História Paixão - Vondy (Adaptação) - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Christopher Uckermann, Dulce María
Personagens Christopher Uckermann, Dulce Maria
Exibições 28
Palavras 1.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amores... lhes trago um capítulo meio mé, pois infelizmente o Pablo aparece, fazer o que não é?
Boa leitura!

Capítulo 27 - Não Deveríamos - Parte 1


 

Dulce

- Um cappuccino com creme e chocolate, por favor. — Peço para a garçonete que veio me atender.

- Só um minutinho. — Ela diz depois de anotar meu pedido e se vai.

Recosto-me na cadeira do aconchegante Café da universidade, um deles, o que fica mais perto da biblioteca e é o meu preferido.

Esse final de semana que passei com a minha família em Wills Point foi revigorante, mas agora uma nova semana começou e eu tenho que compensar o meu lapso das duas últimas semanas, por isso passei a tarde toda hoje, depois da aula, na biblioteca estudando.

Minhas notas sempre foram excelentes, mas depois que terminei com Pablo alguns trabalhos que entreguei ficaram em um estado lastimável. Sei muito bem que não posso permitir que ele afete tanto assim minha vida, tenho que priorizar, mas é difícil.

É difícil esquecer quando todo dia tenho que voltar para casa que divido com a mulher com quem meu namorado me traiu, é difícil me deitar em minha cama e imaginar que a poucos metros dali, logo no outro quarto, eu peguei Pablo transado com outra.

É por isso que acho que não estou me sentindo tão culpada quanto deveria com esse joguinho que eu e Pablo estamos jogando.

Pablo merece sofrer um pouco para dar valor aos meus sentimentos por ele. Nada mais justo.

- Aqui está seu cappuccino.

- Muito obrigada. — Tomo um gole da bebida quente e deixo que ela ajude a me aquecer nessa tarde um pouco mais gelada.

Olho distraidamente através da janela e observo os outros estudantes conversando e indo de lá para cá.

Quando termino minha bebida pago a conta e me dirijo novamente para a biblioteca. Pego um lugar numa mesa vazia, deposito os livros em  cima da superfície plana e retomo meus estudos. Não posso mais deixar o que aconteceu com Pablo prejudicar meus estudos.

COWBOYS Vs. BUFFS

GRANDE JOGO

SEXTA FEIRA DIA 19

Mais um jogo decisivo, como eu queria ir e ver Pablo em ação, ele realmente merece ser o capitão do time, ele é bom.

Será que meu coração aguentaria?

Fico observando o cartaz com a cabeça inclina e um sentimento de saudades com um pouco de tristeza no coração.

Só de lembrar o que aconteceu na última vez que eu fui assistir a um jogo na semana passada. Depois que eu sai correndo de lá fui direto para o apartamento. Levou horas para que o fogo se apagasse, eu tentava me concentrar em qualquer outra coisa, mas só o que vinha na minha mente eram as memorias que ver Pablo sem camisa me trouxeram.

Todas as vezes que sua boca percorreu meu corpo, desde o pescoço, passando pelos seios e por minha barriga, até...

Não. Chega, Dulce, não pense nisso.

Sinto meu corpo se arrepiar e um calor que começa no meio das minhas pernas se espalhar por todo meu corpo.

Meu corpo sente falta do de Pablo. Muito. Mas até essa saudade poder ser saciada ainda terei que esperar, me controlar.

Sinto até um pouco de vergonha por estar tão...Sensível. Qualquer pensamento, qualquer imagem ou som sugestivo me deixam inquieta. Não sabia que eu era uma pessoa tão faminta sexualmente que apenas duas semanas de abstinência já seriam uma tortura.

- Você vai ao jogo,Dul? — Uma voz sussurrada em meu ouvido me  faz saltar de susto.

Viro-me e praticamente dou de cara no peito de Pablo. Ótimo, ele. Justo agora, bem quando meus pensamentos estavam me levando para um caminho perigoso.

- Porque você quer saber? — Pergunto cruzando os braços para que ele não veja meus mamilos que marcam minha blusa.

- Porque eu gostaria muito que você fosse. Você me deixa tranquilo, gosto de saber que você está me observando, ter minha garota torcendo por mim é um baita de um incentivo.

- Eu não sou sua garota.

- Qual é, linda. Até quando isso vai continuar? Eu sinto sua falta. — Ele coloca as mãos em minha cintura e eu me amaldiçoo por ter estremecido com seu contato.

- Eu achei que tinha ficado claro na noite de sexta que eu não quero mais nada com você. — Ao ouvir minhas palavras sua expressão fica mais seria, sua testa franze levemente e vejo ele apertar e depois afrouxar o maxilar.

- O seu showzinho com aquele idiota. Você realmente está saindo com aquele cara?

- Já disse que sim, não disse?

- Se ele tocar em você daquele jeito de novo, eu acabo com ele. — Ele diz, e apesar de sua expressão ser seria, eu rio.

- É o Christopher que acabaria com você,Pablo.

- O Christopher... — Ele diz o nome fazendo uma careta. — Não  teria chance comigo porque eu estaria brigando pela minha garota.

- Eu não sou sua...

- É sim, Dul. É sim. — Ele diz me cortando, seu tom serio me faz sentir borboletas no estômago. Ouvir Pablo afirmar que eu sou sua garota quase me faz ter vontade de desistir desse plano maluco e ir pelo caminho mais fácil. Que seria simplesmente perdoa-lo, aqui e agora, e acabar com essa tortura.

- Quando você vai aceitar que você me perdeu,Pablo? — Enfatizo a palavra “perdeu”. Ele vai ficar puto.

- Eu não perdi você, entendeu? — Ele diz mais irritadiço e eu tenho que segurar meu sorriso. Até que provoca-lo é divertido, ele é tão previsível em alguns aspectos.

- Eu terminei nosso namoro, não pretendo voltar mais com você e estou com outro cara. Para mim isso é perder. — Digo provocando-o. Seu maxilar fica tenso, ele segura minha nuca com uma mão e com a outra coloca o dedo indicador na minha cara.

- Eu já disse e vou repetir. Você é minha, e se esse tal de Christopher for esperto o suficiente ele vai se afastar de você, ou eu mesmo vou força-lo a fazer isso, entendeu? Diga para o seu namoradinho que se ele tocar em você, eu vou atrás dele.

- Ele não vai se deixar intimidar por você. — Digo.

- Eu estou avisando,Dul. Ele está se aproveitando do nosso termino, mas acontece que isso é temporário, eu e você vamos voltar.

Claro que vamos, mas antes quero vê-lo sofrer assim como eu sofri.

Não digo nada e nós nos encaramos por um breve momento, vejo seu corpo relaxando e sua expressão voltar ao normal.

- Te vejo no jogo sexta. — Ele beija minha bochecha e se afasta.

Quando ele sai da minha vista, cambaleio para trás e me apoio na parede.

Esse jogo vai ser divertido, mas também perigoso. Muito perigoso.


Notas Finais


Meninas me desculpem com o probleminha do travessão, é que agora que estou no notebook ele resolveu que seria uma boa ideia eliminar algo que é muito importante para a leitura... sorry! Vou deixar apenas um tracinho...


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