História Over Love - Capítulo 36


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Exibições 125
Palavras 3.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Não vou mentir, espera comentarios mais do capítulo anterior.
Anyway, demorei mais de um mês pra postar, mas é isso aí. É NOIS.

Capítulo 36 - My Soph


Reviro-­me na cama sem conseguir se quer dormir, tenho que ver minha bebê, minha Soph, eu preciso muito dela. Estar no hospital me fazia pensar que logo eu teria minha pequena comigo, que eu ia ter um parto feliz e ela estaria em meu peito, mas o que estava acontecendo era mais um pesadelo em minha vida. Minha mãe havia ido embora e Rosa também, ela e Elsa ficaram tempo suficiente para tentar me convencer que tudo ficaria bem, eu queria de verdade acreditar nisso. Ah essa dor terrível na em meu ventre e emocionalmente em meu peito, quero sair dessa cama e ver minha pequena, porque ainda não me deixaram fazer isso?

Não que eu não tenha questionado milhões de vezes as enfermeiras e elas me responderem que eu não posso sair agora, que tenho que ficar um pouco em repouso e depois tenho que tomar banho ai sim vou poder ver minha pequena, Castiel sumiu tem horas e o remédio me apagou de tal forma que eu nem vi ele sair, claro que eu queria estar bom com ele e claro que o eu te amo que ele usou comigo realmente me amoleceu, mas o fato que mesmo que ele jurasse, como a Lety  sabia que o oral dele era o melhor? Para mim isso estava muito malo contado e eu não sabia mais no que pensar. 

—Ei Sá, tudo bem? — Castiel abriu devagar a porta e o meu peito se acalmou ao ver ele ali, assenti e ele entrou, estava um tanto séria... Sem fechar a porta ele me encarou. — Tem alguém aqui que eu fiz questão de que viesse esclarecer algumas coisas— me ajeitei na cama e vi Lety entrando com um olhar cabisbaixo, endireitei a cabeça e meu corpo doeu levemente. —Pode começar. 

—Sarah, eu menti! Na verdade, menti uma coisa... Castiel realmente pagou para que eu não deixasse você se aproximar de Dan, mas o pagamento não foi sexo! 

—Ah ótimo— me ajeitei e fiz cara de dor, Castiel me arrumou e eu retirei sua mão— Ele te pagou para mentir mais uma vez? Como quer que eu acredite nisso? — ela abriu a bolsa e pegou dois cheques assinados e a data, carimbados pelo banco, assim que vi tive a certeza que era de Castiel. — Pagou em dinheiro e transou com ela? —Castiel revirou os olhos. 

—Não transamos Sarah— ele disse sério. 

—Eu menti Sarah, eu juro! 

—Você falou do oral e... — ela riu alto. — Porque você está rindo? 

—Uma vez a loira aguada... 

—Caroline— disse entredentes. 

—Ela... Foi na escola te ver e eu acabei escutando você dizer que sentia falta do melhor oral e quem fazia era Castiel, quando me mandou provar na briga eu peguei isso ao meu favor, mas olha... Acho que seu marido foi um brocha, eu de fato tentei mas ele não me quis e... 

—Aghr sua vagabunda— tentei me levantar e doeu meu ventre. 

—Lety e sai daqui agora! —Castiel disse me ajeitando na cama e ela me encarou. 

—Cuida dele Sarah, sei de muitas mulheres que queriam estar no seu lugar então dê valor... — ela fechou a porta e um ódio me subiu, Castiel me ajeitou nos travesseiros e a dor que estava em meu ventre me fez gritar.

—Pequena, não queria te deixar nervosa, você está bem? — assenti muda— Ok, então... Me escuta está bem? — assenti mais uma vez. — Sarah Price Evans, acho que você tem que por favor acreditar em mim, quando eu digo que eu te amo eu não falo á toa... Meu Deus que mulher turrona que eu fui achar e escolher para amar? Será que você não entende? Quando eu a peguei no colo sangrando, Sarah eu não entendo de medicina, para mim você estava perdendo nossa filha e eu te perdendo, eu fiquei louco... Quando você por fim dormiu eu rezei Sarah, rezei para que você permanecesse comigo, eu... — ele estava chorando e eu não pude deixar de chorar junto— Eu não sou nada sem você, será que dá para entender de uma vez por todas? Para de dizer que vai embora, para de fazer isso, Sarah... Fica comigo! 

—Castiel, eu tenho medo, você traiu a Lynn eu não quero ser traída, eu sei que eu errei e— o choro sufoca minha garganta e ele beija minha testa— Mas eu também não quero te perder. 

—Sarah, eu traí a Lynn porque ela me traiu, a traí porque ela não me agradava, agora me diz... Eu acho uma menina, ela faz tudo na cama comigo, me dá uma filha linda e eu vou e a traio... Será que eu não ia merecer apanhar? 

—Seu bobo... — sorrio.

—Estou perdoado? 

—Castiel, o dia que eu não te perdoar acho que devo ser internada— ele se ajeita ao meu lado na cama e delicadamente me coloca em seu peito. —Não me abandona agora por favor... — aperto sua mão.

—Sarah, nunca eu vou te abandonar meu amor... Vai ficar tudo bem eu prometo para você ok?! 

—Ok! Tenho que tomar banho mas estou com dor... Chama a enfermeira pra mim? — o olho e ele sorri. 

—Quem disse que você precisa de uma enfermeira quando se tem um marido dedicado que faz isso por você? Venha madame, eu te dou um banho. — o encaro. 

—Castiel, aqui não é lugar para isso e eu não estou em condições alguma para que isso aconteça... — ele ri alto

—Será que um marido dar banho na esposa não pode ser normal? 

—Vindo de você nunca é normal Castiel! 

—Oi meu amor... — minha mãe entra delicadamente e Castiel se ajeita ao meu lado depressa, ela beija o topo da minha cabeça— como você está?

—Bem, preocupada com a minha filha, mas estou bem, e a senhora?

—Bem também...

—Ok, agora venha amor... — Castiel sorri maliciosamente para mim e eu sorrio de volta.

—Aonde vocês vão? — ela pergunta assustada. 

—Castiel vai me ajudar com o banho.

—Sarah, Pelo amor de Deus, você está de resguardo! Ah céus, e além do mais isso é um hospital! — Castiel a encara e eu me sinto corar. 

—Mãe!

—Lizz, eu só vou dar banho nela... — ele se defende

—Eu duvido, do jeito que vocês são... Eu dou! 

—Mãe, para com isso por favor. 

—Elizabeth, do jeito que ela estar com dor quando eu começar a ação Sarah desmaia de dor e acha que é isso que eu quero? — ah céus, abaixo minha cabeça de tanta vergonha e minha mãe para por um instante. — Fica tranquila, a porta vai estar aberta e eu de roupa. Deixa eu cuidar dela, eu não fiz isso e preciso me redimir. — minha mãe nos olha e eu levanto a cabeça. 

—Está bem, você realmente precisa cuidar dela. 

—Obrigado— Castiel sorri e me pega delicadamente me apoiando em seu ombro, me aninha em seu peito e minha mãe sorri delicadamente para mim. Quando ele entra no banheiro me coloca no chão. 

—Mãe fecha a porta do quarto? 

—Vou confiar nos dois e vou esperar lá fora. 

—Se ouvir gemidos pode ir correndo— Castiel ironiza e eu bato em seu ombro. 

—Muito engraçado Castiel! — ela grita. 

—Estou brincando sogrinha. — ela sai e Castiel se vira para mim, estou sentada em uma cadeira própria de banho, ele retira a camisola fina que estou e a calcinha, estou nua e dessa vez não tenho condições de fazer nada com ele. — Vamos lá amor... — ele abre o chuveiro e regula a temperatura com a mão, assim que vê que está boa ele desliza a cadeira e eu sinto a água em contato com a minha pele. — Vou lá pegar seu shampoo, seu sabonete e os cremes de banho ok? —assenti e ele saiu, quando voltou, derrubou delicadamente o shampoo em meu cabelo e massageou com as pontas dos dedos, fechei meus olhos me deleitando ao carinho e delicadamente ele enxaguou, repetiu o processo, depois passou o creme e então lavou meu corpo.

Ele estava tão delicado ali comigo que eu estava me sentindo mais que á vontade, sorri quando ele me ajeitou na toalha e enxugou delicadamente cada parte de meu corpo, pegou uma camisola confortável e minha calcinha, colocou delicadamente a peça vermelha fazendo que eu me apoiasse nele e depois deslizou o tecido em meu corpo. Assim que terminou ele cheirou meu pescoço. 

—Agora sim acho que pode ver uma pequenina. — sorri. 

—Obrigada Castiel... Me ajuda ir até ela? 

—Claro pequena... 

Castiel me ajeitou e eu me apoiei nele, assim que passamos pelo corredor minha mãe estava voltando e me olhou.

—Castiel, tem certeza?

—Ela quer ver a filha e tem direito! 

—Está bem... Ah céus Sarah, nossa Soph é linda... — ela sorriu pra mim— vou deixar vocês irem sozinhos ok? — assenti e Castiel sorriu me ajeitando ao seu lado, assim que passamos pelo corredor, Castiel parou no berçário... Olhei pelo vidro e a mulher que estava lá dentro nos encarou, Castiel apontou para a incubadora e ela assentiu abrindo colocamos as tocas e entramos devagar, quando vi aquele monte de bebê pude notar a incubadora no fim, quando me aproximei a minha pequena estava ali... De frauda e a coisa mais linda, céus, como ela era pequena...

—Deixa eu pegar? — olhei para a moça que delicadamente abriu a incubadora. 

—Coloca aquelas roupas especializadas ali os dois para ter mais segurança — assenti de imediato e Castiel me ajudou, assim que estava pronta ela me entregou minha filha, não pude deixar de sorrir quando eu a tinha em meus braços.

—Amor, ela é linda— senti um nó na minha garganta e Castiel parou atrás de mim— Ela é a coisinha mais perfeita que eu já vi— brinquei com seus dedinhos e ela mexeu a boquinha

—Ei menina que chuta, papai está aqui e trouxe a pessoa que você mais ama... A sua mamãe— ele disse delicadamente e uma lágrima escorreu em meu rosto. 

—Eu quero que fique boa logo ok? Quero você bem esperta quero que cresça para quebrar o apartamento, quebrar todas as coisas do papai— sorri. 

—Ah sim e as da mamãe também— ele me abraçou por trás e beijou a testa da nossa bebê— Logo você vai pra casa tá meu anjo, onde é o seu lugar. 

—Castiel, ela vai ficar boa logo? — encostei minha testa na dela que não havia aberto o olho, queria que aquele momento não acabasse, queria que a minha bebê estivesse mamando em meu peito e na minha casa. 

—Eu prometo que vai... Né amor? Fala para a mamãe que você é uma guerreira igual ela e que vai ficar firme e forte ai, que vai voltar para casa e vai ficar tudo bem! 

—Eu espero— a abracei fortemente e Castiel se uniu a nós. 

Castiel Evans

—Duas semanas Michaela, ela não come, não se alimenta e passa a noite inteira naquele hospital, eu fico com ela mas ela quer dar mama para Soph, porém ela não pode, chora quando vaza leite e fala que a filha está passando fome, expliquei da sonda mas, Lizz— respiro fundo— Não sei o que fazer... Ela não come nada, e fica falando que tem medo da filha morrer e... 

Entrei em casa e estava tudo calmo... Uma semana e meia que Sarah estava em casa e as coisas não estavam fácies, Soph não poderia voltar ainda e Sarah só chorava... Havia saído para procurar emprego, entrei em nosso quarto e o note estava ligado e Sarah dormindo de lado, quando mexi no teclado estava em uma tela. 

“Meu nome é Lane, tenho dezenove anos e perdi meu filho prematuro de sete meses por má formação nos pulmões, ele ficou na incubadora por semanas e não resistiu e acabou morrendo...” — Parei de ler sem forças, ajeitei Sarah na cama e a abracei. 

—Ei, calma... Ela é turrona será que você não sabe? Tenta fazer um purê de batata com requeijão, ela ama isso... Tenha paciência Castiel, mãe tem medo de perder o filho, Sarah se apegou a Soph, ela está com medo de perder a filha... Calma... 

—Eu a amo Elizabeth, não suporto escutar ela chorar todas as noites... Agora mesmo estou indo buscar ela do hospital e fazer com que ela fique pelo menos doze horas em casa. 

Está dirigindo? 

—Não, estou no estacionamento do hospital... Ela dormiu aqui e adivinha? Quase me matou para que eu fosse embora... Mas agora eu trago ela pra casa nem que seja amarrada. 

—Faça isso! Me ligue se precisar de algo, sabe que sempre pode contar comigo... — sorri. 

—Obrigado Elizabeth! — desliguei o celular e sai do carro, Sarah estava louca, ela não comia nada e ainda por cima chorava feito uma louca, eu não suportava mais isso. Entrei no hospital e quando cheguei no berçário Sarah estava com a blusa de frio cinza que eu havia emprestado a ela, os cabelos bagunçados e os olhos com olheiras, na sua mão havia um copo de café e eu me aproximei. —Você não comer, não dormir ou sei lá o que só faz mal a ela... Já pensou ela se recuperar e a mãe morrer? E além do mais quando ela puder mamar seu leite vai estar seco... Vem que eu te ajudo no banho e depois faço um purê de batata com requeijão, descobri que você ama. 

—Castiel, eu não vou deixar minha filha aqui! 

—Ela não vai ficar sozinha... Olha vou ser franco, você só vai se matar fazendo isso, ou você vem comigo ou essa menina vai ficar sem mãe. — ela assente por fim e eu respiro aliviado. Assim que ela está saindo à médica de Soph segura meu braço. Sá virou o corredor e eu a encarei. 

—Ei Castiel, resolvi falar com você porque Sarah tem está muito nervosa... Soph teve alta, está muito bem... Só quero fazer alguns exames, mas vocês podem vir busca-­la. — aquilo me deu uma alegria inexplicável. 

— Ok, não conta para a Sarah... Eu vou fazer uma surpresa a ela... — sorri— Vou só cuidar daquela desmiolada e volto... Obrigado eu não poderia estar mais feliz. — ela sorri para mim.

Terminei de dar banho e comida a minha manhosa e a deitei na cama, ela insistiu até conseguir que eu a deixasse no sofá cama do quarto de Soph e eu a deixei lá... A cobri e quando vi que ela estava dormindo fui correndo para o hospital, eu não me via longe dela mais, nem da minha Soph, eu não sabia como seria minha vida se elas me abandonassem... 

Passei da casa de Elizabeth e a expliquei o que estava acontecendo, precisaria que ela trouxesse minha filha no colo enquanto eu dirigia, ela foi toda contente e amou a ideia de fazer uma surpresa para a filha, quando enfim pegamos minha boneca, Elizabeth a vestiu com um conjunto rosa que havia comprado e um lacinho rosa em seus cabelos, só ai reparei sua boca desenhada igual a minha, um nariz redondo igual o da mãe e as bochechas rosadas, ela era tão pequena e tão linda.

—Minha neta é linda... Sarah vai ficar muito feliz na hora que ver a filha bem... Olha, preciso dizer a você que eu realmente não esperava que você fosse fazer isso por ela, que fosse amar sua filha ou até mesmo a Sarah. — sorri ternamente para minha sogra e peguei minha Soph delicadamente de seus braços beijando sua testa. 

—Eu já aprontei muito, já ofendi sua filha, fiz coisas que eu não me perdoaria, mas eu sei que agora quero proteger, fazer com que elas tenham uma vida digna, quero ter um emprego e dar a Sarah tudo que não dei antes, eu amo a sua filha Elizabeth, por mais que no começo tenha sido apenas por tesão— ela me encarou — sexo, coisas vulgares, hoje em dia eu agradeço o dia em que ela entrou na minha vida, ver ela daquele jeito só me deixa impotente, sem reação, sem saber o que fazer... — ela enxugou as lágrimas e sorriu pegando Soph novamente de mim.

—Vamos então? — assenti e fui até o carro. 

Entramos delicadamente e sem fazer barulho eu a levei ao quarto onde minha pequena dormia do mesmo jeitinho que eu a deixei, minha sogra colocou Soph em seu berço e beijou a testa dela que se ajeitou resmungando, Elizabeth acenou para mim saindo. 

—Valerie veio me buscar— sibilou e eu sorri, ela e minha mãe estavam bem amigas, isso me deixava contente, Elizabeth precisava de alguém como a minha mãe... Ajeitei minha bebê e me aproximei da minha pequena ajoelhando no chão. 

—Acorda minha princesa— disse em seu ouvido e ela abriu os olhos me encarando— Você está melhor? 

—Sim... — sorriu — só estou preocupada, quero ver a Soph.

—Ah falando nela, você viu que tem uma mancha na roupa de cama do berço dela?

—Sério Castiel? — ela se levantou e foi cambaleando para o berço, quando se aproximou ela colocou as duas mãos na boca e ficou olhando por um bom tempo, sorri bobo em ver aquela cena. — Castiel... 

—Sim minha pequena, a doutora deu alta e disse que você pode amamentar ela... — Sarah me abraçou desesperadamente e eu fechei meus olhos ao ouvir os soluços dela. 

—Ela está aqui, nossa pequena Castiel. 

—Sim minha linda, nossa pequena... Pega ela, dê mama a nossa pequena ela deve estar com fome. 

—Sim, me ajuda eu nunca fiz isso. 

- Ah claro eu sou exper. nisso, já dei tanto de mama— ela riu alto e eu me senti bem com isso, assim que ela pegou Soph com todo cuidado ela a abraçou e a beijou que pela primeira vez pude ver minha pequena abrir a boca e abrir os olhinhos, suas mãozinhas se mexeram e eu parei olhando aquilo. — Como ela é linda, ei minha bebê... — disse baixinho e ela colocou a língua para fora— ah céus, quero que seja bem vinda ok? — Sarah sorriu e uma lágrima saiu do seu rosto.

—Mamãe te ama.

—E muito— sorri.

Sarah se ajeitou na poltrona e retirou o peito para fora, sem parar de falar com Soph ela acariciou seu rostinho e então minha filha agarrou seu seio, ela fez uma cara de dor e eu me aproximei. 

—Tudo bem pequena? 

—Dói um pouco— ela estava doida de fome — Céus por isso eu chorava ao ver o leite cair, sentia que ela estava com fome Castiel! 

—Te disse que seria a melhor mãe do mundo... — Acho que posso ficar vendo essa cena para o resto dos meus dias. 

 

  


Notas Finais


Sei que demorei e peço desculpas, bom.. É isso aí. Prometo não demorar no próximo.
Beijos. ♥
Comentem e digam o que acharam.


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