História Paixão - Vondy (Adaptação) - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Christopher Uckermann, Dulce María
Personagens Christopher Uckermann, Dulce Maria
Exibições 36
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O ANO TA ACABANDO!!!
Gente, muito obrigado pelo comentários, vocês são fodas! (a fanfic já tem muitos palavrões, um a mais ou a menos não vai fazer diferença ;) maaass eu ainda senti falta de umas leitoras... Vamos caprichar minha gente!

Capítulo 29 - Não Deveríamos - Parte 3


— Ele ficou furioso. — Comento.

— Ficou. — Ela diz sorrindo e se afasta de mim, nesse momento um sentimento estranho me domina. Sentimento de perda.

Seu corpo pequeno, delicado e quente estava tão deliciosamente aconchegado ao meu, não queria que ela tivesse se afastado.

Logo os Buffs fazem mais um Field Goal, agora eles estão com 6 pontos e nós com 0.

O jogo começa a ficar mais violento, os Cowboys estão desesperados para recuperar os pontos e os Buffs estão desesperados para manter a liderança.

Quando Pablo faz um touchdown e empata o jogo, o publico vai a loucura. Dulce principalmente, ela levanta, pula e grita.

- Ele é tão bom, não é? — Ela diz com um olhar orgulhoso e isso me incomoda.

Dulce está se esforçando tanto para ter de volta um cara que não a merece, eu aceitei ajuda-la porque não queria vê-la sofrendo, mas se eu pudesse escolheria um homem de verdade para ser seu namorado, ela merece mais.

Como se Dulce já não achasse que Pablo é o maioral, quando ele  faz um Field Goal nos últimos segundos do jogo e dá a vitória aos Cowboys ela simplesmente enlouquece. Acho que ela esquece que está tentando fazer ciúmes nele e que precisa que ele acha que ela é indiferente a ele, e começa a gritar seu nome.

- Você viu como ele é demais? Ele merece ser o capitão, não merece?

- É, ele é bonzinho. — Digo por algum motivo incomodado com os elogios que ela faz a ele.

- Bonzinho? Ele e incrível! Por causa dele nós ganhamos. — Ela diz toda animada. Tudo bem, dá para perceber que ela não entende muito de futebol, ele não foi incrível, qualquer um consegue fazer o que ele fez.

Os Cowboys comemoram, os jogadores levantam Pablo e o colocam no ombro. A torcida invade o campo e comemoram junto com os jogadores. Eles gritam: Pablo, Pablo, Pablo...

Qual é o problema de todos? Só eu aqui que vejo como ele é um idiota? Não sei o que Dulce viu nele.

Depois que o time entra no vestiário e a maioria dos torcedores vão embora, Dulce e eu vamos também.

- Onde você deixou seu carro? — Ela pergunta.

- Naquele lado. — Respondo.

- Eu te acompanho até lá, então. Acho que não está tão tarde, você ainda pode salvar sua noite.

- Não quer que eu te acompanhe até seu dormitório? — Pergunto.

- Ah não, sempre que nosso time ganha eles fazem uma festa de comemoração depois. Eu sempre ia com Pablo, afinal eu era namorada dele, quero ir hoje e ver como ele vai reagir.

- E você não vai querer que eu vá com você?

- Não precisa, já tomei muito tempo da sua sexta. Pode ir se divertir.

De repente a ideia de ir para casa e ligar para Zara não parece tão atraente, eu gostaria de ir nessa festa e ficar um pouco mais com Dulce. Mas claro que eu não vou confessar isso para ela.

Seguimos em direção ao meu carro sozinhos, o lugar parece deserto, provavelmente todos devem estar comemorando a vitória com o time.

Por isso quando escuto passos apressados atrás de nós, me viro  curioso.

Mal terminei de virar todo o meu corpo quando uma mão fechada vem em minha direção e me acerta a boca.

Dulce grita e eu tonto, cambaleio para trás e me apoio em uma árvore.

Confuso e sem saber o que está acontecendo, tento focar o olhar para ver quem é meu agressor.

Consigo focalizar o olhar a tempo de ver Pablo vindo furiosamente em minha direção.

Dulce

— Pablo, pare com isso! — Grito desesperada quando Pablo acerta um segundo soco na cara de Christopher. Mas ele não me escuta.

Ele acerta um soco no estômago e Christopher se inclina com falta de ar.  Meu coração está acelerado e sinto lágrimas escorrerem por minhas bochechas. Preciso fazer algo para ajudar Christopher.

- Pablo, por favor pare com isso. — Digo me jogando em cima dele para tentar impedi-lo.

- Não se meta, Dulce. — Pablo grita e me empurra para o lado.

- Não encoste nela. — Christopher grita e recebe mais um soco, ele tenta se estabilizar o suficiente para revidar os golpes mas ele está tonto e Pablo não lhe dá brecha.

Eu não vou conseguir para-lo, preciso de ajuda.

Saio correndo procurando por ajuda mas não encontro ninguém. Vejo um carro manobrando e reconheço o motorista, é Guga, um amigo de Pablo.

Corro até o carro e bato no vidro ao seu lado.

- Pelo amor de Deus, Dulce, que susto. — Ele diz abrindo o vidro.

- Guga, por favor, você tem que me ajudar. — Digo sem fôlego pela corrida.

- O que aconteceu? — Ele pergunta com a expressão preocupada.

- O Pablo, ele está brigando, você tem que impedi-lo.

- Caralho. — Ele xinga saindo do carro.

- Marc, venha comigo. — Ele diz e só agora reparo que tem outro cara com ele no carro.

- Nós três então saímos correndo em direção a Pablo e Christopher.

- Pablo, cara, pare com isso. — Guga grita assim que chegamos perto dos dois.

Guga e Marc pulam em cima de Pablo e o seguram, vou correndo até Christopher para ampara-lo.

- Pablo, pare com isso cara.

- Me   solta,   eu   vou   acabar   com   ele.   —   Pablo   grita   tentando violentamente se soltar do aperto de Guga e Marc.

- Cara, você está louco? Você deveria estar comemorando. — Marc diz para ele.

- Eu vou, depois que eu ensinar uma lição para esse filho da puta. — Ele grita.

- Christopher, você está bem? — Pergunto servindo-lhe de apoio.

- Estou.

Mas é claro que ele está mentindo. Que pergunta mais idiota a minha, é claro que ele não está bem, sua cara está toda machucada.

- Dulce, é melhor você tirar seu amigo daqui. — Guga diz mal conseguindo segurar Pablo.

Balanço a cabeça e olho para Christopher.

- Consegue chegar ao seu carro? — Pergunto e ele assente.

- Isso é por mexer com a minha garota, filho da puta. Se você chegar perto dela de novo eu acabo com você, entendeu? Acabo com você. — Escuto Pablo gritando conforme nos afastamos.

Chegamos ao carro de Christopher, ele me entrega a chave e eu o coloco no banco no passageiro, escuto ele soltando alguns gemidos de dor, mesmo ele tentando disfarça-los.

Corro até o lado do motorista e entro.

- Você quer ir para casa ou para um hospital? — Pergunto ligando o carro.

- Para casa, hospital não.

- Tudo bem. Aguente firme, ok? Já vamos cuidar de você.

- Piso fundo no acelerador e guio com pressa até seu  apartamento. Depois de ter feito o caminho na metade do tempo e com certeza  depois de levar uma ou duas multas por excesso de velocidade, chegamos ao endereço de Christopher.


Notas Finais


Perguntinha(s): Vocês vão viajar nessas férias? ... Ainda estudam? Se sim, quanto tempo ainda tem de aula?
Até sexta, beijos!!!


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