História P S Y C H O S I S «TaeGi» - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Boyxboy, Drama, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Taehyung, Kth, Lemon, Min Yoongi, Myg, Namjoon, Novela, Psicose, Romance, Taegi, Taehyung, Yaoi, Yoongi
Visualizações 75
Palavras 1.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeira fanfic Taegi... Mds... Tou nervosa... Primeira fanfic com os amores da minha vida!!!

Respira

Respira

Sbxunwosyzbsisjsuzusjsiziuaoakaak!!!!!

Capítulo 1 - ONE: Imagine-se, esfolar um homem..


Fanfic / Fanfiction P S Y C H O S I S «TaeGi» - Capítulo 1 - ONE: Imagine-se, esfolar um homem..

Leiam as notas finais, explicação

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P.O.V Autora

Yoongi ouviu e teve um choque. Parecia terem batido na vidraça. Olhou depressa, fêz menção de se erguer, o livro lhe escorregou das mãos para o amplo colo. Era ruído de chuva, apenas. Uma bátega tardia, na janela da sala.

Não tinha reparado em que ameaçava chuva e que o crepúsculo descia. Já estava quase escuro, na sala. Estendeu a mão para acender a lâmpada, antes de retomar a leitura. Era uma dessas antiquadas lâmpadas de mesa, de abajur de vidro pintado e franja transparente. Desde quando podia se lembrar, sua omma tinha essa lâmpada e se recusava a desfazer- se dela. Ele não punha objeções: viveu ali durante os quarenta anos de sua vida, e era tão agradável e tranquilizador viver cercado de objetos familiares. Tudo ali era metódico e ordenado; somente lá fora é que as coisas mudavam.

A maior parte dessas mudanças sustinham no ar uma ameaça. Suponhamos houvesse ele passado a tarde andando e a chuva o pegasse em alguma vereda solitária, talvez no pântano... Estaria encharcado. E teria que voltar aos tropeções para casa, no escuro... Até poderia apanhar uma pneumonia mortal... Mas quem queria ficar lá fora, na noite escura? Muito melhor estar ali na sala, junto à lâmpada, com um livro.

Ao baixar a cabeça para reiniciar a leitura, a luz brilhou em seu rosto liso e macio, pôs reflexos nos óculos sem aro, banhou-lhe o róseo couro cabeludo e os cabelos ralos, esverdeados.

Era um livro fascinante. Não admirava terem-lhe as horas passado despercebidas. Lia “O Reino dos Incas”, de Victor W. Von Hagen. Nunca antes encontrara tal riqueza de informações curiosas. A descrição da cachua, por exemplo, ou dança da vitória, onde os guerreiros formavam um vasto círculo que se movia e contorcia qual uma cobra enorme. E...

“O toque de tambor se fazia no que fôra outrora o corpo de um inimigo. A pele do ventre era o ponto de percussão do tambor, e o corpo servia de caixa de ressonânçia que vibrava através da boca escancarada...”

Min Yoongi sorriu, depois se deu ao luxo de um gostoso estremeção. Grotesco, mas eficiente — claro que devia ser! Imagine-se, esfolar um homem — vivo, Provavelmente — esticar-lhe depois o ventre e fazer disso um tambor! Afinal de que maneira curtiriam o cadáver, para evitar a putrefação? Mas, antes disso, que espécie de mentalidade seria necessária para a concepção de semelhante idéia?

Certo, a idéia era nada apetitosa; mas, fechando os olhos, quase ele podia ver a cena: a multidão de guerreiros pintados e nus, contorcendo-se e balançando-se ao sol fulgurante, e a velha da tribo, ajoelhada diante deles, batendo o ritmo inexorável na pele inflada e distendida do ventre de um cadáver! A boca contorcida do morto, aberta à força, fora provavelmente fixada nessa posição por ganchos de osso, a fim de dar passagem aos sons... Merce da percussão do ventre, estes atravessariam os murchos orifícios interiores, forçariam a encolhida traquéia, para enfim emergirem ampliados, e com toda fôrça, da garganta morta.

Yoongi podia quase ouvi-los; mas a chuva também tinha um ritmo... tinha-o também um rumor de passos.

Na realidade sentiu o rumor de passos, mais do que ouviu. Uma antiga familiaridade afinava-lhe os sentidos, cada vez que sua omma entrava no aposento. Nem precisava olhar para estar certo da presença dela.

Não olhou; fingiu continuar lendo. Ela estivera dormindo, ele sabia que acordava rabugenta. O melhor era ficar Miado, na esperança de que não estivesse muito azeda.

— Sabe que horas são, Yoongi? — Ele suspirou.

Fechou o livro. Sabia, já, que ela despertara intratável: a pergunta era uma provocação. Ela passava pelo enorme relógio do vestíbulo para chegar à sala, de modo que lhe era fácil verificar que horas eram.

Ainda assim, por quê fazer disso um problema? Yoongi baixou o olhar para o relógio de pulso e sorriu.

— Passa um pouco das cinco. — respondeu.

— Não pensei que fosse tão tarde. Estive lendo...

— Pensa que não tenho olhos? Vi muito bem o que está fazendo. — Agora ela estava à janela, a olhar a chuva. — E também o que não faz. Por quê não acendeu o letreiro quando viu que escureceu? E por quê não está no escritório, que é o seu lugar?

— Começou a chover tão forte que julguei não haver nenhum movimento com esse tempo.

— Asneira! Agora é o tempo adequado para este negócio. Muita gente não quer andar de carro quando chove.

— Acho improvável alguém vir a passar por estes lados. Todos tomam agora a estrada nova. — Yoongi percebeu a amargura so insinuar em sua voz; sentiu-a inchar-lhe a garganta e tentou reprimi-la. Mas era tarde, desembuchou:

— Eu bem disse, quando me contaram que a estrada ia ser transferida. A sra. podia ter vendido o motel antes que a notícia da mudança transpirasse. Podíamos ter comprado por uma bagatela todo o terreno aqui em Daegu, o que nos levaria para mais perto de Seul. Construiríamos um outro motel, uma nova casa e ainda ganharíamos dinheiro. Mas a sra. não me quis ouvir. Não liga ao que eu digo. Só se Jihyon fazer o que a sra. quer, o que a sra. entende... A sra. me deixa doente.

— Deixo, heim, meu menino... — A voz de sua omma era ilusoriamente macia, mas ele não se deixou enganar. Nem quando ela o chamou de "meu menino". Vinte e seis anos, e ela a chamá-lo de “menino”! E o pior era que ela sempre o tratara como a uma criança, Se ele ao menos pudesse não ouvir! Mas ouvia, tinha que ouvir, nunca podia deixar de ouvir.

— Então deixo, heim, meu menino...! repetiu ela, com suavidade ainda maior. — Deixo-o doente, heim? Pois bem: acho que não. Não, menino: não sou eu quem o deixa doente... É você mesmo quem fica... E é essa a verdadeira razão por que você continua plantado neste lado da estrada, não é, Yoongi? A verdade é que lhe falta senso comum. Nunca teve a menor dose de senso comum! Por exemplo, nunca teve o senso comum de sair para sempre desta casa, de arranjar um emprêgo, de se alistar no Exército... Nem mesmo de arranjar uma namorada...


Notas Finais


Hey! Turu bom???
Vou lhes contar como nasceu Psychosis na minha cabecinha..
Estava eu assistindo uns filmes muitcho boum! Quando meu pai chega com um filme dos anos 60(1961).
Esse maravilhoso filme se chama Psicose. Alem deu ter assistido o filme eu queria saber mais sobre, e descubri coisas que me deixaram louca de vez (sem spoiler). Psicose também tem em livro o que me ajudou bastante a querer fazer uma versão dos meus bolinhos, inicialmente essa fábrica seria Jikook, pelo fato de eu ser mais leve com o shipp (eu faço mais fanfics sobre jikook). Mas como psicose mexe com o psicológico de qualquer pessoa, eu resolvi arriscar um shipp novo! E Taegi é minha vida (tanto que ele esta em SONYEON-UI).
Eu espero mesmo que vocês gostem, pois eu amei! Cara eu só digo una coisa...

PRESTE BASTANTE ATENÇÃO! Psicose é coisa de doido e se tu criatura não prestar atenção tu fica sem entender nadica de nada!
Blz... Cabei meu discurso!
Beijinhos tchau!
😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘


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