História Overdose 2 - Capítulo 39


Escrita por: ~

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Categorias Amber Heard, Jensen Ackles
Personagens Personagens Originais
Tags Amber Heard, Dean Winchester, Jensen Ackles, Sobrenatural, Supernatural
Exibições 38
Palavras 3.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 39 - Overdosing on love



O táxi parou em frente ao portão branco e eu olhei através da janela. A chuva caía com força lá fora e a minha vontade de sair daquele táxi agora era quase nula. Por um lado queria subir, entrar no meu apartamento, despir minhas roupas e pular para a minha cama onde ficaria até desmaiar de cansaço. Por outro lado, eu não estava com a mínima vontade de sair lá para fora e de apanhar a maior gripe da minha vida.

Contei até três e, depois de pagar ao garoto do táxi, saí correndo. Eu sabia que não iria conseguir me safar da chuva. Eu sabia que as minhas roupas ficariam completamente encharcadas e que o mais provável era eu ser presenteada com uma constipação que me deixaria de cama durante toda a semana mas quer saber? Isso já nem me importava. A minha semana não iria ser nada de especial, mesmo.

- Senhorita! - ouvi alguém chamando mas eu não podia parar, não com a chuva que caía naquele momento. 

Não parei enquanto não cheguei na porta do meu prédio. Sorte que as telhas do mesmo cobriam a entrada e me abrigavam da chuva ou eu passaria mais alguns minutos sendo chicoteada pela mesma. Pensando bem, talvez eu não devesse jogar minhas chaves no fundo da minha bolsa, pouparia imenso tempo. 

- Menina! - uma voz familiar soou atrás de mim e eu logo me voltei, notando Lanez tentando, de certa forma, correr em minha direção. 

- Aconteceu algo? - perguntei, curiosa com o porquê da sua insistência. Contava que tivesse sido ele que me chamara quando eu saíra do táxi e estava deveras intrigada para saber o que o faria sair nessa chuva atrás de mim, mesmo debaixo de um guarda-chuva.

- Não, menina Melody. - respondeu, abrigando-se dentro do prédio e tentando recuperar a respiração perdida.

- Então qual é a urgência? 

- Tem outra carta. - Lanez abriu o seu casaco e tirou do mesmo um envelope branco que entregou nas minhas mãos sem dizer uma única palavra. Este não continha nada que o identificasse para além do nome "Melody" em maiúsculas, ocupando toda a frente do pedaço de papel. 

- Quem fez a entrega? - questionei-o e o mesmo manteve-se calado me olhando. - Por favor, diz-me que sabes quem foi. 

Lanez negou e eu inspirei fundo, tentando conter meus pensamentos. Mais uma vez ele deixava transparecer sua incompetência. Como é possível ele não ver alguém deixar uma carta no seu local de trabalho onde ele trabalha vinte e quatro sobre vinte e quatro horas sem parar? Acho que ele está precisando renovar suas lentes.

- Obrigada. - agradeci, mesmo que a minha vontade fosse praguejá-lo das mais diversas formas e chamá-lo dos nomes mais absurdos em que pudesse pensar. Eu não estava tão chateada por ele não saber quem fazia as entregas mas sim por ele não saber quem tinha feito esta entrega. Eu necessitava saber quem me vinha mandando estas cartas tão específicas e tão... maravilhosas. Eu queria saber. Eu precisava de ter essa resposta mas a vida parecia não jogar a meu favor nestes momentos.

Adentrei o elevador sem olhar para trás e ainda com o envelope branco em minhas mãos, envelope esse que eu tinha tanta curiosidade em saber o que desta vez continha mas que ao mesmo tempo me deixava com dores de barriga ao pensar que eu não fazia ideia quem o havia deixado e muito menos quem era a bela mente por detrás destas ideias maravilhosas. 

A porta do elevador parecia nunca mais fechar. Eu ainda conseguia ver Lanez através da pequena abertura que estava a demorar horas para fechar e isso estava a deixar-me demasiado irritada. Eu queria estar a sós, a sós com o envelope que tinha nas mãos, a sós com os meus pensamentos. Eu queria estar só, era pedir tanto assim? 

O espaço entre as portas foi fechado e eu retirei o envelope que guardava junto ao peito, olhando as letras maiúsculas que me pareciam tão sensuais naquele momento que chegavam a me dar calafrios. Eu estava fascinada por algo, eu estava fascinada pela ideia de uma pessoa que eu não conhecia e que não fazia a mínima ideia de quem era. 

Peguei minhas chaves e rasguei o envelope para poder, finalmente, ter a noção do que se encontrava dentro do mesmo e do que me haviam deixado de presente desta vez. Eu estava curiosa mas também ansiosa. A minha respiração estava pesada, o meu peito doía e eu sentia os pingos de suor - ou talvez fosse de chuva - descerem pela minha testa. Se eu fosse pessoa de consumir, eu diria que estava tendo uma overdose mas esse não é o meu caso. Um dia terei uma overdose mas não é de drogas, não. Será de amor. 

É assim que eu prevejo meu destino. Morrendo de amor. É um destino um tanto poético, digamos. Um fim perfeito. Quem não gostaria de morrer de amor? Bem, talvez eu não. Alguém atire na minha cabeça, degole meu pescoço mas, por favor, não me deixem morrer de amor. Eu não quero ter um final tão triste assim. Eu quero que me lembrem como uma mulher forte, uma mulher dona de si própria e não aquela que se deixa levar pelo coração. 

Puta merda. Estava na hora de eu olhar o que tinha dentro do envelope e, por mais que eu quisesse ignorá-lo e jogá-lo fora sem desvendar o que o mesmo continha, eu tinha curiosidade. Eu sou demasiado curiosa e não podia ficar sem saber o que a "pessoa mistério" escrevera para mim desta vez mas talvez um dia esta minha curiosidade se vire contra mim e acabe mesmo por matar o gato

Uma flor. Não apenas uma flor mas sim uma margarida, minha flor preferida. Não me lembro se este tipo sempre fora meu preferido ou se eu começara a gostar da sua simplicidade apenas depois de perder minha memória mas, de uma coisa eu tenho a certeza, a pessoa que o enviara sabia qual era minha favorita e não só sabia como teve o cuidado de a enviar para mim tão cheirosa e tão perfeita como eu nunca vira outra margarida na minha vida. 

Eu não conseguia deixar de cheirar a mesma e sentia que a qualquer momento esta murcharia nas minhas mãos por minha culpa. Dentro do envelope não havia mais nada e isso foi o que me deixou ainda mais curiosa. Primeiro as doces palavras e depois minha flor favorita, o que se seguirá? Uma revelação? Eu queria que assim o fosse pois neste momento não podia estar mais curiosa em saber quem era a pessoa que me vinha presenteando com tão belas coisas mas eu tinha a sensação de que os envelopes não iriam acabar aqui e que a tão esperada revelação não iria ser tão cedo assim. 

As portas do elevador foram abertas e do outro lado estavam dois dos meus vizinhos - que eu ainda não me tinha preocupado em saber seus nomes - me olhando como se eu fosse um alienígena. Tudo bem que eu estava praticamente snifando uma margarida mas qual é o problema? Cada um se droga com aquilo que tem e, no meu caso, o cheiro daquela margarida estava chegando no meu cérebro como a droga mais forte que algum dia podia tomar. 

- Boa noite. - sorri, tentando demostrar que eu não estava tão doida assim como podia transparecer.

- Boa noite, vizinha. - a ruiva sorriu de volta, adentrando o elevador e, só aí, me apercebi de que estava na minha hora de sair. - Não vai sair? 

- Sim, claro. - peguei minha bolsa que até agora eu deixara caída no chão do elevador e saí apressada do mesmo. Precisava tomar um longo banho e pensar um pouco em tudo o que me rodeava. Pensar na minha vida, pensar nas minhas escolhas, pensar no meu futuro. Eu realmente precisava pensar bastante.

Foi algo difícil encaixar minhas chaves na fechadura pois minha cabeça pairava em outro lugar que não aquele. Maldita seja a pessoa que decidiu me enviar essas coisas e fazer da minha vida um grande ponto de interrogação. A minha vida não era já complicada o suficiente? Para quê complicar? Para quê chegar na minha vida como uma pessoa mistério e enviar algo tão carinhoso assim sem dar a cara? Não vejo um porquê em toda a situação. Sim, pode ser muito romântico ou o que for que lhe quiserem chamar mas não quando a minha cabeça é uma bomba relógio prestes a explodir e não quando o meu coração está mais dividido do que pão em tempo de crise.

Coloquei minha bolsa em cima do pequeno sofá que haviam colocado estrategicamente na frente da TV e despi minhas roupas enquanto me dirigia ao banheiro. Só um banho quente me alegraria e relaxaria depois de tudo. E só Deus sabia o quanto eu precisava relaxar e ter um tempinho só para mim, para poder respirar fundo e sentir que o mundo não dependia de mim. Sentir que, pelo menos uma vez na vida, o mundo ficaria bem sem mim e não se desmoronaria por completo.

Pensando bem, talvez seja mais ao contrário. Talvez seja eu a causadora do desmoronar do mundo, talvez seja eu a fazer o mundo tremer e quebrar. Talvez não o mundo todo, mas sim o meu mundo. Ele não está mais direito, eu sei disso. Mas eu não posso culpar os outros por isso quando o culpado está bem diante de mim, a olhar-me nos olhos através do espelho. 

Adentrei a banheira, sentindo a temperatura da água envolver todo meu corpo. Depois de apanhar com aquela chuva toda e ficar completamente encharcada, um banho de água quente era algo vindo diretamente do paraíso para me aconchegar nos seus braços. 

A margarida estava pousada na minha mão e eu olhava a mesma tentando, desesperadamente e sem qualquer resultado, descobrir de onde a mesma provinha. Ou seja, quem a havia enviado. Mais uma vez me passavam pela cabeça algumas pessoas que pudessem ser capazes de o fazer ou que, neste caso, tivessem conhecimento da minha preferência por margaridas. Duas pessoas, para ser mais exata. 

Por um lado havia David. David e o seu lado romântico que eu tão bem conhecia e que, por isso, tinha a certeza de que ele poderia muito bem ser capaz de o fazer. Enviar uma frase tão especial como aquela e a minha flor preferida? Era exatamente a sua cara. 

Do outro lado está Jensen e o meu desejo anormal de que, por algum milagre, seja ele o homem por detrás destas cartas. Por milagre, sim, pois quem no seu perfeito juízo pensaria que algum dia Jensen poderia sequer pensar em colocar mais do que duas ou três palavras juntas para formar uma frase? Ainda para mais uma frase romântica daquele jeito! Isso é completamente impensável mas não deixa de ser o meu maior desejo. Não deixa de ser aquilo com que tenho sonhado todas as noites desde que recebi a porra daquela primeira carta e que li aquelas palavras. 

Era interessante poder pensar em Jensen dessa forma. Pensar nele de outra forma que não o Jensen poderoso e malicioso mas sim uma outra faceta sua, doce, carinhosa. Era difícil de imaginar pois poucas vezes o havia visto ter um gesto gentil ou algo minimamente parecido com carinho, mas esse não deixava de ser o meu desejo. 

Um pouco mais de romance, algo como estas cartas ou outra qualquer demonstração de carinho e Jensen se tornaria perfeito. Ele se tornaria o tipo de homem que eu quero para mim, com a quantidade certa de doçura e acidez. Acidez essa pela qual me apaixonei e pela qual ainda me apanho suspirando hoje em dia. Não tem como não o fazer. Jensen é o perigo que todo mundo gostaria de desafiar um dia. Ele é a chama capaz de reacender meu interior e é o calor que eu sinto no meu ventre cada vez que o mesmo abre aquela sua boca deliciosa para falar seja o que for. 

E como eu desejava ter sua boca para mim novamente. Poder beijá-la novamente. Poder senti-la em contacto com meu corpo, com cada milímetro do mesmo. Deslizando sobre a minha pele e me causando calafrios. 

Eu não consigo deixar de sentir aquele calor tão familiar se formar no meu ventre ao pensar em ter sua língua a tocar certas partes do meu corpo uma outra vez e, sem me dar conta, meus dedos estão em minha intimidade fazendo círculos imaginários em meu ponto de prazer e procurando desesperadamente por satisfação. 

Maldito.

Maldito Jensen e seu corpo maravilhoso. Maldito Jensen e sua habilidade deliciosa. Maldito Jensen e seus dedos habilidosos que ainda hoje me deixam suando ao imaginá-los dentro de mim, tão longos e grossos, entrando e saindo tão depressa como nunca. Curvando apenas no local certo e atingindo meu ponto de prazer como mais ninguém nunca o conseguiu fazer. 

Não é possível conter um gemido ao pensar em ser radicalmente fodida pelos seus dedos. Talvez seja pela saudade que eu sinto dos mesmos. Talvez seja pela saudade que eu sinto de uma boa transa. Talvez seja apenas ilusão da minha cabeça mas a verdade é que eu não consigo deixar de sentir minhas pernas bambearem ao aumentar os meus movimentos e pensar o quão bom seria ter ele naquele lugar. A fazer a vez das minhas mãos e a murmurar profanidades no meu ouvido. 

Pensando bem, ele até poderia estar soletrando a lista telefônica e isso continuaria a soar como um anúncio porno para mim. 

Ele é tudo o que eu preciso. Ele é o pacote completo. Ele é mentiroso e sem escrúpulos mas eu também o sou. Nós não somos assim tão diferentes um do outro e por essa razão sempre chocamos tanto e sempre acabamos da mesma forma, transando. 

Eu o amo e desejo tanto que chega a ser doentio. 

E esse amor, esse desejo tão intenso e doentio vai acabar por me levar à loucura. Ele desperta meu lado bipolar e eu não sei mais o que sinto nem como gerir meus sentimentos. Numa hora eu o odeio tanto ao ponto de poder esventrar seus órgãos e furar seus olhos mas isso nunca poderia acontecer, não pois sempre tem aquele meu outro lado que o ama mais do que qualquer outra coisa no mundo e que nunca poderia nem saberia como viver num mundo sem ele. 

Eu o detesto. Tanto que chega a doer. Ele faz a minha cabeça pesar, ele faz o meu coração apertar e os meus pulmões falharem. Ele é o mal perfeito para o meu bem e eu sou o bem perfeito para o seu mal. Nós não podemos, nós não devemos. Mas mesmo assim, com tantas restrições e limitações, minha cabeça não gira em volta de mais nada para além daqueles olhos verdes felinos. Tão belos como duas das esmeraldas mais preciosas do mundo. Tão belos como a lagoa em que nadava quando era ainda uma criança, cheia de sonhos e alegrias. 

E dou por mim viajando em uma parte dos meus pensamentos em que só ele existe. Só ele. Ele e mais ninguém. Não é muito difícil isso acontecer até porque, de todo, ele é a pessoa que mais ocupa meus pensamentos mas mesmo assim, eu não posso continuar a fazê-lo. Ele não é bom para mim. Por mais que eu o deseje mais do que tudo no mundo e por mais que meu coração bata tão aceleradamente cada vez que nossos olhos se encontram eu não posso continuar me iludindo desta forma.

E é assim que termino meu banho. Enrolo meu corpo em uma toalha e sigo até meu quarto, tão preguiçosamente como se agarrados às minhas pernas estivessem dois pesos, me impedindo de andar. A minha única vontade naquele momento era poder beber algo, algo que me fizesse esquecer a vergonha que para mim era o facto de me ter tocado pensando nele. Eu não o consegui conter. Parece que Jensen tem mais poder sobre mim do que eu imaginava e isso vai acabar por me derrubar, de uma forma ou de outra. 

Pulei na cama ainda de toalha e nem dei conta quando meus olhos começaram a pesar e eu acabei por adormecer. Era mesmo aquilo de que precisava no momento, dormir um pouco, descansar. Tudo menos pensar no ser que fazia minha cabeça andar às voltas e meu coração palpitar. 

Um som estridente ecoou à minha volta, me fazendo acordar sobressaltada. Mas quem seria o maldito ser que estaria ligando para mim a estas horas? Na verdade eu não fazia a mínima ideia das horas que eram, mas com certeza não seriam horas de ligar para alguém sendo que eu estava a dormir perfeitamente bem e não estava nem pronta para acordar. 

Olhei o ecrã do celular e no mesmo estava um número completamente desconhecido a mim. Resolvi ignorá-lo. Com certeza seria engano ou assim. 

A minha opção de ignorar não me valeu de muito pois o celular continuou tocando e tocando e, confesso, meus ouvidos começavam a vibrar só com o som daquela porra. Eu queria jogá-lo na parede ou mandar a pessoa que me ligava se foder por estar a insistir tanto e me incomodar numa manhã de ressaca como esta. 

Um silêncio deveras estranho foi ouvido do outro lado assim que eu me decidi a atender a porra do celular. Eu definitivamente iria mandar o filho da puta para a puta que o pariu se ele não abrisse a sua boca nos segundos seguintes. Eu não tinha paciência para nada e muito menos para uma criancinha que não fosse minha filha e que se decidira a brincar de esconde esconde pelo celular. 

- Vai falar ou vou já te mandar f- 

- Menina Melody. - as minhas palavras foram interrompidas e o meu nome foi ouvido. Eu conhecia aquela voz, eu a conhecia tão bem.    

- Rose?

- Sou eu, menina. - respondeu do outro lado da linha, confirmando minhas suspeitas. 

- O que se passou? Aconteceu algo com Heaven? - perguntei, preocupada. De facto, era bastante estranho Rosemarie estar me ligando e eu não via outra razão para ela o fazer sem ser algo de muito grave. 

- Não, menina. - consegui ouvir um pequeno riso do outro lado e o meu coração ficou um pouco mais aliviado. - A pequena está bem.

- Então o que se passou? - questionei-a e novamente um silêncio constrangedor se apoderou da nossa chamada. Mas que porra se estava passando? Eu estava mais do que curiosa. Não só por Rosemarie me ter ligado, o que não é nada normal, mas sim por ela estar a demorar anos para chegar finalmente no assunto. - Fala, mulher. 

- Eu descobri algo... 

- Descobriste algo? - murmurei, tentando entender o que Rose havia acabado de falar. - Como assim? O que descobriste?

- É tudo mentira, menina.


Notas Finais


Espero que tenham gostado tanto do capítulo como eu gostei de o escrever ;)
Até o próximo 😘❤️


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