só uma brincadeira boba que sua mãe fazia de vez em quando.

- Você acha mesmo que eu brincaria com isso?! - A mãe disse enquanto colocava sobre a mesa um misto para a filha. - Bom, eu já estou de saída para o trabalho, até de noite! - Ela deu um beijo na testa da filha e foi em direção a porta. A menina estranhou novamente aquilo. Sua mãe não trabalha, ela ainda estava fazendo faculdade de áudio visual. A única que trabalhava ali era a sua avó como psicóloga. A garota comeu o café, pegou sua mochila e foi rumo a escola.

- Espero que isso seja uma brincadeira. - Dizia para si mesma enquanto caminhava para a escola.

- Oi Luísa! - Seu melhor amigo, Claus, chegou animado.

- Oi Claus... - Dizia desanimada.

- Ei! Que falta de animação é essa? Você é sempre tão animada! - Ele colocou a mão na testa da garota, como se zombasse dizendo que ela estava doente.

- Ah. - Ela deu um suspiro. - Não é nada... - Mentiu. O menino, que era apenas alguns centímetros maior que ela, se colocou em sua frente, deixando os rostos bem próximos. Ele sabia que assim, ela não mentiria.

- O-o quê foi?! - A menina dizia já com o coração acelerado, graças a proximidade dos dois. Ele nunca havia notado os sentimentos dela, pois sempre pensou nela como irmã, nada mais que isso.

- Você estava mentindo... Me conte a verdade! - Ele chegou mais perto. - Eu te conheço! Não tente me enganar. - A menina olhou para o chão tentando não fitá-lo mais por causa da vergonha.

- E-eu te explico depois... Aliás, está bem frio, não? Tem previsão de geada durante a noite, legal né?! - Tentou desviar aquele assunto para outro.

- Você está me enrolando. Mas vou entrar no papo mesmo assim, mas quero que me explique isso depois. - O maior disse apoiando o braço na cabeça da garota para provocá-la.

- Se você quer continuar com o quê você chama de ''pinto'' vivo, é melhor tirar esse braço de cima de mim! - Disse num tom ameaçador.

- Não! Credo! Deixa meu amiguinho em paz! - Tirou o braço de cima da amiga rapidamente.

- Idiota! - Luísa murmurou.

- Eu escutei, tá?!

- Que bom! - Sem perceber, já tinham chegado na escola. Foram pra sala de aula e ficaram conversando até o professor chegar. O dia ocorreu normalmente até chegar o recreio.

- E ai, vai me explicar ou não? - O menino voltou a insistir naquele assunto.

- Olha, a história é longa e complicada de explicar, mas primeiramente, quero saber se você acreditaria em mim. 

- Eu acredito! - Afirmou ele.

- Hum... Bom, quando estivermos saindo da escola, vamos ficar lá em casa, que ai eu te explico.

- Hum... Então tá. - Quando ele terminou a frase o sinal tocou, indicando o final do recreio. - Vamos pra sala?

- Claro, né! - Os dois se dirigiram para a sala. A próxima aula seria Educação Física. A aula passou voando como de costume. Agora seria ciência.

- Bom pessoal, todos se sentem em seus lugares. - O professor dizia enquanto alguns se sentavam e outros chegavam na sala. - Hoje vou falar de um assunto muito interessante pra vocês. - Ao dizer isso, todos prestaram atenção. - Conhecem a teoria de universos paralelos? - Ninguém se pronunciou. Luísa sabia o que era, mas não sabia como explicar. - Então eu digo resumidamente para vocês. Universos paralelos são como o nosso, como se fosse um clone, mas, podem existir universos em que a situação é diferente, como por exemplo, um pode estar em guerra, outro as pessoas exercem diferentes profissões e por aí vai. Mas a questão é, como ir até eles? - Todos continuaram a ouvir atentamente. - Simples, um buraco de minhoca! E o que eles são? São atalhos hipotéticos pelo espaço-tempo, não há registro de que alguém já utilizou, mas é muito interessante. Com os buracos de minhocas, podemos viajar pelo contínuo espaço. - O resto da aula se passou com o professor explicando sobre essa questão de viagens no espaço-tempo e etc. Pela primeira vez, Luísa se interessou muito pela aula de ciências. O sinal tocou liberando os alunos para casa.

- Hmm... - Luísa andava pensando no que o professor falava, aquilo fazia sentido. Tudo começou por causa daquele sonho, ''logo você saberá'' o que aquilo queria dizer? 

- Luísa! - Claus tentava acompanhar os passos rápidos da menina. - LUÍSA! - Ele a tirou de seus pensamentos.

- Hã? Ah, o quê foi, Claus?

- Eu não ia pra sua casa pra você me explicar o que aconteceu?!

- Ah, é. Beleza, então vamos. - Caminharam até a casa dela.


Notas Finais


é isso...
é apenas a introdução
Tchau.


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