História Paginas soltas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 3.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Festa, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi meu amores, aqui é a Lavis, estou voltando com as minhas fanfics, espero que gostem deste começo, esta um pouco rudimentar então me perdoem caso algum erro apareça.
Espero que gostem.
Lavis.

Capítulo 1 - Thun -O baile de sangue


Fanfic / Fanfiction Paginas soltas - Capítulo 1 - Thun -O baile de sangue

Ryan

Um som de paços  chegou até mim antes de seu dono, virando no corredor ela surgiu em seu vestido vinho, em sinal de respeito curvei-me em uma reverência, ela estendeu a mão e eu a tomei para lhe der um beijo delicado nos dedos ela recolheu a mão me analisando de cima a baixo.
-já está bom Ryan você se adequo rápido ao papel.
Um elogio vindo acompanhado de uma voz gentil. Sinto me orgulhoso de agradar a segunda comandante da lua de sangue, mesmo que seus olhos roxos me deixem nervoso e seu temperamento não seja o melhor do mundo ela não se parecia nada com a mulher que eu conheci quando entrei pra esta ordem. Ela aproxima os dedos da armadura de placas de aço brilhante, movendo uma ombreira deixando-a mais encaixada em meu ombro.
-Obrigado Suri. Ela arruma a capa vermelha
- Não tem de que. Esta missão é  acima de tudo uma peça  de teatro, e você tem um papel a desenvolver caso contrário eu, você, Victor, Ladvi e Ravena morreram.
Ela disse está frase com olhos escuros e sombrios. Sinto o calafrio recorente na espinha.
-Entendido. Ela ajeitou um último detalhe do elmo e se afastou
- pronto você está decente,  agora podemos ir.
Viro-me para a saída da torre e ando em frente como um guarda deve seguir. Desta vez minha missão não será tão simples quanto as duas anteriores, esta envolve invadir um palácio cujo a estrutura foi feita para ser uma fortaleza.
- lembre - se só a duas saídas a porta ou a cova, neste tipo de missões é melhor morrer a ser capturado.
- este rei é tão ruim assim?
- ele não é apenas um tirano, é um mostro.
- o que quer dizer? Ele não é humano?
- ele era humano... - falou em tom sombrio. -  até descobrir  o que é ocultismo.
E isto bastou pra mim, se um humano descobriu as magias negras do culto negro ele não tem mais direito de viver entre os seres humanos, quem dirá governa - los.
- mas como descobrimos? Perguntei olhando por cima do ombro
Ela me olhou de volta.
- ele está devorando crianças e mulheres.
Novamente bastou apenas está informação para que o sentimento de dever me preenchesse.
Eu abri as portas de carvalho deixando o vento fresco da noite entrar, ela passou por mim seguindo o caminho até uma carruagem, pude ver de onde estava que os cavalos eram cuidados por Ladvi que seria o cocheiro, Victor polia a espada de uma mão que escolhera para complementar a armadura de gala e Ravena passava um batom vermelho nos lábios.
- Ryan você lembra dos nomes? Suri me tirou da visão que tinha. Mas a sua pergunta me veio em um bom momento, eu não sabia.
-Não me lembro.
Ela parou e me encarou com um olhar confuso, mas  logo o tirou voltando ao rosto sereno.
- você lembra o seu?
- sim deste me recordo sou Dante Meikom guarda real.
- correto e eu sou princesa Katherine Dreynar,  mas pode falar apenas majestade,  Ravena é minha dama de companhia Anastácia Frost e Victor é irmão dela Connor Frost e Ladvi é o cavalariço Gren o verde.
Ela fez uma pausa para que eu pudesse absorver tudo. Eu repeti cinco vezes os nomes em minha mente até que eles se encaixarem em cada um. Sem perceber fui deixado para trás, Suri voltará a andar e chegado a carruagem enquanto eu estava pensando em nomes. Quando alcancei as duas já entraram na carruagem e Ravena me chamava para dentro com um dedo, no lado de fora Ladvi. ..digo Gren escondia a espada nórdica na capa negra, Victor. ..Connor  subiu na carruagem, eu observava todos falando seus nomes mentalmente e algo me ocorreu os nomes nao pareciam aleatorios eu sentia que cada um era especial eles estavam se movemdo e agindo diferente se preparando para partir, sem mim e não notará até a voz ríspida de Suri soar.
- pelo amor da deusa entre na carruagem Ryan!
Só tive tempo de me jogar para dentro antes do transporte se mover, Ravena rio de mim, sua risada suave era  total contraste com o rosto fechado de Suri.
- Ryan estamos em uma missão seria você não pode ficar olhando os outros fazerem tudo
- eu sei disso, mas e que olhando vocês se prepararem eu notei que os nomes não são vazios - o rosto dela mudou de severo para confuso
- por que esse assunto aleatório do nada?

Ravena

O olhar confuso dela era tão repentino que a cena se tornou cômica, eu podia ver Ryan lutando para achar palavras que explicasem e Suri tentando decifrar sua mente com o olhar. Ninguém deve prender o riso no final você sempre vai soltado pelas bordas da boca, e foi o que aconteceu comigo começou com um sorriso e terminou com uma gargalhada.
- você sempre fala a frase errada nas piores horas -disse entre os risos - nunca da a resposta que queremos.
Suri pareceu relaxar, ate começou a rir também, os garotos do lado de fora faziam barulho batendo as mãos nos joelhos e rindo alto e o pobre rapaz nos encarava confuso.
- Não entendo o que você quer dizer?
Respiro fundo e paro de rir para explicar.
- você é completamente diferente dos outros, quando um novato recebe um sermão dela - indico Suri com o leque que tenho em mãos - eles apenas abaixam a cabeça e dissem " sim minha Lady" já você - o riso começou a voltar - fala algo completamente aleatório sobre algo totalmente sem coerência com o sermão!
O garoto parecia envergonhado o lábios tremiam e as orelhas ficaram muito vermelhas.
- sinto muito.
Eu ainda ria pelos cantos dos lábios, Suri revirou os olhos.
- Não se Desculpe por isso, apenas foque no plano.
Ela fechou os olhos e se encostou no estofado de veludo e moveu os ombros voltando a postura de dama, mas a janela atrás de sua cabeça se abri e o rosto sorridente de Ladvi apareceu.
- parem de zombar dele. por favor alguém abra um portal ...Suri.
 Ela olhou para trás e estendeu a mão para fora da janela, os dedos envoltos em seda branca começaram a brilhar em azul e a soltar um barulho de trovoadas.
- se agente for parar em algum lugar desconhecido de Oblivion não é minha culpa!
- só tente não nos explodir - Vitor disparou quando uma porta do tamanho de um elefante de guerra apareceu no meio da estrada.
O vórtice azul sugou a carruagem para o  escuro e gélido Oblivion, ate hoje ninguém sabe como Bellith fica tanto tempo nesse lugar flutuando pelas nebulosas de conhecimento e cidades de atronacs do Oblivion, era o lugar mais frio, tempestuoso, caótico e acima de tudo não tinha chão apenas pedaços de solo negro e fértil presos a nada.
- esse lululugar é mumuuito bizazarro - Ryan soltou entre os dentes batendo, camadas de gelo começará a ser formar em sua armadura e os lábios estavam roxos .
- você nunca viu as ilhas dos atronacs de fogo.
Eu me tremia violentamente, já Suri estava aquecida e confortável seus cabelos se moviam pelo ar gélido com uma beleza incomum.
- que trapaça é essa Surianlith?
- meu poder vem da qui por que me incomodaria com o clima?
- você está com um feitiço de calor corporal  não é?
Ela riu boba, e me abraçou com o braço livre.
- pode se esquentar em mim.
Eu a agarrei e instantaneamente senti o calor percorrer meu corpo.
- pirralha cuida logo! Aqui fora está glacial!
O mundo se distorceu, e um buraco negro sugou a carruagem e os cavalos para o mundo mortal. E com um ploop estávamos de volta,  as planícies se estendiam pelas laterais da estrada de tijolos iluminada pela lua de verão.
- odeio viajar por Oblivion - Vitor gruniu do lado de fora
- você preferiria voar dois continentes?
Ela disse em quanto arrumava os cabelos. Ryan se tremia um pouco, em quanto a armadura escorria em gotículas de água semicongeladas pela cota de placa, puxo das dobras do vestido um lenço, seco sua armadura e rosto.
- Obrigado Ravena - ele fala ainda tremendo um pouco.
- vai já passar.
Ao longe consigo ouvir os fogos de artifício do palácio, Vitor da duas batidas na parede pelo lado de fora.
- se preparem estamos chegando. A voz de Ladvi mudou de tom, ficando seria e sombria, Victor se remexeu e ajeitou a armadura e o cabelo, Suri treinou seu sorriso e moveu os seios para aparecerem melhor fora do espartilho Ryan finalmente se recompôs firmando o olhar no castelo, eu me arrumei conserte e abri o leque.
- acho melhor começar a atuar...Certo majestade?
Suri sorrio e fez que sim com a cabeça, quando chegamos aos portões pude sentir o semblante de todos mudando até mesmo o sorridente Ladvi Ravena

Vitor

O ranger dos portões era quase inaudível em meio aos fogos de artifício, cavalos, rodas de madeira e risada de mulher. Ladvi  parou a carruagem em frente ao tapete vermelho estendido na escada, eu me joguei para o chão  fazendo a armadura tilintar, abri a porta de madeira para as damas, Suri pós o rosto para fora com um sorriso bobo de admiração.
- Connor! Olha que lugar lindo!
Ela saio da carruagem e agarrou meu braço e começou a me puxar para o castelo escada acima, pude ouvir Ravena atrás de nos rindo de alguma coisa que Ryan disse, eu podia sentir o perfume adocicado das damas antes mesmo de passarmos pelas portas.
- isso é tão emocionante Connor!  Será que terá bolinho de limão? 
"Que assunto fútil Surian!" Gritei em minha mente para que ela ouvisse, tive certeza  quando senti um aperto no meu braço.
- Anastácia? 
- sim majestade?
Essas duas entram no personagem rápido de mais.
- o que vc acha que terá de sobremesa, Bolinho de  limão ou trufa de chocolate?
" vc está falando sério? ?"
"Se continuar a me irritar eu ponho um calo no seu pé e vc vai sangrar a noite toda sem poder reclamar"
- Não sei majestade
As portas do salão são abertas por dois guardas, e a visão de uma multidão de nobres preenche meus olhos a pompa o brilho a classe, tudo isso jogado nos meus olhos como uma onda violentá.
-argh quanto brilho - depois disso me lembro do colar de teia de prata com diamantes de Suri - esquece o que eu disse
- Connor você precisa ficar mais alegre é uma festa divirta se!
Ela respondeu com um sorriso largo e voz gentil, nem parece a Suri que eu conheço. Ao mesmo distrair não notei o homem ao lado da escada quase pousando a mão em mim, em um movimento instintivo pus Suri de lado e meio desenbainhei a espada, foi quando notei que era o bardo real.
- Desculpe majestade apenas ia perguntar vossos nomes.
Relaxei devolvendo a espada para a bainha.
- tem terá que entregar sua espada senhor.
Revirou os olhos " acho bom você estar armada" " você sabe lutar de adaga?" Retiro a espada da cintura e entrego ao guarda.
-seu nome majestade.
A risada de Suri foi verdadeira.
- eu não sou um rei, preste atenção homem está -abri os braços indicando 'sua majestade' - É a princesa Katherine Dreynar.
O homem babucio um sinto muito e checou  a lista depois me olhou nos olhos e se virou para o salão.
- SUA MAJESTADE, A PRINCESA KATHERINE DREYNAR E SEUS SERVOS, LORD COMANDANTE CONNOR FROST SUA IRMÃ ANASTÁCIA E O CAVALEIRO DANTE!
Ele berrou para todos ouvirem, as duas abriram os leques e tomaram nossos braços decendo as escadas, agora sim me forcei entrar no personagem tomei a mão de Suri e a levei pelo salão como um bom cavalheiro, puxei a para a pista de dança, " Onde está o rei?" Nunca falamos com os lábios em missões é pouco seguro, " na cadeira está olhando para a mesma de comida" comecei a girar puxando a comigo
" quando eu devo matar o velhote?" Ela pareceu confusa " vc está olhando pra ele pelo menos? " na verdade não, girei a violentamente e olhei para o rei, ele era um pirralho de no máximo 17 anos sentado no trono com uma coroa dourada e uma caveira de bronze na mão comendo linguiças com uma faca dourada " qual o símbolo dele mesmo? " a caveira com uma faca dourada nos dentes" de fato ele segurava os símbolos de sua família de modo macabro, duas damas subiram a escada do trono e se curvaram perante o rei que as desprezou com um aceno, "ele está escolhendo noivas? " sim ele tem a nação mais poderosa do continente as damas querem apoio para suas famílias, o problema é que quem se casar morre depois de ter o filho" " ele quer um herdeiro? "Não quer um hospedeiro" " o pirralho quer abrigar um demônio em seu filho para servir como soldado imbativel" " sim, agora dessa a mão até o laço do vestido e pegue o dardo" eu obedeci, alguns tem a habilidade de lutar com qualquer arma e outros de esconder qualquer arma Suri se encaixa perfeitamente na segunda opção, puxei o dardo e o escondi entre a manopla e o tecido da roupa, dancei por  mais alguns minutos pelo salão até que a música parou. O rei se levantou e começou a decer as escadas.

Surian
A figura começou a descer as escadas, o manto azul de veludo era grande e se estendia pelas escadas a suas costas, a coroa pendia para trás, a adaga na mão guardava uma salsicha meio comida e a caveira pendia pela cintura, eu não sabia do que era feito a salsicha mas tinha um palpite, chamado Charlotte a empregada gordinha. 3 messes neste castelo foi o suficiente para descobrir todos os planos do rei, os símbolos por todo castelo, as empregadas que mudavam1 constantemente, os rituais que ele fazia todos os dias, as roupas dos serviçais, talheres nunca de prata e nada vai se comparar a uma cela nos calabouços cheia de rituais e potes te invocações. Aquilo, chegou ao meio do salão olhando os rostos voltados para ele.- Ora vejo que todos vieram a minha umilde festa.
Todos riram, o palácio era pequeno por fora mas grande por dentro, crescendo para o subterrâneo.
-Bem, como todos sabem eu sou jovem ainda, bom para as meninas, pois eu preciso de uma esposa.
As garotas a minha volta se mexiam ficando nas luzes mostrand os os decotes e sorrindo para ele. "O que elas vêem nele?" Vitor respondeu "O ouro na cadeira ali em cima" eu ri, ele tinha razão.
-Bem eu poderia, escolher qualquer uma de vocês.
-Não preciso de dinheiro. Não preciso de exércitos, não preciso de apoio ....vocês precisam.
Ele me dava nojo.
- então qual de vocês esta mais desesperada pelo trono?
Aquilo era uma verdade, todas as princesas ali estavam atrás do trono, com exceção de Ravena e eu, que queríamos algo diferente.
-Sabe eu escolho....você!
O dedo estava apontando diretamente para Ravena. Eu entrei em desespero, "não ela não" dei um paço a frente, mas fui parada por Vitor "agora não, ela sabe se virar Surian" me recompus no lugar. Mas ainda asim ver Ravena indo até o ser me preocupou.
-Olá, qual seu nome minha linda?
Ela se curvou.
- meu nome é Anastácia Frost, e sou casada majestade. Além de ser uma dama de compania.
Ele fez uma cara de desgosto.
-qual princesa você acompanha?
Ela apontou pra mim, aquilo me surpreendeu. Sai do meio da multidao e fui até o meio do salão.
- Eu majestade.
Ele sorrio sacana, dispensou Ravena com uma das mãos e me rodeou.
- você é excelente! Olhem todos ela tem belíssimas ancas!
Este bastardo estva me comparando a uma egua.
- isto não e perfeito? Me dará ótimos filhos certo?
-Claro majestade
Soltei o sorriso mais perfeito possível. Ele retribuio e me puxou para a dança. Eu queria muito mata-lo.
Ele me segurou perto, sentindo o cheiro do meu perfume me fazendo ficar colada a ele, giramos e giramos até que ele me perguntou algo.
- diga-me princesa Katherine Dreynar... a quanto tempo você é um corvo?
Ele sabia? Como? Sem mudar um músculo eu apenas disser.
- muito tempo "agora Vitor" 
Eu pude sentir a faca entrando pelo corpete até parar na placa de aço. Quando o crânio dele foi perfurado por um dardo de prata.
E o caos se espalhou, cada um da nobreza a nossa volta correi e gritou, o sangue dele estava no meu resto e com certeza eu não parecia muito triste com isso. Vitor olhava pra mim com o braço esticado pela posição de arremesso do dardo Ravena estava abraçada ao braço de Ryan e Ladvi eu não via em lugar nenhum. Mas as tropas de guardas que nos cercavam eu via nos juntamos no meio do salão onde o corpo jazia morto e se dissolvendo, eu podia ouvir sua alma sendo levada. Quando senti uma mão ao meu ombro.
- Ei você esta bem?*Vitor estava ao meu lado segurando a espada*
-sim! *me recompus* - ele sabia o que eu era... ele sabia dos corvos. Puxei valquiria das saias.
- Calma ele devia ser apenas mais um peão.
Disse Ryan.
- Bom missão comprida.
Ravena sempre vendo o lado bom de tudo.
 -qual era a missão mesmo?
Vitor perguntou.
-matar ele.
Apontei pro corpo.
- é não fomos nada discretos...
- discrição não é meu forte -disse Ryan.
- Sei disso -Ravena soltou.
Estávamos em guarda, prontos pra lutar.
Eu queria poder dizer, que lutamos muito, que nossas roupas se molharam de sangue e que foi difícil sair de lá. Mas no momento em que a batalha começou Ladiv falou do alto "achei uma saída" nos tornamos sombra e saímos de lá voando.


Notas Finais


Este é apenas o começo, logo vcs conheceram mais deste mundo.
Lavis.


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