História Pain or Love? - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers
Exibições 79
Palavras 5.656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


[Capitulo Especial- Perda Parte I]

"Os Mukamis e os Tsukinamis retornam para Vandead Carnival depois de longos 8 dias de investigação na cola do ministério, ao mesmo tempo nessa volta está acontecendo um grande festival na cidade em comemoração, mas não é motivo para relaxar quando os lacaios do manda chuva estão por dentro. Helena faz uma importante decisão com seus sentimentos, contudo acaba tendo uma perda e acarreta em uma grande confusão na cidade. " -Pain or Love?

Capítulo 35 - Perda


Fanfic / Fanfiction Pain or Love? - Capítulo 35 - Perda

      8 dias se passaram...

  A investigação dos meninos se sucedeu muito bem, conseguimos informações o suficiente para nos proteger do ministério e afins. Tentamos o possível para não levantar suspeitos, caso contrário seria um completo desastre e KarlHeinz tem pesquisado bastante sobre as leis, mas nada ainda.

    Nesse tempo eu fiquei treinando com Subaru e confesso que os treinos têm surtido efeito em mim, consigo usar meus poderes com maior precisão do que antes. Com o meu pai posso dizer que nossa relação está melhorando bastante, ele não é mais como antes.

     Durante essa semana os Sakamakis têm me tirado de todo esse estresse, seja do menor ou do maior dos meus problemas, eles me realmente ajudam quando fico de cabeça cheio e isso me deixa aliviada.

     Contudo já fazem exatos 8 dias que não vejo Ruki e os Mukamis.

     Senti uma falta tremenda dele, saudade era uma palavra que se encaixava bem na situação, porém hoje seria diferente, finalmente poderia ver Ruki depois de uma semana cheia de complicações excessivas.

      Como faltavam 2 dias para as nossas “férias” acabarem a cidade realiza um grande festival em comemoração, e exatamente por isso eu estava animada, tanto os Mukamis quanto os Tsukinamis viriam para essa festa.

      Finalmente hoje será um dia bom...

     Eu estava no meu quarto, já era final de tarde, pude perceber isso pelos raios laranjas e vermelhos que atravessavam as cortinas da janela e que caiam justamente sob meus olhos. Incomodada esfreguei as pálpebras afim de me livrar do sono, eu havia dormido o dia inteiro ainda que parecesse que dormi duas horas de tanto cansaço.

      Olhei para o relógio em cima do criado mudo.

         17:25  

     Que droga, ser vampira acaba comigo.

     Nesse pouco tempo eu tenho tido hábitos noturnos como os meninos, tanto que nem almoço mais e isso afetou minha rotina humana de certa forma, mas nada para se preocupar já que eu também possuía minha parte vampira.

      Depois de alguns minutos eu decidi acordar e levantar da cama, me espreguicei indo até o espelho que ficava do lado do armário e quando olhei para o meu reflexo tomei um susto vendo meu próprio estado: Cabelo desarrumado, roupa amassada e olheiras à mostra.

       Mendiga.

     Esse era o termo para me descrever naquele momento, de todo jeito não deixei me abater, arrumei meus cabelos e tentei desamassar minha roupa por mais que fosse inútil. De repente ouço alguém batendo na porta, tirando-me de meus pensamentos, rapidamente fui até a mesma e abri para ver quem era.

-Boa noite bela adormecida –Dizia o demônio animado em minha frente.

    Lyon...  

-Oi para você também Lyon... –Dei espaço para que ele pudesse entrar- O que está fazendo aqui a essa hora? –Perguntei um pouco confusa.

-Fui liberado mais cedo por causa do festival, finalmente o velho me deu descanso – Ele se referiu a KarlHeinz soltando um longo suspiro - Você também vai, não é?

-Claro –Disse empolgada.

    Verdade, esqueci de mencionar, mas finalmente minha amizade com Lyon está andando de volta aos trilhos estamos bem mais próximos. Ele conversa comigo todos os dias, todavia o mesmo faz serviços à toda hora, o que deixa nossa comunicação um pouco falhada.

     No entanto ele sempre reserva uma parte de seu tempo para mim, sendo sincera isso têm me deixado muito feliz e hoje não seria diferente, Lyon geralmente tem bastante assunto.

-Os Mukamis e os Tsukinamis viram hoje certo?

-Sim, até que enfim vou poder ver Ruki –Sorri pensando nisso.

-Ah ele... –Lyon falou com uma ponta de ciúmes- Vocês estão namorando?

-N-não... –Corei um pouco- Só ficar.

-Que seja –Ele se desvirtuou do assunto- Eu tenho uma coisa para você.

-Uma coisa para mim?

-Isso mesmo –O mesmo pegou minha mão- Vamos para o meu quarto... –Disse ele me tirando do meu quarto indo para o dormitório dele que ficava de frente.

    Chegando lá o demônio pediu para que eu fechasse os olhos, pois seria uma surpresa, então obedeci. A princípio não escutei nada, mas podia sentir ele se aproximando para perto de mim e só quando estava perto o suficiente Lyon me deixou abrir os olhos.

-Surpresa! –Avistei o moreno com uma sacola em mãos.

-Um presente? –Peguei a sacola decorada vendo o que tinha dentro.

   Era um vestido.

-Gostou?

-Uau... –O vestido era lindo. Tinha a cor cinza, possuía babados em sua barra e seu comprimento deveria bater em meus joelhos- Eu amei, obrigado.

-Que bom, porque eu comprei isso para você usar no festival hoje.

-Não precisava tonto –Bati em seu ombro rindo de canto.

-Eu prezo pela sua beleza... –Ele sorriu para mim- Aliás, melhor você se arrumar.

-É mesmo! –Olhei para o relógio de Lyon que ficava em cima da cômoda.

-Até daqui a pouco –Lyon beijou minha bochecha me fazendo corar.

-A-até... –Saí de seu quarto indo direto para o banheiro.

      No caminho pensei o quão inesperado foi aquele beijo, aparentemente Lyon adora me provocar, mas isso é bem do feitio dele de qualquer jeito, então não importa muito.

       O banheiro ficava no mesmo andar que o dos dormitórios, portanto não iria demorar, tanto que em poucos minutos eu havia chegado. Tratei de colocar a sacola sobre a pia logo em seguida me despindo, fui para o chuveiro tomar um banho rápido já que eu não tinha muito tempo.

        Levei meus cabelos e o resto do meu corpo, assim que terminei me sequei com uma das toalhas que ficam guardadas no armário e quando acabei pus o vestido vendo-me no espelho.

      Lindo.

        Pensando nisso deu um sorriso, aquela era uma cena difícil de se ver, já que eu não tinha o costume de usar roupas desse tipo. Para entrar mais no clima de arrumação decidi fazer um penteado e me maquiar, por conta disso tive que voltar para o meu quarto para finalizar.

      Acho que hoje vai ser divertido...

-Helena Off-

***

-Ruki On-

    18:37

        Eu estava terminando de amarrar a minha gravata para finalmente estar pronto. Tanto eu como os outros na mansão estavam se arrumando para o festival de hoje á noite, finalmente poderei ver Helena de novo.

       Passamos uma semana inteira investigando o ministério e os lacaios do manda chuva, as informações são o suficiente por mais que falte alguns detalhes, mas nada relevante, contudo temos que ficar de olhos abertos.

        Olhei o meu reflexo no espelho me analisando, e quando fiquei satisfeito com o que vi eu tinha acabado. Andei até cama onde estava meu livro e o peguei, porém, antes de sair do quarto vejo a porta ser aberta por ninguém menos que Shin.

-Já está pronto? –Ele perguntou.

-Sim, já vou descer... –Eu respondi indo em direção a porta, todavia Shin havia me barrado impedindo que eu saísse.

-Temos que conversar –O Tsukinami disse sério.

-O que foi? –O encarei confuso.

-Nada demais, só um aviso prévio para você.

-Fale de uma vez –Disse impaciente.

-Acontece que os nossos “amiguinhos” vão estar no festival também.

-Droga, avisou os outros?

-Sim, mas estou dizendo isso especialmente para você, até porque a humana também vai estar lá, não é?

-Helena... –Falei com uma gota de preocupação.

-Fique de olhos abertos Ruki, nossa investigação depende disso, se vacilarmos já era... –Dizia Shin fazendo uma expressão de insatisfação.

-Se é assim pode me fazer um favor?

-Um favor...? –O mesmo me mirou desnorteado.

-Sim.

-Que tipo de favor?

-Eu não sei o que pode acontecer enquanto estivermos nesse festival, então se caso aconteça, cuide da Helena por mim –Meu tom de voz era de seriedade- Pode fazer isso?

     Shin estava claramente desnorteado com o meu favor, mas era inevitável, se algo acontecesse com Helena eu estaria totalmente perdido, precisava de alguém em que eu pudesse confiar e no caso era o próprio Tsukinami.

      Ele não aparenta ser sensato se for comparado ao seu irmão, contudo é de confiança e cumpre seus deveres independente do que for.

-Tudo bem, eu aceito... –O vampiro disse com firmeza.

-Ótimo, eu agradeço... –Estendi minha mão para o mesmo o qual fez um aperto de mãos.

-Vamos descer, os outros devem estar nos esperando –Ele falou abrindo a porta e por fim saímos do quarto.

      Conforme descíamos a escada avistamos os meus irmãos e Carla, eles pareciam inquietos.

-Que demora! –Reclamou Yuma.

-Concordo –Carla lançou um olhar ameaçador para Shin.

-Estávamos conversando, foi mal –Respondeu o mais novo para o irmão.

-Que seja, vamos logo senão chegaremos atrasados –O mais velho caminhou até a entrada principal da mansão e nós o seguimos para fora.

       A mansão ficava um pouco longe da cidade, porém não seria problema já que somos vampiros, então numa fração de segundos já estávamos perto de Vandead Carnival.

       Paramos de usar nossos poderes quando chegamos no portão, a partir dali andávamos normalmente pelas ruas movimentas da cidade que por sinal estavam cheias de enfeites, luzes decorativas e música por todo o lugar.

       Mas não podíamos nos distrair com coisas tão banais, os lacaios do manda chuva também estão dentro dessa multidão, qualquer deslize pode ser fatal. Continuamos caminhando em direção ao castelo e conforme nos aproximávamos dava para ver o festival acontecendo ao longe.

    Dentro de alguns minutos conseguir avistar os Sakamakis e no meio deles estava Helena, o olhar da ruiva estava totalmente prendido no festival, com todas aquelas luzes e cores que era difícil não se impressionar.

    Só quando chegamos perto todos eles perceberam nossa presença, e assim que os olhos da vampira caíram sobre mim ela veio automaticamente correndo até mim com um enorme sorriso.

-Ruki! –Ela gritou empolgada, eu sem perceber apertei o passo para poder chegar mais rápido.

     Helena por um momento parou de correr e logo pulou em cima de mim dando um abraço. Confesso que aquele foi o abraço mais reconfortante que eu já recebi na minha vida, era um alivio tê-la de volta.

-Sentiu minha falta? –Perguntei sarcasticamente.

-Claro idiota! –Ela respondeu ainda abraçada comigo.

-Ei Mesabuta! –Gritou Yuma chamando a atenção de Helena.

-Oi gente! –A ruiva disse acenando para meus irmãos e os Tsukinamis- Vocês demoraram...

-Muito... Trabalho... –Comentou Azusa.

-Nem me diga... –Suspirou Kou.

-Mas ocorreu tudo bem?

-Sim, sem imprevistos –Falou Carla.

-Ótimo -Helena sorriu aliviada- Venham, o festival já está começando! –E sem rodeios ela nos levou até onde estavam os Sakamakis.

-Ruki Off-

-Helena On-

    19:10

      Ruki e os outros haviam chegado, eu estava muito feliz com a chagada deles, finalmente toda essa ansiedade dentro de mim acabou.

     Ainda bem...

     Eu os levei até os Sakamakis, eles se “cumprimentaram” e acomodaram-se para poder ver o festival que acabara de começar. Fiquei ao lado de Ruki a todo momento enquanto o espetáculo acontecia, era muito lindo.

      Havia muitas pessoas se apresentando e com elas tinha mágicos, palhaços e bailarinos, confesso que era difícil desviar os olhos com todas aquelas cores e luzes, sem dizer da apresentação incrível.

      Este festival realmente vale a pena, crianças, casais e até mesmo adultos apreciavam o espetáculo de boca aberta e não estava muito diferente de mim.

-Impressionada? –Disse Ruki.

-Muito, é tudo tão bonito... –Eu dizia com brilho nos olhos.

-Falando em bonito, gostei do vestido –Ele falou me deixando de bochechas coradas.

-Obrigado, Lyon me deu de presente.

-Lyon? –O vampiro me olhou confuso, porém com uma gota de ciúmes- Pensei que gostasse dele.

-Na verdade voltamos a nos falar, então não como se eu gostasse dele –Eu expliquei.

-Rum –Ruki bufou.

-Não fique assim....

-Não gosto desse cara –Ele olhou para Lyon que estava perto dos Sakamakis.

-Vamos, dê um desconto para ele, Lyon está melhorando...

-Que seja –Então o mesmo não tocou mais no assunto até que o festival acabasse, o que durou cerda de 1h.

      Quando acabou todas as pessoas que estavam em volta foram embora para poder garantir um bom lugar no show que iria acontecer mais tarde. No nosso caso nós iriamos jantar num restaurante de alta classe da cidade, que por hoje foi reservada para as famílias de grande nome.

      Logo na calçada podia-se ver duas carruagens à nossa espera, na primeira os Sakamakis entraram e na segunda os Mukamis junto os Tsukinamis, Lyon e meu pai. Assim que todos entraram as carruagens deram partida para nosso destino.

     ***

       20: 15

       Demorou apenas 15 minutos para chegar ao restaurante, ele ficava perto de onde estávamos, por isso não houve demora. Descemos da carruagem e fomos para a entrada que era toda iluminada, nela tinha dois seguranças os quais fomos barrados.

-Nome? –O primeiro deles perguntou.

-Família Sakamaki –Respondeu Shu.

-Ok, podem entrar... –O segurança abriu espaço para que eles pudessem entrar.

-Nome? –Perguntou o segundo deles.

-Família Tsukinami e Mukami–Shin tomou a dianteira por nós

-Certo, podem entrar... –Então o segurança deu passagem para entramos.

       Adentrando o restaurante eu tratei de analisar o local, que era ao céu aberto, mas também possuía uma parte fechada onde outras famílias jantavam. A decoração do lugar era bonita, com luzes opacas e flores em todo canto, as mesas grandes e cheias de pratos com talheres de ouro.

     Uau...

    Nossa mesa ficava no centro, nela estavam três cartões com os nomes das famílias presentes, então mais sem delongas nos sentamos nas cadeiras. Em poucos minutos um garçom apareceu para nos atender, um senhor de cabelos grisalhos com vestimenta impecável.

-Boa noite a todos, nessa noite o restaurante está servindo comida por conta da casa que no caso é ratatouille acompanhado de vinho –Ele explicou.

-Ótimo, podem trazer –Reiji disse.

-Com prazer... –O garçom se retirou indo buscar nossos pratos enquanto serviam vinho em nossas taças.

    Durante esse tempo podia sentir olhares nada amigáveis de meu pai em cima de mim e de Ruki, fiquei incomodada com a situação e decidi falar com meu pai de uma vez.

-Pai? –O chamei.

-Sim filha?

-Está tudo bem?

-Claro –Ele olhou para Ruki- Está tudo bem...

-Eu acho que não... –Eu dizia franzindo o cenho- Tem certeza de que não é outra coisa?

-Como assim?

-Você está nos olhando a todo momento –Me referi á mim e Ruki.

-Não é nada demais, só é estranho você junto com esse rapaz.

    Resumindo: Ciúmes.

-Está com ciúmes? –Eu provoquei.

-Você é minha filha, acho que é natural eu me preocupar nesse tipo de situação.

-Não precisa se preocupar, eu estou bem.

-Você ama ele?

-B-bem, sim... –Minhas bochechas coraram- Estamos sempre juntos.

-Namorando?

-Pai! –O repreendi.

-Desculpe, curiosidade...

-Ruki é uma boa pessoa, disso você pode ter certeza, então não se preocupe pai.

-Você já está bem grande, sabe tomar suas decisões sozinha.

-Obrigado pai... –Agradeci o abraçando.

     E nessa pequena conversa com o meu pai que nossa comida já havia chegado e logicamente eu não perdi tempo, aquele ratatouille aparentava ser delicioso por isso comi na mesma hora.

      Delicioso.

     Eu nunca provei comidas tão boas desde me mudei para o Japão, e sinceramente é uma das coisas que eu mais adorei quando vim para cá. Mas, infelizmente a felicidade dura pouco...

-Boa noite –KarlHeinz chegou dando o seu ar da graça com aquele sorriso cínico no rosto.

-Que demora... –Balbuciou Carla.

-Estava trabalhando, por isso demorei –O albino se sentou na cadeira logo recendo sua comida junto com a taça de vinho.

Podia ter demorado mais... –Revirei os olhos.

-Eu escutei isso garota –Disse o vampiro.

Era para escutar mesmo –Eu falei telepaticamente para o mesmo.

-Que audácia, gosto disso.

Ainda falando asneiras?

-Ainda com Ruki? –Ele provocou.

Sorte sua que eu estou de bom humor, senão eu já teria quebrado essa sua cara –Comentei com total desprezo enquanto bebia meu vinho.

-Corajosa, quer tentar a sorte? –KarlHeinz deu um sorriso desafiador que me fez mudar de expressão completamente.

E você quer vim aqui testar?

    Foi nesse momento que Ruki me interrompeu colocando seu braço na minha frente.

-Não vale a pena... –O moreno me acalmou.

-Desculpe... –Contive minha raiva até o final do jantar, evitando os provocamentos de KarlHeinz.

       Ficamos uns 40 minutos no restaurante, daqui a pouco iria começar o show que ficava no parque de Vandead Carnival, então decidimos sair dali. Como o próprio restaurante “pagou” pela comida, não era necessário pagar a conta, apenas nos retiramos entrando na carruagem indo direto para o parque.

       Em menos de 10 minutos já havíamos chegado, percebi que durante o caminho Kou parecia inquieto, tanto que saiu ás pressas da carruagem, fiquei sem entender o motivo, por isso decidi perguntar á Ruki.

-Qual o motivo da pressa dele?

-Kou vai cantar no show e está atrasado.

-Como sempre eu diria –Comentou Yuma.

-Verdade... –Azusa disse atrás de Yuma.

       Acabei me esquecendo de que Kou é cantor no mundo dos humanos, mas parece ser bem famoso aqui no mundo dos demônios também. Vi o loiro dar a volta no palco, provavelmente indo para os bastidores se aprontar.

 

        De qualquer maneira nós fomos para os nossos assentos reservados para ver o show, ficava na segunda fileira da frente. Dava para ter uma visão excelente do palco, confesso que fiquei com pena dos fãs que ainda nem conseguiram seus lugares, a fila de ingressos estava enorme.

        Nossa...

         De repente minha atenção é direcionada ao palco, ouço uma voz conhecia se pronunciar no microfone e ao sair das cortinas avisto Kou com um visual bastante chamativo, sem contar toda a maquiagem e o cabelo jogado para o lado que me permitia ver o olho do loiro que sempre está coberto pela franja.

-Olá cidadãos de Vandead Carnival! –Disse ele no microfone- Hoje é um dia muito especial, por isso vamos aproveitar!

-Yeah! –Gritavam os fãs.

-Agora sem mais delongas, vamos para o show! –Kou começou a cantar uma de suas músicas e admito que a voz dele é muito bonita, se encaixa perfeitamente com ele.

      O vampiro cantou 3 músicas ao todo, claro que com uma megaprodução de iluminação, efeitos especiais e sonoros. Nunca havia ido a um show e aquele tinha sido o primeiro da minha vida, talvez o único, até porque não gosto muito de lugares tumultuados.

      Durante a apresentação de Kou eu via as expressões dos meninos, Subaru murmurava a todo momento “exibido”, Yuma dizia coisas do tipo “Ele não se cansa disso?” E Ruki “Isso é bem do feitio dele....”, apenas Azusa ficava feliz com a apresentação do irmão e meu pai junto com KarlHeinz não davam muita bola.

-Obrigado a todos que vieram ao show! Espero ver você na próxima! –Agradeceu Kou- Bye Bye! –Ele acenou em despedida saindo do palco e logo em seguida vindo outro cantor.

        Alguns minutos depois um staff veio até mim pedindo para que eu fosse ao camarim falar com Kou, pois eu tinha sido convidada, e sem pensar duas vezes eu fui. Avisei os meninos me levantando da cadeira, o staff me levou para de trás do palco onde tinha uma pequena porta com seguranças na entrada a qual trarei de entrar.

         Adentrando o interior do camarim avista uma série de outros cantores se arrumando para show e ao longe podia ver Kou arrumando seu cabelo, de imediato me aproximei dele.

-Kou! –Chamei o mesmo que logo olhou em minha direção.

-M Neko chan! –Dizia o loiro empolgado- Gostou da minha apresentação?

-Claro, você estava muito bem! Aliás, você tem uma boa voz.

-Obrigado –Ele deu um sorrisinho- E como vão as coisas?

-Como assim? –Perguntei confusa.

-Vamos, eu quis dizer com o Ruki-kun...–O vampiro cruzou os braços impaciente.

-Estamos bem.

-Poxa M Neko chan! Não complique as coisas! –Kou se bateu o pé no chão- Vocês dois estão piores do que nunca.

-Desculpe, é que parece tudo tão rápido...–O encarei apreensiva- Não estou me precipitando?

-Olhe, já te disse que meu irmão é um pouco lento para essas coisas, por isso você tem que dar um empurrãozinho para dar o próximo passo.

-Mas e se ele me rejeitar?

-Ele não vai, porque ele te ama muito.

-Como pode ter certeza disso?

-Sou irmão dele –Kou deu um peteleco na minha testa- Agora vê se para de enrolação e fiquem juntos de uma vez como um casal de verdade...

-Certo... –Suspirei aceitando o conselho dele.

-É assim que se fala! –O loiro voltou ao seu estado animado de sempre- Melhor nós voltarmos, os outros devem estar nos esperando.

-Tem razão vamos... –Segui Kou até a saída do camarim para nos encontrarmos com os meninos.

    ***

      21:34

      Estávamos todos passeando pelo parque de Vandead Carnival, fomos na maioria dos brinquedos já que tínhamos passe livre, aproveitei para ficar mais tempo com Ruki e colocar os conselhos de Kou em pratica que por sorte estavam funcionando.

       Eu estava me divertindo muito, não porque estava indo nos brinquedos, mas sim porque estou com Ruki ao meu lado e tudo se tornava mais divertido. Logico que eu gosto da presença dos meninos, porém com ele é diferente.

      É difícil de explicar...

      Não desgrudei de Ruki um segundo sequer, tanto que percebia os olhares ameaçadores de KarlHeinz sobre nós dois e aquilo era um pouco desconfortável.

-Está tudo bem? –Ruki disse percebendo meu desconforto.

-Mais ou menos... –Respondi- KarlHeinz está de rabo de olho com a gente –Dito isso o vampiro encarou o albino com desprezo.

-Quer ir para outro lugar? –O mesmo sugeriu.

-Sim –Concordei com ele- Nós vamos para outro lugar, depois nos encontramos...–Disse para Kou que estava do meu lado.

-Ok –O loiro assentiu com a cabeça me dando uma piscadela.

       Então sem demora eu e Ruki fomos para longe de onde estavam os outros, era numa parte do parque que eu desconhecia, havia lojas de fliperamas e comida espalhados pelo local, todavia o que mais me chamou a tenção foi a loja de fliperama.

      Ruki dizia que esse fliperama era diferente de todos o que já fui e nem se comparava com aos do mundo humano. Curiosa eu decidi entrar na loja para testar essa diferença de que o vampiro tanto falava.

       A entrada do lugar era colorida com luzes neon e muitos pôsteres de jogos, mais à frente tinha um balcão com uma funcionária, andamos até mesma pegando algumas fichas para poder usar os jogos.

        Havia muitos jogos, alguns bem fantasiosos outros mais simples, mas um clássico deles me fez querer jogar: Hóquei de mesa. Nos finais de semana eu costumava jogar esse tipo de jogo com Lyon no fliperama da cidade, nós sempre acabávamos empatados.

-Hóquei de mesa? –Ruki pareceu surpreso com a minha escolha.

-Sim, algum problema? Ou está com medo de perder? –Dei um sorriso sarcástico.

-Não mesmo, ótima escolha inclusive –Ele sorriu de volta.

-Se é assim que tal fazermos uma aposta? –Propus.

-Depende, qual vai ser o prêmio?

-O vencedor pode pedir o que quiser do perdedor –Eu dizia empolgada.

-Feito –O vampiro selou nossa aposta dando um aperto de mãos.

        Coloquei as fichas no brinquedo para poder jogar e em segundos ele começou a funcionar, me posicionei ao lado oposto de Ruki, então uma coisa muito inesperada aconteceu: Apareceu um mini técnico feito de magia holográfica.

        Logo em seguida um par de luvas vermelhas surgiram em minhas mãos juntamente com um disco da mesma cor e se aquilo a princípio me deixou impressionada agora eu estava vislumbrada com a tamanha diferença que tinha do jogo original.

-Impressionada? –Ele disse.

-Sim, muito –Eu falei com brilho nos olhos.

-Espera só para ver.

-Jogadores apostos... –O mini técnico começou a falar- Preparar, já!

-Antes de começar vou de te dar uma pequena explicação –O moreno rapidamente me ensinou os conceitos básicos do jogo-Os movimentos que você faz com as luvas são fiéis ao disco, pode move-los da forma que quiser, você pode usar o “bloqueio” quando o disco adversário vier até o seu campo, nele você pode usá-lo 3 vezes utilizando a fala e o resto é por sua conta...

-Entendi, agora vamos começar.

-Com todo o prazer.

      Ruki atacou primeiro, seu disco veio em direção ao meu campo e de reflexo falei bloqueio para evitar que ele marcasse um ponto, contudo eu não deixei barato contra-ataquei com o meu disco que foi em direção ao campo dele, mas ele fora bloqueado.

     Droga.

       O vampiro usou seu disco para atacar novamente e eu fiz o mesmo, contudo nossos discos de atracaram falhando a tentativa de ataque, porém eu fui mais rápido e ataquei novamente tirando mais um bloqueio de Ruki. Aparentemente ele não estava afim de perder, podia ver isso em seus olhos que se fixavam em mim.

         O moreno atacou, tirando mais um de meus bloqueios restando somente 1, portando tomei a dianteira e avancei meu disco na área de Ruki conseguindo marcar um ponto que por graças a minha agilidade ele não utilizou seu bloqueio.

          Foi então que a sede de vencer tomou conta dele, Ruki se movimentou tão rápido que não deu nem tempo de agir e como consequência perdi meu último bloqueio.

     Vacilei.

          Ruki avançou mais uma vez, porém consegui impedir fazendo com que nossos discos cruzassem, e ali tive a chance de fazer o segundo ponto se ele não tivesse sido veloz do que eu. Placar: 1x1, tínhamos a perfeita chance de marcar mais um ponto antes que o tempo do cronometro se esgotasse.

         Eu ataquei, Ruki atacou. Faltavam 15 segundos, mas nossos movimentos foram tão acelerados que não consegui ver aonde o meu disco havia parado, e muito menos o dele. Agora só nos restava acreditar na sorte...

-Tempo esgotado! –Gritou o mini técnico- O resultado é.... Empate! –Ele anunciou- Fim de jogo... –Dito isso ele desapareceu, assim como as luvas e os discos.

        Encarei Ruki... E ele me encarou... Caímos na gargalhada.

 -Não acredito –Eu ria- No fim não deu em nada.

-Eu que o diga –O mesmo ria recuperando o folego- Quer dizer que não vamos ganhar nada em troca?

      E no exato momento em que ele disse isso os tickets saíram da máquina.

-Acho que isso responde sua pergunta haha – Peguei os tickets.

-Quantos tem?

-Hm –Contei o número de tickets- Tem 12...

-Que tipo de prêmio é de 12 tickets? –Ruki me acompanhou até o balcão onde estava a funcionaria e começou a analisar os prêmios.

-Aquele ali... –Apontei por de trás do vidro para uma pelúcia de gato.

-Tem certeza de que quer esse?

-Sim, eu não tenho nada a perder mesmo –Disse entregando os tickets para a moça do balcão –O gato de pelúcia por favor.

-Claro... –A mesma pegou e me entregou- Aqui está.

-Obrigado –Agradeci saindo do fliperama junto com Ruki.

       Nossas fichas acabaram, pois gastamos tudo no hóquei de mesa, então não fomos em mais nenhum. Decidimos andar pelas redondezas, já que aquele parque era cheio de surpresas, desde casa assombrada até a sala de espelhos nós entramos.

       Passamos quase a noite toda só em brinquedos, estava ficando “tarde”, mas a mudança na minha rotina tem nutrido meu lado vampiro, portanto não importava muito o horário em que nos encontrávamos.

       Mas confesso que eu estava cansada de ficar andando para cima e para baixo sem parar, foi quando avistamos uma pequena fonte com bancos em volta, era bem iluminado e tinha casais sentados nos bancos conversando. Ruki percebendo meu “cansaço” me levou para sentarmos no banco.

 -Andamos muito... –Falei ainda com meu gato de pelúcia em mãos.

-Sim, acho justo descansarmos –Ele disse me encarando.

-Também acho... –Me fixei nos olhos de Ruki admirando a beleza deles, admito que fiquei um pouco corado com aquele olhar, e fiquei com um descompasso no coração.

-Está tudo bem? –Ruki perguntou me tirando do transe em que eu estava.

-S-sim.

-Estava admirando minha beleza outra vez? –O mesmo riu convencido.

-Lendo minha mente outra vez? –Eu disse incrédula.

-Não, apenas palpite –O vampiro deu um sorrisinho malicioso.

-Idiota... –Corei mais ainda com o comentário dele.

-Desculpa –Ele acariciou meus cabelos- Força do habito...

        Era incrível como Ruki conseguia fazer meu humor mudar de repente, e me deixar de bochechas coradas o tempo todo, não era algo ruim, até porque eu gostava. Gostava de ter que me irritar por coisas bobas, gostava de ter que encara-lo, gostava de abraça-lo, beijá-lo e acima de tudo ama-lo.

       É tão estranho que tenhamos esse tipo de relacionamento... Sabe, desde que nos conhecemos sempre fazemos tudo juntos, só que não é como eu esperava que fosse nesse tempo em que Ruki está aqui comigo.

      Eu juguei demais se o que ele sentia por mim era amor de verdade ou apenas uma mera ilusão de amor, contestei diversas vezes o fato dele ser um vampiro e quem sabe não poder “amar” ou desenvolver algum sentimento humano, porém...

     Oque torna nossa relação tão afetiva?

    Os beijos? Os abraços? As risadas? Ou seriam... Os momentos...?

     Ruki e eu passamos por muitos momentos, sendo eles bons ou ruins e apesar de tudo o que passou ainda estamos juntos. Eu dividi com ele uma experiência bem surreal para um adolescente de 18 anos, descobri que sou metade vampira, o porquê da morte da minha mãe e motivo de estarmos sendo caçados pelo ministério.

     Todavia ele sempre esteve lá comigo... Me apoiando e me ajudando quando eu mais precisava, talvez eu fosse egoísta as vezes, ou teimosa demais perante ás decisões dele e ainda assim ele não me deixou.

     Poucas pessoas como Ruki iriam fazer o que ele fez por mim e isso é algo que eu não posso negar. Ele está sempre me surpreendendo quando eu menos espero, seja com um simples sorriso ou até mesmo quando ele me deixa irritada da cabeça aos pés.

    Então eu acho que vale colocar em mente as palavras que Kou vem me dizendo: “Vê se para de enrolação e fiquem juntos de uma vez como um casal de verdade...”. Provavelmente ele diria isso se estive aqui, mas não é preciso da presença dela para fazer isso, porque eu já sei a resposta...

 -Ruki... –Falei num tom sério.

-Sim?  

-Eu queria te fazer uma pergunta...

-Sobre? –Ele levantou uma de suas sobrancelhas.

-Sobre nós –Respondi fazendo com que o moreno ficasse confuso.

-E o que seria? –Respirei fundo.

-Estamos juntos a um tempo, e ficamos bastante próximos com toda essa situação é fato, mas tem algo que me incomoda nisso tudo.

-Oque? –A expressão dele mudou para séria.

-Você me ama ou não? –Disse firme, sem gaguejar, Ruki a princípio estava um pouco espantado e surpreso com a minha pergunta, porém logo voltou a realidade.

-Helena, eu não sei se eu já te disse isso hoje, mas vou dizer de novo para você não esquecer... –O mesmo se aproximou de mim me beijando, um beijo calmo e suave, sem qualquer malicia, então depois de alguns segundos ele separou nossas bocas e disse:

   -Eu te amo...

       Meu coração acelerou na mesma hora, aquilo foi um grande passo para mim e devo agradecer muito ao Kou por isso, sem ele eu estaria perdida.

-Eu também te amo... –Disse abrindo um enorme sorriso, contudo...

       Ele durou pouco.

-Eu odeio ter que interromper o momento vocês... –Dizia uma voz por de trás de nós.

       Ruki se virou bruscamente para ver quem era, e quando vimos era uma pessoa desconhecida aos meus olhos, porém ele possuía uma aura estranha envolta de si. Era alto e de cabelos loiros platinados, as pontas possuíam uma coloração azul, sua vestimenta era capa que cobria todo o seu corpo e a os olhos azuis penetrantes.

      Levantamos do banco tomando uma posição séria diante o sujeito, aparentemente Ruki estava inquieto com a presença dele, então eu suponho que ele conheça essa pessoa que por sinal não nada amigável.

-O que está fazendo aqui? –Ruki apertou os punhos em posição de ataque.

-Acho que você sabe muito bem o que eu vim fazer aqui... –O loiro se aproximou fazendo recuarmos alguns passos para trás.

-Você quer a garota? –Ele perguntou.

-A humana? –O mesmo me analisou- Não, eu não quero ela.

-Então quem você quer? –Disse Ruki me protegendo.

      O sujeito não disse nada, apenas movimentou suas mãos fazendo com que um brilho se apoderasse delas.

      Magia?

-Eu vim para capturar você, Mukami Ruki... –O loiro então direcionou o brilho em suas mãos em Ruki, dando um forte soco em seu abdômen e antes dele cair no chão perdendo a consciência eu o ouvi dizer:

     -Fuja...

.

.

.

     Vi o corpo do moreno ser posto sobre os ombros do feiticeiro, as pessoas que estavam em volta começaram a fugir correndo desesperadamente por suas vidas. Enquanto a mim...

     Eu me enfureci.

    Senti meu sangue correr quente em minhas veias como se estivesse fervendo, meu corpo parecia estar mais leve e minha fúria mais grande do que se pode imaginar.

-Até logo humana... –O loiro dizia se despedindo como se nada tivesse acontecido.

-Maldito!

    Corri numa velocidade absurda para alcançar o ele, e num movimento rápido dei um soco em suas costas, mas foi bloqueado no mesmo instante por uma espécie de barreira.

-Não pode me machucar – Ele disse andando- Pode tentar o quanto quiser...

    Suas palavras me deixaram com mais ódio ainda, então dei sequência de chutes e socos no loiro, porém todos falhos por causa da maldita barreira.

-Eu disse que é inútil... –O feiticeiro me olhou de canto dando um sorriso vitorioso, eu queria poder arrancar aquela boca dele para nunca mais dar aquele maldito sorriso.

-Me devolve o Ruki!! –Depositei todas as minha forçar nesse último golpe, os olhos do loiro se espantaram por algum motivo, mas não se deixou abalar já que ele me bloqueou sem nenhum esforço.

     Como...?

-Acho melhor pararmos com essa brincadeirinha –E novamente um brilho surgiu em suas mãos e eles eram ofuscantes, foram direcionados até mim atingindo meu abdômen igual a Ruki.

     Meu corpo desabou. Fiquei imóvel e me permitir cair no chão com os músculos pesados e doloridos. Minha visão ficou turva, meus pensamentos desalinhados e a última coisa de que me lembro foi:

-Eu selei seus poderes por um tempo, enquanto isso é melhor estar forte para poder me derrotar hibrida... –O loiro se vira voltando ao seu caminho e única coisa em que eu conseguia pensar era:

   Ruki.

   

[Continua]


Notas Finais


[Próximo capitulo- A Ira de Kino]
.
.
.

Olá! Aqui está o primeiro capitulo especial como prometi, espero que gostem <3

~Sunny_Hee

Bye Bye o/


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