História Overcoming Prejudice - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Debrah, Personagens Originais, Rosalya
Exibições 170
Palavras 631
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Continuando!

Capítulo 5 - Castiel


Castiel

 

A senhora Alexandra, ou Alê, como ela me obrigou a chamá-la, era uma pessoa bem legal. Jantamos em um bom clima e depois fomos para a sala e nos sentamos no sofá.

- Vou buscar uma coisa lá em cima – disse Alexandra e subiu as escadas.

- Seus pais são separados? – perguntei pra Lya que mexia no celular.

- São. Meus pais se odeiam.

- Como assim? – perguntei confuso.

- Fui resultado de seis meses de seca unidos a duas garrafas de tequila – comentou me fazendo rir.

Ouvi passos na escada e olhei pra cima e vi dona Alexandra descendo as escadas com uma espécie de livro. Lya arregalou os olhos e se levantou do sofá.

- Pode guardar isso, Alexandra.

- Me respeite que eu ainda sou sua mãe – Alexandra disse e se sentou no sofá ao meu lado – Qual o problema de eu mostrar suas fotos para o seu amigo? – perguntou fazendo bico.

- Não vou ficar nesse recinto vendo os dois rirem de mim. Vamos Dragon – Lya o chamou e o mesmo foi saltitante até ela. Lya abriu uma porta que dava para uma espécie de jardim e saiu junto com Dragon.

Sua mãe abriu o álbum e começou a me mostrar as fotos. A primeira era uma montagem com duas fotos, uma dela bebê usando um vestido branco e uma coroa de flores e a outra era uma recriação, só que com a mesma mais velha.

Havia fotos com sua mãe, com um cara que pelo que deduzi seria seu pai, com o resto de familiares, ela sozinha, etc. quando o álbum terminou, sua mãe o fechou e olhou pra cima.

- É muito bom ver que a Lya não está mais sozinha.

- Como assim? – perguntei.

- Ela nunca teve amigos, todos tinham preconceito e achavam que o albinismo era uma doença contagiosa. Até o fim do primeiro ciclo do ensino fundamental ela foi na escola normalmente, mas depois disso, o preconceito aumentou e decidi contratar um professor particular para ela estudar em casa, e só esse ano decidi mudar de cidade e colocá-la novamente em um colégio, e pelo que percebi,lá não existe preconceito.

- O que aconteceu para ela nascer albina?

- Tive um problema na gravidez e ela nasceu prematura, mais precisamente com seis meses e meio, e depois disso, passou mais oito meses na incubadora. Ela teve uma falha na produção de melanina e tem o sistema imunológico mais fraco, o que a ajuda a desenvolver as doenças mais facilmente. Os médicos deram apenas dois anos de vida pra ela, mas ela se supera a cada ano – suspirou e se virou pra mim, segurando a minha mão – E preciso da sua ajuda, Castiel. Lya tem a saúde muito frágil e na maioria das vezes ela sofre calada. Preciso de você cuide dela pra mim enquanto eu não puder.

- Pode deixar, Alê – disse e ela sorriu.

- Ótimo, agora vá ver se aqueles dois não se mataram – apontou com a cabeça para a porta e eu ri, me levantando.

Quando sai, vi Lya deitada na grama com Dragon deitado ao seu lado com a cabeça em sua barriga.

- Terminou de rir de mim junto com a minha mãe? – perguntou enquanto eu me deitava ao seu lado.

- Terminei. E tenho que admitir que você era um bebê bem fofinho- apertei sua bochecha e ela riu, batendo na minha mão.

Ficamos conversando e olhando as estrelas, até que olhei no relógio e vi que eram quase dez horas da noite. Me despedi de Alê e Lya me acompanhou até a porta, onde nos despedimos.

Assim que Lya fechou a porta, Dragon choramingou e avançou para tentar arranhar a mesma, mas eu o puxei pela guia e caminhamos até a minha casa.


Notas Finais


Continua...


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