História Pacto Entre Máfias - Capítulo 9


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Ino Yamanaka, Kankuro, Karura, Kizashi Haruno, Mebuki Haruno, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, Yondaime Kazekage
Tags Gaara, Gaasaku, Haruno Sakura, Naruto, Sabaku No Gaara, Sakugaa, Sakura
Visualizações 88
Palavras 1.422
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura!!! ^^

Capítulo 9 - Problemas


Fanfic / Fanfiction Pacto Entre Máfias - Capítulo 9 - Problemas

“O que eu posso fazer se o amor me trouxe também um pouco de ciúme? “

 

Sakura P.O.V’s

     Passar a manhã na cama foi à melhor coisa que fizemos, alternando entre beijos, abraços, carícias, espantamos o friozinho da melhor forma possível. Gaara investia de forma implacável, na tentativa de um segunda round, mas havia se esquecido de que não estávamos sozinho em casa. Por um segundo acabei cedendo, seus beijos em meu pescoço, seu toque firme, ele sabia me convencer, provocar meu corpo da maneiras mais insanas possíveis.

     -Amor, vai ser rápido. –Ele insistia, enquanto atacava meu pescoço, e terminava de abrir a blusa.

     -Não estamos sozinhos, deixe isso para noite. –o empurrei pelos ombros, vendo sua expressão de desgosto.

     -Só uma coisa então. –Gaara atacou novamente meus lábios, apertando firmemente minha cintura, descendo as mãos até minhas coxas.

     -Você disse que seria uma coisa, está indo longe dem... –Cobriu novamente meus lábios.

     Resolvi apertar o botão do “foda-se”, deixei ele fazer o que quisesse comigo, minha blusa rapidamente foi ao chão, seguida por suas roupas. Suas mãos desceram apertando firmemente a parte traseira de meu corpo, arfei com o até, e passei a ver o segundo round como uma ótima opção. Logo em seguida a parte superior de meu conjunto foi arremessada de encontro ao chão, não demorou para um gemido escapar por minha garganta, então para me dar ainda mais prazer, uma de suas mãos desceu até o cós da ultima peça, estava pronto para deslizar a mesma ainda mais para baixo.

     -Senhor Gaara! –Alguém bateu na porta, o chamando.

     Gaara bufou, mas não estava mais frustrado que eu. A garota insistiu em bater na porta, o chamando.

     -É sério isso? –Sussurrei de encontro aos lábios do mesmo. –Deixe ela chamando.

     -Tudo bem. –Ele voltou a me beijar, mas quando sua mão desceu de novo.

     -Senhor Gaara! –A garota bateu na porta novamente.

     -Eu juro que mato. –Empurrei o mesmo, vestindo a blusa do mesmo que estava no chão. –Você fique aí. –Apontei para o mesmo, que me encarou segurando o riso.

     Caminhei até a porta, e antes de abri-la me certifiquei que o mesmo estivesse coberto. Não me importei de estar apenas de lingerie, a blusa social do mesmo tampava até metade de minhas coxas, a filha da mãe tinha que saber que estava interrompendo. Abri a porta com certa força, à garota recuou até a parede, ainda sim tentou olhar dentro do cômodo, muito atirada para meu gosto.

     -Algum problema? –Fechei a porta atrás de mim.

     -Preciso falar com o Senhor Gaara. –Ela dizia tentado olhar por cima de meus ombros.

     -É a cozinheira, não? –Perguntei e ela afirmou. –Qual seu nome?

     -Matsuri. –Ela respondeu sem medo algum.

     -Pois não, Matsuri. –Encarei a mesma dos pés a cabeça. –Meu marido está dormindo, pode resolver comigo mesma.

     -Desculpe senhora. –Ela se curvou. –Achei que não conhecia sobre assuntos de cozinha, geralmente garotas que tem dinheiro não conhecem.

     -E acha que meu marido conhece? –Gargalhei na cara da mesma.

     -Bom, acho que ele aprendeu algumas coisas comigo. –Seu sorriso me irritou, era debochado, tudo que me fervia o sangue.

     -Como é? De onde o conhece? –Me segurava para não voar em sua garganta.

     -Minha mãe, é cozinheira dos Sabaku, fomos criados juntos. –Ela continuava sorrindo, aposto que era para provocar.

     -Olha aqui garota, não me interessa se o conhece e muito menos o que fizeram, ele está casado agora, e pelo seu bem, acho melhor manter suas patas longe do “Meu Marido”. –Alterei o tom de voz, não podia agredi-la. –Espero que sua permanência nesta casa seja apenas profissional, não vai gostar de me ver ainda mais irritada.

     -Desculpe senhora. –Ela se encolheu. –O que eu faço para o almoço?

     -Nos atrapalhou para perguntar isso? –Bufei encarando o ser a minha frente. –Não foi contratada, faça o que achar melhor.

     -Sim senhora. –Matsuri caminhou de volta a cozinha.

     Tratei de controlar meus nervos antes de entrar no quarto, assim que entrei encarei a cama, Gaara não estava sobre a mesma, provavelmente trancado no banheiro depois de ouvir a discussão. Caminhei até o cômodo, quando senti minha cintura ser enlaçada, e um beijo ser depositado em meu pescoço, mas não foi o suficiente para me acalmar, o empurrei para longe.

     -O que foi agora? –Ele perguntou surpreso.

     -Sério mesmo! Com tanta gente para contratar, seu pai contrata logo uma ex amante sua? –Estava muito irritada.

     -Ela não é minha ex amante, foi só... –Gaara parou a frase no meio. –Foi um caso de uma noite, eu estava bêbado, foi algo sem importância.

     -Vai à merda Sabaku, estou com um ódio mortal agora, é melhor não se aproximar. –Ele tentou, então mirei um soco no seu amigo. –Para o bem do “mini” aí em baixo.

     -“Mini”? –Ele perguntou incrédulo.

     -Não me estressa Gaara. –Entrei no banheiro batendo a porta.

     Tomei um banho rápido, sai direto para o closet, enquanto me vestia liguei para Ino me encontrar no shopping, nada que uma volta para espairecer. Vesti uma calça preta com alguns rasgos, uma blusa branca em uma jaqueta de couro, nos pés um coturno, ás vezes gostava desse estilo mais pesado, e quando digo ás vezes, é quando estou extremamente fora de meu controle emocional.

     Passei pelo quarto, Gaara já estava vestido e encarava algo em seu celular. Quando ergueu seu olhar de encontro ao meu, um pequeno sorriso surgiu em seus lábios, ele fez menção de se levantar, mas ergui uma das mãos, sinalizando que o mesmo deveria ficar onde estava.

     -Sabe o que mais gosto em você? –Ele perguntou encarando meu corpo, então neguei com a cabeça. –Quando se veste assim, eu amo esse estilo trevoso.

     -Está me chamando de demônio ou algo assim? –O encarei com uma sobrancelha erguida.

     -Bom, quando está com raiva se assemelha a um, e sério, chega a dar medo. –Agora ele foi se aproximando, dei a liberdade para ver o que o mesmo faria. –Meu eu gosto de te ver assim, toda ciumenta.

     -Está me chamando de possessiva? –Recuei um pouco, ainda o encarando com raiva.

     -Mas está complicado mexer com você hoje, hein? –Gaara parou no meio do caminho, pareceu desistir do que havia em sua mente.

     -Nunca foi fácil, se não agüenta, por que tentou? –Lancei a pergunta em tom de provocação, e no segundo seguinte minhas costas foram de encontro à parede, com ambas as mãos presas sobre a cabeça.

     -Porque todos têm um ponto fraco, e você é o meu. –Fui interrompida antes mesmo de conseguir pensar em algo.

     Um beijo mais desesperado, mais excitante, isso sim me fez acalmar de vez, não estava conseguindo pará-lo, na verdade meu corpo não queria isso. O empurrei em direção à cama, me sentando sobre seu colo, enquanto arrancava minha jaqueta. Segurei o rosto do mesmo entre as mãos, e no meio do beijo comecei a rebolar sobre seu colo. Gaara arfava, aposto que não estava esperando essa atitude, comecei a beijar seu pescoço, então senti o seu “amiguinho” cada vez mais desperto.

     -Sakura, abra essa maldita porta. –Ino batia desesperadamente.

     -Eu mato um hoje. –Gaara disse caindo de costas sobre o colchão, eu ainda me mantinha em seu colo.

     -Testuda abra essa porcaria, ou vou abri-la a ponta pés. –A loira gritou do outro lado. –Não me fez vir aqui atoa, estava no meio de algo realmente importante.

     -Eu e minha esposa também, loira intrometida. –Gaara gritou com raiva.

     -Ai meu Deus, atrapalhei vocês. –Ouvi a voz de Ino um pouco abafada.

     -O que acha? –Meu marido voltou a gritar, enquanto eu prendia o riso. –Volte outra hora.

     -Não precisa, estou saindo. –Gaara me encarou com certo desespero, possivelmente por ter que se virar sozinho. –Desculpe amor.

     -Não vai me deixar assim, não é? –Sua voz saia como suplica. –Isso está me incomodando.

     -Pense como um castigo, por ter deixado sua ex entrar aqui. –Lhe dei um ultimo selinho antes de pegar a jaqueta no chão. –A propósito, espero que não a use para resolver esse problema ou será castrado.

     -Sakura, volte aqui! –Ouvi o mesmo falar um pouco mais alto.

     -Até mais tarde, amor. –Peguei a chave da Ferrari sobre o aparador e caminhei para fora do quarto.

     Ino me encarou com as bochechas rubras, possivelmente com medo de que eu dissesse algo, mas apenas a puxei pelas mãos, arrastando para fora do apartamento. No caminho até o shopping ligamos para Hinata, e aproveitei para ligar para Temari, apresentar minha cunhada para minha roda de amigas, ela parece ser uma pessoa divertida.  


Notas Finais


Olá, amores!!!
No próximo sábado não terá att, estou viajando e não tenho tempo para escrever, prometo normalizar o mais rápido possível...
Beijos e até o próximo capítulo... <3


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