História Paixão - Capítulo 18


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Categorias Inuyasha, Ranma 1/2, Saint Seiya
Tags Hentai, Inuyasha, Ranma, Sexo
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Palavras 3.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ecchi, Hentai, Orange, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nem sei pq eu escrevi esse capitulo. Acho que eu decidi aproveitar que tava com humor pra escrever algo. :P

Trilha sonora: Be'lakor - The Frial Tide.

Capítulo 18 - Inuyasha X Kagome - Cena 3


Inuyasha se considerava forte e destemido. Suas garras falavam melhor que sua língua. Ninguém lhe dava ordens, ele é quem dizia aos outros o que eles tinham o que fazer. Muitas vezes subestimado, seus inimigos youkais normalmente descobriam seu potencial tarde demais, quando seus corpos já estavam estraçalhados e vida desvanecia pouco a pouco de seus olhos. Os humanos, ao descobrir o sangue que corria em suas veias apenas ao olhar pra sua cabeça, se afastavam de medo. Esses pelo menos eram inteligentes pra não comprarem briga com o meio-youkai. 

Por todas essas razões, ele odiava do fundo do seu coração a lua nova.  A noite em que apenas um meio anel flutuava naquele céu estrelado, era a noite em que perdia completamente seus poderes de youkai e que se sentia mais vulnerável. 

Kagome sugeriu que ele tentasse passar o dia no mundo dela, onde não havia a presença ameaçadora dos youkais. Ainda que um pouco receoso, aceitou a oferta. Agora, ele tinha dúvidas se tinha feito a decisão certa. 

O agora humano Inuyasha se remexeu tentando se libertar das amarras que atualmente prendiam na cama: Um par de algemas segurava seus pulsos acima da cabeça, na cabeceira da cama, enquanto cordas presas na base da cama rodeavam seus calcanhares. 

Sério, o que a Kagome tava pensando ao deixa-lo desse jeito? E o pior de tudo, sem nada o cobrindo, exatamente da maneira como veio ao mundo. 

Cerca de 20 minutos haviam se passado desde que ela o amarrara antes de sair quarto. Ele então começou a suspeitar que aquilo ali seria o seu castigo por causa do incidente do outro dia.* 

Antes que seu cérebro com funções limitadas pudesse começar a pensar em um jeito de sair daquela situação, a porta do quarto de abriu. Uma corrente de ar gelado encheu o quarto e junto a ela veio Kagome. Ele sentiu o corpo todo se arrepiar. Se foi pela lufada de ar ou pela visão de sua companheira, não soube distinguir. 

A bota de cano longo cobria quase todas sua perna enquanto que o salto alto adicionava alguns centímetros a estatura da jovem mulher. Um espartilho negro fazia curvas em seu tronco, afinando sua cintura e inflando seus seios, e uma calcinha fio-dental cobria o seu sexo. Sua veste era simples e impactante ao mesmo tempo. 

Nas mãos trazia um objeto fino e flexível de cerca de 40 centímetros com pontas de em forma de lingueta e mais um pouco mais rígida. 

Inuyasha olhava Kagome de cima a baixo enquanto ela se aproximava da cama a passos lentos. Os seios balançavam com cada passos e o vento fazia seus longos fios negros voarem livres. 

Aquela visão deixou o ex-youkai de boca aberta, garganta seca ritmo cardíaco acelerado. Certamente era uma visão pra ficar encravada pra sempre em sua cabeça, e sua irmã menor que se encontrava entre suas pernas concordou, ainda que estivesse confusas com asituação. 

— O que significa tudo isso, Ka- 

SPLAT! 

A ponta da chibata que a morena carregava nas mãos se chocou contra o seu peito. A dor e a surpresa fizeram seu corpo saltar para o alto, porém por estar amarrado, não conseguiu ir longe. 

— QUE PORRA É- 

SPLAT! 

Outra vez o objeto desceu, dessa vez em sua barriga. 

— Silêncio! - A voz de Kagome soou como um trovão. — Eu sou sua dona e você vai só vai fazer o que eu mandar. 

Aquela nova e surpreendente voz autoritária de Kagome fez um arrepio correr pela espinha dorsal do rapaz, levantando os cabelos de sua nuca. 

—O qu-que? 

SPLAT! 

— A partir de agora você só vai falar quando eu mandar. 

O rapaz balbuciou algo e foi rapidamente silenciado com uma bofetada na cara. Aquilo não era nada comparado aos golpes que já levara no curso de sua longa vida. A surpresa e uma nova sensação inexplicável que vinha da situação em que se encontrava, e de quem o dava tal tratamento, o deixou desnorteado por um momento. 

Quando Kagome sentou em seu abdômen com os joelhos tocando o colchão, seu pulmão se enchia e esvaziava-se de maneira irregular. Nunca antes na vida ele precisou tanto de oxigênio. O golpe anterior tinha causado mais espanto do que dor e foi seguido de mais outros dois. 

— Seu corpo não lhe pertence mais. Ele agora é meu e eu irei fazer o que quiser com ele. 

Com os olhos ainda arregalados, tentava controlar a respiração. O corpo formigava como se estivesse pedindo por mais. Era como se cada impacto estivesse injetando alguma toxina em suas veias. Ele podia sentir o sangue circulando, indo pra baixo pra inchar um certo órgão em forma de cilindro entre duas pernas. 

Kagome se curvou até ficar com o rosto bem próximo a orelha humana de Inuyasha. A ponta de dedos deslizaram de maneira áspera pela lateral do corpo do rapaz. 

— Eu disse... que ia ter minha doce... vingança. 

A frase foi soprada no ouvido de maneira lenta e pausada, com um tom de erotismo que fez jovem suspirar. Aquela era a primeira vez que alguém havia feito isso com ele. Quem iria imaginar que a orelha humana fosse tão sensível? 

A jovem beijou o pescoço do rapaz, conseguindo ouvir com clareza sua respiração ofegante. Seus dedos ainda se moviam como garras pelo corpo dele. Ela conseguia sentir cada reação de Inuyasha, a maneira como ele tremia com cada toque, a maneira como ele mexia o pélvis como se estivesse procurando algum tipo de estímulo para aquela área. A maneira como suas mãos e pernas se moviam tentando livrar-se das amarras que os prendiam. Ele não ia ter nada disso está noite. 

A aprendiz de sacerdotisa pegou um pano da escrivaninha ao lado da cama e vendou o rapaz que tentou protestar. 

— O que você tá fazendo?! 

A resposta veio na forma de duas bofetadas, uma de cada lado do rosto. 

— Cachorrinho mal. Você precisa aprender a obedecer sua dona. 

Do mesmo lugar que tirou a venda, Kagome puxou uma mordaça em forma de bola e colocou na boca do rapaz. 

Inuyasha se sacudiu e tentou gritar algo, no entanto, a mordaça o impediu. 

— Esperneie o quanto você quiser Inuyasha. Essa noite seu único propósito vai ser servir sua dona. 

A voz sensual de Kagome no lóbulo da orelha fez o rapaz se arrepiar todo por dentro. Ele não sabia explicar o que estava acontecendo. Seu corpo parecia gostar da maneira rude como Kagome o estava tratando, como ela o estava dominando completamente. Havia uma sensação indescritível em quase se entregar completamente. 

Kagome beijava o queixo e pescoço do rapaz do forma lenta, quase agonizante. Ela estava amando ouvir os gemidos baixos vindo da boca amordaçada. 

Saindo de cima do ex-youkai, seus lábios desceram e a ponta de sua língua rodeou o pequeno mamilo de Inuyasha. Homens tem as mesmas terminações nervosas que as mulheres naquela área, então não ficou surpresa ao ver que Inuyasha gostou. O maior sinal de tal era o membro entre suas pernas. 

Os dedos de suas mãos se rodearam de leve o mastro do rapaz e ao chupar o mamilo, sentou o pênis do rapaz pulsar. 

— Oh, eu vou adorar isso. — Disse para si mesma. 

A morena passou os minutos seguintes 'torturando' seu companheiro com tudo que tinha disponível no momento. Ela continuava a brincar com o mamilo enquanto sua mão subia e descia de leve no pau do homem. Um sorriso veio a sua face ao perceber Inuyasha movimentando o quadril pra cima e pra baixo em sincronia com a mão dela. Sem falar dos sons abafados que vinham da garganta dele. 

— Você tá gostando, não é Inuyasha? 

A jovem respirou perto da orelha do homem enquanto colocava um pouco mais de pressão no membro dele. Ela ficou satisfeita ao vê-lo chacoalhando de leve enquanto começava a gemer mais alto. 

— Vamos para a próxima fase. 

Inuyasha disse pra si mesmo que ele não ficou desapontado ao sentir os estímulos pararem. Não, ele não estava. De certa parte era frustrante não poder falar, ver ou participar ativamente de nada. No entanto, ficar completamente a mercê das ondas era uma experiência que ainda precisava de uma analise mais profunda. 

Seus pensamentos foram cortados abruptamente. Alguma substância gelatinosa foi passada bem na entrada de seu orifício anal.  A reação natural foi tentar se afastar do que é que estivesse ali. O problema é que ele ainda estava amarrado na cama, o que dificultava sua fuga. E ficou mais difícil ainda de repente. Ele jogou a cabeça pra trás e soltou o longo suspiro. Algo quente e úmido acabara de envolver seu membro. 

Kagome não foi apressada. Sabia que teria que derrubar as defesas do companheiro uma a uma. Para tal, começou selando os lábios no membro do rapaz enquanto massageava seus testículos. Pelo reação, ele estava gostando. Agora era só ir bem devagar. 

Os dedos na bolsa do rapaz desceram vagarosa e discretamente. O boquete entusiasmado manteve Inuyasha ocupado demais para perceber as intenções de Kagome num primeiro momento. 

O dedo indicador circulava a entrada de sua cavidade anal. Ele tentava fechar as pernas a todo custo, contrair os músculos pra impedir a entrada dedo. Isso fez Akane redobrar seus esforços orais. 

Uma parte fraca da mente de Inuyasha resistia, a outra, mais forte, dizia para ele se entregar completamente aquele mundo novo. Ele ainda se remexia, refutando aqueles sensações quase que alienígenas. Não é que elas eram ruins, eram apenas diferentes. Em um rápido debate, ponderou se se entregar completamente daquele jeito seria algo ruim. Sua mente rapidamente forneceu a resposta: Kagome era uma das poucas pessoas em que ele confiava. Então o que ele tinha em mente para ele, não deveria ser algo ruim, certo? 

Kagome conseguiu introduzir um dedo dentro de Inuyasha, que parecia ter relaxado e aceitado o que viria. Bom para ele. O dedo girou por alguns instantes procurando um ponto específico, até que encostou em algo. A forma como ela sentiu Inuyasha tremer, a fez concluir que aquele era o lugar certo. 

Um segundo dedo foi adicionado para delírio do rapaz que já estava completamente entregue ao prazeres provocados pela companheira. Kagome hora fazia os dois dígitos entrarem e saírem, hora tocava na próstata. Tudo sem mal tirar o membro do rapaz da boca. 

Com Inuyasha totalmente relaxado e agora aproveitando cada momento, aprendiz de sacerdotisa decidiu que essa era a hora para a última fase. Ela retraiu completamente os dedos e esticou o braço para segurar um objeto cilíndrico feito de plástico. Sim, esse era o mesmo consolo que Inuyasha havia usado nela. 

Aplicando uma quantidade generosa de lubrificante por toda a extensão do pênis falso, ela começou a trabalhar para introduzi-lo em Inuyasha. 

Ele resistiu um pouco à nova introdução, mas relaxou e aceitou logo em seguida. 

Kagome colocava e tirava o consolo de dentro de Inuyasha, ouvindo cada suspiro que ele soltava, cada movimento de seu corpo e cada contração de músculo. Ela via o ex-youkai sacudir a cabeça pra um lado e para o outro, jogá-la para trás, arquear as costas e tremer, sacudir os braços com cada choque de prazer que cortava seu corpo. Era como se estivesse pronto para explodir. Só que Kagome não iria permitir isso. Não agora. 

Um longo grunhido de frustração preencheu o quarto assim Kagome tirou a boca do  sexo do rapaz. 

— Oh, você quer que eu continue? 

Kagome passou a ponta da língua por toda a extensão do falo. Logo em seguida, subiu pela barriga até que chegar ao mamilo, que foi mordido bem de leve. Continuando, Kagome foi até o pé do ouvido e sussurrou: 

— Você pode acenar com a cabeça se quer que eu continuo ou não. 

A replica foi gemido de agonia. 

— Que tal ser bom cachorrinho e mostra pra sua dona o que você quer? 

Esticando a mão até a região da virilha, segurou a vara do rapaz e não precisou fazer mais nada, ele próprio começou a mexer os quadris, procurando algum alívio para a pressão que vinha sentido no ponto de conexão entre os membros inferiores. 

Inuyasha não precisou de mais incentivo do que já vinha recebendo e sacudiu a cabeça positivamente. 

Mãos leves tocaram a base da sexo de Inuyasha. 

— Você realmente quer isso? 

— Hummmmm! 

Os dedos foram substituídos por um par de lábios macios selado na coroa do mastro. 

— De verdade mesmo? 

Ele sacudiu a cabeça indicando que sim. 

O consolo foi empurrado para dentro do buraco do rapaz de forma lenta e depois retirado. Ele chorou alto, o corpo em alta tensão. A bola em sua o impediu de soltar um grunhido mais alto. 

— Você tem certeza de que quer isso? 

Dessa vez ele tentou dizer algo enquanto acenava com a cabeça. 

O falo escorregou pelo boca quente e a língua fez pressão. Um movimento de sucção pareceu tirar o ar dos pulmões do rapaz. O consolo entrou e saiu com facilidade de sua cavidade anal. 

— Tem certeza? — Kagome parou o boquete, agora, tocava de leve o mastro de Inuyasha apenas para lembrar que ainda estava ali. 

Inuyasha teria socado o colchão se pudesse. Com as mãos amarradas, não podia fazer muito a não ser agonizar naquela tortura que o estava fazendo subir pelas paredes. 

Kagome envolveu a glande entre seus lábios, chupou por alguns segundos e parou. Inuyasha grunhia desesperado. O que ele queria estava ali bem na ponta, pronto pra sair. Só mais pouco. 

Sua cabeça moveu-se pra cima e pra baixo de maneira mais efusiva, praticamente implorando. 

— Bom menino. 

Kagome usou boca habilidosamente até sentir que ele não aguentaria. Suas mãos terminaram o serviço, uma no consolo fodendo e outra o masturbando freneticamente. 

Ela viu Inuyasha se contorcer todo. As costas arquearam para o alto e as mãos se fecharam com força. Espasmos eram visíveis nos músculos da barriga. O pênis entre seus dedos vibrava, pulsava com a enorme quantidade de esperma que era expelida pela cabeça. Longos e fortes esguichos pintaram de branco a barriga e peitoral do rapaz e os dedos da mulher. Longo também era o choramingo, as lamúrias de puro prazer que vinham do fundo de sua garganta, junto com cada jato e que eram abafadas pela mordaça. 

O orgasmo foi longo e poderoso como nenhum outro havia sido antes. 

Kagome ficou um tempo admirando a vista. Inuyasha deitado na cama, suado, com o cabelo caído sobre a testa e respiração irregular. Os sons dele implorando e gemendo ainda retumbavam em seu ouvido. O tesão estava nas alturas. Quem diria quer ter tanto poder seria tão excitante? Algo precisava ser feito imediatamente. O falo semi-flácido de Inuyasha não seria de muito uso no momento, por isso, decidiu pela segunda via mais lógica. 

As peças de roupa de Kagome foram caindo uma a uma, com exceção das botas. 

A mordaça do atualmente humano Inuyasha foi removida, deixando o um pouco aliviado por estar com a boca livre para respirar. Ele queria dizer algumas coisas pra sua companheira. Só precisava de uma pouco mais de ar em seus pulmões. 

Ainda vendado, não viu ela se aproximando. Quando percebeu já era tarde. O aroma característico daquela entrou pelas sua narinas, enviando um sinal elétrico pelo seu corpo. Por instinto, por estar completamente dominado ou por saber que não havia outra escolha, pôs a língua pra fora sem pensar duas vezes. 

Com um joelho de cada lado do rosto do homem deitado, Kagome desceu sua vagina bem na boca dele. 

— Mostre que você sabe usar a língua pra algo mais além de latir. — Ordenou, e ele como bom menino, obedeceu. 

Kagome se sentiu fantástica. De sua posição podia controlar tudo. Ela podia mover o pélvis pra cima e pra baixo para controlar a pressão, podia agarrar os cabelos de Inuyasha, guia-lo pelos seus grandes lábios, pela sua fenda e ordenar para que ele os lambesse e chupasse. Todas aquelas sensações físicas, somado a liberdade de poder fazer o que bem entendesse e ao poder tomado assim que entrou no quarto, fez Kagome se sentir extremamente excitada. 

Ela fechava os olhos, mordia os lábios, puxava Inuyasha pelos cabelos e se perdia no prazer provocado pelo ato. Ela teve que admitir que ele era bom enquanto tremia com os pequenos pulsos que passavam pela sua espinha. Aos poucos a intensidade de cada um deles aumentou a ponto de faze-la gemer. Uma de suas mãos agarrou o bico ereto de seu seio e apertou. A outra mão separou suas dobras para dar melhor acesso a Inuyasha que trabalhava com vigor. 

Ela se posicionou de maneira para que pudesse usar a boca para melhor estimular seu clitóris. Algumas lambidas e um par de lábios se fechando entre a pequena protuberância fizeram Kagome contrair os músculos. 

A mulher não se segurou por muito tempo e deixou o orgasmo correr seu corpo, deliciando-se com os tremores que chacoalharam seu âmago. Não foi o mais intenso, mas aquilo era apenas o começo. 

Saindo de cima da cama e ficando de pé ao lado da mesma, ponderou sobre o que deveria fazer agora. Na parte de baixo de seu guarda-roupa havia uma caixa cheia de brinquedos eróticos e com Inuyasha ainda amarrado na cama, as possibilidades eram muitas. Ela poderia amarra-lo de costas e faze-los implorar por chibatadas naquele traseiro firme, poderia usar um vibrador ou um Hitachi para faze-lo ver estrelas novamente, ou quem sabe uma cinta peniana. Ela tinha a noite toda usa-lo para o bem prazer dela 

— Ka-Kagome? O que você tá fazendo? Me desamarre. 

O humano e sem visão Inuyasha pediu ao ouvir sons dos passos da mulher se movendo pelo quarto. 

A resposta não veio de imediato, embora ainda pudesse sentir a presença de Kagome no quarto. 

— Por que? Não é mais divertido desse jeito? — Kagome inqueriu ao pé do ouvido com a voz carregada de sensualidade. 

— Eu sei que que cada pedaço do seu corpo gostou do que eu fiz instantes atrás. Se você quiser, eu te solto e nós podemos encerrar tudo agora mesmo. Ou eu posso ir além, fazer com que essa noite seja inesquecível. 

Kagome tirou a venda de Inuyasha e abriu as algemas de seus pulsos, o que deixou o rapaz surpreso. Antes que qualquer coisa pudesse ser dita, a mulher repousou suavemente um objeto em suas mãos. Uma coleira de couro. 

— Qual a sua resposta? 


Notas Finais


Então, qual terá sido a resposta do Inuyasha? Fica a cargo da imaginação de vocês. :P

Achou algum erro? Só avisar que eu corrijo.
Tem alguma sugestão? Sinta-se livre para compartilha-la.

Duas noticias:
1 - Até domingo eu tenho a intenção de postar um novo capitulo. Talvez um SesshyxRin. Talvez um "Pornozão", "Hentaizão". Tudo vai depender do meu humor.

2 - Essa provavelmente vai ser meu ultimo capitulo desse ano.


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