História Pacto de Sangue - Imagine Jungkook - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bruxaria, Bts, Imagine, Imagine Jungkook, Jeon Jungkook, Jungkook, Magia, Romance
Visualizações 89
Palavras 1.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi!
Então, eu preciso avisar que essa fanfic vai ser mais uma espécie de conto do que realmente uma história completa, ou seja, é provável que ela tenha poucos capítulos (eu ainda não decidi quantos, mas não mais que dez).
E esse primeiro capítulo vai ser mais uma introdução mesmo para explicar como é que a protagonista foi parar naquela situação.
É isso, eu espero que vocês gostem e boa leitura!

Capítulo 1 - Uma proposta suspeita


Fanfic / Fanfiction Pacto de Sangue - Imagine Jungkook - Capítulo 1 - Uma proposta suspeita

- Isso não pode ser real – S/N olhou ao redor para ver se conseguia ver algum relance de seus amigos de faculdade. Aquilo tinha que ser uma pegadinha deles, ou algum tipo de brincadeira do outro dormitório que era rival do pessoal do dela.

Quer dizer, feiticeiros não existiam, e aquela história não fazia sentindo nenhum!

- Olha, tudo bem, eu entendi que você quer me fazer cair em algum tipo de brincadeira, mas a questão é que você não precisava me atrair para a floresta próxima ao dormitório para fazer isso. Está frio e a brincadeira está saindo de proporção, eu acho melhor a gente voltar para o campus, tudo bem?

A floresta estava começando a ficar molhada pelo orvalho que caía na madrugada, indicando que a manhã estava próxima. O que tornava tudo ainda pior, já que se o orvalho estava caindo sobre as folhas das plantas, também estava caindo em S/N, a deixando com ainda mais frio.

Fora que o clima em si era meio assustador. S/N nem sabia o que exatamente a atraíra até ali, ela tinha visto uma espécie de cervo correr, e depois estranhos sussurros, como se alguém cantasse alguma música melancólica em uma voz convidativa.

O certo seria que ela acordasse as pessoas e chamasse algum responsável pela universidade para verificar, mas S/N parecia quase... hipnotizada.

Ela não sabia explicar exatamente o que havia acontecido, mas fato era que S/N estava no meio de uma floresta fria, com uma figura alta e com cabelos escuros.

Estava esperando que um grupo de pessoas saísse das sombras e dissesse á ela que era mesmo uma brincadeira, mas como não aconteceu, decidiu que ela mesma iria acabar com aquilo. Virou-se na direção oposta ao misterioso rapaz e tentou caminhar de volta na direção de seu dormitório.

Tentou era a palavra adequada para a situação, porque por mais que S/N tentasse se mover para frente, seu corpo continuava paralisado exatamente no mesmo lugar. Esforçou-se o máximo que conseguia, até seus músculos protestarem e desistirem de fazer força.

- Eu disse a você que eu era um feiticeiro, o que exatamente você está esperando conseguir lutando contra um feitiço? – seu tom era divertido e S/N tornou a se virar para ele, agora seus olhos redondos pareciam ter um brilho estranho, fazendo um arrepio correr pelo corpo dela.

- Não, você não me disse só isso. Você me disse, no meio da madrugada, em uma floresta, que meus pais ofereceram o primeiro filho deles para um feiticeiro, que vinha a ser você. E que agora você estava aqui para cobrar a dívida. E eu me lembro vividamente de ter te dito que isso não era real, que magia não existe e que meus colegas deviam tomar vergonha na cara por fazer esse tipo de piada, no dia que antecede a apresentação do meu trabalho mais importante para o semestre.

- E você acha que não está sendo capaz de se mover por que tipo de motivo?

S/N respirou fundo, tentando novamente ir para a direção oposta a dele. Agora a situação estava a assuntando, muito. Quer dizer, tudo bem, que tipo de pessoa louca ficava sozinha em uma floresta com um cara estranho? Ela definitivamente era o tipo de repreender qualquer um que fizesse isso, mas olha só para ela agora.

Não era como se S/N não pudesse se mexer, ela podia, só não conseguia fazer exatamente o que estava querendo. Ir embora do local ou se afastar dele de alguma forma – de preferência a forma que fosse direitinho para seu dormitório quentinho e seguro.

- Um motivo bem maldoso. Olha, não dá para acreditar em você, certo? Você me aparece aqui no meio da noite com um sorriso pretencioso e olhos brilhantes me dizendo “Ei, eu sou um feiticeiro”. Eu sei que estou atolada de trabalhos da faculdade, mas ainda não enlouqueci o suficiente para compactuar com esse tipo de situação.

O rapaz sorriu, um brilho esperto em seus olhos.

- Confirme com seus pais. Aposto que sua mãe vai ter muito a te dizer.

- Quer saber? Eu vou sim – rebateu. S/N fez uma cara desdenhosa enquanto tirava seu celular do bolso da calça do pijama. Seus pais provavelmente iriam querer mata-la por ligar de madrugada, mas ela queria esfregar na cara do desconhecido que era mais esperta que aquilo.

O problema foi que sua mãe não parecia furiosa enquanto ela perguntava sobre o feiticeiro, e muito menos a achou louca. Na verdade seu tom era pesaroso. Ela disse que ainda não havia chegado o dia, o prazo ainda não havia acabado – afirmação que o rapaz discordou veementemente.

Sua mãe explicou que era verdade e que na época que ela e seu pai aceitaram fazer um pacto de sangue. Eles o fizeram para salvar sua avó de uma doença terminal – já que a mãe de S/N não se via sem ela, e seus pais precisavam da ajuda da família para se manter.

Eles aceitaram, mas não sabiam que o feiticeiro literalmente iria levar sua filha. Anos depois quando eles descobriram (e aparentemente o rapaz apareceu para eles para dizer que seu prazo para entregar a criança estava chegando ao fim), tentaram procurar todas as formas possíveis de livrá-la, até se oferecerem, mas nenhuma resposta havia sido dada pelo rapaz. E de acordo com eles, o dia ainda não havia chegado.

Assim que S/N desligou a ligação, aos prantos e pedidos de desculpas de sua mãe, ela se sentou na primeira pedra próxima – molhada e com musgo mesmo, levando as mãos para sua cabeça e tentando organizar seus pensamentos.

Como ela havia parado nessa situação? Quer dizer, uma hora atrás ela nem acreditava em magia.

O rapaz esperou em silêncio enquanto ela tentava não surtar completamente.

- E então? Está pronta para partir? – S/N levantou o olhar para ele. Ela devia ter desconfiado que alguma coisa estava muito errada por ter um cara de terno no meio do mato, e que ideia estúpida de ter entrado na maldita floresta!

Ah, mas é claro, a sensação que S/N havia sentido... Só podia ser um feitiço. Ela andou quase que automaticamente para o lugar.

- É... Sr... Qual é o seu nome mesmo? – ela apertou os olhos e junto suas mãos sobre seu colo.

- Jungkook.

- Sr. Jungkook, pra quê exatamente você quer me levar?

- Eu pretendo fazer uma magia de sangue com você, no caso com seu sangue – explicou muito sinceramente, como se de alguma forma fosse muito plausível e comum para qualquer pessoa por aí mexer com sangue humano.

- Entendo – S/N engoliu seco. – Mas olha, é que eu não vou poder ir com você. Não vai dar não.

- Como? – Jungkook a olhou confuso, sua cabeça tombando para o lado.

- Não posso ir. Quer dizer, eu nem posso e nem quero ir. Vamos ser sinceros, sua oferta é péssima.

- Não foi exatamente uma oferta.

- Eu entendi. Mas é que isso não faz sentido, você fez um pacto com os meus pais, não comigo. Eu na verdade não tenho nada a ver com isso, e eu não sou dos meus pais para que eles me entreguem para alguém, eu sou meu próprio individuo, e como eu só pertenço a mim mesma, eu não vejo lógica em eles me oferecerem como prêmio. Por isso, eu não vou.

- Eu posso usar qualquer feitiço que eu tenho disponível em você, nesse exato momento e você me diz que não aceita ir comigo?

- Exatamente. Por isso que nós dois estamos tendo um diálogo aqui. Conhece? Diálogo, as pessoas conversam coisas e chegam a alguma conclusão. E a nossa é de que nós vamos ter quer arrumar outro jeito de pagar essa dívida, porque eu não vou com você de jeito nenhum.

Jungkook deu uma risada alta, não tão divertida, mas ainda sim um indício de humor.

- Em todas as minhas décadas de trabalho, eu nunca vi uma situação como essa.

- É bom saber que eu acabei que quebrar paradigmas para um feiticeiro – S/N ironizou. – Eu acho...

- Mas você quer pagar a dívida de outra forma, você disse? Eu tenho uma ideia...

Ele não iria apresentar nenhuma resistência a proposta?

Seus olhos escureceram e S/N sentiu um calafrio descer por sua espinha enquanto seu corpo inteiro se arrepiava. O sorriso dele parecia pairar no ar.


Notas Finais


Sugestões, reclamações, elogios, preces e desabafos são sempre muito bem-vindos! ♥


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